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Queres criar um blog - descobre os 7 erros cometidos por bloggers iniciantes

Queres Criar um Blog? Descobre os 7 Maiores Erros que Deves Evitar para Garantires o Sucesso

Neste vídeo vais descobrir quais são os 7 principais erros cometidos por bloggers iniciantes que não lhes permitem atingir os seus objetivos e, consequentemente, os fazem desistir prematuramente.

Quero muito que evites que isso aconteça e, ao aprenderes quais são esses erros, vais evitá-los no futuro quando criares o teu blog ou, se já o criaste, vais evitá-los de todo e vais garantir que te posicionas para atingires os grandes objetivos.

Vais estar no caminho certo para começares a obter o retorno que desejas, o tráfego que desejas, e depois conseguires criar um negócio à volta da audiência que tu criaste.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo:

Erro #1: Não Focar no Conteúdo do Blog

O primeiro erro que tenho observado mais é as pessoas focarem-se demasiado no nome, no domínio, no design do site e no tema que têm de escolher antes sequer de arrancarem e de criarem o primeiro artigo para o o seu blog.

É importante pensares nestas coisas, mas não ao início. Ao início, o teu grande foco deve estar puramente na criação de conteúdo

Eu sugiro que cries o teu primeiro desafio de 90 dias, "feches as cortinas", e que te dediques a 100% a criar conteúdo e a responder às perguntas que as pessoas já estão a fazer ativamente no Google.

A primeira razão é porque demora 6 a 12 meses de criação de conteúdo consistente e constante para te posicionares como um parceiro do Google. Demora entre 6 a 12 meses até o Google começar a confiar em ti. Nos primeiros artigos, as pessoas que vão ler vão ser apenas os teus familiares e os teus amigos...

E sabes que mais? Quase ninguém vai ver a tua homepage. Aquela que demoraste séculos a tentar torná-la "bonita", "atraente" e com um design irrepreensível.

Quando as pessoas encontram o teu conteúdo no Google - por exemplo, um artigo que tu criaste sobre “como fazer uma gravata” - as pessoas vão entrar no artigo em si e, muitas das vezes, não vão ver sequer a tua homepage.

Portanto, não te preocupes de todo com o design, não fiques muito preso nesta fase de paralisia de análise, não sejas perfecionista.

Eu sei que há muita gente que tem essa ideia de que são perfecionistas, mas, no fundo, isso é algum tipo de insegurança e que só é ultrapassado através da "força bruta" de criação de conteúdo.

Aquilo que recomendo é: cria o teu blog rapidamente, com um tema simples e gratuito. Não te preocupes muito com o design e começa simplesmente a criar artigos e a responder a perguntas.

Erro #2: Não Fazer Pesquisa de Palavras-Chave

O erro número 2 é criar conteúdo sem te preocupares com a forma como as pessoas andam a pesquisar no Google sobre o tópico específico. Ou seja, é não fazeres a pesquisa de palavras-chave para escolheres tópicos.

Vais falar sobre um tópico específico, mas depois tens que descobrir como é que as pessoas estão a pesquisar sobre esse tema no Google, que palavras-chave é que estão a usar para fazerem as pesquisas específicas.

Por exemplo, se eu perguntar no Google “como fazer uma gravata?”, eu quero receber respostas exatamente à minha pergunta. É importante saberes quantas pessoas pesquisam por uma palavra-chave específica, de que maneira pesquisam por essa palavra específica e, depois, qual é o grau de dificuldade dessa palavra-chave.

Este último ponto é importante quando estás a começar: qual é a tua concorrência que apareceria na primeira página, qual é a autoridade do domínio dessas páginas para perceberes se facilmente conseguirias aparecer na primeira página ou não.

Eu sugiro que tu te foques inicialmente nas palavras-chave que têm um volume de pesquisa interessante e um grau de dificuldade baixo, para começares a ganhar o teu ímpeto. 

Assim, vais ganhando primeiras páginas ou segundas páginas em várias palavras-chave e, aos poucos, vais aumentando a tua autoridade de domínio. Mais tarde, quando já tiveres maior autoridade de domínio, já podes atacar aquelas palavras-chave com um grau de concorrência mais elevado.

É mesmo muito importante que não cries conteúdo só por criar. O que é que te interessa criares uma peça de conteúdo se ninguém vai estar a consumir esse conteúdo e a receber o valor que tu tens para partilhar com o mundo?

Erro #3: Não Focar na Audiência

O erro número 3 é não te focares puramente na tua audiência. Em vez disso, muita gente foca-se no que é que quer obter com o blog e pensa: “eu quero criar uns conteúdos que é para levar as pessoas a entrarem em contacto comigo e para comprarem os meus produtos.”

Mas, ao início, não te podes preocupar de todo com isto porque tu tens de primeiro criar uma audiência de pessoas que começam a conhecer-te, a gostar de ti e a confiar em ti.

Ao ajudares as pessoas por antecipação através do teu conteúdo, sem pedir dinheiro em troca, estás a demonstrar que és realmente capaz de as ajudar a alcançar os seus objetivos ou ultrapassar os seus problemas.

Os teus primeiros 90 artigos de blog têm de ser simplesmente a responder às perguntas que as pessoas fazem no Google, a fornecer a melhor resposta possível que existe no Google para essa pergunta, mostrar a tua autoridade, mostrar a tua capacidade de ajudar as pessoas e ajudá-las verdadeiramente a resolver um problema específico.

Apenas assim será possível fazer com que as pessoas comecem a confiar muito em ti, e estejam mais predispostas a considerar os teus produtos ou serviços.

Portanto, quando começas o teu blog não deves pensar nas tuas necessidades e nos teus objetivos. Em vez de pensares “como é que eu vou sacar dinheiro deste conjunto de pessoas?”, vais ter de olhar para esse conjunto de pessoas e pensar:

“Como é que eu vou ajudá-las a alcançarem os seus objetivos mais rapidamente para fazer com que elas confiem em mim e, depois, possa sugerir produtos ou serviços?”

O teu grande foco deve estar na tua audiência, e deves focar-te 100% nas pessoas que vais servir.

Erro #4: Não Escolher um Nicho de Mercado Específico para o Teu Blog

O erro número 4 é não escolher um nicho de mercado específico, ou seja, quereres criar tópicos muito genéricos e, depois, espalhares-te ao comprido porque criaste um blog novo sem autoridade alguma e escolheste um nicho onde já existe muita concorrência.

Nesses nichos genéricos já existem demasiados sites com muita autoridade que podem criar conteúdo geral porque já têm uma autoridade de domínio muito forte e, portanto, não se importam com a concorrência.

Se quiseres começar o teu blog com um tópico muito geral é uma receita para o desastre.

O melhor é escolheres um avatar muito específico e escolheres servir esse conjunto de pessoas muito específico, como, por exemplo, “perder peso para mulheres com mais de 55 anos que entraram na menopausa”.

Esse grupo de pessoas vai identificar-se muito mais facilmente contigo do que com alguém que cria um site que tenha genericamente “como perder peso”. As pessoas vão-se sentir muito mais identificadas contigo.

Apesar de seres pequeno e teres muito pouco conteúdo ainda, vão começar a confiar em ti. Depois de já teres essa audiência bem engajada e a confiar em ti, podes, mais tarde, expandi-la um pouco mais.

O melhor é focares-te primeiro e depois, mais tarde, expandir quando começares a aumentar a tua autoridade de domínio.

Erro #5: Criar Títulos e Descrições Genéricos e Pouco Apelativos

O erro número 5 é esquecer a importância de criar um título e uma descrição apelativa

Os resultados de pesquisa no Google têm sempre um título e uma descrição, e tu podes manipular esse texto usando o plugin de WordPress "Yoast SEO".

O teu título não pode ser uma coisa muito geral - como, por exemplo, “fazer nó de gravata” – que não capta a atenção de ninguém, não há um benefício muito claro e não há um toque de curiosidade que leve a pessoa a clicar.

Pensa sempre neste aspeto: tens de fornecer um benefício muito grande à pessoa para ela saber o que é que vai ganhar ao ler o teu artigo e tens gerar um toque de curiosidade para fazer com que a pessoa queira saber mais. É importante diferenciares o teu título e a tua descrição de todos os outros que aparecem no Google.

Não te esqueças da importância de um título e de uma descrição apelativa, não deixes isto para depois. 

Se não os personalizares, o Google vai escolher uma parte aleatória do teu texto e pôr na descrição do teu resultado de pesquisa. Não deixes que isso aconteça, controla a maneira como o teu blogue é exposto.

Erro #6: Ignorar o SEO do Teu Blog

O erro número 6 é esquecer o SEO, a otimização do teu blogue para os motores de busca (ou seja, para o Google principalmente).

No fundo, tudo o que precisas é de organizar o conteúdo de acordo com aquilo que o Google exige para as primeiras páginas e facilitar a leitura dos spiders, aquelas "aranhas" do Google que entram no teu site para lerem todo o teu conteúdo e ver que links é que existem de um lado e do outro.

Tens de pensar não só no lado humano, no que é que o teu avatar deseja, mas também tens de te preocupar com esta parte de otimização para o Google.

O que é que o Google quer que tu mostres, o que é que o Google exige para a primeira página, como é que podes facilitar a leitura do teu site, como é que podes facilitar a leitura entre os links do teu site, e como é que podes criar o teu sitemap para mostrares ao Google qual é o mapa do teu site.

É muito simples, não precisas que complicar muito. O SEO não tem de ser um bicho de sete cabeças.

Vê neste artigo como fazer SEO de maneira simples e eficaz.

Erro #7: Não Usar o Melhor Site para Criar um Blog

Normalmente, os bloggers iniciantes escolhem plataformas  como o Wix, Blogspot, ou Webnode.

Esse tipo de plataformas de criação de blogs não são propriedade tua, ou seja, não és dono nem senhor do teu site, da tua casa.

Estás a pagar para alugar o espaço em sites que podem acabar. Por exemplo, se o Wix terminar ou se for à falência, tu perdes o teu site completamente.

Aconselho vivamente que escolhas o WordPress.org. É uma plataforma de código aberto e tudo o que criares lá é propriedade tua. Escolhes o teu próprio servidor em alojas lá o teu conteúdo.

O WordPress é melhor amigo do Google. A vasta maioria dos melhores sites do mundo são criados em WordPress, portanto, é uma plataforma de confiança do Google.

Defendo sempre que nós tenhamos ativos próprios como um site em WordPress.org e a nossa lista de emails.

Preocupa-te, então, em criar muito conteúdo, em criar uma audiência, e em gerar tráfego para o teu blog.

Só depois é que te deves preocupar com os passos seguintes: criar uma relação com a tua audiência (através do email marketing), e monetizar essa audiência (através dos teus produtos ou serviços).

Preparado para criar o teu blog?

Vê neste artigo como criar um blog passo-a-passo.

Um abraço,

Tiago "aprende com os erros" Faria

Como Fazer Link Building

Como Fazer Link Building: O Truque para Aumentar a Tua Autoridade de Domínio Rápido

Neste artigo gostava de partilhar contigo o truque que usei para aumentar a minha autoridade de domínio em apenas dois meses.

Trata-se da minha tática favorita, aquela que é mais abundante e que acrescenta mais valor a toda a gente.

Depois de criares o teu blog, normalmente, demora entre 6 a 12 meses até começares a ver tráfego orgânico e relevante (obviamente, se mantiveres a tua consistência de criação de conteúdo). 

Aconselho a começares, primeiro, com um desafio de 90 dias para quebrares bloqueios mentais e começares a mover a máquina, e começares a posicionares-te como um parceiro de confiança do Google. 

No entanto, se quiseres realmente acelerar este processo e crescer mais rápido do que num ano, precisas de aumentar a tua autoridade de domínio, ou seja, a relevância do teu site para o teu nicho de mercado aos olhos do Google.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo: 

Link Building: Significado de Autoridade de Domínio

E o que é que é isto de autoridade de domínio?

Trata-se da quantidade de links de outros sites de autoridade que estejam a apontar para o teu próprio site.

Aos olhos do Google, estes links são como se fossem votos de confiança para o teu site, são outros sites a dizerem que o teu site é uma autoridade e, como tal, merece estar destacado nos resultados de pesquisa e vai ser relevante para os utilizadores.

O Google gosta muito disso, e trata-se de um fator de ranking ainda muito importante.

Se fores proativo na busca de backlinks e de aumentares a tua autoridade de domínio rapidamente através destes meios, existem várias maneiras de o fazer. 

Já partilhei uma das estratégias de backlinks neste artigo que é fazer outreach: encontrar um artigo de blog da concorrência que esteja já a atrair muitos links e, depois, criar um melhor do que esse e ir à procura das pessoas que apontaram links para esse site para apontarem para o teu em vez de daquele.

Outra maneira é fazer novamente outreach e tentar criar artigos de convidado noutros sites e que te permitam também incluir um link nesses sites a apontar para o teu.

Estratégia de Link Building Fácil que o Google Adora

A tática de que vou partilhar contigo hoje é, na minha opinião, a mais abundante, a que me dá mais prazer, e aquela que usei para crescer rapidamente a autoridade do meu domínio e que começou a trazer mais tráfego e mais constante.

Qual é que é essa tática?

Simples: criares o teu próprio podcast. Eu sei que pode parecer uma coisa um bocadinho à parte e que não tem nada a ver com o teu blog, mas repara:

Criando o teu podcast, tens hipótese de entrevistar especialistas e outro tipo de autoridades no teu nicho de mercado ou, então, em nichos complementares.

Podes falar sobre a sua vida, como é que eles chegaram àquele ponto, o que é que podem partilhar sobre o teu nicho de mercado, o que é que a tua audiência pode aprender.

É muito fácil arranjar convidados, como podes ver neste vídeo: 

Depois de criares esses episódios, partilhas com os convidados e a vasta maioria acabará por partilhar, tanto nas suas redes sociais como no seu próprio site, é nesta questão que tu te deves focar.

Aquelas pessoas que já têm algum prestígio no teu nicho de mercado vão ter a secção “media” no seu site, onde colocam as suas aparições em entrevistas, em jornais ou em podcasts de outros sites.

Nessa secção poderão incluir o teu link. Mas não um link qualquer!

Como Usar o Teu Podcast Como Estratégia de Backlinks

O link que partilhares com os teus convidados não vai ser para o teu canal de YouTube, não para os teus podcasts, mas sim para um artigo de blog que vais criar para cada entrevista que fizeres.

Nesse artigo vais colocar lá o sumário, podes colocar a transcrição completa – é uma excelente ideia para dar conteúdo para o Google rankear, principalmente se incluíres as palavras-chave sobre o tópico da entrevista - vais incluir a entrevista de vídeo no YouTube, e vais incorporar também o episódio do podcast (tal como fiz no início deste artigo).

No fundo, tens um link para o teu artigo de blog, e é esse link que vais partilhar com os teus convidados.

Importante: sê proativo a dizer “acabei de criar o artigo sobre a nossa entrevista (partilhas o link do teu blogue) e, por favor, fica à vontade para partilhares. Incluí também uma imagem da entrevista que podes, se quiseres, usar para anunciar no teu site e nas tuas redes sociais.”

A vasta maioria das pessoas vai partilhá-lo com boa vontade porque gostam muito de falar sobre elas próprias, gostam de se autopromover.

Isto tudo vai criar uma rede de confiança a apontar para o teu site que, aos olhos do Google, é muito interessante porque começa a aumentar a tua autoridade.

O Google começa a ver que tu estás a ser partilhado em diversos sites e em diversas redes sociais.

As redes sociais não contam tanto para a tua autoridade de domínio, mas mesmo assim contam! O que interessa é criares uma rede de confiança sobre a tua própria autoridade.

A Minha Estratégia de Link Building SEO

Quando eu fiz 63 entrevistas para o meu podcast, uma grande percentagem dos entrevistados partilhou nos seus blogs.

Esta fator aumentou a autoridade de domínio do meu site rapidamente, porque o Google começou a ver vários links a apontar para o meu blogue.

Links de pessoas que são autoridades na minha área ou em áreas complementares e, como tal, foi-me expondo cada vez a mais pessoas e o meu tráfego orgânico começou a aumentar exponencialmente.

Já sabes, não te esqueças de ser proativo nesta questão: partilha o link depois de fazeres a entrevista com as pessoas e oferece sugestões sobre como partilhar com a sua audiência.

Oferece materiais de multimédia, a "miniatura" para elas poderem partilhar facilmente, oferece a descrição, e qualquer coisa que facilite e incentive as pessoas a partilharem.

Não te esqueças também de fazer o follow-up, porque existem muitas pessoas que são ocupadas e vão-se esquecer de partilhar, portanto, é importante manteres a tua base de dados organizada.

Google EAT e o Link Building

Por fim, quero falar sobre a questão do Google EAT, que é, no fundo, esta nova forma de olhar para o conteúdo que é indexado no Google. O EAT é, no fundo, expertise (especialidade), authority (autoridade) e trust (confiança). 

O Google olha para o teu blogue e vai ver:

  • É uma pessoa verdadeira?
  • É uma pessoa que tem prestígio no seu nicho de mercado?
  • É uma pessoa que está a aparecer noutros sites/ que está a ser entrevistada em podcasts noutros sites?

Isto são tudo sinais que o Google vai ter em consideração.

Portanto, é crucial criares o teu canal de YouTube ou o teu próprio podcast, e não te esconderes apenas atrás do teclado a criar artigos.

Isto vai ser cada vez mais importante aos olhos do Google, que esta está cada vez mais a querer livrar-se daqueles sites recheados de spam e conteúdo fraco, escrito por autores que não revelam a sua identidade.

O Google quer garantir que a sua audiência tem a melhor experiência possível e, para isso, vai eliminado aos poucos esses sites que não geram confiança porque o autor não é um especialista nem uma autoridade na área.

Isto vai ser cada vez mais relevante e, por isso, eu aconselho-te vivamente a criares o teu próprio podcast, o teu canal de YouTube, e a trabalhares o teu networking.

Toda a tua presença digital deve apontar para o teu próprio site, criando uma rede de confiança, que o Google vai achar muito relevante e vai garantir o teu futuro nos resultados de pesquisa.

Um abraço,

Tiago "web of trust" Faria

Como ganhar dinheiro online fácil e rápido

Como Ganhar Dinheiro Online Rápido e Fácil: A Verdade Nua e Crua

Neste artigo vamos falar sobre como fazer dinheiro online rápido e fácil. Vou, no fundo, partilhar contigo a verdade nua e crua, vamos ter aqui uma conversa séria.

Eu percebo que tenhas ouvido falar por aí de várias promessas de dinheiro rápido e fácil, como, por exemplo, o marketing multinível, fazer Facebook Ads e ganhar dinheiro rapidamente, Forex, Crypto, DropShipping, qualquer tipo de investimento imobiliário e até assistência virtual.

Gostava de partilhar contigo um exemplo que vai ilustrar o que essas pessoas estão a prometer e aquilo que está na tua cabeça, só para desconstruir um pouco esse pensamento, começar a reajustá-lo e a pôr-te no caminho certo.

Mas antes disso, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo:

Por que Razão Não Deves Acreditar em Promessas de Dinheiro Rápido

Imagina, por exemplo, que o Cristiano Ronaldo decide criar um curso online e promete tornar-te num jogador de futebol profissional que vai jogar na Primeira Liga, em Portugal, em apenas 30 dias, sem esforço algum, mesmo que nunca tenhas tocado numa bola e independentemente da tua idade.

Irias acreditar neste tipo de promessas? Mesmo sendo o Cristiano Ronaldo, irias acreditar que era possível tornares-te um jogador profissional, a jogar na Primeira Liga, em apenas 30 dias?

É isto tipo de promessas que estás a receber diariamente no marketing multinível, e outras promessas de dinheiro rápido e fácil.

É isso que estás a ouvir todos os dias e eu quero que comeces a estancar aí essa hemorragia, esse pensamento de que é possível chegar a esse nível profissional em apenas 30 dias ou menos do que isso, às vezes.

Não deves olhar para isso nesse prisma. Todas essas promessas de dinheiro rápido e fácil são impossíveis de serem alcançadas.

É impossível tornares-te um atleta profissional da Primeira Liga em apenas 30 dias. Isto exige muitos anos de trabalho árduo, e exige ser basicamente obcecado por aquilo em que estás a querer tornar-te.

Como Ganhar Dinheiro na Internet de Verdade

Tens de inverter esse pensamento e pensar “como é que eu posso servir este conjunto de pessoas da melhor maneira possível para as ajudar a alcançarem um objetivo ou a resolverem um grande problema?”

Depois de servires essas pessoas durante muito tempo, vais fazer com que elas te conheçam, gostem de ti e comecem a confiar na tua mensagem, naquilo que tens para partilhar com o mundo.

Só depois podes oferecer, então, soluções que as ajudem a estar ainda mais perto de resolverem o seu grande problema e de fazer com elas estejam satisfeitas para sempre.

Mas até chegares a esse ponto em que podes oferecer os teus produtos ou serviços, precisas de criar uma audiência de pessoas que confiam em ti. 

Precisas de responder a todas as perguntas que elas estão a fazer no Google, a todas as perguntas que estão a fazer no YouTube.

Tens de mostrar qual é o melhor caminho, tens de ser um guia, um conselheiro de confiança, uma ajuda para ultrapassar os pequenos problemas que elas têm.

Precisas de acrescentar muito valor às suas vidas, mostrares que és capaz de transformar as suas vidas, ajudando-as por antecipação, antes de começares logo a pedir dinheiro.

Se tudo o que fizeres for pedir dinheiro, as pessoas vão afastar-se de ti automaticamente porque não te conhecem, ainda não gostam nem confiam ti.

A Importância de Criar Primeiro Uma Relação com a Tua Audiência

Por outro lado, há um estudo do Dean Jackson que diz que a vasta maioria das pessoas, mais de 95%, não vai comprar na primeira interação que têm com a tua marca...

E daquelas pessoas que vão eventualmente comprar, 85% delas vai fazê-lo apenas depois de 90 dias.

Daqui percebes que precisas de criar uma audiência grande de pessoas que começam a conhecer-te e a gostar um pouco de ti e que, depois, tens de atrair para a tua esfera de influência (a tua lista de e-mails) para criar uma relação profunda e de longo termo com elas e fazer com que confiem ti.

Depois, então, apresentas a solução completa: o teu produto ou o teu serviço que as ajudará a atingir o seu grande objetivo.

Aquelas pessoas mais ambiciosas, mais motivadas, vão comprando e isso vai alimentando o teu negócio, que está construído à volta de acrescentar valor a toda a gente.

Como diz Zig Ziglar, "tu vais conseguir tudo aquilo que quiseres na tua vida se ajudares um número suficiente de pessoas a atingirem aquilo que querem".

É esse o pensamento que quero que ponhas na tua cabeça: não há dinheiro rápido e fácil.

Pensares nisso não te vai levar a lado algum, vai fazer com que tu desistas, partas para o próximo "objeto brilhante" e voltes a desistir.

Depois compras cursos que também não te vão ajudar a criar um novo sistema de fazer dinheiro rápido e, depois, desistes também.

Portanto, vais estar mais a gastar dinheiro do que a acrescentar valor ao mundo e a fazer com que as pessoas evoluam por si próprias e transformem as suas vidas.

Se te focares em servir a tua audiência, obviamente que as pessoas vão querer pagar-te por isso, vão sentir que precisam de te recompensar.

Todos nós sentimos essa necessidade de reciprocidade: se alguém nos ajudar a transformar as nossas vidas, nós queremos dar alguma coisa em troca.

E é exatamente essa troca de valor que te vai sustentar durante muitos anos.

Quanto Tempo Demora a Ganhar Dinheiro Online em Portugal?

Vou ser honesto: chegar ao ponto em que fazes dinheiro online de forma consistente e previsível, demora pelo menos 3 anos.

Eu estou no segundo ano deste meu projeto e só agora é que eu estou a começar a ver o projeto a crescer de forma consistente. 

Já acrescentei muito valor no meu blogue, estou agora a fazer vídeos no YouTube, estou a criar relação com a minha lista e só agora é que estou a começar a ter retorno.

E a verdade é que não estou preocupado com isso.

Vou continuar, sem parar, a acrescentar mais valor, a dar muito ao mundo porque eu sei que o universo vai tomar conta de mim.

A questão agora é: será que estás disposto a esperar três anos para chegar a esse nível? A servir a tua audiência todos os dias e a dar muito de ti durante, pelo menos, três anos?

Ou precisas de dinheiro já e não podes esperar três anos?

Se este for o caso, mas tens interesse em criar um projeto, se calhar, o melhor é arranjares um trabalho (em part-time, por exemplo) para conseguires pagar as tuas contas enquanto vais trabalhando o resto das horas nesse teu projeto.

O que Vender na Internet para Ganhar Dinheiro em 2021

Nas horas livres, foca-te em crescer a tua audiência, fazer com que as pessoas comecem a conhecer-te, a gostar de ti, a confiar em ti. 

Depois, aos poucos, vais fazendo as tais ofertas que as ajudam a estar num nível superior e, desta forma, podes, então, dar o salto e escalar o negócio.

Isto é mesmo assim, dá muito trabalho. O Cristiano Ronaldo não chegou ao nível em que ele está tirando um curso de 30 dias.

Se realmente queres que o teu projeto tenha sucesso e obtenha o retorno que tu desejas, tens de ser completamente obcecado por esse projeto e não fazer mais nada na tua vida.

“Fechar as cortinas”, começar a criar muito conteúdo, a servir as pessoas, a ver o que é que elas estão a procurar, o que é que elas precisam, quais são as suas grandes necessidades, os seus grandes objetivos.

Ao criares uma relação com essas pessoas, vais conhecendo-as ainda melhor, vais percebendo o que é que elas realmente precisam e desejam e, no fundo, é assim que tu conseguirás obter o teu retorno (dando-lhes o que elas querem).

Tens de estar disposto a trabalhar durante muito tempo sem obter o retorno imediato que tu esperas.

Esse imediatismo das redes sociais, onde parece que é tudo muito “flashy” e onde vês as pessoas a viverem uma vida extraordinária, não funciona assim. 

Essas pessoas tiveram outro tipo de trabalho, chegaram a esse nível porque se dedicaram durante, pelo menos, três anos a criar uma relação forte com a sua audiência.

Não deves olhar para esses exemplos ambicionado querer ser igual já, isso é impossível.

Aconselho-te a cancelar todas as redes sociais, a não ouvires promessas, a cancelar as newsletters que estás a receber de investimentos e de marketing multinível e a fechares-te no teu escritório.

Começa a criar muito conteúdo que ajude de facto o teu público-alvo a estar mais perto daquilo que deseja, porque apenas isso vai fazer com que tu estejas mais perto daquilo que desejas.

Um abraço,

Tiago "faz dinheiro online devagar" Faria

Como Fazer SEO para YouTube: Segredos de 8 Anos a Trabalhar na Google

Neste artigo vais aprender qual é que é o truque para começares a obter mais visualizações, apareceres mais vezes na primeira página de resultados de pesquisa, e fazer com que o YouTube comece também a sugerir os teus vídeos a mais pessoas.

Estes são os truques que aprendi enquanto trabalhei na sede europeia da Google em Dublin, Irlanda.

Falei com vários YouTube Partner Managers, aqueles especialistas que acompanham os maiores produtores de vídeo no Youtube para otimizá-los e para expô-los a cada vez mais pessoas.

E são exatamente estes truques e estas técnicas que eu estou a implementar agora no meu canal de YouTube para criar vários ativos que me vão trazer tráfego durante muito tempo e fazer com que o meu canal comece a crescer cada vez mais rapidamente.

O Monstro que é o YouTube

O YouTube é o segundo maior motor de busca do mundo.

Os vídeos que tu criares hoje vão ter o potencial de serem vistos daqui a um ano, daqui a seis meses, ou daqui a cinco anos.

Todos os ativos que tu fores criando, se fizeres uma pesquisa e uma análise e pesquisa de palavras-chave bem feita, vão trazer tráfego constante, ao contrário do trabalho que tu tens nas redes sociais, onde tens de repetir todos os dias, sem poder sair dessa “roda do rato”.

Existem mais de 2 biliões de utilizadores no YouTube, pelo que a oportunidade é imensa e quase infinita. Mesmo que vejas que já existe um canal na tua área, não faz mal, existe oportunidade para toda a gente: o YouTube é extremamente abundante.

Tudo o que tens de fazer é ser consistente a criar o teu conteúdo, responder às perguntas que as pessoas estão a fazer ativamente na internet (no Google e no Youtube), e seguir um processo que vai fazer com que o algoritmo do YouTube se apaixone por ti.

Comecemos então pelo ponto mais importante para quem está a dar os primeiros passos.

Pesquisa de Palavras-chave para YouTube

Quando tenho uma ideia de um vídeo que quero fazer, ponho-me sempre no lugar da minha audiência.

Por exemplo, no vídeo que criei sobre SEO para Youtube, fiz uma análise de palavras-chave e vi que as pessoas estão a pesquisar por “como fazer SEO para Youtube”: 

Como tal, incluí essa palavra-chave exata dentro do meu título e também na descrição do vídeo.

Tens de ter sempre em atenção onde é que o utilizador está mentalmente, em que ponto é que ele está na sua situação atual, e o que é que ele pesquisa online e como o pesquisa.

Se não refletires nos teus vídeos as palavras mais pesquisadas no YouTube, vai ser difícil elas encontrarem-te e, dessa forma, vais estar a criar conteúdo “para o boneco”.

O que tu queres é criar peças de conteúdo que sejam encontradas constantemente e consistentemente nos próximos meses para atrair tráfego, e para que o YouTube te exponha a mais pessoas.

Tens de ter sempre em mente o que é que a pessoa pesquisa e também o porquê de ela pesquisar por uma palavra específica. Tens de te colocar no mindset dessa pessoa, perceber o que é que ela alcançar com essa pesquisa, ou seja, tens de saber qual é a intenção da pesquisa.

Para confirmares se o conteúdo que tu vais criar vai responder à intenção que a pessoa tem, uma coisa que podes fazer é pesquisar no YouTube pela palavra-chave específica e ver os primeiros vídeos que aparecem.

Dá atenção ao conteúdo, quais é que são as miniaturas utilizadas, quais são os títulos usados para veres, no fundo, o que é que o YouTube quer que tu cries.

O teu objetivo será então responder a essa pesquisa com mais qualidade, de maneira mais completa e mostrando o teu ponto de vista único.

Como Encontrar as Palavras Mais Pesquisadas no YouTube

A ferramenta de pesquisa de palavras-chave que uso e recomendo é o KW Finder. Como alternativa, podes também usar o Ubersuggest (um pouco mais limitado e menos intuitivo).

Consegues ver quantas pesquisas mensais existem no Google que, no fundo, são semelhantes àquelas que são feitas no YouTube.

Não é preciso estares a comprar uma ferramenta específica para YouTube (como o TubeBuddy), basta usares uma ferramenta que mostre qual é que é o volume de pesquisa mensal que existe e qual é que é o volume de concorrência que existe para essa palavra-chave.

Isto dá-te uma ideia de onde é que te deves focar e criar conteúdo que responda às perguntas que as pessoas fazem mais vezes e, dessa maneira, apareceres com mais frequência no topo das pesquisas do YouTube.

Essa é a primeira coisa que tens de saber, a pesquisa de palavras-chave.

Fatores de Ranking SEO para YouTube

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Mas, agora, tens de perceber o que é que o YouTube quer que tu faças.

Tens que entender quais é que são os fatores de ranking que contribuem para que tu apareças mais acima nos resultados de pesquisa, mas também apareças mais vezes nos vídeos sugeridos, pois isso é o que vai fazer com que o teu canal cresça exponencialmente.

Ao início, deves focar-te puramente em responder às perguntas das pessoas, ou seja, na pesquisa de palavras-chave e focar-te em aparecer nos resultados de pesquisa do YouTube.

Depois, quando começas a ter mais tração e a perceber o que é que as pessoas gostam, o que é que o YouTube quer que tu mostres e cries mais, aí começas a preocupar-te com “como é que eu posso fazer com que o YouTube sugira mais os meus vídeos?”

Isto será mais à frente. Agora, no início, o que interessa é seres um parceiro de pesquisa, e apareceres em todas as pesquisas que as pessoas fazem no YouTube relacionadas com o teu nicho de mercado.

Quais são então os fatores de ranking mais importantes para o YouTube?

Existem 4, e são muito simples de lembrar:

1) Taxa de Clique

O primeiro é a taxa de clique, o CTR - ("Click Through Rate").

Imagina que o teu resultado aparece na quarta posição. As pessoas olham para o título do vídeo, olham para os primeiros 120 caracteres da descrição do teu vídeo e, depois, vão olhar também para a miniatura (a imagem de capa do teu vídeo). 

O que tens de fazer é otimizar cada um desses elementos para garantir que atrais a atenção das pessoas e que elas vão clicar no teu vídeo e não nos outros.

Tens de criar um título persuasivo, que seja emocional, que faça com que as pessoas se movam, que tomem a decisão de clicar no teu e não nos outros vídeos que aparecem nos resultados.

Tens de combinar um benefício forte – o que é que a pessoa vai ganhar ao clicar no teu vídeo - com um toque de curiosidade, para fazer com que ela tenha que saber mais.

Depois, nos primeiros 120 caracteres que aparecem da descrição do teu vídeo nos resultados de pesquisa, tens de reforçar mais porque é que as pessoas devem clicar no teu link.

Nessa primeira frase deves ser também persuasivo, deves fazer com que as pessoas se sintam mais emocionalmente envolvidas com o que tu tens para dizer – isto, no fundo, são técnicas de copywriting que se aprendem a treinar muito, a fazer muito, a experimentar muito.

A miniatura tem de ser atrativa, tem de ter um contraste diferente dos outros resultados que aparecem e tem de gerar também um pouco de curiosidade.

Como podes ver pela miniatura do vídeo acima, eu faço os possíveis para mostrar um grande benefício, um toque de curiosidade e fazer um contraste de cores para me destacar nos resultados de pesquisa.

2) Engajamento

O segundo fator de ranking é o engajamento, ou seja, a interação que as pessoas têm com os teus vídeos.

O YouTube olha para os “gostos” que os teus vídeos têm, as partilhas, olha para os comentários, e para quantas subscrições tens em cada um desses vídeos. 

Isso são tudo sinais positivos de interação que mostram que o teu conteúdo está a ser valioso. Essa é uma das maneiras para o YouTube avaliar a qualidade do teu vídeo.

Por outro lado, os “não gostos” dão o sinal oposto. Neste momento já me começam a aparecer um bocadinho mais, o que é bom sinal: é sinal de que já estou a mover uma massa crítica e a colocar as minhas posições extremadas que as pessoas ou gostam ou não gostam, o que é ótimo.

Clicar no botão de “não gosto”, no botão de retroceder ou noutros vídeos que não o do teu canal porque o teu vídeo não interessou são sinais negativos para os quais o YouTube está constantemente a monitorizar.

Uma dica para garantires que as pessoas interagem e veem o teu vídeo até ao final é fazer uma pergunta no início do teu vídeo e pedir interação. Dizer, por exemplo, "se quiseres saber mais sobre este tópico, por favor, diz “sim” nos comentários abaixo".

3) Tempo de Visualização

O terceiro fator de ranking importante no YouTube é o tempo de visualização.

O YouTube vai monitorizar isto muito de perto para evitar conteúdo spam, ou seja, o YouTube quer confirmar que as pessoas ficam muito tempo a ver o teu vídeo e não desistem logo nos primeiros 30 segundos.

É importante manteres as pessoas atentas ao teu vídeo até ao final e dando aqueles teasers do que vem a seguir, para garantir que as pessoas ficam o mais tempo possível no teu vídeo.

O YouTube olha para a duração média de visualização do teu vídeo e também vai ver qual é a percentagem de pessoas que terminaram o teu vídeo, assim como a percentagem de pessoas que ficaram até que ponto do teu vídeo.

Já sabes, deves fazer um teaser do que vais falar no final, e evitar aquelas introduções muito longas com coisas inúteis que não acrescentam qualquer valor.

Deves ir logo straight to the point, dizer o que é que a pessoa vai ganhar com o vídeo, fazer uns teasers, pedir interação, entregar muito valor e, depois, entregares no final o tal teaser que prometeste partilhar.

4) Duração da Sessão

O quarto fator de ranking do YouTube é a duração da sessão, ou seja, se as pessoas abandonam o YouTube depois de verem um vídeo teu.

Tiveres um link que faz com que as pessoas saiam do YouTube, isso pode prejudicar o teu alcance.

No início do teu canal não deves focar-te em tentar trazer logo as pessoas para o teu site ou para o teu lead magnet ou para os teus produtos: deves fazer o máximo possível para que as pessoas se mantenham no ambiente do YouTube porque é isso que o YouTube quer.

Quer que as pessoas vejam cada vez mais vídeos porque isso aumenta o potencial de elas verem mais anúncios (que é como o Youtube faz dinheiro).

Podes criar, por exemplo, as listas de reprodução. Estas são muito importantes pois fazem com que, quando o teu vídeo terminar, comece logo outro e as pessoas mantêm-se no teu canal, o que é ótimo para ti e para o YouTube.

Podes fazer ecrãs finais em que aparecem cartões com o próximo vídeo e a pessoa pode clicar para ver mais.

Podes também incluir muitos links na descrição para outros vídeos teus ou de outras pessoas para garantir que as pessoas se mantêm no YouTube, e continuam a interagir com os teus vídeos.

Estes são os quatro fatores mais importantes para teres em conta no YouTube.

Como Optimizar os Teus Vídeos no YouTube

Como optimizar videos do YouTube

Agora que já sabes quais são os fatores críticos, vais focar-te no que tens de fazer para otimizares o teu vídeo para garantir que o algoritmo do YouTube se apaixona por ti e pelos teus vídeos.

São cinco pontos fulcrais em que te deves focar:

1) O Título do Teu Vídeo

O primeiro é o título: tens de incluir a palavra-chave principal, aquela em que vais focar a tua atenção total, o mais perto possível do início do teu título. 

Deves ser persuasivo, a tua comunicação deve ser emocional, deve tocar num problema, num desejo específico das pessoas.

Deves focar-te também no FOMO ("Fear of Missing Out"), ou seja, o que é que a pessoa pode estar a perder se não vir o teu vídeo, pode estar a cometer algum erro, pode não saber um segredo - isso é muito potente e deves usar e experimentar em diversos vídeos e vais ver que vais obter resultados com isso.

Dar um toque de curiosidade também funciona muito bom. Tudo isto é copywriting, uma competência crucial para quem quer ter sucesso no seu negócio ou projeto online.

Tens de comprar livros de copywriting, ler muito e praticar muito, fazer muitos textos à mão, fazer muitos textos de vendas, criar muitos artigos de blog que façam com que as pessoas queiram ler o artigo todo.

É uma arte que se treina, não é nada muito por aí além, é só leres duas ou três técnicas e depois praticar muito.

2) A Descrição do Teu Vídeo

O segundo ponto para otimizares é a descrição do teu vídeo.

Tens um grande espaço, 5 mil caracteres disponíveis, quase um artigo de blog.

Aconselho-te a que tu escrevas o máximo possível, principalmente quando crias vídeos para aquelas palavras-chave com mais concorrência.

Deves criar um texto único que mostre o que é que a pessoa pode ganhar, e que contenha a palavra-chave principal nos primeiros 120 caracteres, que são aqueles que aparecem nos resultados de pesquisa do YouTube.

Também tens de incluir as palavras-chave alternativas, ou seja, aquelas que complementam a tua palavra-chave principal, que estão à volta do mesmo tópico, porque existem diferentes maneiras de as pessoas pesquisarem por um mesmo tópico.

Para as descobrires podes pesquisar no Google pela tua palavra-chave principal e ver quais são as sugestões de pesquisa que aparecem e quais é que são as palavras sugeridas

Adiciona todas porque, no fundo, vai dar uma ideia muito específica ao YouTube do que é que se trata o teu vídeo, e de que o teu vídeo é o mais completo de todos.

Não vale a pena incluíres todas as variações da mesma palavra, inclui apenas aquelas que são relevantes.

Adiciona também todos os links aos teus vídeos, escrevendo por exemplo: “para saberes mais sobre este tópico, clica aqui para veres mais um vídeo sobre isso”. Isto vai mantendo as pessoas interessadas em mais vídeos teus e dentro do ambiente do YouTube (que já sabes, é o mais importante).

3) Usa as Melhores Etiquetas para YouTube

O ponto número três para otimizares são as etiquetas (ou "tags" em Inglês). No fundo, as etiquetas são frases e palavras-chave que mostram qual é que é o tópico do teu vídeo.

Deves pôr todas as palavras-chave e temas e frases que sejam relevantes. Não vale a pena encheres de palavras-chave que não tenham muito que ver com o que tu estás a falar.

Deves também incluir essas etiquetas na descrição do teu vídeo. Obviamente que tem de ter lógica, tens de ter em atenção o humano que vai estar a ler, não deves incluir todas as variações com acentos e sem acentos. Apenas as que fizerem mais sentido porque isso tudo dá sinais de relevância ao YouTube.

Deves encontrar mais sugestões no Google, as sugestões de palavras-chave relacionadas, e incluí-las todas como etiquetas. Não vale a pena estares a fazer análise dos concorrentes, foca-te mais na relevância e no que é que o Google e o YouTube querem.

Aqui tens um limite de 500 caracteres, portanto, tens que ser o mais relevante possível. Não incluas etiquetas irrelevantes apenas porque têm muito volume de pesquisas.

4) Nomes dos Ficheiros do Vídeo e da Miniatura

O quarto ponto que tens de otimizar para o algoritmo do YouTube são os nomes dos ficheiros que tu vais fazer carregar no YouTube. 

Vais carregar o ficheiro do vídeo em si, assim como o ficheiro da miniatura. E aqui é importante incluir sempre a palavra-chave no nome de cada um desses ficheiros e não deixar aquelas numerações genéricas que aparecem sempre que gravas um vídeo.

Deves usar um nome como, por exemplo, “como-fazer-SEO-para-Yutube.png”, no caso do ficheiro da miniatura.

Deves garantir que a palavra-chave está incluída em todo o lado. Trata-se de um jogo de relevância, sendo que vais dando sinais ao algoritmo do YouTube que o teu vídeo é o mais relevante e completo, o que te vai ajudar a destacares-te nos resultados de pesquisa.

5) Miniaturas

O quinto ponto para otimizares são as miniaturas (ou os thumbnails, em inglês), que é o elemento mais importante para captares a atenção das pessoas. É aquele que aparece destacadamente por ser visual.

O que tu podes fazer é pesquisar a palavra-chave do teu tópico no YouTube e veres quais são os primeiros resultados que aparecem.

Repara no que é que os concorrentes estão a fazer naquelas miniaturas, que vídeos é que estão a aparecer nos primeiros resultados, o que é que está a atrair mais cliques, se estão a aparecer pessoas, se estão a aparecer pessoas a olhar para a câmara ou a apontar para o título, se aparecem imagens por trás, ou se aparece apenas texto.

Portanto, vê qual é que é o padrão e replica isso, tornando a tua miniatura mais única, refletindo a tua personalidade, e tentando criar um texto mais emocional, um texto que desperte mais curiosidade.

Tens de moldar o que está já a resultar e tornar o teu vídeo ainda melhor, mais criativo.

Tudo demora o seu tempo, pelo que precisas de criar dezenas, ou mesmo centenas de vídeos para ires descobrindo o que realmente funciona com a tua audiência.

Como Ser Recomendado pelo YouTube

É importante não te esqueceres que a tua audiência é o algoritmo do YouTube, mas também são as pessoas que vão ver os teus vídeos.São estas duas audiências que tu tens de tomar sempre em conta.


Não deves apenas olhar para o algoritmo do YouTube porque se as pessoas entrarem no teu vídeo e não virem qualidade, não encontrarem as respostas às suas perguntas, ou se a descrição estiver só carregada de palavras-chave muito aleatórias, não vai funcionar.


Tens de ter em consideração o lado humano porque as pessoas vão olhar para tudo isso e vão querer saber mais informação, vão querer clicar em outros vídeos. 


Tem sempre em atenção que deves criar vídeos com muita qualidade, que respondam às perguntas das pessoas, que mostrem o teu ponto de vista único. Não cries coisas muito aleatórias ou vídeos de spam ou com demasiados pitches de vendas.

Foca-te em criar conteúdo de qualidade, que é isso vai garantir que, independentemente das alterações de algoritmo do YouTube, tu vais ganhar pois estás sempre a focar-te no teu utilizador

E, como já leste neste artigo, o Youtube quer saber sempre muito do seu utilizador e da experiência que tem.

Também já sabes, o copywriting é a competência que te vai ajudar a crescer mais rápido porque as pessoas vão olhar para os teus títulos, para as tuas miniaturas, para as tuas descrições e vão-se sentir persuadidas a clicar no teu link e não nos outros.

Diria até que o copywriting é a competência crucial que vai fazer a diferença e fazer com que o teu canal cresça mais rapidamente.

Vamos lá criar?

Se tiveres alguma pergunta extra, diz-me nos comentários abaixo.

Um abraço,

Tiago "YouTuber" Faria

Como ganhar dinheiro na internet

Mapa para Ganhar Dinheiro na Internet: O Caminho que Ninguém te Conta

Neste artigo vou mostrar-te qual é o caminho para conseguires, finalmente, ganhar dinheiro na internet em Portugal.

O caminho é bastante simples, mas o que é facto é que a maior parte das pessoas se perde e se desvia, e começa a olhar para outros "objetos brilhantes" de ofertas de dinheiro rápido.

Coisas fantasiosas que, no fundo, atraem várias pessoas, mas não as deixam alcançar o seu potencial porque não seguem uma estratégia única durante longos períodos de tempo.

Como resultado, não dão a possibilidade a si próprios de fazerem dinheiro na internet.

Na verdade, as pessoas que têm muito sucesso na internet seguem esta estratégia que te vou revelar hoje: criar audiência, criar relação e, só depois, monetizar.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, clica no link abaixo:

A Importância de Escolher um Nicho Específico

Imagina um conjunto de pessoas que representam o teu público-alvo geral.

Por exemplo, se estiveres na área de dietas e perder peso, esse é o conjunto de pessoas que querem perder peso, tendo como grande objetivo estarem mais saudáveis, ou gostarem de se olhar para si próprias no espelho.

Mas tu, na verdade, não queres entrar num mercado assim tão genérico porque existe imensa concorrência, não vais conseguir criar rapport com essas pessoas e vai ser difícil distinguires-te no mercado.

O que tu tens de fazer é encontrar o teu nicho específico de mercado e dedicares-te a fundo a esse nicho.

É muito importante definires um nicho de mercado de pessoas com as quais te identificas, que consigas realmente ajudá-las, e que tenhas uma história em comum para que essas pessoas se identifiquem contigo.

Por outro lado, esse nicho tem de ser um conjunto de pessoas que estejam habituadas a comprar muito.

Conhece a Tua Audiência Melhor do que Ninguém

Tens, então, de encontrar um conjunto de pessoas que consegues ajudar e, depois de as encontrares, tens de as conhecer a fundo.

Cria o teu avatar, descreve a pessoa que representa o teu nicho de mercado, percebe o que é que ela faz na internet, o que é que ela pensa e quais são os seus grandes problemas e objetivos.

Este passo é mesmo crucial: conhecer a tua audiência melhor do que ninguém!

Como Ganhar Dinheiro na Internet de Verdade

O mapa para fazer dinheiro online

Identificado o grupo de pessoas que queres ajudar e o seu grande objetivo, o teu propósito como alguém que vende na internet (serviços, cursos ou produtos) é levar essas pessoas até ao seu grande objetivo.

Não é nada mais do que isso, o caminho é bastante simples.

Mas, até lá, tens de passar por vários processos porque as pessoas não te conhecem de lado algum ainda, não confiam em ti, não gostam ainda de ti, não percebem qual é a grande diferença que tu tens em relação a todas as outras soluções no mercado.

A vasta maioria das pessoas não vai comprar produtos ou serviços teus na primeira interação que têm contigo. 

Por isso, se tu seguires esse caminho de tentar vender a toda a hora, a vasta maioria não vai comprar na primeira interação que tem contigo.

Na verdade, mais de 95% não o vai fazer, e a maior parte dos empreendedores que começam estes projetos online estão focados nessa pequena percentagem de pessoas que iria comprar na primeira interação...

Descurando as 95% de pessoas que potencialmente vão comprar, mas que precisam primeiro de conhecer-te melhor, de interagir contigo, e perceber o teu ponto de vista único.

1. Criar uma Audiência

A primeira coisa que tens de fazer é ver onde é que essas pessoas estão na internet. Já sabes que é um conjunto de pessoas que têm um problema comum.

Elas estão em cinco ou seis apps no seu telemóvel e tu tens de ir ao seu encontro e ajudá-las, no fundo, a estarem um pouco mais perto do seu grande objetivo.

O teu primeiro passo será, então, criar uma audiência, fazer com que as pessoas te conheçam primeiro.

As pessoas estão em apps como o Facebook, o Instagram e outras redes sociais, que também são as ferramentas que a maior parte das pessoas usa. Mas estas redes sociais têm um pouco menos de valor associado.

As pessoas não dão tanto valor à informação que vem nas redes sociais porque estão lá passivamente a ver fotos de amigos e familiares, e a discutir problemas com desconhecidos.

Portanto, elas não estão nas redes à procura de algo específico e, como tal, vão associar menos valor àquilo que virem lá presente.

Foca-te nos Motores de Busca!

O teu grande foco deve estar em criar ativos em motores de busca, porque esses são os ativos aos quais as pessoas associam mais valor: procuram uma solução específica ou que estão a sentir algum problema e querem ver o que é que se está a passar, ou que estão à procura de um produto específico.

Portanto, quero que a tua estratégia principal esteja no teu blog, no teu canal de YouTube, e/ou Podcast, que também é um meio de consumo de conteúdo ao qual as pessoas associam muito valor.

Nestes três ativos as pessoas estão a procurar soluções para os seus problemas, associam muito mais valor àquilo que tu partilhas e será muito mais fácil levá-las ao seu grande objetivo.

Obviamente, precisas de usar também as redes sociais porque as pessoas estão nessas aplicações, mas apenas para amplificares o sinal do teu conteúdo-base que está presente nos motores de busca

Sempre que criares novos ativos no teu blog, no Youtube ou no podcast, deves sempre partilhar nas redes sociais porque as pessoas estão lá e é bom ires amplificando o teu sinal, captando a atenção de mais pessoas.

No entanto, é importante que te foques apenas numa ferramenta de cada vez, especialmente no blog, que é aquela que te trará maior retorno.

Se Ajudares as Pessoas a Chegarem aos Seus Objetivos, Estas Ajudar-te-ão a Chegares aos Teus

O Google tem 3.5 biliões de pesquisas por dia.

As pessoas estão à procura de soluções para os seus problemas e se tu não apareceres lá, não vais ser encontrado por essas pessoas e elas vão escolher outras alternativas.

O grande potencial não está nas redes sociais: o grande potencial está onde as pessoas estão proativamente à procura de soluções para os seus problemas. 

Ao resolveres parte dos problemas das pessoas, ao ajudá-las a sair do ponto onde elas estão para o seu grande objetivo, estás a criar uma audiência de pessoas que já te conhecem. Esse é o grande ponto: quanto mais pessoas te conhecerem, mais pessoas consegues movimentar.

O teu esforço deve estar na criação de conteúdo de valor que responde às perguntas que as pessoas fazem todos os dias na internet (principalmente no Google e YouTube).

Tens de fazer pesquisa e análise de palavras-chave, perceber quais são os verdadeiros problemas desse grupo de pessoas, e qual é a intenção de pesquisa.

Será que estão à procura de uma solução para o seu problema? Estão conscientes do seu problema, mas não sabem o que fazer? Estão conscientes de um produto?

Portanto, tens de estar presente em todas essas pesquisas, ajudar as pessoas a estarem um bocadinho mais perto do seu grande objetivo.

No entanto, não basta apenas criares uma audiência...

2. Criar uma Relação com Essa Audiência

As pessoas vão conhecer-te, subscrever o teu canal, ler o teu blog, mas não é tão fácil estares a trazer constantemente as pessoas para a tua esfera de influência.

O teu objetivo deve ser criar uma relação com elas porque sabes que a maior parte das vezes as pessoas só vão comprar após 90 dias de interação contigo. Elas precisam de te conhecer bem e tu precisas de criar uma relação com elas para elas começarem cada vez mais a confiar em ti.

Portanto, o que tu tens de fazer neste ponto intermédio é criar uma relação com as pessoas que já te começaram a conhecer.

Tirá-las de onde elas "gravitam" na internet e trazê-las para o teu ativo próprio, que é a tua lista de e-mails.

Vais criar um formulário para as pessoas colocarem o seu nome e o seu e-mail e depois submeterem para receberem um lead magnet, que é uma oferta gratuita tua que vai ajudá-las ainda mais a estarem mais próximas do seu objetivo.

Pode ser um vídeo, um PDF, um e-book, checklist, são muitas as coisas que podes oferecer em troca do e-mail das pessoas.

A tua lista vai permitir-te continuar a relação enviando e-mails regularmente.

Email Marketing Feito da Maneira Correta (E Rentável)

Neste momento, estou a enviar dois emails por semana, é o mínimo, na minha opinião. Mas, numa fase em que eu criei um desafio de 90 dias, eu enviava e-mails diários e as pessoas não cancelaram a subscrição porque eu estava sempre a acrescentar valor.

Estava a movê-las para mais próximo do seu grande objetivo, estava a desconstruir mitos, ideias pré-concebidas, a apontar mentiras que existem no mercado, a defender a minha audiência, a contar histórias para criar uma relação mais forte.

Estava no fundo a desconstruir todas aquelas potenciais objeções que as pessoas têm em relação ao seu objetivo, objeções internas (ex: competências, capacidade, etc), objeções em relação ao produto, ou objeções externas (ex: tempo, dinheiro, etc).

O teu grande objetivo é criar relação com as pessoas, tocar mais a fundo no problema para as pessoas perceberem de um outro prisma que elas têm de tomar uma ação para chegarem ao seu grande objetivo.

Tens de desconstruir todas essas ideias, criar uma relação forte para que as pessoas comecem a gostar de ti, comecem a olhar para ti como um guia, como um verdadeiro conselheiro de confiança que apenas quer o bem delas.

Como as pessoas já estão na tua esfera de influência, elas vão apenas olhar para ti, não vão olhar para mais ninguém, e ficas posicionado como a única solução viável para os seus problemas.

Este é o teu grande plano: tirá-las da internet e trazê-las o mais rapidamente possível para a tua esfera de influência, onde vais criar esta relação forte e vais acrescentar muito valor.

Neste vídeo mostro-te como fazer email marketing da maneira correta:

3. Rentabilizar a Audiência

Depois de teres uma relação criada, vais continuar a enviar e-mails e a acrescentar valor, e vais fazendo ofertas que ajudam as pessoas alcançarem o seu grande objetivo.

A única maneira de o alcançarem é através da compra dos teus produtos ou serviços.

É desta maneira que vais rentabilizar a tua lista porque, nesta altura, as pessoas já gostam de ti, já têm uma relação contigo e, como tal, já confiam em tudo aquilo que tu vais recomendar.

Se começares o teu negócio a tentar logo rentabilizar sem teres uma audiência, onde as pessoas ainda não confiam em ti, vai ser difícil venderes o que quer que seja.

Adicionalmente, ainda não as conheces tão bem, nunca criaste uma relação, nunca interagiste com a tua audiência e não vais saber que produto é que vai funcionar nem se as pessoas vão querer esse produto. 

Estás, no fundo, a tentar adivinhar e esse não é um caminho viável. É crucial primeiro conhecer as pessoas a fundo, criar uma relação, interagir muito com elas.

Depois, criar um produto é só perguntar “o que é que vocês querem? O que é que vos falta para alcançarem o vosso objetivo?” 

E, então, crias esse produto que será mais fácil de vender porque as pessoas já confiam em ti e tu criaste um produto que responde exatamente àquilo que elas precisam, àquilo que lhes falta ainda para chegarem ao seu grande objetivo.

Quanto Dinheiro Queres Fazer? Quantas Pessoas Queres Ajudar?

A quantidade de dinheiro que tu fizeres online é diretamente proporcional à quantidade de pessoas que tu moves para atingirem o seu objetivo. É simples. O teu mapa de fazer dinheiro online está dependente dessa variável.

O Zig Ziglar diz: “tu consegues ter tudo o que quiseres na tua vida se apenas ajudares um número suficiente de pessoas a atingirem aquilo que querem na sua vida”.

Portanto, quanto mais pessoas ajudares a atingirem os seus objetivos, mais tu vais rentabilizar o teu negócio.

Da mesma forma, o tamanho do problema que resolves também está ligado à quantidade de dinheiro que tu fazes online.

Se o teu produto for apenas um e-book de 10€ que resolva um pequeno problema, vais precisar de trazer muitas pessoas até ao seu grande objetivo para rentabilizares o teu negócio.

Se resolveres um problema maior, por exemplo, como poupar 5 mil euros no crédito habitação, esta resolução de problema vai ser mais valiosa para as pessoas e, como tal, podes vender um produto mais caro e vais precisar de menos pessoas.

Recapitulando o Mapa

Este é o grande segredo: a melhor maneira de fazer dinheiro é através da criação de conteúdo em escala, e fazer com que as pessoas te conheçam, gostem e confiem em ti até comprarem os teus produtos.

Obviamente que isto demora tempo. Demora tempo criar estes ativos que te vão criar uma audiência, criar um sistema de captura de leads, ser proficiente na arte de enviar e-mails e utilizar linguagem persuasiva para fazer ofertas.

É possível acelerar este processo através dos anúncios online - Facebook ads, Google ads etc. - só que é mais difícil porque:

  • precisas de ter conhecimentos muito fortes de copywriting;
  • é mais difícil fazer com que as pessoas confiem em ti para comprarem logo um produto;
  • é muito difícil fazer com que as pessoas "saquem" do seu cartão de crédito e comprem um produto com o dinheiro que tanto lhes custou a ganhar durante o mês, quando ainda não te conhecem


Se tiveres mais dinheiro que tempo disponível, podes ir pelo caminho dos anúncios online.

Vai demorar menos tempo, mas também vai custar-te mais: vais ter de ter bastante dinheiro para investir, para testar muito, para errar muito até conseguires descobrir qual é que é o anúncio e a oferta que combina com a tua audiência... mas é possível chegar a esse nível! (Vê este artigo sobre a estratégia dos €5 de Facebook ads).

Espero que este artigo tenha sido claro, que te tenha ajudado de alguma maneira a perceber qual é que é, verdadeiramente, o segredo para fazer dinheiro online.

Não é complicado, é muito simples, na verdade. É criar um sistema que faça com que as pessoas te conheçam, gostem e confiem em ti para depois, então, criares produtos que as vão ajudar a resolver o seu grande problema.

Não vás atrás daqueles esquemas de dinheiro rápido. Cria uma audiência de pessoas que tu vais ajudar, conhece muito bem o teu nicho de mercado e depois cria este sistema que as vai ajudar a chegar ao seu grande objetivo.

Se demorar um ano, tudo bem. Se demorar três anos, qual é o problema?

Quando chegares lá, daqui a três anos, não vais pensar no quão difícil foi lá chegares...

Vais estar onde tu queres, vais estar feliz e vais só olhar para a frente!

Um abraço,

Tiago "olha sempre em frente" Faria

Como Escolher um Nicho de Mercado Lucrativo

5 Passos para Escolher um Nicho De Mercado Lucrativo e Recheado de Compradores Compulsivos

Neste artigo vou partilhar contigo 5 passos para escolheres um nicho de mercado em Portugal que está recheado de compradores, e que está 100% alinhado contigo.

Tenho interagido com várias pessoas no meu grupo de Facebook que estão bloqueadas nesta fase de análise de “o que é que eu hei de escolher?”, “por onde é que devo começar?”

Ou, então, já começaram o seu próprio projeto ou  negócio online, mas ainda não definiram claramente o seu nicho de mercado e, como tal, estão com dificuldades em:

  1. 1
    Criar ofertas específicas;
  2. 2
    Criar conteúdo específico;
  3. 3
    Criar uma ligação forte e um rapport forte com o grupo de pessoas que querem ajudar.

Eu próprio também passei por isto.

É super comum quando começamos nestas andanças do online. As alternativas são milhares e é muito fácil ficares perdido nesta fase de análise.

Muitas vezes, até tens medo de escolher um mercado porque pensas que é uma solução permanente e vais ter de ficar sempre agarrado a isto.

Por exemplo, quando eu comecei, queria agradar a toda a gente e o meu objetivo era ajudar pequenas e médias empresas. 

Depois, passei para negócios locais, mas sem estar claramente definido. Agora, finalmente, estou a encontrar o meu nicho de mercado e estou a ter uma ligação mais forte com a minha audiência, estou a encontrar as melhores soluções para te ajudar a estares mais perto dos teus objetivos.

No fundo, estou a ajudar empreendedores e pessoas que têm o seu próprio negócio online ou que criaram o seu próprio projeto, ou que estão em fase de tentar criar o seu projeto enquanto têm um trabalho full-time. É neste tipo de pessoas que me estou a focar e a ajudar mais neste momento.

Antes de avançarmos, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo:

Os Mitos Relacionados com Nichos de Mercado

A primeira coisa que eu quero que percebas é que não é preciso teres medo algum, isto não é uma decisão permanente. Podes sempre mudar de nicho, é uma coisa muito fácil de fazer se seguires os passos que eu vou partilhar.

É possível ir moldando e ajustando o teu nicho de mercado, mas o que interessa é encontrar uma audiência específica e começar (este é que é, na verdade, o grande segredo).

Outra coisa que eu te quero transmitir é que há uma mentira muito grande que se diz por aí que é: “segue a tua paixão que depois o dinheiro virá”.

Isto não é verdade, precisas de quatro coisas específicas para que isto funcione:

  • Tens de ter um gosto específico pela área, ou pelo menos uma grande curiosidade;
  • Tens de ter conhecimento dessa área e experiência;
  • Tem de haver um grupo de pessoas que esteja disposto a comprar para resolverem os seus problemas específicos sobre os quais tu vais criar conteúdo;
  • Tens de ter algo de valor para partilhar.

Se não houver uma conjugação destes fatores, vais ter dificuldade em encontrar um nicho rentável para ti e que te sustente durante muitos e longos anos.

Os 5 Passos Para Escolheres um Nicho de Mercado Rentável e Alinhado Contigo

Vamos, então, avançar para os 5 passos para decidires qual é que será o teu nicho de mercado – não é permanente, mas o nicho de mercado que tu vais tentar atacar - e decidires por onde começar.

Passo 1: Brainstorming

O primeiro passo é começares por criar uma lista e fazeres um brainstorming extensivo.

Sem te limitares, nem julgares qualquer que seja a tua resposta. O que interessa é pôr tudo cá para fora!

A primeira coisa que tens de refletir é sobre os desafios já ultrapassaste. Que problemas é que já resolveste na tua vida? Por exemplo, podes ter perdido 20 kg numa fase da tua vida. Algo que já tenhas ultrapassado e que saibas qual é a solução para resolver esse problema.

Depois, olha para a tua experiência de trabalho. Muita gente tem dez, quinze anos de experiência de trabalho e depois deita fora porque pensa que já não quer seguir aquilo e quer seguir um outro rumo qualquer na vida por conta própria. No entanto isso, na minha opinião, é um desperdício. 

Devemos aproveitar todos esses anos de experiência de trabalho para depois criar uma solução para quem está a trabalhar nessa área, ou criar uma solução que seja semelhante a essas competências que tu ganhaste, mas implementar noutra área.

Outra aspeto importante é pensar em todos os teus hobbies, no que gostas de fazer no teu tempo livre, nas tuas aptidões e gostos específicos que gostavas de ensinar a outras pessoas. Pensa nos tópicos que te fascinam, nos tópicos sobre os quais já leste 5 livros nos últimos meses ou nos últimos anos, naquilo que realmente tem despertado a tua atenção.

Pensa também nas competências que os teus amigos ou as pessoas que estão próximas de ti têm. Tu podes, por exemplo, não ter uma aptidão ou um gosto muito específico, mas imagina que tens um amigo que tem muito conhecimento de uma área, que já trabalhou muito nessa área e tem muito para partilhar. 

Essa pessoa pode ser, por exemplo, o produtor de conteúdo - marketing de conteúdo e conteúdo para o produto - se for um produto de informação digital, ou criar um produto físico. Podes fazer uma parceria com essa pessoa, 50/50, a pessoa recebe 50%, tu recebes outros 50%, e tu tratas de tudo relacionado com o marketing e a promoção.

Não tens de ser tu a fazer tudo, mas há sempre hipótese de começares a criar um negócio de diversas maneiras.

Este é o primeiro ponto, deitar tudo cá para fora, sem limites, sem julgar nada.

Passo 2: Especificidade

O passo número 2 é começar a ser mais específico, é a diferença entre um mercado grande e um nicho de mercado - e é aqui que tu queres começar a chegar.

Por exemplo, se no teu brainstorming incluíres “relações”, começa a pensar mais a fundo. Em vez de relações, pensa, por exemplo, em “casamentos”. Já é mais específico. 

Mas, se calhar, podes ir um passo mais além: escreve também algo como “evitar divórcios”, que já é uma área muito mais específica. Há muita gente que passa por este tipo de problema e que, muito provavelmente, estará disposta a pagar para obter uma solução.

Outro exemplo: ganhar dinheiro através do imobiliário. Talvez seja mais específico colocar um tópico como “investir em apartamentos”, se for uma coisa em que já tiveste experiência ou se tiveres gosto ou uma aptidão específica para isso.

Podes ainda pesquisar no Google pela palavra-chave geral do tópico em questão e ver as sugestões de pesquisa que aparecem. Se fores até ao fundo da página de resultados de pesquisa do Google, também vais encontrar pesquisas relacionadas. Copia e cola tudo o que te faça sentido e que seja relevante nas tuas notas.

Também podes pensar como é te podes especializar mais ainda. Pode ser através de um interesse teu, pode ser demografia (por exemplo: “eu ajudo mulheres com mais de 40 anos que querem perder peso”) ou pode ser uma indústria (ex: “faço Facebook Ads para dentistas”), ires-te especializando e, desta forma, arranjando um nicho de mercado mais específico.

Depois, não te preocupes com a concorrência. Ter concorrência até é uma coisa boa, significa que é um mercado onde há dinheiro e existem pessoas a comprar. Não olhes para a concorrência como “já existem muitos negócios neste nicho, se calhar, é melhor não ir por aí”.

Pelo contrário, é bom sinal haver concorrência e essa mesma concorrência até pode ser um potencial parceiro no futuro, por isso, não olhes com esse tipo de receios, não tens nada a perder.

Passo 3: Descoberta

O passo número 3 é partires à descoberta. Já tens uma lista muito grande do teu estudo, análise e brainstorming, agora está na altura de analisar o potencial de cada uma.

Uma excelente ideia é usar o Google Trends e começar a pôr em cada um dos tópicos que tu descobriste para ver qual é que tem sido o crescimento de interesse ao longo dos anos em termos de pesquisas no Google.

Também podes usar as Estatísticas do Público do Facebook para perceber que tipo de interesses existem já nesta rede social, e que tipo de interesse podes usar em anúncios. Podes pesquisar por blogs famosos, personalidades, ou marcas famosas.

Vais vendo o que é que no teu mercado faz sentido e que páginas têm um vasto número de pessoas a seguirem, e que poderás usar como no futuro como público-alvo dos teus anúncios.

Outra coisa que podes fazer e que é importante é ver dentro do Facebook que grupos é que existem sobre o teu nicho de mercado. O objetivo é ver se existem já grupos com milhares de pessoas, com muitas publicações diárias, ou se não existem de todo.

Podes ir vendo dessa maneira qual é o tipo de interesse que existe no tópico e descobrir se as pessoas estão muito engajadas e emocionalmente envolvidas com esse tópico ou não.

E, finalmente, podes também usar a Biblioteca de Anúncios do Facebook para veres se já existem anúncios dos teus concorrentes ou não. Se não existirem, quer dizer que ou é um mercado que não tem muitos compradores e, como tal, não te interessa.

Aqueles que tiverem anúncios, podes ver se eles já estão a correr há 2 meses ou mais. Se estiverem a correr anúncios há muito tempo, significa que esses anúncios estão a funcionar e que existem pessoas que estão nesse mercado a comprar: é exatamente esse o sinal que queres encontrar.

Passo 4: Pontuação

No passo número 4 vais dar uma pontuação específica a tudo o que analisaste nos passos anteriores.

 Vais dar 2 pontos se a resposta for “sim”, vais dar 1 ponto se a resposta for “talvez” e 0 pontos se a resposta for “não”. No final somas tudo e vês qual dos temas teve maior pontuação.

Eis as perguntas que deves responder:

  • Será que existe uma audiência para isto?
  • Será que existem grupos no Facebook com milhares de pessoas?
  • O Google Trends está a dizer-me que a audiência está a crescer ou não? Se as pessoas estão a pesquisar ativamente ou não?
  • Será que existem muitas páginas que eu posso fazer targeting no Facebook?
  • Será que os meus concorrentes estão a fazer anúncios ou não?
  • Será que eu tenho valor para partilhar?
  • Tenho experiência nesta área?
  • Tenho uma história de origem para partilhar que crie uma ligação emocional com as pessoas?
  • Será que sinto empatia com o meu público-alvo?
  • Será que me vejo a criar conteúdo durante 5 anos ou mais?

Portanto, é responder a todas a estas perguntas com base na análise que fizeste e, depois de somares a pontuação de cada ideia, vais chegar a uma conclusão.

Passo 5: Tomar Ação Imediata

Depois, o que tens de fazer é escolher, não vais mais ficar parado nesta paralisia da análise, vais começar a tomar a ação e testar o mercado. É muito importante começares a testar imediatamente e não ficares a pensar e a fazer perguntas em grupos de Facebook e a adiar constantemente a tua tomada de ação.

O que eu recomendo é, depois de teres escolhido o teu nicho de mercado, que cries uma peça de conteúdo. Pode ser um artigo de blog com 2500 palavras, podes criar um vídeo muito longo onde fales sobre o problema e sobre as soluções que tu criaste e sobre a tua história de origem. 

Ou, então, podes pedir a alguém para te entrevistar e fazer perguntas sobre a tua história de origem, como é que ultrapassaste os teus problemas, que erros é que cometeste para as pessoas não cometerem e, depois, como é que encontraste a solução. Desta maneira, crias uma entrevista que podes usar depois para o lead magnet.

Um lead magnet é um produto gratuito que vais oferecer em troca do contacto de e-mail da pessoa que está interessada no que tens para oferecer.

Desta forma, podes começar a aumentar a tua lista de e-mails rapidamente com o simples lead magnet que criaste, e veres se existe interesse ou não.

Se quiseres, podes mesmo investir 5 euros por dia ou menos em Facebook Ads. Pões esse lead magnet a correr e vês rapidamente se existe interesse. Vais aumentar a tua lista de e-mails e, ao mesmo tempo, vais começando a criar conteúdo específico sobre o tópico, quer seja de texto, vídeo ou áudio. 

Cria o teu canal de YouTube, cria o teu blog, cria um podcast específico, começa já a aumentar uma audiência e, ao mesmo tempo, vais começando já a pensar que infoproduto podes oferecer às pessoas que estão mais motivadas para resolverem o seu grande problema? 

Como tal, vais já começar a testar uma oferta, um produto específico para a tua audiência, e é desta maneira que vais provar rapidamente que escolheste um nicho de mercado que é rentável, que tu tens gosto, que te vês a criar muito conteúdo, e que tens experiência e competências nesta área.

E é assim que se escolhe um nicho de mercado recheado de pessoas que estão dispostas a comprar aquilo que tu vais oferecer.

Não te esqueças que não estás aqui para empurrar produtos para as pessoas. O grande foco do marketing digital tem de ser sempre “como é que eu posso servir este conjunto de pessoas da melhor maneira? Como é que eu posso ajudá-las a resolver os seus problemas?” e demonstrar que as consegues ajudar por antecipação, antes de pedires dinheiro em troca.

Só assim conseguirás crescer uma audiência de pessoas que gostam, confiam e já te conhecem bem e, como tal, depois vender vai ser muito supérfluo.

Um abraço,

Tiago "dispara, prepara, aponta" Faria

Melhores livros de desenvolvimento pessoal e negócio

Melhores Livros de Desenvolvimento Pessoal e Negócio: O Voto de 36 Experts Portugueses

Ler livros de desenvolvimento pessoal e negócio é uma maneira incrível de "entrarmos" na mente de algumas das pessoas mais incríveis do mundo.

No entanto, com 130 milhões de livros publicados durante a história moderna (segundo uma estimativa da Google), torna-se difícil saber por onde começar.

Foi exatamente por isso fiz a seguinte pergunta a 36 empreendedores e experts portugueses:

"Se tivesses que oferecer um livro sobre desenvolvimento pessoal ou negócio, qual oferecias e porquê?"

Melhores livros de desenvolvimento pessoal e negócio

Durante O Podcast do Tiago Faria fui descortinando os hábitos e melhores práticas que fazem a diferença na vida de empreendedores e especialistas em Portugal...

E os livros escolhidos são parte fulcral nessa criação de novos hábitos.

Descobre neste artigo quais são os temas que mais influenciaram estes 36 experts, e "enche" o teu cérebro de "bombas de conhecimento!

Os Livros que os Experts Escolheram

Abaixo podes ler exatamente o que cada expert disse quando lhe fiz a pergunta sobre o livro (geralmente no final da entrevista). A maior parte explicou a sua escolha, alguns com detalhes fascinantes, e partilhou também insights poderosíssimos sobre cada livro. 

As respostas foram organizadas por ordem alfabética do nome de cada expert, e deixei um link para o livro (Amazon ou Wook) para que possas saber mais sobre o livro e, quiçá comprá-lo (links de afiliado, ou seja, se comprares eu recebo uma comissão sem qualquer custo adicional para ti).

Spoiler alert: 3 livros foram escolhidos por 2 experts diferentes cada: 

Espero que gostes!

Alexandre Monteiro

O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry. O Principezinho foi, para mim, o melhor livro que eu já li e ensina, em formato história, como é que tu deves influenciar pessoas.

Por exemplo, “cuida da tua rosa” - cuida dos teus clientes. Eu até me admiro como é que ainda não há O Principezinho – não sei se há ou não – ligado aos empreendedores.


O “cuida da tua rosa”, “o essencial é invisível aos olhos”, a questão do cuidar do outro, até o tipo de perfis de comportamentos estão neste livro, desde o rei, desde a raposa... Se nós compreendermos a história de uma forma “à empreendedor”, vamos compreender que quem controla todo este comportamento é muito mais fácil para negociar.

Eu adoro O Principezinho porque é simples, e nós aprendemos com histórias simples.

Behaviour Profiler

Ana Martins

Há um livro que me marcou em termos de viragem. Se calhar, se eu o relesse agora não me faria tanto sentido, mas marcou-me nesta passagem para o digital, que é Os 8 Ps do Marketing Digital, de Conrado Adolpho.

Quando fiz a pós-graduação achei tudo muito técnico, e este foi o livro que eu encontrei que de repente fala em estratégia, ou seja, não está a falar do que é que tu precisas fazer para vencer o algoritmo do Instagram, o que é que tu precisas de saber para vencer o algoritmo do Facebook ou de como fazer anúncios para o Facebook. Nada disso. É um livro que nos vem dizer que, atualmente, com o digital há 8 Ps, e ele desdobra esses 8 Ps no desenvolvimento de uma estratégia, ou seja, temos de ter estes Ps em consideração para realmente ter sucesso no marketing digital.

Em termos de desenvolvimento estratégico, na altura em que o li, há uns seis anos, achei que era um livro formidável.

Branding Rockstar

Ana Milhazes

Eu tenho uma regra: só compro livros em papel que vou reler muitas vezes e um dos livros que me ajudou imenso foi o Às 9 no Meu Livro, da Sofia Castro Fernandes.


Na verdade, qualquer um dos livros dela é espetacular. Eu tenho os três e são livros que eu estou sempre a ler e a reler porque são livros que, dependendo da fase da tua vida em que tu os lês, trazem sempre imensa inspiração e quando uma pessoa está sempre em baixo, consegue encontrar algum conforto nos livros.


Nas fases em que eu estive pior, foi mesmo dos livros mais importantes para mim. Quando estou bem, também é ótimo ler porque fico muito feliz quando o leio, e cada vez que os leio vou buscar uma coisa nova.

Branding Rockstar

Tenho vários, mas já que estás a falar para empreendedores, de desenvolvimento pessoal e de estratégia de vida, e eu sou fascinada por esse tipo de temas: A Arte da Guerra, do Sun Tzu. 


É um livro que eu considero muito interessante porque é estratégia mental que tu deves também ter e colocar na tua vida, naquilo que tu fazes, nas opções que fazes, porque tudo na vida é uma escolha.

Apresentadora TV / Empresária / Digital Content Creator /Activist

Ana Santos

Eu vou falar de um de UX, apesar de haver vários que não são de UX e que eu recomendaria.


Vou falar de um de UX porque acho que é muito bom para qualquer pessoa que tenha um negócio e que não seja técnico, nem saiba nada de UX.


Foi um dos primeiros livros que li, mesmo antes de focar-me em UX. Na altura, demos a um dos nossos managers e ele também não percebia nada de UX.  É um livro que qualquer pessoa consegue ler. Chama-se Don’t Make Me Think, do Steve Krug. 


Aconselho porque é muito fácil de ler, é super divertido.

UX Educator & Learning Experience Designer

Anabela Chastre

Um livro que eu escrevi – Liderança, Para Onde Vamos a Partir Daqui? Não é por nada, mas eu considero um dos melhores livros de Liderança em Portugal.


Foi um livro que eu escrevi com o Pedro Ramos e foi uma viagem que eu e o Pedro fizemos no sentido de convocar vários CEOs, vários líderes de organizações em Portugal, e perguntarmos qual é o futuro da liderança. Simulámos uma viagem: onde é que nós estamos agora, em que aeroporto é que nós estamos, e que competências é que nós temos agora. Dentro da viagem, do que é que nós nos temos de libertar e
aquilo que depois temos de encontrar.

Nós entrevistámos o António Saraiva, presidente da CIP, Fernando Pinto que, na altura, era presidente da TAP, Nelson Pires, da Jaba Recordati, Rui Miguel Nabeiro, Rui Paiva, Sofia Tenreiro, tudo nomes de líderes que nós admiramos muito porque têm uma visão de liderança muito forte, mas um sentido de gestão de pessoas ainda mais forte, são grandes exemplos em Portugal disso.

Leadership Coach

André Novais de Paula

Whatever you think, think the Opposite. Este é o meu livro preferido, que eu ofereço com frequência, já devo ter oferecido uns 40, pelo menos.


É do Paul Arden, lê-se muito rápido, é ótimo. Fala das coisas óbvias em que nós não pensamos ou, então, pensamos, mas não pensamos exatamente por aquela perspetiva.

Digital Strategist | Speaker | Trainer

Ariana Nunes

Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker. Eu tive a oportunidade de participar já duas vezes no seminário e a verdade é que é fantástico, aquilo é uma lavagem cerebral positiva tão boa que eu aconselharia a todos os portugueses se fosse possível, só que eles não fazem workshops em Portugal.

Os Segredos da Mente Milionária é um livro que nos dá exercícios para fazer, por exemplo, enviar um e-mail a uma das personalidades que nós admiramos a explicar e a demonstrar a nossa gratidão, e fazer este tipo de exercícios faz-nos desenvolver muito por dentro, no sentido de ficarmos muito bem estruturados para começar a pensar diferente.

Os Segredos da Mente Milionária é um livro ridículo porque basicamente ele vai mandar-me fazer coisas que eu nunca faria, no entanto, se eu encarar isto de forma relaxada, mas com o sentido de tirar alguma ideia, talvez valha bem a pena sugerir às pessoas.

Founder & Digital Entrepreneur

Diogo Vareta

Penso que ofereceria o Start With Why, de Simon Sinek, que é o único livro que eu ofereci várias vezes a várias pessoas. 


É um livro que mostra um bocadinho o rumo que uma pessoa pode ter a nível profissional ou a nível pessoal, que ensina uma forma de estar e de interpretar as coisas, de nos conhecermos também a nós.


É um livro inspirador, por isso, é um livro que eu ofereço a quem me inspira. Só ofereci este livro a três pessoas, mas comprei alguns exemplares e tenho-os guardados para novos inspiradores.

Criador de Estratégias de Negócio e Comunicação

Ella Nooren

The 4-Hour Workweek, do Tim Ferriss. Uma das mensagens mais importantes que eu tirei deste livro foi que tempo é um recurso muito mais importante que dinheiro, tempo e mobilidade, e que podemos ser muito mais eficientes no trabalho recorrendo ao outsourcing, por exemplo, para ter mais tempo livre e criar rendimento passivo e fazer com que o dinheiro trabalhe por nós.

Criador de Estratégias de Negócio e Comunicação

Fernando Ferreira

Gosto muito de um livro do Wayne Dyer, o Novos Pensamentos para Uma Nova Vida. Não é um livro aparentemente muito fácil porque é escrito com uma grande influência dele, mas eu gosto bastante.

Fundador na MountainLover

Filipa Maia

Já me fizeram essa pergunta, por isso, tenho a resposta na ponta da língua. O livro que eu ofereceria era o Building a StoryBrand, do Donald Miller. Podem ouvir o podcast dele que também entrevistas fenomenais. Atualmente, fala-se muito do storytelling, mas a maior parte das pessoas não sabe storytelling como deve ser. Se lerem este livro, vão aprender com certeza como fazer storytelling a sério.

Brand & Content Strategist

Filipe Carrera

Um que eu costumo recomendar aos meus alunos de Marketing e que parece sempre um bocado esquisito: O Erro de Descartes, de António Damásio. Culturalmente, e por causa do senhor Descartes também, somos levados a pensar que nós tomamos decisões com base na razão e que emoção é uma coisa ligada às mulheres, mas não, é a todos. Não há decisão sem emoção e essa é que é a grande conclusão do livro do António Damásio. Não é muito fácil de ler, mas eu aconselho.

Eu acho que é algo que é importante para nós percebermos até, por exemplo, as comissões de inquérito do BES no Parlamento, em que vemos gestores que teoricamente eram absolutamente fantásticos a dizerem “bom, era o Ricardo que
dizia, se ele dizia, era porque era certo”. Teoricamente, eram pessoas muito qualificadas, mas como acreditavam, tinham confiança, não questionavam nem a sua racionalidade.

International Speaker | Trainer | Consultant | Mentor

Gonçalo Hall

The 4-Hour Workweek, do Tim Ferriss, é a bíblia, não do trabalho remoto, mas do lifestyle design, e tem muito a ver com o trabalho remoto. Eu li este livro já há bastante tempo e continua sempre no top dos mais vendidos. Eu leio tudo do Tim Ferriss, oiço o podcast dele e acho que todos os livros dele são umas bíblias para diferentes coisas.

The 4-Hour Workweek é uma bíblia para o trabalho, como se deve começar negócios sobre aquilo que gostamos e como se consegue automatizar o máximo possível para ter a maior qualidade de vida que nós queremos ter. Eu sou muito dado a esse conceito de lifestyle design.

Para quem quer falar de corpo, tem o The 4-Hour Body, para quem quer aprender novas skills, tem o The 4-Hour Chef, é escolher o que queremos aprender que o Tim Ferriss criou alguma coisa para nós. O The 4-Hour Workweek é para quem quer trabalhar remotamente. Também recomendo ouvir o podcast do Tim Ferriss, aprendi muito com ele.

Remote Work Consultant

Joana Galvão

O que me ajudou mais – este é mais para service providers – é o Book Yourself Solid, do Michael Port. 

Co-Founder of Gif Design Studios

Joana Sá

Um livro que eu li recentemente que se chama Intentional Living, de John Maxwell. Este livro fala sobre levar uma vida com mais significado. 


Uma das partes que o autor menciona é o empreendedorismo, ou seja, deixar um legado, seja através de um negócio, de uma marca pessoal que tu crias e simplesmente partilhas o teu conhecimento com o mundo. É espetacular este livro.

Especialista em Estratégia de Marcas e Lançamentos no Digital

João Pico

Pergunta difícil... eu vou parar ao "Homo Deus" do Yuval Noah Harari. Desculpem-me os puristas do marketing. O Harari fala muito da parte humana, da parte social e da parte tecnológica e eu acho que são os 3 vértices que nós temos de ter para o futuro do digital, seja em marketing digital, seja em presença digital.

Isto já é uma fase muito mais holística e menos técnica do marketing digital, mas eu acho que o marketeer tem mais responsabilidades a nível de ética tecnológica, tem mais responsabilidades em estar presente nas redes de uma forma
humana. O Harari traz-nos isso, põe-nos a pensar realmente quem é que nós somos e para onde é que nós vamos neste pequenino planeta que já tantos problemas tem, já não tem tantas guerras, mas tem muitos atritos entre vários povos, algumas vezes religiosos, outras vezes, geopolíticos.

Nós somos um país que tem tido muita sorte em determinadas coisas, com ótimo tempo e o terceiro país mais seguro do mundo, mas temos que pensar que em Espanha houve uma guerra civil há 50 anos, o Médio Oriente é uma zona completamente desestabilizada e, realmente, só vamos lá com seres humanos e com pessoas com alguma ética, ética pessoal e ética tecnológica, e depois, muito à mistura, começa a pôr a inteligência artificial e o impacto da inteligência artificial que poderemos ter no futuro, no futuro dos trabalhos, por exemplo.

Quando nós regressamos à terra para fazer a nossa campanha de marketing, a nossa pequena campanha de marketing para uma pequena empresa, vamos fazê-la de outra maneira porque vamos ter mais consciência daquilo que vem aí e das coisas boas ou más que os humanos puseram nesta terra.

Owner Comprimido | Vídeo Marketing | Content Marketing

Jorge Azevedo

Provavelmente, para ajudar o meu sócio (Renato Póvoas), iria comprar o Relações Públicas sem Croquete e iria oferecer a alguns finalistas do curso de Relações Públicas para que eles ficassem com uma noção mais acelerada de como é efetivamente esta gestão diária das relações públicas e das empresas de comunicação.

Managing Partner - Guess What Public Relations

Krystel Leal

A nível de livros, o Deep Work, de Cal Newport. É um livro sobre produtividade máxima. Tem muita coisa que eu não concordo, mas eu acho que também é muito importante lermos livros que não representam a nossa opinião porque só lendo opiniões diferentes é que conseguimos formar uma opinião mais justa.

É um livro que me ensinou a olhar para a concentração de uma forma diferente. Nós temos a noção que estar concentrado é uma coisa, mas a concentração máxima é uma coisa que envolve muito mais coisas do que apenas o trabalho em si.

É um livro que eu recomendo não só para pessoas que acham que são muito distraídas, mas é também para pessoas que querem aproveitar mais o tempo. Li este livro recentemente e recomendo muito.

Freelancer e Trabalhadora Remota • Fundadora @ Nomadismo

Luciano Larrossa

Vou recomendar o livro Principles, do Ray Dalio. É um livro recente e fala de como uma pessoa criou princípios na empresa dele para ter uma empresa trilionária.

Especialista em anúncios no Facebook e Mídias Sociais

Marco Oliveira

Depende da pessoa, mas há um livro que eu pessoalmente sinto que todos nós, profissionais que têm de lidar com outras pessoas, deveríamos ler: Radical Candor - How to Get What you Want By Saying What You Mean de Kim Scott. Este livro é incrível.

Quando trabalhas em equipa, quando trabalhas com outras pessoas, é muito fácil dizeres a coisa certa da forma errada e seres mal entendido por causa disso. Uma coisa tão simples como dar um elogio é bastante mais complexo do que pareceria à partida. Definitivamente, dar uma crítica é uma questão complexa e, neste caso, a Kim Scott conseguiu consolidar neste livro o material suficiente para 4 ou 5 livros. É aquele livro que se tu leres todos os anos, todos os anos tu vais-te deparar com pequenas nuances de algo que se está a passar na tua vida que, se calhar, da última vez que leste, não vias da mesma maneira.

Para mim, por exemplo, foi transformador na forma como eu olho para as outras pessoas, como eu olho para o que as outras pessoas dizem, para a forma como eu digo o que digo às outras pessoas, é mesmo um livro muito interessante relativamente à parte emocional. Assenta em dois eixos: o caring personal e o challenging directly, que são dois dos fatores principais para teres uma relação e uma conversa saudável com uma pessoa. Por vezes, mais importante do que aquilo que é dito é quem o diz, ou seja, a mesma coisa dita exatamente da mesma maneira, com a mesma entoação, vindo de duas pessoas diferentes, é interpretada de maneira completamente distinta. Não é só a mensagem claramente, existe uma outra dimensão, que é o caring personally.

O livro cobre muito desse tipo de assuntos e de como é que se criam relações saudáveis. O objetivo deste livro não é levar-te a manipular as pessoas, muito pelo contrário: é precisamente ganhares um entendimento diferente do que realmente se passa com as pessoas e, por isso mesmo, é o livro que eu mais recomendaria a qualquer profissional que tenha de trabalhar com pessoas.

CEO at MOXY

Mário Nzualo

Ultimamente, tenho lido alguns livros interessantes. Uma coisa que acontece com os livros é que nós também temos de estar no nosso momento certo para aceitar as ideias que livros ou os cursos têm. O livro até pode ser ideal, mas se nós não estivermos no momento certo para consumi-lo, ele não tem tanto impacto.


Em termos de investimento, gostei muito de um livro do Morgan Housel chamado The Psychology of Money, que fala muito destes aspetos do investir como uma maratona e da nossa relação com o dinheiro, a forma como nós nos comportamos. Li-o na semana passada, achei-o extraordinário, até ando a escrever sobre esse assunto há algumas semanas e o livro veio completamente ao encontro do que eu estava a escrever.

Software Engineer at Stripe

Marta Araújo

A maior parte das pessoas quando está em gestão e não é da área tem um certo medo de tudo o que tem a ver com finanças e eu, pessoalmente, adorei ler um livro chamado How Finance Works, de Mihir A. Desai, porque é um livro que transpõe para a vida normal e com exemplos práticos aquilo que parece ser altamente complexo.

O autor foi meu professor de Finanças nos Estados Unidos e é espetacular, ele dá aulas simultaneamente numa Business School e numa Law School, é um financeiro filósofo e
outras imensas coisas. O livro é aplicável à vida real com conceitos que são relativamente complicados. Eu acho que é um bom livro para desmistificar um bocadinho o mundo das finanças que mete medo a tanta gente.

Board Member Castelbel

Martim Mariano

É uma pergunta complicada. Se calhar, acho que vou pelo Start With Why, de Simon Sinek, porque ajuda muito na descoberta da tua própria identidade e ajuda-te a refletir e a pensar, obriga-te a pensar, e eu acho que isso é cada vez mais
fundamental, nós ensinarmos – sobretudo as nossas crianças – a pensar, pensar no que é que vão fazer e porque é que vão fazer.

Nós éramos muito obrigados a pensar porque tínhamos uma coisa incrível que era o tédio, era o tu teres tempo para não fazer nada, tinhas três meses e meio de férias e não havia consolas de jogos. E é quando tu estás entediado que tens ideias incríveis, tanto para o bom como para o mau. O tédio é incrível para a criatividade e hoje em dia parece que as nossas crianças não podem ficar entediadas, têm que ter sempre os
telemóveis à frente, o que me deixa doido.

Copywriter & Storyteller

Miguel Cocco

Ler Robert Cialdini é essencial, então, ler o último livro dele Pre-Suasion: A Revolutionary Way to Influence and Persuade, é uma bíblia. O Robert Cialdini, para mim, é fabuloso porque há muito estudo por trás e eu sou muito prático e muito autodidata, mas tenho uma componente muito académica.

Quando fui tirar psicologia, houve um professor que me disse: “não há uma boa prática sem uma boa teoria”. Depois percebi: quanto mais tenho uma boa teoria, mais liberdade, espontaneidade e flexibilidade eu tenho na prática porque aquilo que eu faço está baseado em alguns modelos que já foram testados, eu não tenho que seguir exatamente aquela ciência, mas a ciência permite-me ter um pé no mundo, que, às vezes, é um mundo mais teórico, mas que me ajuda muitas vezes no meu pensamento, na estruturação das minhas ideias. Quantos mais modelos teóricos eu tenho, mais superficial eu consigo ser.

Psychology Influence and Persuasion Expert

Paulo de Vilhena

Eu não gosto de ser parcial, mas não consigo não ser parcial quando a pergunta é essa porque há um livro que sintetiza praticamente tudo o que eu aprendi sobre negócios, nomeadamente, do ponto de vista da gestão de um negócio até hoje e foi um livro que eu, obviamente, escrevi, se sintetiza o que eu aprendi, fui eu que o escrevi.
 

Para quem tem atividade por conta própria, eu acho que uma das melhores leituras que a pessoa pode fazer é Os 12 Desafios do Empreendedor, o meu último livro. Se a pessoa tem atividade por conta própria, não pode deixar de o ler.

Presidente e Fundador na Paulo de Vilhena Business Excelerators

Paulo Faustino

Um dos livros que mais me marcou até hoje foi um livro chamado Rework, do David Heinemeier Hansson e do Jason Fried, sócios fundadores do Basecamp. Já li esse livro há muitos anos, mas ele marcou-me bastante pela visão que os autores tinham do negócio deles, do trabalho remoto, das reuniões curtas, de tu conseguires otimizares o tempo de forma a não o desperdiçar em coisas que efetivamente não te geram resultado (nos grandes centros, as deslocações, o tempo perdido em trânsito e por aí fora). Eles otimizaram tudo, a equipa é remota, as reuniões são curtas, no máximo, 15 minutos, uma série de procedimentos de que eu gostei particularmente.

Empreendedor e Especialista em Marketing Digital

Paulo Moreira

Um dos primeiros livros que eu li e que gostei muito, tem mais a ver com finanças pessoais, foi o Rich Dad, Poor Dad, de Robert Kiyosaki. Fez-me todo o sentido, despertou-me um pouco as coisas, eu gostos desses.

Consultor, Orador, Formador em Inteligência Emocional

Paulo Pimenta

O último livro que eu li até foi mais sobre a gestão de equipas porque tentamos implementar essa cultura na empresa – tentamos porque é uma coisa que demora anos, uma cultura de uma empresa não é em 5 minutos – foi o The Ideal Team Player, de Patrick Lencioni, onde ele explica como detetar qual é o colega ideal para a tua empresa. Há três virtudes que ele diz que nós temos de tentar encontrar dentro de um colaborador: a humildade, procuramos pessoas com humildade, pessoas com fome, que têm fome de crescer, fome de aprender, de partilhar, e a tal smart comunication, que é saber comunicar e interagir no mundo empresarial com os colegas.

Com alguns colegas que estão há 12 anos comigo falo de uma maneira, com a pessoa que chegou na semana passada falo de outra maneira, a confiança é diferente, o conhecimento é diferente. Neste livro, o autor fala em dar importância à cultura da empresa e explica como é que nós ajudamos os nossos colaboradores a crescer e a chegar lá.

Owner & CEO na KuantoKusta

Paulo Silver

Ray Dalio, Principles. Enquanto não conseguirem comprar o livro, vão ao Instagram dele que tem quilos e quilos de conhecimento para consumir.

Founder | CEO | Speaker | Entrepreneur

Regina Santana

War in the Boardroom, de Al e Laura Ries. Este livro é maravilhoso, é um livro que já li várias e que já ofereci a várias pessoas. Fala da razão por que a gestão e o marketing têm perspetivas diferentes e quais as soluções – eu gosto desta guerra entre a gestão e o marketing. Tem muitos exemplos de muitas empresas nos Estados Unidos, mas é genial ver a diferença do sucesso ou insucesso das empresas por darem prioridade ao marketing ou por darem prioridade à gestão e por não conseguirem conciliar as duas coisas em conjunto.

Especialista em Marketing Digital, Neurovendas, Neuromarketing e Comportamento do consumidor

Rita Montezuma

Eu gostei bastante do livro Marketing Digital na Prática, do Paulo Faustino, está todo anotado, acho que é bastante completo. De todos os que eu já li, posso recomendar vivamente este.

Marketing | Social Media | Community Manager

Rui Bairrada

Vou brincar, oferecia O Doutor Finanças e a Bata Mágica, porque este é para crianças. Nós lançámos este livro em outubro e eu costumo dizer “desisti dos adultos e agora vou focar nas crianças porque com os adultos já não consigo fazer nada” porque isto é uma luta diária a tentar mudar-lhes os hábitos para eles terem os melhores hábitos financeiros.

Lançámos este livro para o 1.º ciclo, é um livro giro, feito cá dentro, que é uma coisa que nos orgulha, a nossa copywriter que escreve artigos de poupança escreveu a história, a nossa designer ilustrou o livro, o nosso diretor de marketing fez a coordenação, é de publicação própria, é um livro feito cá dentro e com história e que nós queremos mesmo deixar pegada nesta coisa da literacia financeira e achamos que é aqui que temos que começar, é dos 6 aos 10 que temos de começar.

CEO | Founder DOUTOR FINANÇAS

Rui Pedro Alves

Relacionado com desenvolvimento pessoal, recomendo o Awaken the Giant Within, do Anthony Robbins.

CEO and Founder of RUPEAL

Tarantini Vaz

The Monk Who Sold His Ferrari, de Robin Sharma. O livro aborda o desenvolvimento pessoal e, de facto, é bastante impactante.

Futebolista Profissional, Orador, Fundador & Autor

Tim Vieira

Eu li agora um livro que eu gostei muito que é do Anthony Bourdain, alguém que se suicidou. Depois de leres o livro vês o que é um humano, uma pessoa humana, uma pessoa que escreve sobre Portugal, Vietname, o mundo inteiro, é um human.

Nós temos dificuldades, passamos tempos difíceis e temos que ter pessoas à nossa volta que nos dão esperança. No dia em que não tivermos essas pessoas à nossa volta, chegamos mesmo ao fundo e fazemos, às vezes, o que ele fez. Se não somos as pessoas que temos o talento para mudar o mundo, temos que ser as pessoas que estão à volta dessas pessoas que têm esse talento a dar-lhes esperança. Quando estava a ler o livro do Anthony Bourdain, eu queria ser amigo dele e queria impedi-lo do que aconteceu no fim. Para mim, ele não foi um entrepreneur, ele foi um human, e nos dias de hoje ser human é quase ser fraco. Havia de ser um valor mais forte, temos que respeitar uns aos outros, desde a esquerda à direita, todos temos que poder falar. 


Não vale a pena ninguém se suicidar porque o mundo está melhor hoje do que alguma vez esteve, mas precisamos de pessoas à nossa volta que dão essa esperança que as coisas não estão tão más.

O nome do livro é A Cook’s Tour, mas eu acho que qualquer livro sobre Anthony Bourdain ou sobre qualquer pessoa que é um humano vai dar muito valor, I really believe it.

CEO da Special Edition & Bravegeneration

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Infoprodutos: A Melhor Maneira de Fazer Dinheiro Online em Portugal

Existem várias formas de fazeres dinheiro online, e é possível obter sucesso em todas elas.

Tudo o que é necessário é trabalho duro e inteligente, e disponibilidade para tentar, falhar, tentar de novo, falhar de novo (repetir várias vezes)...

Até que encontras algo que funciona para ti!

E assim que encontras algo que gera retorno, começa a fazer isso repetidamente, fazendo testes aqui e ali para aumentar a eficácia.

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Todas as pessoas são diferentes, e na verdade não existe um “comprimido mágico” para ter sucesso online...

Se pensares bem, fazer dinheiro online é bastante fácil.

Podes muito bem pegar em coisas de valor que tenhas na arrecadação da tua casa, ou comprar algo na feira da ladra por tuta e meia, e vender no Facebook Marketplace em menos de 24h (mais do que recomendado, já agora!)...

Mas por ser fácil, não significa que seja escalável ou um modelo de negócio sustentável no longo termo.

Qual é então a melhor maneira de fazer dinheiro online?

Já lá vamos. Mas antes, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, clica nos links abaixo:

Vender Infoprodutos Online em Portugal

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Com infoprodutos é possível gerar margens de lucro elevadas, muitas vezes superior a 90% no caso de produtos digitais.

O custo de completar a transação e entregar uns ficheiros .pdf ou .mp3 é ridiculamente baixo, quando comparado com qualquer outro tipo de produto.

É possível vender milhares de cópias sem qualquer esforço adicional após a sua criação.

No lado inverso, os produtos tradicionais requerem matéria prima, manufatura, logística, armazenamento, etc…

E tudo isto aumenta os custos e limita o número de produtos que pode vender.

No caso dos infoprodutos, tudo isto é irrelevante. Os únicos custos serão o alojamento do teu website e as ferramentas/software que precisas para criar, alojar, e distribuir os teus produtos digitais (custos esses diluídos ao longo do tempo).

Por outro lado, é possível abrires uma rede de afiliados para o teu produto e dividir o lucro 50-50…

O que significa que podes construir uma equipa de marketing gratuitamente, que irá promover os teus produtos, sendo que só lhes pagas quando estes conseguirem uma venda.

Isto é não só uma maneira incrivelmente poderosa de alavancar o esforço de outras pessoas, como também incrivelmente económica.

Outra das grandes vantagens dos infoprodutos é o seu valor percebido:

Muitos cursos online custam centenas, ou mesmo milhares de euros…

E tudo o que incluem são elementos como .pdfs, videos e áudio!

Agora acrescenta a isto as margens de lucro elevadas, e tens uma mistura explosiva.

Existe ainda um outro benefício incrível: os teus concorrentes podem tornar-se em parceiros extremamente valiosos!

Isto porque a maior parte das pessoas não compra apenas um infoproduto digital (ebook, curso, programa de membros, etc).

Quando têm uma paixão ou uma necessidade forte, as pessoas compram irracionalmente de vários autores/profissionais...

Pelo que as parcerias são uma maneira incrivelmente abundante de criar negócio adicional, em que toda a gente sai a ganhar.

Por fim, criar os seus próprios infoprodutos (vs apenas vender produtos afiliados de outras empresas) abre oportunidades de venda, tais como upsells, ofertas limitadas e outras para o teu funil de vendas.

É muito mais fácil vender produtos a clientes que já tenham tomado a decisão de comprar os teus produtos anteriormente…

E se criares uma relação próxima com a tua audiência (através do email e das tuas newsletters) e entregares “experiências” agradáveis, vais criar uma legião de fãs que comprarão repetidamente os teus produtos!

Mesmo que o teu modelo de negócio não se limite a vendas online, considera adicionar este tipo de produtos na tua escada de valor.

Lembra-te que os teus potenciais clientes estão em diferentes fases do teu funil de vendas

E que idealmente deves ter uma oferta para cada uma dessas fases.

O que achas? Vais criar hoje o teu primeiro infoproduto?

Um abraço,

-Tiago “margem de lucro” Faria

Será que ainda vale a pena criar um blog em 2021 em portugal

Será que Ainda Vale a Pena Criar um Blog em 2021 em Portugal?

Será que ainda vale a pena, ou não, criares um blog para o teu site ou criares um blog de raiz?

Será que é uma estratégia de marketing de conteúdo que ainda compensa?

Com tanto alarido e ruído atrás das redes sociais e dos stories e dos lives, será que ainda vale mesmo a pena?

Vou tentar responder a esta questão da melhor forma possível e vou partilhar contigo umas estatísticas que são, de facto, assustadoras.

De certeza que pelo menos vão dar que pensar a quem ainda está com esta dúvida em saber se vale a pena ou não criar um blog.

Será que ainda vale mesmo a pena criar um blog em 2021 em Portugal

Mas antes de avançarmos, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo:

Criar um Blog Abre-te as Portas a 3.5 Biliões de Pesquisas Diárias no Google

Criar um blog abre-te as portas a 3.5 biliões de pesquisas diárias no Google

O primeiro número que eu gostava de partilhar contigo, foi retirado da Internet Live Stats: 3,5 biliões.

Este é o famoso número de pesquisas diárias feitas no Google em todo o mundo.

Tendo em conta que o nosso planeta tem uma população de 7.8 biliões, este é, de facto, um número assustador.

Vendo com mais detalhe, por cada segundo que passa, são feitas 40 mil pesquisas por cada segundo que passa sobre os mais variados tópicos

Mesmo que o teu nicho de mercado represente 0,0001% deste número, já é um número abismal para ti e com toda a certeza que vais querer estar presente nessas pesquisas.

A Importância de Aparecer na Primeira Página do Google

As pessoas estão proativamente à procura de soluções para os seus problemas, ou estão a procurar atingir objetivos específicos no Google.

Como tal, tens de ser visto como parceiro do Google e tens de oferecer as respostas a todas essas pesquisas que são feitas diariamente sobre o teu nicho de mercado.

Se tu não estiveres presente na primeira página do Google para estas pesquisas, a tua concorrência vai absorver todo este tráfego qualificado.

Mas então, como podes resolver esse problema?

Através da criação de conteúdo no teu blog.

Dentro do teu site WordPress, tens a possibilidade de criar artigos que respondem a todas estas pesquisas que as pessoas fazem no Google diariamente.

Sempre que alguém pesquisa no Google por “como fazer uma gravata”, por exemplo, vão aparecer 10 resultados no top na primeira página do Google. 

Cada vez que alguém pesquisa por uma palavra relacionada com o teu tópico, 90% das pessoas só vão olhar para a primeira página, não vão clicar sequer na página 2, 3, ou 4.

Se as pessoas não encontram os resultados que querem na primeira página, ou fazem uma pesquisa nova, ou saem, ou entram num resultado qualquer que talvez não seja a resposta indicada, mas talvez seja mais próximo daquilo que procuram.

Há uma piada engraçada no mundo do marketing digital, que ilustra a verdadeira importância de estar presente na primeira página:

“O melhor local para se esconder um cadáver é na página 2 do Google"

Se estiveres na página 2, 3 ou 4 do Google ninguém vai ver o teu site, vais estar escondido nas sombras da internet, e nunca vais ter pessoas a visitar o teu site.

Os Primeiros 3 Resultados de Pesquisa Recebem a Maioria dos Cliques

Outra estatística interessante é que 28,5% das pessoas vão apenas clicar no primeiro resultado de pesquisa.

Trata-se do resultado que  confiam mais, e já estão habituadas a clicar no primeiro resultado.

As pessoas confiam no Google como algo que fornece informação útil e que organiza a informação por elas.

Por seu lado, o Google como quer que as pessoas continuem a voltar todos os dias, vai pôr sempre no primeiro resultado aquele que supostamente é o resultado mais relevante, mais interessante, e com melhor qualidade.

O segundo resultado de pesquisa recebe 15,7% dos cliques e terceiro recebe 11%.

Só para teres uma ideia, o 10º e último resultado da página receber apenas 2,5% de taxa de clique. 

Ou seja, são 10 vezes mais as pessoas que clicam no primeiro resultado do que no último.

Comparando depois com as segundas páginas, os números são ainda mais díspares.

Daqui consegues ver a importância de estar presente na primeira página e de estares presente no topo dos resultados de pesquisa.

Passos Cruciais para Criar um Blog de Sucesso

Passos para criar um blog de sucesso

Como é que isto é feito? Como é que podes estar presente nas primeiras páginas e no topo dos resultados?

Aconselho-te vivamente a leres este artigo, onde falo sobre os 7 principais erros cometidos por bloggers iniciantes.

Em primeiro lugar, a competência base que deves incluir é a pesquisa de palavras-chave.

Ou seja, descobrir que frases e termos é que as pessoas pesquisam mais sobre o teu tópico, e quais desses têm mais volume de pesquisas mensais.

O teu objetivo é estar presente onde há mais volume, mas também onde há menos concorrência.

Se assim o fizeres, será mais fácil obteres lugares mais cimeiros nos resultados de pesquisa, mesmo que o teu blog seja recente e ainda não tenha uma autoridade de domínio forte.

Mas Não Basta Isso: Os Artigos do Teu Blog Têm que Ser Melhores do que Todos os Outros

Depois, tens de responder às perguntas que são feitas nessas pesquisas de forma concreta e com qualidade.

Deves ser visto como autoridade e como alguém que realmente percebe do nicho de mercado e que sabe ajudar o pesquisador.

Tens também de perceber exatamente qual é a intenção de pesquisa da pessoa que faz essa pesquisa.

Olhando para a pirâmide de consciência (criada por Eugene Schwartz), ajuda bastante a racionalizar qual é que é a intenção de pesquisa que uma pessoa está a fazer:

Pirâmide de Consciência

Por exemplo, quando uma pessoa pesquisa “como fazer uma gravata” quer dizer que ela tem uma intenção específica de resolver um problema e, como tal, tu vais criar um artigo com os passos necessários.

Vais tentar fazer com que esse artigo seja o mais partilhável possível para que muitas pessoas o vejam, muitas pessoas o partilhem e recebas muitos backlinks para o teu site (importante para a tua autoridade de domínio).

Se a intenção for a procura de uma solução, tens de pensar na intenção que a pessoa está a ter quando está a fazer essa pesquisa, e oferecer por exemplo os top 10 produtos que solucionam o problema específico.

E por fim, se a intenção for procurar um produto específico, deves criar um artigo que responda a essa questão de forma concreta, mostrando por exemplo as vantagens e desvantagens do produto em questão.

A intenção conta, de facto, bastante.

A Importância do Título e da Descrição dos Artigos do Teu Blog

A importância dos títulos e descrições dos artigos do teu blog

Imaginando que estás já presente na primeira página dos resultados de pesquisa do Google, mas o teu artigo aparece no sexto lugar.

Se todos os outros resultados tiverem títulos semelhantes e pouco apelativos, mas o teu tiver um título que tenha um benefício específico e que desperte alguma curiosidade para levar a pessoa a clicar...

As pessoas vão começar a notar e a clicar mais vezes no teu link.

Assim que o teu link começa a ter taxa de clique superior ao resultado que está acima, o Google vai começar a classificar o teu resultado como mais relevante para a pesquisa e, como tal, vai beneficiar-te e colocar o teu link num lugar acima nos resultados de pesquisa.

Os títulos são, de facto, bastante importantes - bem como a descrição que está abaixo, obviamente - para mostrar às pessoas aquilo que vão receber e mostrar que a resposta que desejam está nesse artigo.

Torna-te Num Verdadeiro Parceiro do Google

Para seres visto como um verdadeiro parceiro do Google, precisas de olhar para o famoso SEO (otimização para os motores de busca).

Tens de estar de acordo com aquilo que o Google espera ver em termos de otimização de todas as componentes que envolvem o SEO (vê tudo o que precisas de saber sobre SEO no link acima).

Isto inclui os tais links que tu queres que o teu artigo receba de sites externos e de social media que, no fundo, são validações que dão sinais ao Google de que o teu artigo é impactante e merece estar mais destacado nos resultados de pesquisa.

Concluíndo

Em conclusão, criar um blog, na minha opinião, é crucial e é o meio de criação de conteúdo que será mais impactante.

A origem do tráfego da maior parte dos sites que existem é sempre do Google (podes usar o Similarweb para comprovar isso mesmo).

As pessoas pesquisam no Google por tópicos específicos de um site ou pela marca em si.

Depois, dependendo da marca, se a marca for muito conhecida ou não, também existe uma grande fatia da origem do tráfego que é direta (quando as pessoas escrevem o site diretamente no browser).

No entanto, o volume de tráfego vindo do Google é incomparável com aquele que vem das redes sociais.

Será que vale mesmo a pena focares todos os teus esforços nas redes sociais?

Fica a pergunta para ti.

Diz-me o que pensas nos comentários abaixo!

Um abraço,

Tiago "motores de busca sempre" Faria

Como conseguir backlinks para o teu site em 2021

Como Conseguir Backlinks em 2021: 5 Passos para Criares Backlinks para o Teu Site Rápido

Neste artigo vou partilhar contigo a estratégia dos 5 simples passos para conseguires angariar e receber mais backlinks de qualidade para o teu site.

Seguindo estes passos consistentemente, vais conseguir aparecer na primeira página do Google, receber mais vistas orgânicas, receber mais cliques, receber mais subscrições da tua newsletter e, por consequência, aumentar as vendas do teu negócio online.

Esta é uma técnica completamente “white hat”, ou seja completamente legal e de acordo com os termos e condições do Google, pelo que não precisas de te preocupar com nada.

Como conseguir backlinks em 2021 - segue esta simples estratégia de 5 passos

É uma técnica que dá algum trabalho, demora algum tempo, é um jogo de números bastante complexo, mas que é possível fazer.

Se tiveres mais tempo do que dinheiro disponível, é algo que podes fazer sozinho, mas é preciso muito trabalho, muito contacto, e muito “outreach” de e-mails.

Se tiveres mais dinheiro que tempo disponível, esta é uma estratégia que é muito fácil fazer outsourcing para um assistente virtual, por exemplo, e pôr esta estratégia a funcionar a 100 %.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, clica na imagem abaixo:

Passo 1: Encontra um Artigo com Muitos Links

O primeiro passo é encontrares um conteúdo no teu nicho de mercado que já tenha muitos links a apontar para esse próprio artigo.

Isto dá-te um sinal que esse tópico funciona muito bem, atraiu muitos backlinks de outros sites e, por isso, vais querer focar-te nele.

E como encontras tais artigos?

Através de pesquisa de palavras-chave.

O teu objetivo é encontrar palavras-chave que tenham alto volume de pesquisa, mas também um alto grau de dificuldade e que sejam muito relevantes para o teu nicho de mercado.

Estes são os resultados que vão ter mais links, e tu queres focar-te exatamente nesses.

A Primeira Ferramenta que vais Precisar para Conseguir Backlinks de Qualidade

A primeira ferramenta que precisas é o maravilhoso KW Finder (link afiliado).

Se quiseres saber como utilizar esta ferramenta, consulta este artigo.

Como exemplo, fiz uma pesquisa por “perder barriga”, palavra-chave que será do interesse de alguém que tenha um blog ou um site sobre dietas, alimentação saudável, ou exercícios físicos.

backlinks - pesquisa de palavras-chave

Procurando por essa palavra-chave em Portugal, vejo que tem um volume de pesquisa de 3100 por mês, e que tem um grau de dificuldade de 31.

Não é impossível, mas é um pouco difícil para quem tem uma autoridade de domínio muito baixa.

Olhando para todos os outros resultados que aparecem na primeira página do Google, vês que quase todos têm um grau de dificuldade acima de 40.

O teu objetivo é ver nesta palavra-chave quais é que são os resultados que aparecem no canto inferior direito que têm o maior número de links.

Consegues ver essa informação na coluna que diz "Links", ou seja, o número de links externos a apontarem para um URL específico.

Isto dá-te um sinal que esse artigo teve bastante interesse, e que muitos outros sites inseriram um link a apontar para esse artigo.

O teu grande objetivo vai ser contactar todos esses sites que adicionaram um link para o artigo que vais analisar, e convencê-los a adicionarem link para o novo artigo que vais criar.

Olhando para os resultados acima, o artigo que irias escolher analisar era o primeiro "Minha Vida", uma vez que tem 86 backlinks no total.

Artigo para analisar backlinks

Reparas que é de facto um blog, que terá os seus produtos à venda.

É exatamente isto que queremos.

Se tivesses um site sobre alimentação saudável, dietas etc., e sentisses que sabias do assunto melhor do que ninguém, que o artigo está incompleto e que conseguias fazer algo ainda melhor... estava escolhido!

Usa o LinkMiner para Analisares os Backlinks do Artigo que Queres Ultrapassar

Copiavas o link da peça de conteúdo em questão e abrias uma outra ferramenta da mesma empresa do KW Finder (Mangools), mas desta vez selecionavas o LinkMiner para analisares os backlinks de cada um dos sites que tu queres superar.

Inserindo o URL do site, vais procurar os backlinks e vão aparecer todos os sites que estão a apontar para o artigo que vais analisar, que é o teu concorrente.

LinkMiner para encontrar os backlinks de um site

Ordenando os resultados por "Link Strength" (ou seja, o poder destes sites e a sua autoridade de domínio.

Se conseguisses que um desses links com autoridade de domínio de 30 apontasse para o teu site, já iria dar um grande boost na tua autoridade de domínio...

E, como tal, ajudar-te a subir nos resultados de pesquisa do Google.

O teu objetivo aqui seria então fazer uma lista de todos os backlinks que tenham uma autoridade de domínio interessante e que não sejam spam (tens de ter o cuidado de analisar e ver se são sites verídicos, e que estão de acordo com os termos e condições do Google).

Passo 2: Cria um Artigo Superior para Atraíres os Backlinks para Ti!

Cria um artigo superior para atraíres os backlinks para ti

Depois de analisares qual é o artigo que queres superar e de fazeres a lista de todos os sites que apontam para esse artigo concorrente...

O segundo passo é criares um artigo superior, com mais valor, com uma pesquisa e uma análise ainda mais completa, e com mais insights.

Mas não só: deves também bater o artigo concorrente em número de palavras totais, partilhar um maior número de técnicas, e mais multimédia (vídeos, imagens, áudios).

Basicamente, tornar o teu artigo 10 vezes melhor do que o teu concorrente.

Sim... acelerar o crescimento da tua autoridade de domínio vai dar trabalho!

Nada acontece por magia, nada acontece rapidamente, não há resultados mágicos...

O que há é o trabalho de analisar qual é o artigo que está bem posicionado no Google, criar um artigo ainda melhor...

E depois entrares em contacto com todos aqueles sites que têm um link a apontar para esse artigo.

Passo 3: Entra em Contacto com Cada um dos Sites que Desejas um Backlink

Entra em contacto com cada site que queres um backlink

O próximo passo é entrar em cada um dos sites e encontrar os e-mails de contacto.

Se não estiver no site, tenta encontrar a página de Facebook e procura na secção "Sobre".

Há uma maneira de automatizar este processo (não funciona para todos os sites), usando o site Hunter.io.

Ao colocares o site em questão, o Hunter.io varre a internet toda para ver toda a presença que esse site tem online e tenta encontrar um e-mail de contacto.

Toca a Enviar Emails como Se Não Houvesse Amanhã!

O outro passo será enviares um e-mail a cada um desses sites, dizendo que o seu artigo é excelente, e mostrando que tens um artigo superior ao que esse site está a apontar.

É importante mostrares em que medida é que o teu artigo vai beneficiar a audiência do site em questão.

Mostrares que, com base na tua análise, faltam algumas coisas no artigo que esse site criou um backlink...

E explicar que criaste um artigo muito mais completo, e que poderá ajudar a sua audiência a tomar uma decisão mais considerada e concreta.

Este vai ser o teu trabalho:

Entrar em contacto com todos estes sites, mostrar que criaste um artigo superior e que a audiência desse site irá beneficiar se alterar o link para o teu site e não para o site concorrente.

Sim, é um jogo de números.

Vais precisar de enviar muitos emails...

Mas principalmente tomares atenção ao passo seguinte:

Passo 4: O Poder Está no Seguimento do Contacto

Seguimento aos emails de contacto para obteres backlinks

O passo número 4 é o follow-up.

O grande poder de toda esta estratégia está no seguimento que dás aos contactos, uma vez que 99% dos sites que contactares vão ignorar o teu e-mail.

Se não obtiveres resposta depois do primeiro email, envia um novo email uns dias depois.

Muitas vezes, os sites não respondem à primeira, não respondem à segunda, mas depois, à terceira vez...

Pode muito bem acontecer por acaso verem o teu e-mail e resolverem dar atenção ao que tu tens para dizer.

Alguns sites vão responder “para isso, preciso que me pagues x”.

Não recomendo que aceites pagar para ter links, uma vez que isso vai contra os termos e condições do Google. Nunca faças isso.

O que realmente conta aqui é a escala do seguimento que fazes.

Enviar muitos e-mails e fazer muitos follow-ups.

Passo 5: Como Podes Escalar o Processo para Obteres Backlinks Mais Rápido

Como escalar o processo para obteres backlinks mais rápido

Isto leva-nos ao passo número 5.

Existe uma ferramenta que irá ajudar a escalar este processo quando tiveres já encontrado um assistente virtual que trate disto por ti.

Com a ferramenta MailShake consegues automatizar tudo.

Basta incluíres um ficheiro com todos os sites a contactar, e criar os templates de emails e follow-ups.

Depois, o MailShake envia todos os emails automaticamente e, quando alguém responde a algum desses e-mails, para essa automação.

Isto iria acelerar o processo e escalar de uma maneira incrivelmente poderosa.

Desta forma é possível aumentar a autoridade de domínio muito mais rapidamente do que o normal e, assim, subir no ranking do Google.

É uma ferramenta que não é muito barata, mas é algo que, na minha opinião, vale a pena quando se quiser investir em crescer a autoridade de domínio rapidamente e não esperar pelo crescimento seja orgânico.

No Entanto, Lembra-te:

Os artigos que criares têm de ser de facto MUITO superiores ao que já existe na internet porque, se o forem, terás toda a segurança que estas pessoas irão aceitar criar um link para o teu artigo...

Uma vez que o teu artigo tem muito mais qualidade e ajuda todos os sites que contactares a servirem as suas audiências de uma maneira mais concreta e eficaz.

Espero que tenhas gostado deste artigo.

Se tiveres alguma pergunta, deixa na caixa de comentários abaixo.

Um abraço,

Tiago "Ladrão dos Links" Faria

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