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Curso SEO: O Único Guia Grátis que Precisa Para Aprender SEO em 2020

O marketing digital está rapidamente a tornar-se no canal principal para as empresas promoverem os seus produtos ou serviços, e grande parte do seu investimento vai para a optimização para motores de busca (SEO).

O SEO é crucial para a sua presença online, uma vez que lhe trará tráfego orgânico gratuito vindo dos motores de busca como o Google, Bing ou Yahoo.

Neste artigo, você irá encontrar um guia simples de seguir, e não precisará de procurar mais nada na internet (ou comprar cursos caros).

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O meu objetivo é simplificar o SEO, para que o seu site possa começar a aparecer nos resultados de pesquisa sem se distrair com técnicas e truques complicados que, na verdade, não fazem grande diferença…

Basta pesquisar por “SEO” no Google e verá uma “pletora” de resultados de agências que querem fazer com que o tópico soe complicado (para depois venderem os seus serviços).

O SEO não tem que ser complicado.

E você não precisa de técnicas avançadas que no máximo melhorarão o seu ranking em 10%...

Não precisa de gastar rios de dinheiro, nem precisa de ganhar cabelos brancos a tentar perceber todas as técnicas e truques possíveis.

É possível aprender SEO num artigo apenas, e é aqui que o vai encontrar.

Este mini-curso irá dar-lhe as bases para que possa gerar visitas constantes para o seu website durante anos e anos.

Vai aprender o fundamental do SEO, ou seja, tudo aquilo que precisa para verdadeiramente começar a gerar tráfego.

Crie conteúdo consistentemente, use os passos descritos neste guia, e terá criado um ativo para a vida.

Como Usar Este Curso de SEO Online

Se preferir ver este conteúdo em vídeo, clique no vídeo YouTube acima.

Antes de começarmos, um aviso:

Este curso de nada servirá se não se tornar num criador de conteúdo.

O objetivo deste curso é optimizar a sua criação de conteúdo, e não encher a sua cabeça com conhecimentos que nunca irá pôr em ação.

Lembre-se que criar um negócio online é um processo que exige ação imperfeita, feita de maneira consistente, e por longos períodos de tempo.

Comece a escrever, e volte a este artigo para consultar quais os passos a seguir para garantir que o seu conteúdo é indexado nos motores de busca.

Faça-o repetidamente, e num ápice todo este processo começará a sair-lhe naturalmente.

"Aprender enquanto faz" é realmente a única maneira de adquirir uma nova competência…

Faça isto durante 6 meses, e verá que os resultados começam a aparecer.

Faça isto durante 1 ano inteiro, e veja os seus resultados a disparar.

Ah, e quando isso acontecer, deixe um comentário neste artigo para celebrarmos em conjunto!

Mas lembre-se: obter resultados em SEO exige muito trabalho, consistência e persistência…

É uma maneira de gerar tráfego gratuito para o seu site, mas em vez de gastar dinheiro precisará de gastar muito tempo!

Para ser mais fácil de ler este artigo (e se quiser saltar para um tópico específico), veja abaixo os capítulos:

Capítulo 1: Saiba Quais São as Suas 2 Audiências

Capítulo 2: Ferramentas de SEO que Vai Precisar

Capítulo 3: Análise de Palavras-Chave

Capítulo 4: Crie Títulos e Descrições Optimizados e Apelativos

Capítulo 5: Optimize os Tags dos Títulos Internos

Capítulo 6: Crie um Artigo Multimédia

Capítulo 7: Crie Links Internos

Capítulo 8: Optimize a Estrutura dos Seus Artigos

Capítulo 9: Link Building: Toda a Verdade

1) Saiba Quais São as Suas 2 Audiências

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O SEO, ou optimização para motores de busca, é basicamente uma lista de coisas que precisa de fazer sempre que publica conteúdo no seu website.

Esta lista irá assegurar que o seu conteúdo estará optimizado para obter uma posição alta nos resultados de pesquisa dos motores de busca e, como consequência, mais tráfego para o seu site.

Se o seu objetivo é obter mais visitas para o seu site, vai querer que o seu conteúdo esteja presente sempre que alguém pesquise por uma palavra-chave relacionada com o seu nicho de mercado.

Mas atenção:

Você não estará apenas a escrever e a optimizar o seu conteúdo para os motores de busca.

Essa é apenas uma parte da equação.

A outra parte da equação são os leitores do seu conteúdo.

As pessoas que estão efetivamente à procura de resultados para as suas pesquisas.

Quando várias pessoas clicam no link para o seu site em detrimento de outro link, estão basicamente a “votar” no seu site.

Estão a dizer aos motores de busca que preferem o seu link em vez de todos os outros que aparecem nos resultados de pesquisa…

E isto é algo que dá um sinal aos motores de busca: os cliques nos seus links, o tempo que passam na sua página, e a interação que têm com o seu website (cliques internos).

Portanto, lembre-se das suas 2 audiências sempre que criar e optimizar conteúdo: os motores de busca e as pessoas que lêem o seu conteúdo.

A Prioridade Tem Sempre que Ser Ajudar o Seu Público-Alvo

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Esta é a parte que a maioria dos artigos e cursos sobre SEO que abundam na internet deixam de fora:

O seu foco tem que ser sempre ajudar pessoas!

De maneira genuína e verdadeira.

Ajude-as a resolver problemas, ultrapassar medos, e atingir objetivos.

Não faça como a vasta maioria dos blogs, que apenas se focam em optimizar para os motores de busca e fornecer conteúdo duvidoso.

As pessoas procuram por experiências autênticas, e quando você é quem realmente ajuda a sua audiência, você ganha.

Ganha porque se tornará no conselheiro de confiança para essas pessoas, e a única solução viável para os seus problemas.

O verdadeiro caminho para o sucesso a longo prazo é genuinamente ajudar pessoas.

Se o seu blog resolver os seus problemas, responder às suas perguntas, e oferecer soluções, será que as pessoas vão passar mais tempo no seu site e interagir mais com o seu conteúdo?

​Absolutamente!

Siga estes simples passos de SEO para que os motores de busca encontrem e indexem o seu conteúdo, mas foque-se em criar o melhor conteúdo possível para a sua audiência.

Assim que aparecer nos resultados de pesquisa, os utilizadores verão que fornece melhor conteúdo que a concorrência e irão clicar nos seus links.

Motores de Busca e os Rastreadores Web

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Os rastreadores dos motores de busca (web crawlers, spiders, ou bots) são a sua segunda audiência.

Estes são ferramentas que os motores de buscar usam para rastrear todos os websites na internet.

Colhem dados sobre o seu website e todas as suas páginas.

Sem esta informação, os rastreadores não saberão que páginas devem indexar e mostrar cada vez que um utilizador faz uma pesquisa.

Quando um rastreador rastreia o seu website, lê todo o texto, todos os meta tags, código, links internos e externos e muito mais.

Com essa informação, o rastreador cria um perfil específico para o seu website e armazena-o na base de dados do motor de busca.

Portanto, o seu papel como optimizador será o de facilitar esta leitura, para que os rastreadores colham os dados do seu website da maneira mais rápida e eficiente possível.

Os princípios deste curso irão dar tudo aquilo que os rastreadores precisam de saber sobre o seu website, para que estes possam indexar e mostrar os seus links nos resultados de pesquisa relevantes.

2) Ferramentas de SEO que Vai Precisar

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Não se preocupe, não precisa de nada de complicado.

Bastam 3 ferramentas para fazer SEO de forma eficaz.

E sabe que mais? Todas têm versões gratuitas!

Durante o curso, iremos falar mais sobre cada uma, mas por agora vejamos o essencial:

Sistema de Gestão de Conteúdos (CMS)

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Esta será a base de todo o conteúdo do seu website.

Existem várias opções no mercado, mas se escolher a errada por afetar negativamente o seu SEO.

Mesmo que já tenha o seu website criado, recomendo vivamente que considere sempre a única plataforma viável para o sucesso a longo termo:

WordPress.org.

Plataformas como o Wix, SquareSpace, ou Webnode são sistemas fechados (ou seja, controlados por estas empresas), e isto pode afetar tanto os seus rankings nos motores de busca, como o seu controlo sobre o seu próprio website.

O WordPress continua a crescer o número de websites que são criados na plataforma, que já é usada por cerca de 30% da internet.

Os motores de busca adoram o WordPress, e os webmasters são fãs da plataforma por ser open-source.

Milhares de programadores de todo o mundo mantêm e melhoram a plataforma voluntariamente, todos os dias.

Se precisar de ajuda, neste post explico-lhe como criar um blog em WordPress.org.

Ferramenta de Análise de Palavras-Chave SEO

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Existem ferramentas pagas e gratuitas para analisar palavras-chave.

A única que utilizo e recomendo é o KW Finder.

Registe-se agora na ferramenta gratuitamente para seguir os passos deste curso.

Pode fazer 5 pesquisas por dia gratuitamente, o que é mais do que suficiente para quem está a começar.

Com o KW Finder pode analisar o número de pesquisas mensais de cada palavra-chave e o grau de dificuldade de cada uma, para além de poder analisar a sua concorrência.

É tudo o que precisa!

O Único Plugin WordPress que Precisa para SEO

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Outra grande razão para criar o seu website em WordPress é o facto de existirem milhares de empresas a criar plugins.

Se estas empresas não satisfizerem os utilizadores, as pessoas irão simplesmente escolher outro plugin.

E é por isso que o único plugin de SEO que recomendo é o Yoast SEO, uma vez que é o mais completo e constantemente atualizado…

E que faz todo o trabalho por si: mantém-se atualizado a cada mudança nos motores de busca, para que não tenha que fazer esse trabalho.

Não precisa sequer de usar a versão paga do Yoast SEO. A versão gratuita é mesmo tudo o que precisa!

Este plugin permite-lhe estar em controlo de todos os meta dados, e optimizar o conteúdo das suas páginas num só lugar.

Pode modificar a maneira como os seus títulos, URL e descrições aparecem nos resultados de pesquisa, para além de controlar como os seus artigos aparecem nas redes sociais.

Não precisa de mais nada!

3) Análise de Palavras-Chave para SEO

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No mundo do SEO, as palavras-chave são a “chave” (passo a redundância).

Estas são as frases e palavras que as pessoas inserem nos motores de busca, para obterem resultados que as ajudem a resolver os seus problemas, desejos ou necessidades.

A análise de palavras-chave irá ajudar a identificar quais as maneiras mais comuns que as pessoas usam para procurar informação.

Com esta informação, o seu objetivo será usar essas palavras nos seus artigos, títulos, descrição e URLs para que combinem com o que as pesquisas que as pessoas digitam nos motores de busca.

Mas então, como encontrar essas palavras-chave?

Com uma ferramenta de análise de palavras-chave. Existem várias que pode usar, tanto gratuitas como pagas.

Recomendo vivamente o KW Finder, porque é extremamente simples de usar, rápido e eficaz.

Neste artigo explico em detalhe como fazer análise de palavras-chave usando o KW Finder, para que possa encontrar a combinação perfeita entre volume de pesquisas e dificuldade da palavra-chave.

O seu objetivo será usar essas palavras-chave no seu artigo da maneira mais natural possível, e usando todas as variações possíveis que as pessoas usam para procurar pelo tema específico…

Para que os motores de pesquisa percebam que o seu artigo é o mais compreensivo e completo sobre a temática.

Os Motores de Busca Vão Dizer-lhe Que Variações Deve Incluir

Quando estiver a escolher as palavras-chave para o seu artigo, vai querer que estas signifiquem o mesmo, mas que sejam ditas de maneiras diferentes.

Se tiver todas essas variações incluídas no seu artigo, os motores de busca vão perceber exatamente de que se trata.

Não se limite a uma ou duas. Use dezenas de palavras-chave adicionais que sejam semelhantes à principal.

E como as obter?

Vá ao Google e pesquise pela palavra-chave principal que quer usar…

No fundo dos resultados de pesquisa irá encontrar pesquisas relacionadas:

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Estes são termos frequentemente utilizados pelos utilizadores, quando estes pesquisam pelo seu tópico.

Use-os quando estiver a rever o seu artigo, para refletir todo o tipo de variações possíveis.

Mas lembre-se: vocês está a escrever para pessoas. Não encha o artigo de palavras-chave sem lógica, para não confundir as pessoas e manter o artigo com alta qualidade.

4) Crie Títulos e Descrições Optimizados e Apelativos

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O título e a descrição do seu artigo são as duas componentes do seu artigo que irão aparecer nos resultados de pesquisa.

Como tal, é crucial optimizá-los tanto para os motores de busca (para garantir que estes indexam o seu link para os termos corretos)...

Mas também para os utilizadores (para garantir que estes se interessam pelo seu link, e se sentem compelidos a clicar para saber mais).

Crie um Título Optimizado para SEO

O mais importante no seu título é garantir que inclui as suas palavras-chave principais e que é apelativo o suficiente para levar ao clique.

Idealmente, deve usar a sua palavra-chave logo no início do título (desde que soe natural para quem lê).

Se conseguir incluir palavras-chave secundárias, e ao mesmo tempo manter o título compreensível e natural, tanto melhor!

Mas se não for possível, foque-se em optimizar para pessoas (a sua prioridade número 1).

Por outro lado, deve também ter em conta que existe um limite de caracteres para o seu título.

E é aqui que entra o tal plugin Yoast SEO que falámos acima:

Quando escreve o seu título, o Yoast mostra-lhe quantos caracteres tem até que o título fique truncado nos resultados de pesquisas do Google.

E como o Yoast é constantemente atualizado, este limite estará sempre em conformidade com as exigências do Google.

E finalmente, lembre-se que o título é o elemento mais importante do seu link!

É o que levará as pessoas a clicar ou não.

Por isso, o seu título deve ser claro sobre o que o utilizador vai ler, e tem que ser apelativo!

Crie títulos que gerem interesse, curiosidade e que mostrem benefícios. Use técnicas de copywriting para levar o utilizador a decidir clicar para ler mais.

Por exemplo, vejamos o que fiz no título deste artigo:

“Curso SEO: O Único Guia Grátis que Precisa Para Aprender SEO em 2020”

“Curso SEO” é a palavra-chave principal, colocada estrategicamente no início e com lógica.

“Único” revela que é diferente de todos os outros, e que é completo, gerando curiosidade.

“Guia” sugere que se trata de um artigo que mostra passo a passo o que fazer, que é o que as pessoas procuram: soluções rápidas.

“Gratuito” mostra que o leitor terá valor sem precisar de pagar nada.

“Aprender SEO” é o benefício que o utilizador irá receber.

E “2020” mostra que o artigo é atual.

O facto de você estar a ler este artigo prova que este tipo de título é eficaz!

Escreva Meta Descrições Apelativas

Quando você está a comprar algo online, para onde olha depois de ver as fotos?

Para a descrição, correto?

Pois bem, o mesmo conceito se aplica aos resultados de pesquisa.

Depois de as pessoas lerem o título, vão olhar para a descrição para confirmar que o seu artigo irá responder de facto à sua pergunta.

A sua meta descrição aparecerá nos resultados do Google, por baixo do seu título:

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Quando os utilizadores pesquisam pela sua palavra-chave, vão ver dezenas de resultados na página.

Alguns destes resultados irão ser suficientemente apelativos para levar as pessoas a clicar no link, enquanto que outros serão ignorados por não “falarem a sua língua” ou não serem convincentes.

Lembra-se de termos falado sobre os cliques serem como “votos” que as pessoas dão aos motores de busca?

Pois bem, os motores de busca vão monitorizar a taxa de clique dos seus links.

Se os utilizadores pesquisam pela sua palavra-chave e o seu link aparece nos resultados, mas as pessoas não clicam…

Os links concorrentes irão começar a ultrapassar o seu no ranking, uma vez que estarão a obter mais “votos”.

Portanto, dê sempre uma razão forte para as pessoas clicarem no seu link!

Ponha-se no lugar dos seus leitores e faça a pergunta: “por que é que as pessoas escolheriam ler o meu conteúdo em vez da concorrência?”

De novo, use técnicas de copywriting para escrever descrições apelativas e que gerem interesse…

Mostrando o benefício que o leitor obterá, ao mesmo tempo que gera curiosidade.

Por outro lado, não se esqueça de incluir as suas palavras-chave principais na sua descrição.

Estas palavras aparecerão em negrito no seu resultado de pesquisa (veja no exemplo acima), o que irá também contribuir para que o seu artigo sobressaia.

Não escreva o que todos os outros escrevem…

Seja diferente, crie curiosidade, mostre o seu ponto de vista único, e obtenha mais cliques!

5) Optimize os Tags dos Títulos Internos

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Existem 10 capítulos neste artigo, cada um destacado com tamanhos de letra maiores que o texto normal.

Na linguagem de SEO, estes são conhecidos como tags de título HTML.

Estes tags de títulos ajudam a estruturar o seu conteúdo de maneira a mostrar aos motores de busca quais são as ideias mais importantes do seu conteúdo.

Estes tags de títulos não são nada de complicado, não se preocupe.

Imagine como se fossem o título, capítulos e sub-capítulos de um livro...

Existe o tag H1 (Título 1, que é normalmente o título do seu artigo), que deve refletir o tópico geral.

Depois existem os tags H2 (Título 2), que servem como capítulos do seu artigo.

E finalmente, os tags H3-H6, que são os sub-capítulos que ajudam a dividir o seu conteúdo de forma lógica e de fácil leitura.

Uma regra importante::

Cada página do seu website e cada artigo só deverá ter um tag H1 (faz sentido ter só um título principal).

Pode ter tantos títulos H2 quanto desejar, dependendo do tamanho do seu artigo.

Pode ter também os títulos H3, H4, H5, etc que quiser, para organizar o seu conteúdo melhor. Eu apenas uso títulos H1 até H3, mas a escolha é sua.

Use as palavras-chave que analisou no passo anterior nos seus títulos, mas lembre-se de o fazer de forma natural.

Se não fizer sentido, não force.

Os motores de busca hoje em dia analisam também a lógica da alocação das suas palavras-chave, por isso, nada de encher o seu artigo de palavras-chave repetidamente e aleatóriamente!

Tags de Títulos no WordPress

Quando está a criar um artigo no WordPress, existe um campo que diz “Parágrafo”, onde pode escolher se quer escrever texto, ou Título 1 a Título 6.

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A primeira coisa que precisa de confirmar é se o seu tema WordPress inclui o título do seu artigo no topo da página como tag H1.

Se sim, não precisará de incluir de novo um tag H1 no seu artigo. Mas se não, então você precisará de o fazer.

Isto é importante, pois não vai querer ter dois tags H1 na sua página…

Aos olhos do Google, existe uma hierarquia na estrutura do seu artigo.

Quando inclui um tag H1, esse será considerado o tópico mais importante do seu artigo, para além de mostrar ao leitor que essa é a grande ideia do artigo.

Capítulo 6: Crie um Artigo Multimédia

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O Google adora artigos multimédia.

Imagens, vídeos e áudios são tendências de ranking importantes para os motores de busca.

Portanto, é importante garantir que o seu artigo não é apenas texto.

Insira Imagens Optimizadas para SEO

Ninguém gosta de olhar para um bloco de texto enorme, sem mais nenhum elemento.

Incluir imagens irá melhorar o fluxo visual da sua página, partindo o texto em pequenos blocos, ajudando a perceber os sub-tópicos, e adicionando cor ao seu artigo.

Pode usar imagens de banco de imagens gratuitos, que irão contar uma história visual e ilustrar os tópicos do seu artigo.

Por outro lado, não se esqueça de optimizar as suas imagens para SEO:

1) Nome do ficheiro

Os nomes dos ficheiros de imagens que incluir devem conter a(s) palavra-chave(s) do título a que correspondem.

Ou seja, se a sua imagem estiver debaixo do seu título H1, deve conter as palavras-chave desse título.

O nome do ficheiro é automaticamente incluído no WordPress, pelo que antes de fazer upload, altere o nome (nada de manter nomes como 20181208.jpg).

2) Alt-Text e Título

Exatamente o mesmo se aplica aqui, sendo que a diferença é que deve alterar manualmente no WordPress.

3) Comprima e ajuste as Imagens antes de incluir no artigo

A velocidade do seu website é um fator de ranking importante de SEO.

Por isso, antes de fazer upload das imagens no WordPress você deve ajustar o tamanho e peso destas.

Veja neste artigo como optimizar as suas páginas para velocidade.

​4) Bónus: Pinterest

Para além disso, incluir imagens oferece oportunidades de criar backlinks para o seu site, usando o Pinterest.

Muito poucos sites aproveitam o potencial do Pinterest, pelo que se trata de uma oportunidade para obter uma vantagem competitiva.

O Pinterest é um motor de busca visual, que irá gerar tráfego para o seu website com base na imagem.

Existe um plugin chamado “Pinterest “Pin It” Button” que faz com que seja muito fácil você (e qualquer pessoa) fazer “pin” das imagens a partir dos seus artigos.

Vai automaticamente adicionar um botão “Pin it” em cada imagem, sempre que alguém passar o rato por cima.

Ao clicar em “Pin it”, aparece uma janela pop-up que mostra a descrição e a imagem.

Assim que publicar o seu artigo, ganhe o hábito de imediatamente colocar um pin na sua imagem.

Isto irá dar um sinal aos motores de busca, irá criar um link para a sua página e ajudar o seu post a ser indexado mais rapidamente…

Para além de o Pinterest ser uma fonte de tráfego incrível que é atualmente desvalorizada!

Inclua Vídeos de Qualidade no Seu Artigo

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Os vídeos são absolutamente necessários para o seu artigo.

Existem coisas que são difíceis de explicar apenas com texto, pelo que um vídeo curto sobre o tópico pode ser aquilo que precisa para passar a sua mensagem.

Como deve saber, o Alphabet é a empresa mãe do Google e YouTube, pelo que os seus algoritmos funcionam de forma semelhante.

E o Google adora artigos multimédia!

Por isso, se tiver criado um vídeo sobre o tema, você pode e deve incluí-lo no seu artigo.

Se não tiver, pesquise por vídeos de outras pessoas que façam sentido.

Mas garanta que o vídeo é de qualidade e que é relevante para o seu conteúdo.

Dê preferência a vídeos de entidades competentes ou de empresas conhecidas, que tenham audiências consideráveis.

Lembre-se que vai querer dar à sua audiência diferentes maneiras de consumir e digerir o seu conteúdo, e fazendo isso, estará a criar um artigo multimédia cheio de “sumo” SEO.

Bónus: Se Tiver um Podcast, Inclua-o!

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Este passo não é crucial, mas pode ser um bónus importante para a sua variedade multimédia.

Se ainda não tiver um podcast, considere começar um usando a estratégia do marketing de conteúdo de 3 pilares.

Os ficheiros MP3 ajudarão a criar um artigo multimédia, super optimizado para motores de busca.

Não procure por podcasts de outras pessoas. Os podcasts não são tão importantes para SEO como os vídeos do YouTube.

Use apenas se tiver a produzir o seu próprio podcast.

Capítulo 7: Crie Links Internos

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Os links internos ajudam para o SEO de duas maneiras:

Quando os leitores do seu blog clicam para outras páginas do seu site, isso dá um sinal positivo aos motores de busca.

Os visitantes estão a interagir com o seu conteúdo, o que mostra que os seus artigos são relevantes, e ajuda os leitores a navegar no seu site.

Você pode confirmar estas métricas no Google Analytics, olhando para o tempo médio de visita e a taxa de rejeição.

Para além disso, os links são também “votos” para a página que direcionam.

Uma técnica fantástica para alavancar os links internos é alimentar os seus artigos mais completos e compreensivos com links vindos de vários outros artigos do seu blog…

Criando "silos" de conteúdo, e dando uma força extra aos seus artigos mais completos, que estarão em teoria a competir por palavras-chave mais competitivas.

Quando criar um link, evite escrever “saiba mais aqui”, e definitivamente não ponha o link na palavra “aqui”.

Em vez disso, “venda” o conteúdo que está a linkar numa frase que inclua a palavra-chave da página em questão.

Tudo isto são sinais que dará aos motores de busca sobre a relevância do seu conteúdo, e os tópicos-chave do seu blog.

Capítulo 8: Optimize a Estrutura dos Seus Artigos

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É importante estruturar o seu conteúdo de maneira a fazer com que seja fácil de ler, e que mantenha os leitores na página.

Se o seu artigo não tiver um bom fluxo visual, vai exigir esforço por parte do leitor, provocando na maioria das vezes desistências...

O seu objetivo será portanto criar conteúdo fácil de ler, fácil de digerir, coerente e organizado.

Vejamos um exemplo, que eu normalmente adapto nos meus artigos:

  1. 1
    Inclua uma imagem que explique o tópico do artigo, e inclua o título do artigo nessa imagem
  2. 2
    Inclua o seu título H1, que inclui a sua palavra-chave principal
  3. 3
    Escreva uma introdução de cerca de 200 palavras, que crie curiosidade, mantenha o leitor interessado, e explique o que o leitor vai ganhar ao ler o artigo
  4. 4
    Inclua um título H2, onde incluirá o seu sub-título
  5. 5
    Inclua uma imagem abaixo do seu título H2, para visualizar o que vai ser discutido nessa parte
  6. 6
    Se tiver algumas ideias para suportar o seu H2, inclua títulos H3 onde por acrescentar mais 150-200 palavras sobre cada sub-tópico
  7. 7
    Siga a mesma estrutura no resto do seu artigo para dar um fluxo visual atraente e lógico, e manter o leitor interessado e entretido

Ah, e não se esqueça de incluir pelo menos um vídeo que explique um ponto importante em detalhe!

Capítulo 9: Link Building: Toda a Verdade

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É verdade que os backlinks (links externos a direcionar para o seu website) são um fator importante de SEO.

No entanto, os motores de busca não gostam que as pessoas estejam a “construir” links, e muito menos a comprar links ou a pagar para fazerem guest posts.

Essas técnicas “black hat” são extremamente arriscadas, e cada vez mais castigadas pelos motores de busca.

Se o fizer, o seu site correrá o risco de ser banido para sempre dos motores de busca, deitando abaixo todo o seu esforço, tempo e energia investidos.

Mas qual então a maneira correta de ganhar links para o seu site?

Escrever conteúdo de qualidade.

Conteúdo que não existe em mais lado nenhum, e que difícil de bater...

E as pessoas não terão outra alternativa que não incluir um link para o seu conteúdo.

Obviamente que pode acelerar este processo, se fizer outreach de qualidade a páginas importantes do seu nicho de mercado.

Mas escolha apenas sites com autoridade de domínio alta, que não peçam dinheiro por links, e que tenham boa reputação.

Não basta ter links, precisa de ter links de qualidade a apontar para o seu site.

Se tiver um link de um website que mais tarde seja banido por spam, isso terá um impacto negativo para o seu SEO.

Apenas links de websites com boa reputação darão sinais positivos aos motores de busca, indicando que o seu blog tem de facto qualidade e acrescenta valor.

E quando fizer outreach, não comece logo por pedir algo.

Use a estratégia de preeminência, e acrescente valor primeiro.

Mostre que está genuinamente interessado em criar uma relação, em ajudar a criar uma comunidade, e que não quer apenas pedir algo…

E quando chegar o momento certo, e o seu artigo for relevante para a audiência da pessoa em questão, faça o seu pedido.

Veja o vídeo abaixo, onde o Brian Dean explica exatamente como fazer outreach, e o que dizer nos seus emails:

Apareça nos Resultados de Pesquisa dos Motores de Busca

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Depois de implementar os passos deste curso, terá um título e descrição optimizados para o clique, conteúdo bem escrito e focado em palavras-chave, títulos optimizados, e artigos multimédia.

Mas isso não significa que aparecerá no topo dos resultados de pesquisa de um dia para o outro.

Apenas um artigo num ano não irá criar grandes resultados…

Você irá precisar de criar conteúdo regularmente, durante longos períodos de tempo, para começar a ver resultados.

Talvez queira publicar 3 artigos por semana, o que já é bom…

Mas se começar um desafio 90 dias e criar um artigo todos os dias, será épico!

Lembre-se que a sua concorrência está a publicar conteúdo de qualidade frequentemente…

Para ter sucesso você terá que trabalhar mais, de maneira mais consistente, e mais regular!

Assim que as pessoas começam a perceber a sua mensagem, e o seu conteúdo começa a ajudá-las a resolver os seus problemas, irão querer manter o contacto e saber o que mais tem para oferecer.

É aqui que entra o poder de uma lista de emails e do email marketing:

Você irá querer continuar essa relação e fazer com que a sua audiência conheça, goste e confie em si.

Isso é tudo o que precisa para dominar o seu nicho de mercado, por mais competitivo que seja.

Mas lembre-se:

Trata-se de um processo lento.

O SEO não é uma maneira de “enganar” os algoritmos dos motores de busca, por isso não se foque demasiado nos detalhes.

Comece a criar conteúdo de qualidade em massa, seguindo os passos deste curso de maneira consistente durante longos períodos de tempo.

O resultado será um negócio de sucesso e sustentável por muitos e muitos anos.

Diga-me o que acha, e partilhe as suas experiências!

Um abraço,

-Tiago “people optimization” Faria

4 competencias que aprendi a trabalhar na Google

4 Competências Cruciais que Aprendi a Trabalhar na Google

Estava eu na Índia a explorar a região de Rajasthan em Março de 2011…

Quando coloquei uma fitinha de desejo numa janela de pedra esculpida na cidade abandonada de Fatehpur Sikri.

Um desejo muito específico e, aparentemente, inalcançável.

Duas semanas antes dessa viagem, tinha voltado de Dublin, carregado de emoções depois de 4 longas e extenuantes entrevistas na sede europeia da Google.

Estava dividido.

4 competencias cruciais que aprendi a trabalhar durante 8 anos na Google

Sentia que tinham corrido super bem, mas na minha cabeça ainda pairavam muitos “ses”.

No entanto, a “vibração” dos templos Indianos, das florestas e das pessoas ativaram-me uma energia especial…

E depois dos primeiros dias de viagem, estava completamente em paz e seguro de que tudo ia correr bem.

Uma semana depois de voltar a Lisboa, recebo uma chamada da minha recrutadora…

“Bem-vindo à Google!” disse ela, com o entusiasmo típico Irlandês.

Depois de desligar o telefone… respirei fundo, e com um sorriso incrédulo disse para mim mesmo “Wow…”.

Não conseguia acreditar que tudo tinha acontecido tão rápido, e que dias antes estava a colocar aquele fiozinho de desejo na janela de pedra esculpida na Índia…

Materializando um sonho que já tinha há muitos anos (o tópico da minha dissertação de Mestrado foi exatamente sobre motores de busca!).

Um par de semanas depois, estava a começar as semanas de formação da Google em Dublin. Era oficialmente um “Noogler” (ou seja, um Novo-Googler).

O final da formação para começar a trabalhar na Google

Eu do lado direito, com uns quilinhos a mais em Abril de 2011

Parecia mesmo que estava a viver um sonho, e tinha o (crédulo) sentimento que ia ficar naquela empresa para sempre!

Toda a gente era tão inspiradora, e essa energia era realmente contagiante.

E a verdade é que foram 8 anos incríveis, onde aprendi 10X mais do que em 20 anos de educação.

Mais do que aprender sobre como a Google funciona, e como dominar o famoso Google AdWords (agora Google Ads), trouxe lições muito mais poderosas que me mudaram como pessoa e profissional para sempre.

Vejamos quais foram essas lições:

1. Copywriting

a arte do copywriting google

O meu primeiro cargo na Google foi de “Account Optimizer”, ou seja, criador e optimizador de campanhas de Google AdWords (hoje em dia Google Ads) para os maiores clientes europeus…

Aqueles que gastavam milhões de euros em “cliques”!

A minha função era basicamente assegurar que as campanhas de Google AdWords estavam optimizadas ao máximo para garantir que o cliente obtinha o melhor retorno do seu investimento… e que, por consequência, aumentava os seus orçamentos das campanhas.

Ora, para fazer com que isso acontecesse, o meu objetivo era fazer com que:

  1. 1
    A escolha e organização das palavras-chave refletissem exatamente aquilo que o seu público-alvo estava a pesquisar proativamente na Google, e que a “intenção de pesquisa” de cada uma dessas pesquisas era relevante para o produto/serviço do anunciante
  2. 2
    Os anúncios de texto fossem criados de forma a não só fazerem uma ligação com a palavra-chave pesquisada (coincidir de novo com a “intenção de pesquisa”), mas que também captassem a atenção, gerassem interesse, criassem desejo e persuadissem o utilizador a clicar no anúncio
  3. 3
    As landing pages (páginas de destino dos anúncios) criassem rapport com o utilizador, revelassem uma solução única para o seu problema, provassem a capacidade do anunciante resolver esse problema, e levassem o utilizador a tomar a decisão de comprar

Aquilo que descrevi acima resume-se a uma das competências mais importantes (se não a mais importante), mas também a mais ignorada pela vasta maioria dos empreendedores, proprietários, e empresários:

Copywriting.

A arte de influenciar e persuadir através da palavra escrita.

E não, esta arte não começa no momento em que começa a escrever o seu anúncio ou landing page…

Isso é o que a vasta maioria das pessoas faz (erradamente).

O Verdadeiro Segredo do Copywriting

Esta arte começa muito antes: na análise profunda do seu público-alvo (como vamos ver na competência número 2).

Os seus problemas, desejos, medos, frustrações, objetivos, e sonhos.

Se não conhecer a pessoa que está do outro lado melhor do que ninguém, é praticamente impossível escrever algo que crie uma ligação emocional, que crie rapport, que faça com que as pessoas se sintam identificadas com a mensagem, e que as incentive a tomar uma decisão específica.

Copywriting não é mais do que conhecer a sua audiência muitas vezes melhor do que ela se conhece a si própria…

E verbalizar os seus problemas e objetivos de uma maneira que provavelmente nunca antes o fizeram.

Fazendo isto, estará meio caminho andado para criar campanhas de sucesso.

No entanto, adicionando mais uns “pózinhos de perlim-pimpim” aumentará exponencialmente a probabilidade das pessoas tomarem uma decisão rentável para si.

Entre formações internas na Google, criação e optimização de centenas de campanhas de clientes de topo, e interação com dezenas de diretores de marketing dessas empresas, comecei a notar padrões nas suas estratégias de comunicação e marketing.

As campanhas que melhores resultados geravam eram aquelas que:

  • Focavam num problema muito específico
  • Mostravam como a solução era diferente de todas as outras
  • Provavam que essa solução era verídica e que a empresa era credível
  • Expunham uma oferta irresistível que fazia com que fosse mais difícil dizer não do que comprar
  • Mostravam uma razão muito específica para a pessoa comprar agora e não adiar a sua decisão

Neste post falo exatamente sobre estes padrões, e como pode aplicar em toda a sua comunicação de venda.

Mas não foi só a fina arte do copywriting que aprendi nos 8 anos que estive na Google…

A minha segunda competência foi:

2. Criar um "Avatar" de Cliente

criar um avatar de cliente na Google

Apesar de nos primeiros anos já ter começado a analisar o público-alvo através das tendências de pesquisa e da “intenção” de cada uma dessas pesquisas...

Foi no segundo cargo que desempenhei na Google como “Export Advisor” (conselheiro de exportação), que levei a análise ao perfil e comportamento do consumidor a um nível superior.

A minha função era a de identificar oportunidades internacionais para clientes que tivessem a intenção de expandir o seu negócio além fronteiras.

Ajudando os clientes a identificarem o melhor mercado, posicionávamo-nos como parceiros de negócio e, lá está, abríamos novas oportunidades para investimento em Google Ads.

Através da análise do comportamento e tendências de pesquisa relacionadas com o nicho de mercado de cada cliente, fazia uma pré-seleção dos mercados mais interessantes.

No entanto, apenas isso não era o suficiente.

Os anunciantes queriam ter a certeza absoluta que aquele novo mercado iria ser rentável, e que o risco seria reduzido ao máximo.

Por isso, precisava de trazer “provas” mais concretas para a análise, e responder às seguintes perguntas:

  • Qual é o perfil demográfico dos utilizadores de internet nesse país?
  • Quais são os seus hábitos de consumo de conteúdo?
  • Quais são as plataformas e os sites onde passam mais tempo?
  • Qual é o perfil demográfico dos compradores dentro do nicho de mercado específico?
  • Quais são os produtos/serviços mais comprados dentro desse nicho?
  • Quais são as tendências de mercado desse nicho?
  • Quem são os concorrentes locais e qual é a sua proposta de valor única?
  • Quais são as maiores necessidades dessa audiência, e qual é o “vazio” nesse mercado?
  • Quais são as especificidades culturais dessa audiência e preferências no relacionamento com marcas?

Com um misto de pesquisa em ferramentas internas, análise em websites e plataformas externas, e questionários feitos a cada uma dessas audiências…

Era capaz de criar um perfil muito específico de utilizador para o mercado recomendado.

E esse perfil era refletido numa pessoa imaginária, ou seja, um “avatar”.

O que é um "Avatar"?

Trata-se da representação de todo um nicho de mercado, refletida numa só persona.

Ao apresentar o mercado ao cliente como uma só pessoa (dando-lhe mesmo um nome próprio!), permitia-me contar uma história que ilustrava de forma clara o nosso público-alvo.

Sabíamos exatamente que esta era a pessoa ideal para o produto ou serviço, e sabíamos exatamente como comunicar para essa pessoa.

Este exercício de criar um “avatar” é, de facto, um dos mais poderosos do marketing, pois faz com que o nosso trabalho de comunicação seja tremendamente mais fácil.

Em vezes de estarmos a fazer suposições e a tentar adivinhar o que funciona ou não (desperdiçando tempo e dinheiro…), reduzimos o risco ao máximo e aumentamos exponencialmente a probabilidade de sucesso das nossas campanhas.

3. Vendas Consultivas

vendas consultivas na Google

No meu terceiro e último cargo na Google, trabalhei como “International Growth Consultant” (consultor de crescimento internacional), onde tive a oportunidade de lidar com estratégias de negócio e interagir com líderes das maiores empresas do mundo.

Estes foram os anos mais exigentes, que me trouxeram desafios tremendos…

Mas que também me trouxeram uma competência incrivelmente poderosa para o resto da minha vida:

Como vender, sem vender.

Ou seja, venda consultiva.

Costumo comparar este tipo de vendas a uma ida ao médico.

Quando vamos ao médico e dizemos que estamos com tosse…

O médico não nos receita logo antibiótico.

Antes disso, faz-nos perguntas. Faz perguntas sobre o que fizemos, o que sentimos antes, ausculta-nos…

Ou seja, faz um diagnóstico pormenorizado do nosso problema, e obriga-nos a dar-lhe mais detalhes sobre o problema.

Só depois disso é que prescreve uma solução, completamente ajustada ao problema específico do paciente.

Ora, é exatamente isto que devemos fazer SEMPRE em qualquer interação de vendas.

Diagnosticar, e só depois prescrever.

No entanto, por alguma razão todos temos tendência de prescrever logo o antibiótico quando ativamos o nosso modo “vendas”...

O que nos limita imensamente a nossa probabilidade de sucesso, uma vez que a pessoa do outro lado ativa automaticamente a sua barreira de defesa.

Mas então, como aplicar a venda consultiva?

1) Fazer mais perguntas e falar menos

É crucial passarmos o mais rapidamente possível a bola para o outro lado.

Queremos que o potencial cliente fale o mais possível, e que revele a verdadeira razão pela qual está a ter a interação connosco.

Fazer perguntas como:

“Porque decidiu agendar esta reunião comigo?”

“Porque razão resolver esse problema é importante para si?”

“Resolvendo esse problema, o que é que isso significaria para si?”


As respostas a estas perguntas irão dar-lhe pistas tremendas sobre a solução exata que o cliente precisa, para além de lhe fornecerem argumentos de vendas que já sabe que vão funcionar… porque foi o cliente a dizê-las ele próprio!

Ou seja, o cliente começa a vender-se a si próprio.

2) Ouvir atentamente e tomar notas

Fazendo isto, o cliente vai sentir-se ouvido, respeitado e compreendido.

Para além disso, as notas que escrever serão basicamente o seu guião de vendas.

Todos os argumentos que precisa para “vender” estarão no seu bloco de notas (as suas necessidades, objetivos, medos, e ambições).

Quando terminar de ouvir todas as respostas do seu cliente, repita-as resumidamente dizendo:

“Eis o que eu ouvi: você quer resolver o problema X, está com dificuldade em Y, e deseja alcançar Z. Estou certo?”

Esta simples pergunta fará com que o cliente imediatamente comece a gostar e a confiar em si, baixando a sua barreira de defesa.

3) Resolver todas as objeções antecipadamente

Não devemos esperar pelo final da apresentação para ouvir e resolver as objeções que o cliente terá.

Objeções não são mais do que dúvidas de quem na sua cabeça sente que ainda não confia na pessoa do outro lado.

Portanto, é importante ir fazendo perguntas que incentivem o cliente a deitar cá para fora todas as suas dúvidas internas, externas, e do nosso produto/serviço.

A pergunta “o que é que já tentou fazer antes para resolver o problema?” funciona na perfeição para descortinar todas as suas dúvidas e preocupações (é importante ter em conta que as pessoas são céticas por natureza, uma vez que na maior parte das vezes já experimentaram várias coisas que não funcionaram).

Como resposta a cada objeção é, no entanto, importante não tentar de imediato contradizer. Fazê-lo iria apenas afastar o cliente ainda mais.

Em vez disso, mostre que percebe o que o cliente está a sentir:

“Percebo o que está a sentir. Vários outros clientes sentiram o mesmo. No entanto, o que descobrimos foi que…”

Ao sentir-se ouvido, e que não é o único a sentir o mesmo, o cliente sente-se identificado e estará muito mais disposto a ouvir a sua solução.

4) A solução apresentada tem que resolver um problema específico

Se apresentarmos o nosso produto ou serviço sem qualquer contexto, estamos apenas a servir-nos a nós.

Para termos sucesso em vendas, temos que nos pôr ao serviço dos nossos potenciais clientes.

E isso significa apenas apresentar uma solução que se enquadre perfeitamente na necessidade do cliente, que resolva o seu problema específico, e que o ajuda a alcançar os seus objetivos de maneira que mais nenhuma solução no mercado fará.

É exatamente aqui que as notas que tirou no passo anterior serão úteis.

Poderá utilizar exatamente as palavras usadas pelo cliente, fazendo com que a sua solução seja a escolha óbvia para a resolução do seu problema.

E mesmo que a sua solução não seja a indicada para o problema específico, você tem o dever e a obrigação moral de o dizer, aconselhando o cliente a comprar uma solução diferente (de um parceiro ou mesmo concorrente).

Como seu conselheiro de confiança, é esse o seu dever sempre.

4. O Segredo das Maiores Empresas do Mundo

o segredo das maiores empresas do mundo que trabalham com a Google

Finalmente, a minha última lição crucial foi o foco absoluto no cliente que as maiores empresas do mundo têm.

Tudo o que fazem, dizem, criam, inventam é feito tendo em conta os maiores interesses dos seus clientes.

Os seus clientes é que ditam o rumo que as empresas devem tomar, e nunca o oposto.

Ou seja, em vez de se apaixonarem pelos seus produtos ou serviços, estas empresas escolheram apaixonar-se pelos seus clientes.

Na minha última função na Google tive também oportunidade de fazer consultoria de operações, ou seja, garantir que todas as áreas operacionais dos clientes estavam optimizados ao máximo, para garantir o melhor retorno possível do seu investimento em Google Ads.

Áreas como o vendas, apoio ao cliente, pagamentos, experiência do utilizador (UX), e experiência pós-compra.

Tive não só a oportunidade de partilhar com os clientes a vasta experiência da Google nestas áreas, mas também de aprender “por trás das cortinas” todas as melhores práticas de algumas das maiores empresas do mundo.

Vejamos então quais são os segredos mais bem guardados:

1) Ouvir constantemente a sua audiência

As maiores empresas do mundo auscultam constantemente não só os seus clientes, mas também a sua audiência (os potenciais clientes).

Todos os comentários recebidos nas suas redes sociais são cuidadosamente analisados, com o objetivo de detetar padrões de preferências, e assim extrair pistas para novos conteúdos.

Para além disso, regularmente são feitas entrevistas e enviados questionários aos clientes atuais, para se identificar quais são as suas maiores vantagens competitivas (porque razão esses clientes escolheram comprar o seu produto/serviço), e quais as áreas que podem ser melhoradas.

Desta forma, toda a sua comunicação vai "tocar" sempre no coração das pessoas, e estas vão-se sentir cada vez mais identificadas com a marca.

2) Criar uma proposta de valor única

“Como é que nos podemos diferenciar da concorrência de tal forma, que nos tornamos na única solução viável para os nossos clientes?”

“Porque razão os nossos clientes devem escolher a nossa marca e não a concorrência?”


As empresas que realmente se preocupam com os seus clientes, fazem estas perguntas constantemente.

E a sua resposta pode ser encontrada de três maneiras:

  • Analisando os comentários nas redes sociais, fóruns, sites de críticas, etc. para descortinar quais são as queixas mais frequentes em relação à oferta existente no mercado
  • Entrevistando clientes para avaliar que outras soluções já haviam tentado sem sucesso antes de comprarem o produto/serviço
  • Fazendo uma análise aprofundada à concorrência

Desta maneira, é possível encontrar “vazios” no mercado, ou seja, necessidades específicas que não estão a ser preenchidas pelas soluções existentes…

E usá-los em toda a sua comunicação de marketing e vendas.

A qualidade, a conveniência, rapidez de entrega, ou uma garantia superior, são exemplos de áreas de diferenciação que podem ser usados para preencher esses “vazios” no mercado.

3) Reversão de risco

Sempre que se negoceia uma transação entre duas partes, uma delas normalmente pede que a outra assuma todo o risco.

Eu dou-lhe este produto, e você dá-me o seu dinheiro.

Mas, e se o produto não fizer aquilo que lhe foi prometido? E se não resolver o seu problema?

Pois bem, as empresas que percebem este conceito, invertem os papéis.

Assumem o risco todo, e oferecem uma garantia de satisfação total.

Não apenas como um complemento para a sua oferta, mas como parte central da sua comunicação de marketing.

Esta garantia pode ser a devolução total do dinheiro, troca de produto, repetição do serviço, ou qualquer outro tipo de iniciativa que elimine o risco ao máximo para o comprador.

Eliminando este risco, elimina-se o maior obstáculo à compra…

E torna a oferta de tal forma irresistível, que faz com que seja mais difícil dizer que não do que comprar.

Poderosíssimo!

4) Comunicação regular e constante

Manter o contacto constante com clientes é uma estratégia inteligente por duas razões:

Primeiro, porque as empresas garantem que a relação com o cliente perdura no tempo, levando à compra recorrente.

As maiores empresas do mundo sabem que existem várias razões pelas quais se perdem clientes no tempo, pelo que apenas através do contacto constante se sabem quais…

E muitas das vezes essas razões são tão básicas como esquecimento, mudança de situação, ou por desconhecimento de diferentes soluções para os seus problemas. Mantendo o contacto constante eliminam-se muitas destas razões.

Depois, porque se abrem oportunidades de resolver novos problemas aos seus clientes e, desta maneira, aumentar a quantidade de produtos/serviços comprados por cliente.

Resolvendo mais problemas, aumenta-se o lucro.

Simples.

5) Referências

Estas grandes empresas sabem que a maneira mais fácil e rápida de angariar novos clientes é através das referências

Ou seja, pessoas que já obtiveram a validação de terceiros (dos clientes que recomendaram a empresa) em relação à empresa, e que por essa razão estarão muito mais propensos a tomar a iniciativa de comprar.

Mas não só: estes são o tipo de clientes mais apetecíveis, uma vez que negoceiam menos, oferecem menos resistência, compram mais vezes, em mais quantidades, e por sua vez referem mais vezes os produtos/serviços da empresa.

Mas então, como obter estas referências de forma constante?

Bom, a melhor altura para o pedir é quando um cliente está a tomar uma decisão de compra.

Por exemplo, como incentivo para a compra, várias empresas oferecem um desconto se o cliente referir um X número de pessoas adicionais.

Ou mesmo sem incentivo: valorizando o cliente como uma parte valiosa da empresa, e pedindo que refira pessoas com perfil semelhante ao seu, que precisem de resolver o mesmo tipo de problema.

A palavra-chave aqui é: pedir.

A maior parte das empresas não o faz, pelo que se perdem oportunidades atrás de oportunidades.

As oportunidades de negócio com as referências são infinitas, pelo que este será um tópico que abordarei mais a fundo no futuro.

6) Vendas adicionais e recorrentes

Outra estratégia que é pouco utilizado pela maioria, mas um foco constante das maiores empresas do mundo, é a venda adicional ou recorrente.

Ou seja, sempre que um novo cliente compra um produto ou serviço, existe no imediato a oportunidade de aumentar o lucro desse mesmo cliente.

E porquê?

Porque existem várias formas de resolver esse problema original de forma mais completa.

Como conselheiros de confiança dos nossos clientes, nunca devemos permitir que estes comprem em menos quantidades do que precisam, em menos qualidade do que precisam, em menos combinações do que precisam e por menos tempo do que precisam.

E como o fazer?

No momento em que o cliente está a comprar, podemos satisfazer o seu problema de forma mais completa através de:

  • Aumentando a quantidade de produtos/serviços comprados pelo cliente, muitas vezes em condições favoráveis
  • Sugerindo produtos/serviços complementares que resolvam o problema de maneira mais completa e eficaz
  • Incentivando o compromisso de compras recorrentes, para que o seu problema seja resolvido de forma mais conveniente e confortável durante longos períodos de tempo

Desta forma por cada cliente, em vez de faturar em média por exemplo 10€, poderá faturar em média 20€, 30€ ou mesmo 100€.

O que é que esse aumento faria pelo seu negócio?

​7) Testar, testar, testar

Por fim, a chave para fazer com que tudo o que foi falado neste artigo seja bem sucedido…

Testar tudo.

Nunca assumir nada, pois o mercado é que vai ditar as regras.

Testar um título VS outro… um texto de anúncio VS outro… um avatar VS outro... uma garantia VS outra… um sistema de referências VS outro…

De forma a obter o máximo de retorno possível de todas as atividades de negócio, em todas as áreas da empresa.

As empresas que de facto têm sucesso, fazem com que o testar seja parte da cultura da empresa, e fazem-no constantemente.

Não basta um teste para se definir um vencedor…

Há sempre abordagens diferentes que poderão aumentar o lucro em 2X, 10X, e até 100X…

Será que vale mesmo a pena deixar esses aumentos na mesa?

​Conclusão

Foram de facto 8 anos intensos e desgastantes onde tudo o que aprendi, experienciei, e implementei deram-me competências que me permitem agora olhar para qualquer negócio e identificar oportunidades que pouca gente vê.

Quer seja de angariação de novos clientes, de optimização de processos, ou implementação de sistemas, existem oportunidades escondidas em todos os negócios…

Fontes de lucro que estão presentes em qualquer negócio, simplesmente à espera de ser encontradas e implementadas.

Optimizando todas estas áreas de negócio, permitirá por consequência aumentar exponencialmente os budgets para investir em publicidade online…

E dessa forma escalar um negócio.

Desengane-se se pensar que as estratégias cobertas neste artigo estão apenas ao alcance das maiores empresas do mundo…

Tudo o que está aqui descrito pode ser implementado hoje no seu negócio, uma vez que foram estratégias utilizadas para preparar empresas para investirem mais em Google Ads.

O segredo não está nas táticas de criação de anúncios ou optimizações de campanhas…

Mas sim nas estratégias de negócio por trás dessas iniciativas.

Um abraço,

-Tiago “estratega” Faria

agencia marketing digital, como escolher agencia de marketing digital, empresas de marketing digital, agencia de marketing digital preços

Faça Isto e Encontre a Melhor Agência de Marketing Digital para Si

Existem várias agências de marketing digital espalhadas pelo país (e com a facilidade de comunicação, a sua escolha pode estar em qualquer parte do mundo).

Por outro lado, com a propagação do freelancing e assistência virtual, também já é possível contratar profissionais por projeto a um custo muito baixo.

No entanto, existe uma questão que acho essencial desmistificar na altura de escolher uma agência de marketing digital (ou qualquer tipo de agência para a sua empresa):

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A de que quanto mais barato, melhor.

Esta abordagem pode parecer benéfica para quem contrata, uma vez que cortará os custos…

Mas será que lhe trará o maior retorno possível?

Será que a solução apresentada é a melhor para os seus clientes?

Será que trará resultados de todo?

Por Que Razão As Empresas Escolhem as Agências de Marketing Digital Mais Baratas

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A grande razão pela qual as empresas têm a tendência para pedir vários orçamentos e escolher a mais barata resume-se a isto:

Redução do risco.

Têm medo de investir demasiado e depois não obter o retorno desejado.

Ou seja, não confiam nas aptidões e capacidades das agências para darem resultados, e como tal não querem investir demasiado.

O que acontece aqui são duas coisas:

1) Você estará a escolher apenas com base numa variável (o preço), não levando em conta a real capacidade da agência de fazer a diferença na sua empresa

2) Estará a criar uma “guerra de preços” entre as agências, que puxarão os seus preços o mais baixo possível e, consequentemente, os seus custos, dedicação e tempo. Com isto, o resultado final nunca poderá ser o ideal.

Por isso muitas vezes existe a ideia de que o “marketing digital não funciona”.

Sem ovos não se consegue fazer omeletes.

Mas atenção: com isto não estou a dizer que você deve escolher a agência mais cara.

Isso seria de novo depender apenas de uma variável.

O que estou a dizer é que deve ter em conta outras variáveis que não o preço.

Recomendações de outros clientes, portfólios, e testemunhos são todos elementos interessantes para consultar…

Mas existe uma outra variável que é infinitamente mais importante do que todas as outras:

Pensamento estratégico.

Contratar um Parceiro Estratégico VS Um Fazedor de Tarefas

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Imagine o seguinte:

Você tem uma clínica dentária e chega à conclusão de que precisa de um site, porque acha que dará mais visibilidade à sua empresa e porque toda a sua concorrência tem sites.

Faz uma pesquisa na Google para encontrar agências que façam websites.

Envia pedidos de proposta a 5 agências.

4 delas enviam imediatamente propostas muito parecidas para criação de um site simples (na maior parte das vezes com base em templates…), sem qualquer contexto adicional…

Mas uma delas pede para marcar uma reunião para perceber um pouco melhor a sua empresa.

Você inicialmente pensa para si mesmo “mas eu só quero um site”... mas como gostou da abordagem, aceita agendar reunião.

Nessa reunião, a consultora da agência mostra-se verdadeiramente curiosa, e faz imensas perguntas sobre a sua empresa, os seus objetivos, e os seus obstáculos.

Pergunta também o que tem feito até agora para atingir estes objetivos e ultrapassar estes obstáculos.

Anota todas as suas respostas, e repete de volta aquilo que está a ouvir para garantir que estão em sintonia.

Em nenhum momento menciona as características do novo site, ou das soluções fantásticas que a agência tem para oferecer.

Com base nas suas respostas, chegam ambos à conclusão que:

  • A sua clínica está totalmente dependente dos clientes que já estão consigo há muitos anos
  • Esses clientes habituais voltam em média 1x por ano, pois você tem que se lembrar sempre de lhes ligar
  • Tem dificuldade em angariar novos clientes por que é difícil encontrar a sua clínica online, perdendo clientes para a concorrência
  • Atualmente fatura 100.000€/ano, e o seu objetivo é atingir os 200.000€/ano (ou seja, duplicar a faturação no próximo ano)

Com base nestas conclusões, a consultora elabora um plano de ação, mostrando que a clínica precisa de:

  • Não apenas um site, mas um funil de vendas que torne visitantes em leads qualificadas, e que incentive as pessoas a visitarem a sua clínica
  • Geração de tráfego online para atrair potenciais clientes para o seu site (marketing de conteúdo e publicidade online)
  • Um sistema de CRM e Automação de Email para comunicar regularmente com os seus potenciais clientes, e relembrar clientes para visitas de rotina de 6 em 6 meses
  • Optimizar a sua presença no Google Maps, criando uma conta Google My Business, para captar pessoas que façam pesquisas locais
  • Uma sessão de estratégia de 3 horas com a sua equipa, para analisar a fundo o seu segmento de mercado e público-alvo (para que todo o material de marketing seja relevante para a sua audiência), a sua clínica e oferta (para criar uma escada de valor e aumentar a sua oferta), e a sua concorrência (para saber onde podemos obter vantagem competitiva)

No final, a consultora diz que normalmente para se resolver este tipo de problema, cobra-se 10% pelo primeiro ano de receitas geradas pelo site…

E pergunta se estaria confortável em investir cerca de 8.000€ e 12.000€ neste projecto.

Neste ponto, dois cenários poderiam acontecer:

1) Você diz que é demasiado caro do que aquilo que estava a pensar gastar, e diz que recebeu propostas por 1.000€

Neste caso, a consultora diz que adorava trabalhar consigo, mas que por esse valor é impossível criar um projeto desta dimensão e trazer estes resultados.

No entanto, diz que se tudo o que precisa é um site simples, tem um contato de um freelancer da sua confiança que pratica preços semelhantes, e que teria todo o gosto em dar a sua referência.

2) Você diz que pode ser possível, mas que precisa de ver uma proposta com tudo discriminado, para discutir e decidir com os seus sócios.

A consultora diz que ao final do dia irá enviar um email a resumir tudo o que foi discutido, e no dia seguinte uma proposta detalhada.

​Factores a Considerar na Escolha de Uma Agência de Marketing Digital

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O que é que a consultora fez nesta primeira reunião?

Posicionou-se como uma expert na área.

Como alguém que quer ajudar a resolver os seus problemas, e não a vender soluções que não acrescentam qualquer valor para a sua empresa.

Posicionou-se como uma verdadeira parceira de negócio, VS uma mera “fazedora de tarefas” paga à hora.

Posicionou-se como alguém que realmente quer ajudar a alcançar os seus objetivos e que sabe o que é preciso para os alcançar.

E que não se limita a apenas uma solução para todos os problemas (como muitas agências de marketing digital)...

Como viu no caso acima, a ideia inicial era criar um website para aumentar a visibilidade…

No entanto, depois da exploração inicial, viu-se que um simples site não resolveria os verdadeiros problemas da clínica.

Portanto, quando escolher uma agência de marketing digital, considere sempre os seguintes pontos:

  • Mostra verdadeiro interesse em descobrir os meus problemas e objetivos?
  • Faz mais perguntas do que fala, e chega a conclusões em conjunto consigo? (não existem soluções genéricas, cada caso é diferente)
  • Demonstra curiosidade e é bom ouvinte? Mostra empatia e cria rapport consigo?
  • Pratica preços baseados em valor criado em vez de preços por hora?
  • Oferece soluções para problemas (mesmo que saiam do seu escopo de trabalho) em vez de impingir serviços pré-definidos?
  • Inclui uma sessão de estratégia completa (paga) para analisar a fundo o seu público-alvo, a sua empresa, e a sua concorrência?
  • Mostra profissionalismo em cada interação consigo e “faz aquilo que diz”? (em pormenores como por exemplo enviar um email logo após a primeira reunião)

Como conclusão final…

Evite agências que vêm com um pitch sobre o quão maravilhosas são.

Escolha agências que querem encontrar a solução ideal para si, mesmo que isso signifique trabalhar com outras agências.

Contrate pensamento estratégico, não contrate fazedores de tarefas.

Para crescer o seu negócio tem que se rodear de pessoas que realmente acrescentem valor em áreas que você não domina (ou não tem tempo para dominar).

Um abraço,

-Tiago “estratega” Faria

Como uma mensagem simples pode impactar milhões com Edson Athayde

Como Uma Mensagem Simples Pode Impactar Milhões com: Edson Athayde

Qual é a mensagem que você quer transmitir para o seu público-alvo?

O que é que você quer que a sua marca signifique para as pessoas?

Como vimos há uns episódios atrás, uma marca não é um logotipo.

Uma marca, é o que as pessoas pensam e sentem sobre a sua marca.

O que é que você quer que as pessoas sintam sobre a sua marca?

Como uma mensagem simples pode impactar milhões com Edson Athayde

Quer que seja vista como a opção mais barata por não transmitir nenhuma mensagem especial... apenas como a marca do "leve 2 pague 1"?

Ou quer que seja vista como a única opção viável para os seus clientes, pela ligação emocional que cria?

Pois bem, para o episódio 47 d'O Podcast do Tiago trago o criador do famoso anúncio da Telecel "Tou xim? É pra mim!"...

Alguém que é capaz de contar histórias simples, impactantes e relevantes em poucos segundos através do vídeo...

Ele chama-se Edson Athayde, CEO e diretor criativo da FCB Lisboa, e hoje vai mostrar-lhe como comunicar os valores de uma marca através de anúncios em vídeo.

Mais "bombas de conhecimento"!

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 09:30: a curiosa razão pela qual escolheu Portugal como destino aos 23 anos
  • 22:20: a origem da épica campanha publicitária da Telecel "Tou xim? É pra mim!"
  • 25:28: o segredo do sucesso nas suas campanhas publicitárias: a simplicidade
  • 28:30: a "cientificação" do storytelling
  • 34:27: a sua opinião sobre ganhar prémios ou fazer anúncios que realmente vendem
  • 41:48: o impacto que o digital teve no mundo da publicidade
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

Sem mais demoras, eis o vídeo:

Se preferir apenas ouvir este episódio, oiça a versão podcast:

Se gostou da entrevista, não se esqueça de dar um "gosto" e subscrever ao canal para ver futuros vídeos.

Ah e claro, "faça todos os sociais"

Se tiver alguma pergunta, dúvida, ou sugestão, por favor deixe um comentário abaixo.

Um abraço,

-Tiago "onde você estiver, está lá" Faria

Trabalhar por conta própria com Ludmila Rebola

O que Deve Saber para Trabalhar por Conta Própria com: Ludmila Rebola

Quando se quer pôr uma ideia de negócio em prática...

A tendência é pensar logo: "tenho que criar uma empresa".

No entanto, esse mindset nem sempre é o mais correto.

Aliás, na maior parte dos casos nem sequer faz sentido.

Para além de não compensar criar empresa nos primeiros tempos de atividade, trabalhar por conta própria tem muitas vantagens.

Trabalhar por conta própria com Ludmila Rebola

A convidada do episódio 46 d'O Podcast do Tiago Faria chama-se Ludmila Rebola...

E ela vai explicar-lhe tudo aquilo que tem que saber se quiser iniciar a sua atividade por conta própria, incluíndo os maiores erros a evitar.

Mas não só:

Vamos abordar o tópico de criar empresa na Estónia (o famoso "e-residency")...

E sobre um projeto extremamente interessante que a Ludmila está a desenvolver...

Tudo para que possa pagar menos impostos do que precisa!

Mais "bombas de conhecimento" a caminho...

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 15:45: ponto de viragem na sua carreira: a Krystel Leal
  • 18:00: as dificuldades e obstáculos no início da sua carreira a solo (mesmo trabalhando de casa)
  • 19:04: o fator que a desapontou mais a trabalhar por conta de outrém
  • 21:39: o maior erro que os empreendedores cometem quando começam a trabalhar por conta própria
  • 28:45: as 3 coisas fundamentais que qualquer empreendedor deve saber antes de começar a trabalhar por conta própria
  • 32:45: abrir empresa em Portugal ou... na Estónia? Será que o e-Residency vale a pena?
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

Sem mais demoras, eis o vídeo:

Se preferir apenas ouvir este episódio, oiça a versão podcast:

Se gostou da entrevista, não se esqueça de dar um "gosto" e subscrever ao canal para ver futuros vídeos.

Ah e claro, "faça todos os sociais"

Se tiver alguma pergunta, dúvida, ou sugestão, por favor deixe um comentário abaixo.

Um abraço,

-Tiago "por conta própria" Faria

o detalhe que faz com que perca clientes todos os dias

O Detalhe que Faz com que Perca Potenciais Clientes Todos os Dias

Durante 8 anos morei em Dublin, República da Irlanda.

Metade deles com a minha mulher, a Natasha.

Uma das coisas que mais gostávamos de fazer, era almoçar e jantar fora em restaurantes coreanos.

(A oferta de restaurantes asiáticos em Dublin é incrível!)

Há qualquer coisa naquela comida que nos fascina... (será o picante?)

O detalhe que faz com que perca potenciais clientes todos os dias

Num desses dias, resolvemos experimentar um restaurante novo.

Nunca nos tinha sido recomendado por amigos, mas ao pesquisar no Google reparei que um deles tinha a classificação de estrelas mais alta de todos os restaurantes coreanos...

E imensos comentários, todos falando maravilhas da comida, dos preços acessíveis, e do serviço atencioso.

Tínhamos que experimentar!

Decidimos enfrentar o vento e a chuva típica Irlandesa, e lá fomos.

No entanto, quando chegámos ao local indicado no Google Maps, deparámo-nos com um supermercado asiático.

Será que a morada estava errada no mapa?

Enquanto eu olhava à volta para tentar encontrar o restaurante, a Natasha resolve entrar no supermercado.

Pergunta à senhora da caixa se sabia onde ficava o restaurante, ao que ela responde, rindo:

"É ali atrás daquelas prateleiras".

E não é que era mesmo?

restaurante coreano

O restaurante ficava lá ao fundo, literalmente por trás das prateleiras do supermercado.

O espaço era minúsculo...

Cheirava a gordura, os pratos eram de plástico colorido, e as mesas não pareciam bem limpas.

No entanto, olhámos um para o outro, e decidimos dar uma hipótese e experimentar.

E... não é que os comentários eram verdade?

Adorámos a comida, o serviço foi 5 estrelas, e cada um dos nossos pratos ficou abaixo dos 10€ (o que em Dublin é raríssimo).

Agora imagine comigo:

Se eu e a Natasha não tivessemos visto os comentários no Google, muito provavelmente nunca passaríamos por aquele local.

Ou mesmo se por acaso entrássemos no supermercado, e vissemos que havia um restaurante por trás de umas prateleiras, sujo e a cheirar a gordura...

A probabilidade de nos sentarmos a comer seria muito baixa (ou mesmo zero).

Ora, este exemplo mostra o poder dos comentários e recomendações online.

Hoje em dia, as pessoas confiam nos comentários online tanto quanto as recomendações de amigos ou familiares...

Quer seja no processo de decisão de qual restaurante frequentar, que clínica fazer marcação, ou que contabilista escolher.

Focando agora no seu caso:

Como está a classificação no Google do seu negócio? E em outros sites de classificações, como o Facebook ou Yelp?

Quantos comentários tem?

Se não souber, ou se por outro lado, tiver classificações baixas ou poucos comentários...

Pode estar a perder oportunidades todos os dias.

Se tiver interesse em saber como está a sua reputação online atual, terei todo o gosto em partilhar consigo gratuitamente um relatório detalhado, assim como estratégias para refletir a reputação que já tem na vida real para o mundo digital.

(E, quem sabe, descubra comentários sobre o seu negócio em sites que nem sabia que existiam!)

Peça agora gratuitamente o seu relatório de reputação online detalhado, preenchendo o formulário abaixo:

Este poderá muito bem ser o alavanque que o seu negócio precisa para arrancar 2020 em força.

Um abraço,

Tiago "adora kimchi e bibimbap" Faria

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Triplete Google: Como Atrair Clientes para o Seu Negócio Local em 2020

Se tem um negócio local como por exemplo uma loja, restaurante, bar, café, salão de beleza, cabeleireiro, agência ou oficina...

E quer atrair mais clientes agora e garantir que no futuro continua a gerar leads...

Este artigo é extremamente importante para si.

Estamos a passar por um período estável na economia mundial, em que o consumo de produtos/serviços não essenciais é ainda bastante alto.

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No entanto, acredito que em breve entraremos num novo período de recessão, depois de mais de 10 anos de crescimento e fartura (após a crise financeira mundial de 2007-2008).

Fazer negócio nos próximos anos irá tornar-se cada vez mais difícil para as mais de 700 mil pequenas e médias empresas em Portugal

Por outro lado, acredito piamente que as pequenas e médias empresas podem mesmo assim crescer durante períodos de crise.

Como assim? Crescer?

Exatamente.

Aquelas empresas que apostarem na optimização para motores de busca (SEO) irão não só sobreviver, mas também prosperar!

A verdade é que hoje em dia, as pequenas e médias empresas que não aparecem no topo dos resultados de pesquisa do Google

Estão lentamente a morrer!

Quando as pessoas procuram por uma solução para o seu problema ou para uma necessidade específica (quer seja entretenimento, saúde, beleza, arranjos, apoio legal, etc), pegam no seu telemóvel…

E procuram por uma resposta no Google.

A empresa que aparecer no topo dos resultados de pesquisa, vai obter a maioria dos cliques e muito provavelmente atrair mais clientes para o espaço físico.

Ao invés, as empresas que não aparecem no topo dos resultados de pesquisa irão sofrer…

Principalmente as empresas locais, que servem uma cidade ou bairro específico.

Pense comigo:

Quando a recessão económica acontecer (que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde…), já não existirá tanto “tráfego” diário a visitar o seu espaço físico.

As pessoas estarão mais em casa, o “passa-palavra” será cada vez menor, e tudo o que antes lhe trazia negócio deixará de funcionar.

No entanto, quando as pessoas realmente precisarem de algum produto ou serviço perto de si (quer sejam residentes, quer estejam apenas de passagem), o que irão fazer?

Exatamente. Pegar no seu telemóvel...

Pesquisar no Google, e escolher a empresa que aparece no topo das pesquisas.

Como tal, é essencial ter a sua presença totalmente optimizada para aparecer nos resultados de pesquisa Google sempre que alguém pesquisa por uma palavra ou frase relacionada com o seu negócio e local.

Neste artigo irá aprender exatamente como garantir que a sua presença está optimizada, para que possa atrair clientes de forma constante para o seu espaço físico ou negócio local.

Antes de mais, vejamos o espaço que tem disponível no Google:

O Triplete Google: Domine o Seu Espaço nos Resultados de Pesquisas Locais

resultados de pesquisa google

Repare na imagem acima.

Quando um utilizador pesquisa no seu telemóvel por “substituir vidro automovel lisboa”, ou simplesmente “substituir vidro automovel” estando localizado em Lisboa, isto é o que vai ver logo de início.

Neste tipo de pesquisas locais, a caixa do Google Maps aparece bem destacada no topo (número 2 na imagem acima), onde é mostrada uma lista de 3 empresas locais.

Por outro lado, abaixo da caixa do Google Maps, verá que aparecem os resultados de pesquisa “orgânicos” (número 3 na imagem acima), ou seja, páginas de websites específicos que incluem palavras-chave relacionadas com a pesquisa.

Estes dois tipos de resultados são os mais comuns, mas existe também a possibilidade de investir em anúncios Google Ads (número 1 na imagem acima). Esta é a maneira mais rápida de garantir o primeiro lugar nas palavras-chave mais importantes.

No exemplo acima, repare na presença que a empresa “NewGlass” tem nos resultados desta pesquisa:

Anúncio no topo da página (1 link), primeiro lugar na lista do Google Maps, com 2 possíveis links, e primeiro lugar nos resultados orgânicos com mais 1 link.

Ou seja, total de 4 links imediatamente visíveis para o utilizador.

Domínio completo nesta pesquisa, captando a vasta maioria do tráfego e, por consequência, as visitas ao seu espaço.

Este deverá ser o seu objetivo final!

Ou seja, atingir aquilo a que chamo de “O Triplete Google”: Anúncio Google Ads, Google Maps, e Resultados Orgânicos de uma só vez.

Se o conseguir, a vasta maioria dos utilizadores irão clicar nos seus links (para o seu website ou perfil de empresa Google), ou mesmo fazer uma chamada diretamente dos resultados da sua pesquisa!

Enquanto que a sua concorrência local permanecerá invisível sempre que alguém faz uma pesquisa relacionada com o seu negócio…

Ficando dependente do “passa-palavra”, ou de transeuntes que passem pelo seu espaço físico.

Mas então, como pode garantir que está presente em todas as pesquisas relevantes para o seu negócio local?

O que Faz a Diferença nos Resultados de Pesquisas Locais

Para que o seu negócio local obtenha sucesso no Google, existem 6 componentes necessárias.

Mas não se preocupe, não precisa de investir em todas as áreas ao mesmo tempo! Lembre-se que tudo o que falarei neste artigo será o cenário ideal.

Dependendo do seu estado atual, existirão oportunidades diferentes para começar a fazer a diferença no seu negócio.

Vejamos então as 6 componentes necessárias para dominar os resultados de pesquisa Google:

1) Website em WordPress Optimizado para SEO

2) Google My Business (GMB)

3) Citações de Nome, Morada, e Telefone (NMT)

4) Classificações e Gestão de Reputação

5) Anúncios Google Ads

6) Resultados Orgânicos

Vejamos detalhadamente cada uma das componentes, para que perceba a sua importância:

1) Website em WordPress Optimizado para SEO

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Tal como o seu espaço físico é a sua base na vida real, é fulcral ter a sua base online.

E não, a sua base online não pode ser a sua página Facebook, ou TripAdvisor…

Você não tem qualquer controlo sobre essas plataformas. Estas podem fechar, mudar de termos e condições ou de algoritmos, pelo que estar 100% dependente destas é um erro crasso, que infelizmente é bastante comum.

Portanto, o primeiro sítio onde deve incluir corretamente o Nome, Morada e Telefone (mais à frente falaremos da importância deste aspeto) da sua empresa é no seu próprio website.

Repito: no seu “próprio” website.

Criar websites em plataformas gratuitas ou em plataformas tudo-em-um como o Wix, ou o Webnode é abdicar do controlo do seu website…

Tal como nas redes sociais, o conteúdo e todo o trabalho que tiver a criar um website nessas plataformas pode ir por água abaixo assim que essa plataforma fechar, mudar os termos e condições, ou simplesmente resolver banir a sua conta sem dar explicações.

Mas atenção:

Com isto não quero dizer que você não deve criar uma página Facebook, YouTube, Instagram ou qualquer outra plataforma onde a sua audiência congrega…

Essas plataformas serão essenciais para aumentar o seu alcance online, mas o conteúdo inserido deve sempre redirecionar o utilizador para a sua base online.

Neste artigo explico a importância de controlar a sua presença online.

Mas então qual deve ser a sua base online, que controla por completo?

Website em WordPress.

O WordPress é um gestor de conteúdo open source (código aberto), e é construído num servidor escolhido por si.

Com o WordPress você escolhe o seu domínio, constrói o seu website numa plataforma open source que controla, e escolhe um servidor próprio.

Terá controlo absoluto sobre todas estas componentes, mas mais importante que isso…

O Google adora o WordPress! Trata-se de uma plataforma totalmente formatada para obter rankings nos resultados de pesquisa.

Não é por acaso que 27% dos websites online são construídos em WordPress, e que sites como o Forbes, The New York Times, ou Sony são construídos na plataforma.

Se ainda não criou o seu website, ou se tem um website criado numa plataforma que não controla, não perca mais tempo...

Veja a fundo quais as razões pelas quais considero o WordPress a melhor plataforma para criar websites e blogs, saiba como escolher um servidor, veja como escolher um nome de domínio, e aprenda a criar um site/blog de raíz.

2) Google My Business (GMB)

google my business, google empresa

Assim que o seu website em WordPress está pronto, e inclui o Nome, Morada e Telefone da sua empresa em todas as páginas (repito, importantíssimo!)…

O Google My Business (GMB) é o próximo passo.

Na verdade, este é o passo mais importante para aumentar a probabilidade de o seu negócio aparecer nos resultados de pesquisa Google Maps para as palavras-chave mais relevantes.

O Google My Business é um sistema que lhe permite criar um perfil de empresa gratuitamente, para que a localização e informação do seu negócio local possa aparecer no Google Maps e nos resultados de pesquisa Google.

Vá agora a https://www.google.com/intl/pt-PT_pt/business/

Se ainda não o fez, primeiro tem que requisitar um postal que o Google lhe enviará, para que a morada do seu negócio seja confirmada (que pode demorar até 2 semanas).

Em alguns casos, pode também verificar o seu negócio através de telefone ou email.

O Google faz isto para verificar se são empresas verdadeiras e evitar perfis falsos.

Siga as instruções para criar o seu perfil de empresa, garantindo que o seu Nome, Morada e Telefone correspondem ao que definiu no seu website.

Dois passos importantes:

1) Se fornece serviços ou faz entregas fora do seu espaço físico, selecione a opção “Forneço bens e serviços aos meus clientes

google my business, morada google my business

Isto irá expandir o seu perfil no mapa Google, e incluirá a área que o seu negócio serve.

Insira os diferentes áreas que serve ou selecione uma distância em torno da localização da sua empresa.

2) Insira uma categoria principal, e depois de terminar a configuração inicial do seu perfil, insira mais categorias relevantes.

Nas “Informações” da sua página Google My Business, poderá indicar ao Google quais as várias categorias que definem o seu negócio:

google my business categorias

Pode escolher 9 categorias adicionais, pelo que é importante basear a sua escolha numa análise detalhada de palavras-chave.

Imagine que você tem um cabeleireiro…

Podia escrever “cabeleireiro” e ver as sugestões oferecidas pelo Google.

A primeira sugestão que aparece é “salão de cabeleireiro”, pelo que seria uma categoria relevante para o seu negócio.

Com base na análise de palavras-chave, podia preencher categorias adicionais e encontrar as mais relevantes para o seu negócio.

Não se limite a escolher apenas uma categoria genérica, uma vez que isso é o que a sua concorrência está a fazer…

Supere a sua concorrência, escolhendo categorias adicionais para a sua listagem no Google My Business.

3) Citações de Nome, Morada e Telefone (NMT)

yelp, tripadvisor, zomato

Assim que tem o seu perfil de empresa no Google My Business (GMB) criado e optimizado com a informação correta do seu negócio, seguem-se as citações.

Mas o que são as citações?

Como o nome indica, trata-se de “citações” sobre a sua empresa em websites terceiros.

É importante reforçar a informação que vem no seu site e no Google My Business com informação vinda de websites externos, tais como diretórios de empresas locais, websites de classificações de empresas, ou redes sociais.

O Google vai verificar a informação inserida no Google My Business, e comparar com a informação inserida nestes websites externos.

Quando toda a informação está perfeitamente alinhada, ou seja, quando o Nome, Morada, e Telefone condizem com o que vem no seu website, GMB e websites externos, o seu ranking no Google subirá.

Quer seja em websites como o TripAdvisor, Zomato, Facebook, ou qualquer outro website/diretório de classificações, você precisa obrigatoriamente de tomar controlo sobre listagem do seu negócio…

E reivindicar o seu negócio em cada um destes websites!

Lembre-se que muitas destas citações aparecem automaticamente, como resultado de agregação de dados e fluxo de informação entre diretórios…

O que faz com que seja absolutamente crucial que tome controlo sobre a precisão da informação, para que possa corrigir erros, prevenir perda de clientes, e prevenir que o seu ranking no Google seja prejudicado.

Repito de novo: é crucial que o Nome, a Morada e o Telefone (reparou nas vezes que estou a insistir nisto?) do seu negócio seja inserido de forma consistente em cada uma destas plataformas, e que seja igual ao que inseriu no seu website e Google My Business.

O Google vai verificar se a informação é consistente nas várias plataformas online (quantas mais e de melhor qualidade, melhor!), e quando assim é, vai confiar na validade da informação e aumentar as chances do seu negócio obter bons rankings nos resultados de pesquisa.

4) Classificações e Gestão de Reputação

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Pergunta rápida para si:

Imagine que deseja fazer uma remodelação na sua casa em Lisboa.

Tem um orçamento de 6.000€ e está pronto para começar a receber orçamentos… a que empresas vai ligar?

Bom… se você for como a maioria dos proprietários, pega no seu telemóvel e pesquisa no Google por uma palavra-chave que acha que descreve melhor o serviço que deseja.

“empresas de remodelações Lisboa” seria uma das primeiras pesquisas…

Nos resultados da sua pesquisa, a primeira coisa que aparece são os resultados do Google Maps (imagem abaixo), listando 3 negócios locais…

Como utilizador, qual capta a sua atenção?

Para a maioria das pessoas, as classificações de “estrelas” captam a sua atenção e no seu subconsciente começam a comparar.

Veja a imagem abaixo com os resultados de pesquisa:

classificações google maps, google maps, comentários google maps

Um tem classificação de 1.0…

Outro tem classificação de 4.0…

E outro tem classificação de 5.0…

Para qual ligaria primeiro?

Fácil… a maioria das pessoas confiam na opção com a classificação mais alta.

E isto é especialmente importante para serviços caros, onde o utilizador quer absolutamente garantir que fez a escolha acertada.

As pessoas confiam nas classificações online, quer sejam na Amazon, Google, ou qualquer outro website.

Antigamente as empresas incluíam a sua informação nas Páginas Amarelas e as pessoas não faziam ideia de qual a experiência de clientes anteriores…

Mas hoje em dia a história é diferente: as classificações estão em todo o lado e é mais fácil que nunca avaliar uma empresa publicamente.

Nesse sentido, é absolutamente crucial controlar e coordenar a reputação do seu negócio online, por forma a aumentar as suas classificações positivas.

Para além disso, existe uma correlação forte entre o número de classificações de um negócio e o seu ranking no Google Maps!

De acordo com este estudo, os negócios locais que aparecem nos 3 primeiros lugares do Google Maps tem em média 47 classificações Google…

E ainda mais importante, de acordo com outro estudo da mesma fonte, 23% dos cliques nos resultados de pesquisa foram influenciados pelo número visível de classificações.

Portanto, como vê, é essencial aumentar a quantidade e qualidade das classificações que obtém…

Não só no Google, mas também em todos os outros websites que incluem classificações do seu negócio, como o Facebook, Zomato, ou TripAdvisor (que aparecem no Google como “Comentários da Web”).

Repare como a reputação online se tornou incrivelmente proeminente nos resultados de pesquisa Google:

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Mais de metade da página são resultados de reputação online, o que há uns anos atrás não era o caso.

E isto está a acontecer hoje em dia com a sua marca!

Bom, mas então como pode controlar e influenciar as classificações do seu negócio online?

1) Escolha as Suas Prioridades

Antes de mais, precisa de saber quais os websites de classificações que precisam de mais atenção.

Ou seja, quais os websites que são importantes para o seu negócio e que não têm classificações…

E quais os websites que têm mais classificações negativas. Aqui é essencial focar no Google e Facebook, que são os mais importantes e cujas classificações são mais proeminentes nos resultados de pesquisa.

Faça pesquisas online pelo nome da sua empresa, e entre em cada um desses sites.

Veja de onde vêm a maioria das classificações e comece a monitorizar e a responder ativamente.

2) Crie um Sistema

Pense comigo:

As pessoas normalmente queixam-se ou fazem críticas negativas quando se sentem frustradas.

Ou seja, quando compraram um produto ou serviço, e a sua empresa não resolveu os seus problemas ou necessidades específicas.

Ora, a melhor maneira de resolver este problema é ser proativo, e criar um sistema de pré-qualificação de comentários/classificações.

Assim que o comprador completa uma transação, é crucial pedir feedback imediatamente, para absorver qualquer tipo de comentário antecipadamente!

Pode por exemplo criar um classificador de 5 estrelas no seu próprio site, e encaminhar os compradores para essa página, pedindo que classifiquem a qualidade da experiência com a sua marca.

Se essa classificação for negativa, você terá a hipótese de resolver o problema rapidamente, satisfazer o cliente, e evitar comentários negativos em sites de classificações.

Se essa classificação for positiva, você terá a hipótese de pedir ao cliente para lhe deixar um comentário e classificação positiva num site de classificações como o Google Maps ou o Facebook.

Ora isto é possível através da automação de email e de autoresponders.

Crie uma lista de emails e estabeleça uma automação de email, para que sempre que haja uma transação, o cliente receba um email a pedir feedback.

Desta maneira garante que obtém feedback rapidamente, e encoraja comentários positivos.

Por outro lado, ajuda a responder a qualquer problema instantaneamente, em vez de deixar o cliente sentir-se cada vez mais frustrado.

E finalmente, este sistema permite-lhe direcionar os seus clientes satisfeitos para os sites onde mais precisa de classificações positivas.

Se quiser uma solução "feita para você", que automaticamente peça comentários 5 estrelas a clientes satisfeitos, e filtre comentários negativos, saiba mais sobre o meu sistema de gestão de reputação online aqui.

3) Responda a Todos os Comentários, Especialmente aos Negativos!

Antes de mais, desmistifiquemos os comentários negativos.

Os comentários negativos podem ser muito bons para o seu negócio, uma vez que lhe permitem ver que áreas deve melhorar, para servir melhor o seu mercado.

Por outro lado, não ter qualquer comentário negativo nem sempre é uma boa ideia.

Ter alguns comentários negativos faz com que a sua empresa pareça verdadeira.

A solução? Simplesmente responda a cada comentário, agradecendo o tempo despendido, e resolvendo a situação de imediato (quer seja através de um desconto futuro, devolução, ou outro tipo de solução de valor).

As suas respostas irão mostrar que você de facto se importa com os seus clientes, melhorando a sua reputação…

Isto para além de ajudar o seu negócio a melhorar os seus produtos/serviços, melhorar os seus processos de venda, e conteúdo de marketing!

4) Promova a Sua Reputação Online

E finalmente, assim que angaria uma vasta quantidade de comentários positivos, não se esqueça de os usar para promover a reputação seu negócio!

Monitorize todos os seus comentários, e use os comentários mais completos e atrativos (veja aqui como obter comentários que persuadem outros clientes) no seu website!

Crie uma página no seu website onde partilha os melhores comentários. Inclua comentários em páginas de conversão (quer seja a encorajar um telefonema, um formulário de contacto, ou geração de leads).

Partilhe os melhores comentários nas redes sociais e use-os como conteúdo.

Os testemunhos são uma maneira incrivelmente poderosa de obter validação de terceiros no seu website, fazendo com que outras pessoas promovam o seu negócio por si…

Aumentando a confiança na sua marca e facilitando a decisão de compra.

5) Anúncios Google Ads

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Se já tiver um website bem optimizado para conversões (ou seja, que converta facilmente tráfego em leads, e leads em clientes)...

Os anúncios Google Ads são uma oportunidade de crescer rapidamente!

Uma vez que assim que inicia uma campanha, estes anúncios aparecerão imediatamente! (em vez de esperar por indexação de resultados).

E melhor que isso: aparecerão exatamente no topo dos resultados de pesquisa (posição 1 do “Triplete Google”), e captarão a atenção da vasta maioria dos utilizadores.

No Google Ads, você tem a possibilidade de escolher as palavras-chave que são mais relevantes para o seu negócio (utilizando o “planeador de palavras-chave” para ver quais têm o maior volume de pesquisas e menor custo por clique)...

E criar anúncios específicos que respondam à pergunta do utilizador, e convidem a visitar o seu website para obter a solução!

A grande vantagem do Google Ads é que você pode mostrar os seus anúncios a milhares de pessoas, e apenas pagar cada vez que alguém clica nos seus anúncios! (custo por clique).

Por outro lado, existem maneiras de rastrear a performance das suas campanhas, e medir exatamente qual é o retorno do seu investimento.

Por exemplo, é possível criar campanhas de “apenas de chamadas”, em que os anúncios incluem um link para ligar diretamente para o seu contacto telefónico…

E assim calcular o custo por cada clique de chamada, e comparar com o retorno obtido como resultado das chamadas obtidas.

Ou mesmo medir o custo por cada clique para o seu website, comparando com o número de reservas ou leads obtidas.

Extremamente fácil de medir o retorno, e resultados imediatos!

Mas lembre-se: antes de começar a usar o Google Ads é essencial ter o seu website optimizado para a conversão, e processos que garantam que cada lead/contacto obtido converte em cliente de forma regular e previsível.

6) Resultados Orgânicos

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Uma dose de honestidade aqui:

Fazer com que o seu website obtenha rankings altos nos resultados de pesquisa orgânicos no Google (posição 3 do “Triplete Google”) não é algo que se atinja instantaneamente.

Para se obter resultados visíveis, é necessária uma estratégia de conteúdo regular, constante e consistente durante 3-6 meses.

Ao contrário dos outras componentes do “Triplete Google” (onde pode obter resultados instantaneamente ou no curto prazo), o tempo é o segredo do sucesso nos resultados orgânicos.

No entanto, o retorno que pode obter a longo termo é incrivelmente poderoso!

Os resultados do seu esforço durante esses 3-6 meses a criar conteúdo será recompensado com tráfego gratuito e constante para o seu website…

Durante anos e anos!

Aumentando ao mesmo tempo a autoridade da sua marca, e posicionando o seu negócio como a única solução viável para os problemas do seu público-alvo.

Mas então, o que é preciso para obter rankings altos nos resultados de pesquisa orgânicos?

1) Ganhe o Hábito de Fazer Pesquisa de Palavras-Chave

A pesquisa de palavras-chave será o seu guia para o crescimento do seu website tanto no curto prazo como no longo prazo.

Na verdade, este passo é aquele que fará a maior diferença no seu negócio!

Ganhar o hábito de analisar o tipo de palavras-chave que os utilizadores usam para pesquisar por tópicos relacionados com o seu negócio…

E criar conteúdo que responda a essas perguntas é meio caminho andado para obter mais visibilidade online, mais cliques, e mais visitas ao seu espaço físico.

Existem várias ferramentas de análise a palavras-chave no mercado, mas eu apenas recomendo que utilize uma: KW Finder.

Esta ferramenta tem uma versão gratuita que é mais do que suficiente para bater a sua concorrência, tendo 5 pesquisas gratuitas por dia.

Neste artigo explico como fazer análise de palavras-chave usando o KW Finder de maneira rápida e fácil.

Mas para exemplificar no caso de um negócio local, imagine que estamos a analisar um cabeleireiro em Lisboa, cujo website é www.cortesdotiago.pt.

As 4 páginas principais deste website (Página Inicial, Sobre Nós, Serviços, e Contactos) devem incluir a palavra-chave principal usada por quem pesquisa por cabeleireiros na sua zona.

Com base na nossa análise no KW Finder, verificamos que a palavra-chave “cabeleireiro lisboa” tem menos volume de pesquisas mensais do que a genérica “cabeleireiro”, mas tem também menos grau de dificuldade (dificuldade para atingir a 1ª página Google).

Como tal, será uma boa ideia incluirmos essa palavra-chave no nosso conteúdo principal, para aumentarmos a probabilidade de aparecer no topo dos resultados de pesquisa.

Na página inicial, incluíamos então a palavra-chave “cabeleireiro lisboa”.

Escrevíamos cerca de 300 palavras sobre a arte de cabeleireiros em geral, uma pequena história do nosso espaço, incluíamos umas fotos e um vídeo com a palavra “cabeleireiros lisboa” incluída nos títulos.

Como título da página escrevíamos “Cortes do Tiago - O Seu Cabeleireiro em Lisboa”.

Com o nosso Nome, Morada, e Telefone (de novo?) bem descrito no cabeçalho do website, estaríamos com meio caminho andado para começar a aparecer nos resultados de pesquisa orgânicos para “cabeleireiro em lisboa”.

Repetindo isto nas páginas de Sobre Nós, Serviços, e Contactos estaríamos lançados para uma presença relevante nas pesquisas locais.

No entanto, apenas isto não chega:

​2) Crie um Plano de Marketing de Conteúdo

Aquilo que realmente nos distinguirá da concorrência local, e nos posicionará no Google para dominar por completo as pesquisas relacionadas com o nosso negócio é…

A criação de conteúdo original optimizado para SEO, que responda às perguntas mais frequentes da nossa audiência, e nos posicione como a autoridade no nosso nicho de mercado.

Com base na sua pesquisa de palavras-chave, identifique quais as perguntas mais frequentes dos utilizadores e faça um plano de marketing de conteúdo.

O objetivo deste plano será criar entre 2 a 8 artigos de blog por mês, e mostrar ao Google que o seu site é mais ativo e relevante que os da sua concorrência local.

Não se assuste, mas o seu grande objetivo deve ser chegar aos 50 artigos o mais rápido possível!

Pode criar você mesmo, ou pedir a um colaborador para criar por si.

Pode também contratar alguém para escrever um artigo por semana e chegar aos 50 artigos num ano, ou escrever um artigo por mês e chegar lá em dois anos.

De qualquer forma, estará a superar a sua concorrência, que na maior parte dos casos cria apenas as 4 páginas principais do seu site e nunca mais actualiza ou cria conteúdo.

Para além do mais, com este conteúdo criado você terá mais material de qualidade para partilhar nas redes sociais (para além de promoções e fotos), atraindo mais pessoas para o seu website, onde pode mais facilmente influenciar e persuadir as pessoas a visitarem o seu espaço.

Existe tanto potencial para crescer nas pesquisas locais, e muito poucos negócios estão ativamente a optimizar a sua presença…

Tudo o que você tem que fazer para obter sucesso é simplesmente ser melhor que a sua concorrência local!

Será que o nosso cabeleireiro vai bater sites como o timeout.pt para a palavra-chave “cabeleireiro”? Provavelmente não.

Por outro lado, não queremos estar presentes em pesquisas feitas na cidade do Porto, uma vez que estamos em Lisboa. Tudo o que precisamos de fazer é ser melhores que a concorrência em Lisboa, e ganhar a corrida do tráfego Google.

​Conclusão

Como vê, dominar o “Triplete Google” não é uma tarefa fácil e requer bastante esforço, dedicação e rigor.

No entanto, o resultado desse esforço não tem preço:

Você irá captar a vasta maioria das pesquisas relevantes para o seu negócio feitas na sua área, cidade ou região.

Ou seja, centenas... ou mesmo milhares de pesquisas que diariamente são feitas no Google, de pessoas que estão literalmente à procura da solução que você tem para oferecer

Garantindo que o seu negócio é sustentável por muitos e longos anos, uma vez que estará presente onde as pessoas passam a maior parte do seu tempo hoje em dia:

Agarradas ao telemóvel, à procura de soluções para os seus problemas ou necessidades diárias.

Não perca mais tempo, garanta a sustentabilidade do seu negócio local e optimize a sua presença no Google!

Se tiver alguma pergunta ou dúvida, por favor deixe um comentário abaixo ou entre em contacto.

Terei o maior gosto em ajudar naquilo que for preciso.

Um abraço,

-Tiago “Triplete” Faria

Rodeie-se de pessoas até ao sucesso com Rui Bairrada

Rodeie-se das Pessoas Certas Até ao Sucesso com: Rui Bairrada

O caminho mais frequentemente seguido pelos empreendedores...

É o de pensar "eu é que sei" sobre tudo, e "só eu é que sou capaz de fazer as coisas bem".

Tentar ter o controlo sobre tudo e todas as decisões...

O que acaba por limitar as hipóteses de sucesso desse negócio.

E porquê?

Rodeie-se de pessoas até ao sucesso com Rui Bairrada

Por duas razões:

A primeira é que essa atitude leva à desmotivação por parte dos colaboradores (e por consequência, não trazem o melhor de si para o trabalho).

A segunda é porque ninguém é verdadeiramente "bom" em todas as esferas de um negócio, levando a decisões erradas e desinformadas.

O caminho certo é o de se rodear por pessoas melhores que você nas áreas que domina menos...

Mas não só:

É fulcral fazer com que as pessoas sejam a prioridade número um do seu negócio.

A sua felicidade, motivação, e sensação de importância na empresa são aquilo que fazem um negócio morrer...

Ou crescer para mais de 100 colaboradores em 5 anos, tal como aconteceu com o meu convidado de hoje.

No episódio 45 entrevistei o Rui Bairrada, CEO e fundador do Doutor Finanças.

Descubra todos os seus segredos para o sucesso, e comece a implementar já hoje no seu negócio.

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 04:09: a (pouca) influência que os estudos tiveram no seu futuro, e a sua recomendação para futuros empreendedores
  • 05:58: os maiores obstáculos que teve que ultrapassar no seu primeiro emprego (e o que aprendeu)
  • 08:22: a sua primeira aventura empreendedora com um "convite" especial: a Personal Finance
  • 09:44: as reações da sua família quando escolheu trocar uma carreira segura num banco por uma aventura incerta
  • 11:17: a grande razão pela qual a maioria dos empreendedores falha
  • 13:09: a origem do nome "Doutor Finanças" e como esse "branding" ajudou a catapultar o sucesso do negócio
  • 20:00: O que realmente fez com que o negócio fosse mais do que apenas uma "ideia gira"
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

Sem mais demoras, eis o vídeo:

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Um abraço,

-Tiago "people 2 people" Faria

O verdadeiro significado de ser CEO com Marta Araújo

O Verdadeiro Significado de Ser CEO com: Marta Araújo

Qual é o significado de ser CEO?

Tudo bem, sabemos que a sigla significa Chief Executive Officer...

Mas o que é que isso realmente significa?

Será apenas ser um chefe? Alguém que manda?

A verdade é bem distante disso.

Em conversa com a Marta Araújo, CEO da Castelbel...

O verdadeiro significado de ser CEO com Marta Araújo

Percebemos que ser CEO é ser alguém que lidera pelo exemplo.

Alguém que promove o respeito e a cordialidade como um mantra...

Alguém que não tenta resolver tudo sozinho mas sim em conjunto...

Alguém que não acha que sabe tudo e faz tudo melhor que os outros... (o erro mais comum dos empreendedores e proprietários de pequenos negócios)

Ou seja, alguém que promove uma cultura saudável, motivante e inspiradora na empresa.

Só assim será possível crescer um negócio duradouro, sustentável, e de sucesso.

No episódio 44 d'O Podcast do Tiago Faria vamos aprender a liderar, a criar processos e a tornar-nos "redundantes" nas nossas empresas (por mais contra-intuitivo que isso pareça à primeira vista).

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 04:06: o curioso caminho que a levou a escolher Química e Física
  • 08:33: como a Química e a Física a ajudaram a tornar-se numa CEO de sucesso hoje em dia
  • 09:43: a curiosa história da sua entrada na Castelbel
  • 17:36: o maior obstáculo que (infelizmente) teve que ultrapassar no início da sua carreira na empresa 
  • 19:12: o maior erro que cometeu nos primeiros anos, e como o ultrapassou exemplarmente 
  • 27:42: o erro mais comum cometido pelos gestores e empreendedores de pequenas e médias empresas, que limita brutalmente o crescimento
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

Sem mais demoras, eis o vídeo:

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-Tiago "torne-se redundante" Faria

Por que razão você não vende produtos com RicardoTeixeira

Por que Razão Você Não Deve Vender Produtos com: Ricardo Teixeira

Os seus produtos ou serviços são os melhores de todos?

Pois bem, saiba que esse pormenor pouco interessa aos seus potenciais clientes.

Na verdade, interessa "bola" (como diz o Jorge Jesus).

Os seus potenciais clientes não estão à procura do melhor produto, ou do que tem mais funcionalidades, ou mais extras.

Aquilo que as pessoas procuram é muito simples:

Por que razão você não deve vender produtos com Ricardo Teixeira

Resultados.

Um futuro melhor.

A resolução dos seus problemas, e o alcançar dos seus objetivos.

As pessoas querem saber aquilo que vão ganhar ao comprar os seus produtos ou serviços.

Sempre que estiver para criar uma peça de comunicação ou marketing dos seus produtos, sintonize a rádio WIIFM...

Ou seja, "What's In It For Me?" (O que é que eu ganho com isso?)

Se o fizer, as suas hipóteses de obter vendas e ganhar clientes para a vida aumentam 10x.

Ora, é exatamente sobre isso que o convidado do episódio 43 d'O Podcast do Tiago Faria nos vai contar hoje.

Ele chama-se Ricardo Teixeira, e tem uma história incrível de empreendedorismo.

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 08:18: como o "bullying" que sofreu durante a sua infância se tornou no rastilho para uma vida de sucesso 
  • 09:18: a influência que o Karate teve no seu percurso como empreendedor
  • 12:40: os atribulados 6 meses antes da fundação da sua primeira empresa "Kamai" (incluíndo uma demissão do Instito Nacional de Estatística)
  • 21:06: como um evento do Tony Robbins em 2007 se revelou um momento de viragem na sua carreira
  • 23:11: como se deu a sua relação próxima com um dos maiores "gurus" do marketing online: Jeff Walker 
  • 33:00: o curioso acontecimento (e que vitória!) que o levou a tomar a decisão de partilhar tudo o que sabia com outros empreendedores
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

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Um abraço,

-Tiago "vende resultados" Faria

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