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como lidar com objeções em vendas

Simples Truque para Lidar com Objeções dos Clientes

Objeções.

Uma objeção é quando um cliente ou potencial cliente lhe diz "isso é muito caro" ou "tenho que ver com o meu sócio".

Parecem uma reação negativa ao que lhes estamos a propôr.

As objeções são intimidadoras para quem está a vender, e a razão para isso é que na nossa cabeça o cliente está a dizer um redondo "NÃO".

No entanto, isso é completamente falso.

Simples truque para lidar com objeções em vendas

O que São Objeções em Vendas?

O que são objeções em vendas

Uma objeção é simplesmente o cliente a explicar que não percebe como aquilo que lhe está a vender vai de facto melhorar a sua vida.

O cliente está a procurar maneiras de racionalizar e justificar a compra.

Mas, como sabe, a decisão de compra de uma pessoa é sempre feita pelo lado emocional do cérebro, pelo que responder a uma objeção usando a razão e a lógica não irá funcionar.

E sim, o seu trabalho é descortinar todas as objeções LOGO de início.

Não espere ou reze que o potencial cliente não levante nenhuma objeção...

Elas existem sempre.

Faça a pergunta imediatamente na primeira interação:

"Alguma coisa o está a impedir de resolver este problema já hoje?"

Caso contrário, receberá a resposta mais comum no final:

"Vou pensar no assunto".

Esta resposta é bem pior do que um redondo "não".

Pelo menos com um "não", sabemos que o cliente escolheu um lado.

A apatia é muito difícil de resolver, uma vez que não sabemos o que vai na cabeça do cliente.

Portanto, já sabe:

As pessoas têm sempre objeções na sua cabeça antes de comprarem o que quer que seja.

O que precisam é de sentirem-se seguras, perceber que você as está de facto a ouvir.

Como Lidar com Objeções dos Clientes?

Como lidar com objeções em vendas

Hoje gostava então de partilhar consigo uma fórmula que pode (e deve usar) sempre que ouvir uma objeção.

A chave está em concordar.

Isso mesmo, concordar com tudo o que o cliente disser...

Mesmo que esteja errado (o que é o mais comum).

Isto porque é impossível fechar qualquer negócio se ambas as partes estiverem em desacordo.

O que nós queremos é que os nossos clientes concordem connosco...

E a maneira mais rápida de o fazer, é sermos nós próprios a concordar com eles.

Eis a fórmula:

Sente, Sentiram, Descobrimos.

Exploremos cada um:

Gestão de Objeções Passo 1: SENTE

Sempre que um cliente nos expõe uma objeção, devemos antes de mais CONCORDAR com ele.

Diga mesmo "Percebo perfeitamente como se sente".

Estamos a criar uma ligação com o cliente, e a demonstrar que estamos verdadeiramente a ouvi-lo.

Na maior parte das vezes, isso é tudo o que as pessoas precisam: serem ouvidas e compreendidas.

Resista à tentação de explicar racionalmente, como por exemplo "o meu serviço não é caro, pois X, Y, Z".

Em vez disso, vamos perceber o cliente, e vamos virar a objeção do avesso.

Gestão de Objeções Passo 2: SENTIRAM

No entanto, não nos vamos limitar a dizer que percebemos como se estão a sentir.

Vamos também explicar que OUTRAS pessoas sentiram o mesmo...

E que nós fomos capazes de as ajudar também!

Não há nada mais acalmante do que ouvir que não somos os únicos a ter essa pergunta.

Eis um exemplo:

"Muitas pessoas com quem falei sentiram o mesmo"

Quando dizemos "muitas pessoas" estamos a dizer que já passámos por isto anteriormente.

E "sentiram o mesmo" mostra que essas pessoas deixaram de o sentir porque as ajudámos.

Gestão de Objeções Passo 3: DESCOBRIMOS

Depois de mostrar que percebe o seu cliente, e de lhe explicar que outras pessoas sentiram o mesmo....

É a altura ideal de virar a objeção do avesso:

"Mas o que descobrimos foi que..."

Imagine que tem uma agência de marketing, e um potencial cliente diz-lhe:

"Não tenho budget para mais campanhas."

Você poderia responder:

"Percebo perfeitamente como se sente. Muitas pessoas com quem falei sentiram o mesmo. Mas o que descobrimos foi que podemos redirecionar budgets de outras campanhas com pior performance".

O Simples Truque para Contornar Objeções de Vendas

Sente a suavidade do processo?

O segredo está em realmente ouvir os seus clientes, perceber claramente os seus objetivos, obstáculos...

E assegurá-los que realmente estão a fazer uma decisão segura, acertada, e com baixo risco.

Agora pergunto-lhe:

Qual é a objeção que recebe mais frequentemente?

Como é que tem respondido a essa objeção?

Responda nos comentários abaixo, teria todo o gosto em ajudar na sua argumentação.

Um abraço,

Tiago "objection, your honor" Faria

6 sistemas de referências de negócio

6 Sistemas de Referências de Negócio que Custam Zero

Há uns tempos mudámos as janelas cá de casa.

A Natasha já andava a sofrer muito do frio durante o Inverno.

Pudera, havia-lhe prometido sol e praia quando viémos morar para Portugal em 2019...

Mas o que eu já me tinha esquecido depois de 9 anos fora do país...

É que as casas cá não estão minimamente preparadas para o inverno.

Ainda não percebo como é que sobrivivia antes...

6 sistemas de referências de negócio que custam zero

Mas falando com amigos e colegas, percebi que toda a gente acha normal estar em casa com 3 camisolas e mantas!

Enfim, voltando às janelas...

O primeiro passo foi então mudar as janelas antigas de alumínio para vidro duplo PVC.

O serviço foi impecável e a casa ficou bem mais confortável.

No entanto, fiquei surpreendido com um facto:

Falando com os especialistas enquanto cá estavam em casa, percebi que todos os seus clientes vinham de referências e passa-palavra.

O que é realmente extraordinário...

Mas, passados dias... semanas...

Não recebi nenhum email ou contacto da empresa.

Não me ligaram a perguntar se estava tudo bem...

Nem me perguntaram se conhecia alguém que estivesse a pensar mudar as janelas de casa.

Ora, isto surpreendeu-me.

Como é que uma empresa que baseia todo o seu negócio em referências e passa-palavra...

Não tem sequer UM sistema de referências implementado?

Como é que um negócio se pode basear na boa vontade das pessoas?

Infelizmente, este é o caso da vasta maioria das empresas.

Se as referências já sustentam o seu negócio, imagine se tivesse um sistema implementado!

As suas vendas disparariam.

Pois bem, hoje vou partilhar consigo 6 sistemas de referências de negócio que pode implementar já hoje.

6 Sistemas de Referências de Negócio

Como implementar sistemas de referências de negócio

Há tempos enviei um email aos meus subscritores a perguntar qual era a sua principal fonte de clientes.

E não é que recebi várias respostas ao email?

Tal como esperava, a vasta maioria dos negócios tem como principal fonte de clientes as referências.

Pois bem, tal como prometido, hoje gostava de partilhar consigo 6 sistemas que pode (e deve) implementar já hoje no seu negócio...

Que custam zero!

Vamos a isto?

1) Ofereça um desconto imediato a quem lhe referir outros clientes

Como pode ver, o seu sistema de referências pode começar antes até de fazer negócio.

Imagine que tem uma escola de línguas.

Sempre que tiver um aluno interessado, proponha oferecer um desconto de 50% se esse aluno trouxer 3 amigos.

Se quiser ir um passo além e ser realmente abundante, ofereça na mesma um desconto de 10% se por acaso esses amigos não converterem em alunos.

A sua marca sairá a ganhar, tanto pela admiração do aluno original, como pelo "branding" gratuito que esse aluno fez por si.

2) Envie agradecimentos aos seus melhores clientes, atuais e passados

Quer seja por email, carta, ou mesmo telefonema, é crucial mostrar a sua gratidão por fazer negócio consigo.

Nesse agradecimento, explique que como sabe que provavelmente essa pessoa conhece pessoas com perfil semelhante...

Prefere que as referências venham dessa pessoa.

Ajude-a a ver que tipo de pessoa beneficiaria mais dos seus serviços...

Depois, faça uma oferta gratuita sem qualquer compromisso a quem essa pessoa referir.

Como por exemplo, uma sessão de estratégia, uma sessão de consultoria gratuita, ou um teste gratuito.

Se fizer isto consistentemente, com todos os clientes que interagir, irá imediatamente ver uma diferença na sua faturação.

3) Se tiver colaboradores, crie um sistema de referências interno

Sim, para todos os colaboradores.

Não só para a equipa de vendas.

Faça com que as referências internas sejam parte integrante da cultura da empresa.

Ofereça um bónus sempre que alguém trouxer um cliente novo...

E, já sabe, se quiser ser ainda mais abundante, ofereça algo mesmo que esse cliente referido não converta.

Nem que seja um almoço, um livro, ou uma garrafa de vinho.

O gesto ficará marcado no subconsciente, contribuindo para o ambiente interno e para referências constantes.

4) Aumente o número médio de compras por comprador

Sempre que um cliente comprar um dos seus produtos ou serviços, ofereça um desconto para outro produto/serviço se essa pessoa referir alguém.

Se você for por exemplo um contabilista, ofereça um desconto para uma análise financeira do semestre.

Se quiser ir um passo além, ofereça também um desconto a quem essa pessoa referir.

Por exemplo, um dentista oferecer um check-up gratuito a pacientes referidos por pacientes atuais.

E porquê?

Porque a probabilidade de os seus clientes atuais referirem alguém aumenta se tiverem algo para oferecer...

Que apenas eles podem oferecer, fomentando aquele sentimento de exclusividade.

5) Contacte todos os seus fornecedores e parceiros

Quer seja o seu contabilista, fornecedor de materiais, advogado, etc...

Explique exatamente as especificidades do seu negócio, e o tipo de cliente ideal que você serve...

E crie uma verdadeira parceria.

Sempre que esse parceiro referir alguém para o seu negócio, ofereça uma comissão.

Ah, e não se limite a parceiros de negócio...

Fale com o seu dentista, cabeleireiro, etc...

A probabilidade de essas pessoas também servirem os seus clientes ideiais é alta.

6) Fale com a sua concorrência

"O quê? Concorrência? Nunca...", pensará você.

No entanto, saiba que a sua concorrência pode também ser uma fonte de clientes que nunca antes tinha pensado.

Existem sempre clientes que podem não servir para empresas que trabalham na mesma área que a sua... mas que se encaixam no seu perfil de cliente ideal.

Por exemplo, agências de marketing:

Se um cliente que fez um site numa agência concorrente da sua quiser também gestão de redes sociais, e isso for o "core" dessa agência...

Fará todo o sentido passar o cliente para si, a troco de uma comissão.

Pode também haver o caso de aparecerem clientes fora da área geográfica de ação da sua concorrência, mas que estão dentro da sua.

Combine uma troca de valor.

Deixe de ver a concorrência como o inimigo. Adopte uma atitude de abundância.

Há espaço para todos.

Verá que viverá com mais tranquilidade (e prosperidade!).

E pronto.

Chegámos ao fim.

Pode implementar um destes sistemas, mas idealmente deve ter vários sistemas para controlar ao máximo o ciclo de referências em todas as fases da vida de um cliente.

Faça com que as referências façam parte da cultura da sua empresa.

As referências são a maneira mais barata, menos arriscada, com maior alavanque, e com o maior potencial de sucesso que existe para angariar novos clientes.

Mas tem que ser proativo e implementar sistemas! O maior erro é ficar dependente da boa vontade das pessoas.

O que achou destas dicas?

Vai implementar alguma no seu negócio? Já implementou? Tem outros sistemas a correr?

Diga-me nos comentários abaixo.

Um abraço,

Tiago "sistemático" Faria

Será que devo criar conteúdo online

Será que Devo Começar a Criar Conteúdo Online?

Se tem esta dúvida na sua cabeça, este artigo é extremamente importante para si...

E irá ajudá-lo a tomar uma decisão.

Leia até ao fim, e depois diga-me o que pensa sobre o tópico nos comentários

Longe vão os tempos onde quem dominasse espaços publicitários... ganhava.

Televisão, rádio e imprensa eram os meios onde as pessoas passavam a maior parte do seu tempo.

Quem investisse mais nesses meios, captaria a atenção de mais olhos de potenciais clientes.

Será que devo começar a criar conteúdo online hoje

No entanto, hoje em dia o cenário é muito diferente.

A atenção das pessoas está mais longe desses meios tradicionais (apesar de muitas empresas ainda pensarem que não)...

E está focada num só aparelho: nos seus telemóveis.

Isto para além do facto dessas pessoas estarem muito mais imunes a mensagens comerciais... já se topa à distância.

E mais ainda: não só estão imunes, como têm a capacidade de saltar anúncios sempre que quiserem, quando quiserem.

Ora isto leva-nos a uma questão importante:

Os meios de comunicação tornaram-se irrelevantes.

As pessoas agora têm controlo sobre o consumo de informação ou entretenimento...

Pelo que procuram satisfação imediata para os seus problemas, objetivos e necessidades.

Procuram por conteúdo de valor.

E é exatamente aqui que você se tem de focar.

Se quiser atrair a atenção de potenciais clientes...

A sua prioridade número 1 deve ser criar conteúdo de valor...

Que ajude essas pessoas a resolver os seus problemas e alcançar os seus objetivos.

Fazendo isso, captará a atenção de pessoas interessadas no que tem para oferecer...

E posicionar-se-á como a autoridade no mercado...

Tornando-se irremediavelmente na única solução viável para os seus problemas ou objetivos.

Já não há volta a dar...

Se quiser que o seu negócio tenha sucesso hoje em dia...

Você tem que se tornar num produtor de conteúdo, e a sua empresa tornar-se ela própria numa empresa de meios de comunicação.

Agora você diz-me: "mas eu não tenho recursos para isso".

Bom...

Tenho a certeza que tem consigo neste momento um smartphone (e provavelmente está a ler este email num).

Esse aparelho é incrivelmente PODEROSO. Eu diria que até mágico.

Você pode simplesmente ligar a câmara, virá-la para si, e começar a falar.

Depois disso, basta carregar esse vídeo numa das 9 aplicações onde as pessoas passam a maior parte do seu tempo...

E já está!

Não existem desculpas.

Se realmente quer que o seu negócio o sirva a si, á sua família e à sua comunidade...

Tem que se por ao serviço do seu negócio.

Gostava muito de saber a sua opinião sobre isto.

Responda nos comentários abaixo e diga-me o que pensa.

Qual é o maior obstáculo para que comece a produzir conteúdo?

Um abraço,

Tiago "o conteúdo é o caminho" Faria

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Curso Facebook Ads Grátis: Estratégia de Baixo Risco e Alto Retorno

Os anúncios Facebook são hoje em dia uma das melhores ferramentas para gerar tráfego qualificado para o seu site.

Apesar de o alcance orgânico do Facebook estar a ficar cada vez mais limitado…

E de as empresas que apostam 100% na produção de conteúdo na plataforma estarem cada vez mais em risco de perderem o seu negócio

Os Facebook Ads ainda estão subvalorizados em termos de CPC (custo por clique) ou CPM (custo por mil impressões).

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Estamos a passar por uma fase única na vida da rede social em que ainda é economicamente viável para pequenas e médias empresas captarem a atenção dos utilizadores e rentabilizarem o seu investimento.

Mas esta fase não durará muito mais tempo…

No dia em que as maiores empresas do mundo (da lista Forbes) realmente perceberem que TODA a atenção das pessoas está em 9 aplicações de telemóvel

E que é muito mais rentável e mensurável apostar na publicidade online...

Vão tirar todo o budget de televisão e alocar em plataformas como o Facebook.

No dia que isso acontecer, o “mercado de leilão” será incomportável para a vasta maioria das empresas, e terão que descobrir outra plataforma.

Este ciclo tem acontecido sistematicamente nos últimos anos e continuará a acontecer no futuro:

Uma plataforma capta a atenção dos utilizadores... as empresas entram em força para “arrendar” essa atenção… e as pessoas partem para outra plataforma quando fica saturada de anúncios e torna-se menos agradável.

O Facebook está ainda na fase em que tem a atenção dos utilizadores, e os “tubarões” ainda não entraram em força na plataforma.

Ainda vai mais que a tempo para “aproveitar a onda”!

Mas agora a pergunta é:

Como anunciar no Facebook de forma rentável?

Neste mini curso vou cobrir uma estratégia simples e baseada em puro teste/iteração.

Nada de “truques mágicos” ou “segredos” que abundam por aí.

E principalmente, uma estratégia económica que minimiza o risco do seu investimento!

Mas antes, comecemos por um passo importante.

A Importância de Um Funil de Vendas para Facebook Ads

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Antes de começar a enviar tráfego para o seu site, deve prepará-lo para receber esses novos visitantes da forma eficaz e mensurável.

Usar apenas o seu website como destino final não é a melhor opção, uma vez que:

1) Na maior parte das vezes não terá um mecanismo para recolher o contacto pessoal dos visitantes e dar seguimento à relação

2) Não terá o seu conteúdo preparado para fazer com que o visitante comece a conhecer, gostar e confiar na sua empresa

Agora pergunta-me:

Mas não é para isso que serve o retargeting?

Certo, o retargeting é uma solução útil, mas que por si trará resultados limitados, uma vez que se baseia apenas na persistência sem criação de valor adicional para o cliente.

Portanto, com base nisto, o que o seu site precisa é de um funil de vendas.

Ou seja, uma combinação de plataformas que em conjunto formam uma máquina de vendas automática.

Sempre que um visitante entra no topo do seu funil, passa por uma série de interações com a sua marca (durante dias, semanas, ou meses) até se tornar em cliente rentável no fundo do seu funil.

Se quiser saber mais sobre o que é um funil de vendas, veja este artigo.

Facebook Ads: Paciência VS Resultados Imediatos

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Esta estratégia baseia-se na utilização de orçamentos diários muito baixos, para que possa testar várias audiências e ir adicionando/removendo conforme a performance correndo o mínimo de risco possível.

Trata-se de uma abordagem diferente que exige paciência e controlo diário...

O completo oposto de uma estratégia de aumentar exponencialmente o orçamento para começar a obter resultados rapidamente.

Tendo em conta que precisamos de obter um número considerável de cliques para podermos validar o sucesso de uma campanha...

Com budgets mais baixos precisamos de mais tempo para obtermos dados estatisticamente significativos.

E este é o maior erro que a vasta maioria dos anunciantes comete:

Tomar decisões emocionais e precipitadas.

Se não tomar decisões com base em dados estatisticamente significativos, estará potencialmente a tomar decisões baseadas nos dados errados.

Portanto, se até agora não teve sucesso nas suas campanhas Facebook, ou gostava de começar a anunciar correndo o mínimo de risco possível, esta estratégia é para si.

Facebook Ads: A Estratégia dos 5€ por Dia

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A estratégia inicial é simples:

Numa campanha, crie uma série de ad sets (conjuntos de anúncios), cada um com apenas uma audiência específica (por exemplo, pessoas que gostam de “maquiagem”).

Crie um anúncio apenas que será incluído em todos os ad sets, usando texto longo com base numa história (veja aqui a importância das histórias no marketing).

Importantíssimo conhecer bem o seu segmento de mercado para criar anúncios relevantes para a sua audiência, assim como saber como criar headlines que criem curiosidade e levem ao clique!

O objetivo desta estratégia inicial é ver quais as audiência específicas que reagem melhor à nossa oferta e pausar as audiências que não nos trazem resultados.

Depois de começar a campanha, garanta que gastou tanto quanto o que potencialmente ganharia com a venda da sua oferta (o produto especial, como pode ver no artigo sobre funil de vendas).

Por exemplo, imagine que o seu produto custa 30€.

Neste caso, deixaria correr a campanha durante 6 dias (5€ por dia) antes de decidir se está a funcionar ou não.

Se ao fim dos 6 dias fizer uma venda, você fica em ponto de equilíbrio.

E isto é um ótimo sinal!

Repare, gastou 30€ no Facebook, e recebeu 30€ de volta.

Ou seja, não gastou dinheiro nenhum.

Se tiver um funil de vendas montado corretamente, terá angariado uma lista de emails interessante (entre 30% a 50% das pessoas que clicaram no anúncio).

Com estes contatos, você tem a possibilidade de dar seguimento à relação por email, fazendo com que conheçam, gostem e confiem na sua marca…

E a partir desse momento, a venda tornar-se-á 10x mais fácil do que quando o visitante conheceu a sua marca pela primeira vez.

A Importância de Saber os Seus Números

O preço médio de compra é o número mais importante para medir o sucesso da sua campanha.

É importante saber que tipo de números precisa de ver nas suas campanhas para que decida se está no ponto de equilíbrio ou mesmo a ser rentável.

Estes números chamam-se “Key Performance Indicators” (em português “Indicador-chave de Desempenho”) ou “KPIs”.

Quando as empresas de sucesso investem dinheiro em publicidade online, sabem que do outro lado virão clientes rentáveis.

Cada euro investido, tem que trazer pelo menos 1€ de retorno para que faça sentido.

Estas empresas de sucesso sabem exatamente quanto devem investir por cada novo cliente, e que segmentos de audiências trazem clientes dentro dos KPIs…

Para que possam alocar todo o investimento publicitário nos ad sets que realmente funcionam.

A Abordagem Mais Avançada de Facebook Ads por 5€

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Assim que tiver acertado a sua estratégia inicial, e tiver chegado à conclusão de quais as audiências que funcionam melhor, está na altura de começar a escalar.

Mantendo o mesmo anúncio que criou, o seu objetivo agora será expandir o seu alcance e atingir novas audiências.

O Facebook tem mais de 2 biliões de utilizadores que visitam a plataforma diariamente, pelo que o seu potencial público-alvo é tremendo.

A oportunidade é enorme, mas você não quererá alocar todo o seu budget de publicidade enquanto ainda estiver a testar audiências.

Portanto, comece por fazer bem a sua análise usando a ferramenta “Facebook audience insights” para encontrar novas audiências relevantes e testar.

Cada audiência terá um orçamento de 5€ e o mesmo anúncio que criou para as restantes audiências.

É importante correr todos estes ad sets com apenas um anúncio que já sabe que funciona, para garantir que só inclui uma variável no teste!

A mesma landing page e o mesmo anúncio, apenas testando diferentes audiências em ad sets de 5€ cada.

Cada vez que encontrar uma nova audiência, basta duplicar um dos ad sets da sua campanha e mudar a audiência-alvo do novo ad set.

Este processo cria um teste eficiente que lhe dará uma visão clara e óbvia sobre qual ad set deve pausar, e qual ad set deve continuar a correr.

Com base nesses dados, o objetivo é tomar decisões racionais baseadas em dados reais, para decidir se as novas audiências estão a funcionar.

Desde que estejam dentro dos seus KPIs, a sua máquina está a ser rentável (quer seja a curto termo quer seja a longo termo).

Sabendo que tem um funil de vendas eficaz e qual é o “valor do tempo de vida” de cada cliente, será paciente uma vez que o seguimento da relação por email trará os clientes mais rentáveis.

Monitorize os Resultados dos Seus Facebook Ads

O ideal será esperar 2 semanas para avaliar os resultados da sua campanha.

Deste modo evitará sazonalidade ou eventos que possam ter acontecido num dia específico, e terá acesso a dados estatisticamente significativos para tomar decisões racionais.

Durante essas duas semanas, vá monitorizando o seu custo por lead.

Se vir que há um ad set cujo custo por lead é bastante superior ao seu KPI, pode pausar o anúncio.

No final das 2 semanas, olhe para os ad sets vencedores e adicione-os à sua campanha principal: aquela que apenas contém ad sets vencedores e onde pode aumentar os budgets de cada um.

Esta estratégia é incrivelmente eficaz para minimizar o risco.

Quando um ad set funciona, a probabilidade é que continue a funcionar no futuro.

Por outro lado, quando um ad set não funciona, você não perdeu rios de dinheiro a testar.

Uma vez testadas as novas audiências que funcionam e pausadas as que não funcionam, não vai parar por aqui.

Continue a procurar novos audiências que ainda não tenha testado, e repita o processo.

Passo a passo vai colhendo ad sets que trazem clientes rentáveis para o seu negócio, sem gastar demasiado dinheiro, ao mesmo tempo que vai crescendo a sua lista de email (o seu ativo mais valioso).

Teste Tudo Relacionado Com a Sua Campanha de Facebook Ads

Uma vez identificados as audiências ad sets mais rentáveis para o seu negócio, pode partir para diferentes testes.

O passo seguinte será testar diferentes anúncios em cada ad set.

Mas lembre-se: deve testar apenas uma variável de cada vez. Só assim saberá o que fez a diferença.

Por exemplo, uma imagem com uma cara de uma pessoa VS uma imagem de produto.

Um anúncio de texto longo VS um anúncio de texto curto.

Uma headline com um benefício VS uma headline com um benefício diferente.

Encontre um vencedor de cada vez e pause o perdedor. Depois, teste uma variável diferente e assim sucessivamente.

Por fim, faça testes A/B nas landing pages do seu funil de vendas.

Começando pela landing page da “lead magnet”:

De novo, uma variável de cada vez. Teste uma headline VS outra headline… uma imagem VS outra… e assim sucessivamente.

Estes pequenos ajustes vão calibrando a sua campanha, com o objetivo de lhe baixar cada vez mais o seu custo por cada novo cliente.

Comece Agora a Sua Campanha de Facebook Ads

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Esta estratégia é a ideal para quem quer começar o “jogo” dos Facebook Ads.

É também a ideal para quem quer escalar as suas campanhas e manter os resultados dentro dos seus KPIs.

O segredo é manter a paciência e disciplina, sem tomar decisões precipitadas…

Normalmente é aqui que se cometem mais erros.

Por exemplo um ad set pode não estar a funcionar ao fim de 6 dias, mas no dia 7 obter 2 vendas que alteram por completo os números.

De repente está dentro dos seus KPIs. Se tivesse pausando no dia 6 nunca teria visto aquelas 2 vendas, e teria perdido uma audiência com potencial de se tornar rentável.

Por fim, foque-se nos ad sets que estão a funcionar da sua campanha principal, e guarde 10% do seu tempo e budget a testar novas audiências com esta estratégia.

Não pare na sua zona de conforto.

Aproveite enquanto a “onda” do Facebook ainda está ao seu alcance para aumentar a sua lista de emails e crescer o seu negócio!

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Curso SEO: O Único Guia Grátis que Precisa Para Aprender SEO em 2020

O marketing digital está rapidamente a tornar-se no canal principal para as empresas promoverem os seus produtos ou serviços, e grande parte do seu investimento vai para a optimização para motores de busca (SEO).

O SEO é crucial para a sua presença online, uma vez que lhe trará tráfego orgânico gratuito vindo dos motores de busca como o Google, Bing ou Yahoo.

Neste artigo, você irá encontrar um guia simples de seguir, e não precisará de procurar mais nada na internet (ou comprar cursos caros).

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O meu objetivo é simplificar o SEO, para que o seu site possa começar a aparecer nos resultados de pesquisa sem se distrair com técnicas e truques complicados que, na verdade, não fazem grande diferença…

Basta pesquisar por “SEO” no Google e verá uma “pletora” de resultados de agências que querem fazer com que o tópico soe complicado (para depois venderem os seus serviços).

O SEO não tem que ser complicado.

E você não precisa de técnicas avançadas que no máximo melhorarão o seu ranking em 10%...

Não precisa de gastar rios de dinheiro, nem precisa de ganhar cabelos brancos a tentar perceber todas as técnicas e truques possíveis.

É possível aprender SEO num artigo apenas, e é aqui que o vai encontrar.

Este mini-curso irá dar-lhe as bases para que possa gerar visitas constantes para o seu website durante anos e anos.

Vai aprender o fundamental do SEO, ou seja, tudo aquilo que precisa para verdadeiramente começar a gerar tráfego.

Crie conteúdo consistentemente, use os passos descritos neste guia, e terá criado um ativo para a vida.

Como Usar Este Curso de SEO Online

Se preferir ver este conteúdo em vídeo, clique no vídeo YouTube acima.

Antes de começarmos, um aviso:

Este curso de nada servirá se não se tornar num criador de conteúdo.

O objetivo deste curso é optimizar a sua criação de conteúdo, e não encher a sua cabeça com conhecimentos que nunca irá pôr em ação.

Lembre-se que criar um negócio online é um processo que exige ação imperfeita, feita de maneira consistente, e por longos períodos de tempo.

Comece a escrever, e volte a este artigo para consultar quais os passos a seguir para garantir que o seu conteúdo é indexado nos motores de busca.

Faça-o repetidamente, e num ápice todo este processo começará a sair-lhe naturalmente.

"Aprender enquanto faz" é realmente a única maneira de adquirir uma nova competência…

Faça isto durante 6 meses, e verá que os resultados começam a aparecer.

Faça isto durante 1 ano inteiro, e veja os seus resultados a disparar.

Ah, e quando isso acontecer, deixe um comentário neste artigo para celebrarmos em conjunto!

Mas lembre-se: obter resultados em SEO exige muito trabalho, consistência e persistência…

É uma maneira de gerar tráfego gratuito para o seu site, mas em vez de gastar dinheiro precisará de gastar muito tempo!

Para ser mais fácil de ler este artigo (e se quiser saltar para um tópico específico), veja abaixo os capítulos:

Capítulo 1: Saiba Quais São as Suas 2 Audiências

Capítulo 2: Ferramentas de SEO que Vai Precisar

Capítulo 3: Análise de Palavras-Chave

Capítulo 4: Crie Títulos e Descrições Optimizados e Apelativos

Capítulo 5: Optimize os Tags dos Títulos Internos

Capítulo 6: Crie um Artigo Multimédia

Capítulo 7: Crie Links Internos

Capítulo 8: Optimize a Estrutura dos Seus Artigos

Capítulo 9: Link Building: Toda a Verdade

1) Saiba Quais São as Suas 2 Audiências

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O SEO, ou optimização para motores de busca, é basicamente uma lista de coisas que precisa de fazer sempre que publica conteúdo no seu website.

Esta lista irá assegurar que o seu conteúdo estará optimizado para obter uma posição alta nos resultados de pesquisa dos motores de busca e, como consequência, mais tráfego para o seu site.

Se o seu objetivo é obter mais visitas para o seu site, vai querer que o seu conteúdo esteja presente sempre que alguém pesquise por uma palavra-chave relacionada com o seu nicho de mercado.

Mas atenção:

Você não estará apenas a escrever e a optimizar o seu conteúdo para os motores de busca.

Essa é apenas uma parte da equação.

A outra parte da equação são os leitores do seu conteúdo.

As pessoas que estão efetivamente à procura de resultados para as suas pesquisas.

Quando várias pessoas clicam no link para o seu site em detrimento de outro link, estão basicamente a “votar” no seu site.

Estão a dizer aos motores de busca que preferem o seu link em vez de todos os outros que aparecem nos resultados de pesquisa…

E isto é algo que dá um sinal aos motores de busca: os cliques nos seus links, o tempo que passam na sua página, e a interação que têm com o seu website (cliques internos).

Portanto, lembre-se das suas 2 audiências sempre que criar e optimizar conteúdo: os motores de busca e as pessoas que lêem o seu conteúdo.

A Prioridade Tem Sempre que Ser Ajudar o Seu Público-Alvo

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Esta é a parte que a maioria dos artigos e cursos sobre SEO que abundam na internet deixam de fora:

O seu foco tem que ser sempre ajudar pessoas!

De maneira genuína e verdadeira.

Ajude-as a resolver problemas, ultrapassar medos, e atingir objetivos.

Não faça como a vasta maioria dos blogs, que apenas se focam em optimizar para os motores de busca e fornecer conteúdo duvidoso.

As pessoas procuram por experiências autênticas, e quando você é quem realmente ajuda a sua audiência, você ganha.

Ganha porque se tornará no conselheiro de confiança para essas pessoas, e a única solução viável para os seus problemas.

O verdadeiro caminho para o sucesso a longo prazo é genuinamente ajudar pessoas.

Se o seu blog resolver os seus problemas, responder às suas perguntas, e oferecer soluções, será que as pessoas vão passar mais tempo no seu site e interagir mais com o seu conteúdo?

​Absolutamente!

Siga estes simples passos de SEO para que os motores de busca encontrem e indexem o seu conteúdo, mas foque-se em criar o melhor conteúdo possível para a sua audiência.

Assim que aparecer nos resultados de pesquisa, os utilizadores verão que fornece melhor conteúdo que a concorrência e irão clicar nos seus links.

Motores de Busca e os Rastreadores Web

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Os rastreadores dos motores de busca (web crawlers, spiders, ou bots) são a sua segunda audiência.

Estes são ferramentas que os motores de buscar usam para rastrear todos os websites na internet.

Colhem dados sobre o seu website e todas as suas páginas.

Sem esta informação, os rastreadores não saberão que páginas devem indexar e mostrar cada vez que um utilizador faz uma pesquisa.

Quando um rastreador rastreia o seu website, lê todo o texto, todos os meta tags, código, links internos e externos e muito mais.

Com essa informação, o rastreador cria um perfil específico para o seu website e armazena-o na base de dados do motor de busca.

Portanto, o seu papel como optimizador será o de facilitar esta leitura, para que os rastreadores colham os dados do seu website da maneira mais rápida e eficiente possível.

Os princípios deste curso irão dar tudo aquilo que os rastreadores precisam de saber sobre o seu website, para que estes possam indexar e mostrar os seus links nos resultados de pesquisa relevantes.

2) Ferramentas de SEO que Vai Precisar

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Não se preocupe, não precisa de nada de complicado.

Bastam 3 ferramentas para fazer SEO de forma eficaz.

E sabe que mais? Todas têm versões gratuitas!

Durante o curso, iremos falar mais sobre cada uma, mas por agora vejamos o essencial:

Sistema de Gestão de Conteúdos (CMS)

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Esta será a base de todo o conteúdo do seu website.

Existem várias opções no mercado, mas se escolher a errada por afetar negativamente o seu SEO.

Mesmo que já tenha o seu website criado, recomendo vivamente que considere sempre a única plataforma viável para o sucesso a longo termo:

WordPress.org.

Plataformas como o Wix, SquareSpace, ou Webnode são sistemas fechados (ou seja, controlados por estas empresas), e isto pode afetar tanto os seus rankings nos motores de busca, como o seu controlo sobre o seu próprio website.

O WordPress continua a crescer o número de websites que são criados na plataforma, que já é usada por cerca de 30% da internet.

Os motores de busca adoram o WordPress, e os webmasters são fãs da plataforma por ser open-source.

Milhares de programadores de todo o mundo mantêm e melhoram a plataforma voluntariamente, todos os dias.

Se precisar de ajuda, neste post explico-lhe como criar um blog em WordPress.org.

Ferramenta de Análise de Palavras-Chave SEO

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Existem ferramentas pagas e gratuitas para analisar palavras-chave.

A única que utilizo e recomendo é o KW Finder.

Registe-se agora na ferramenta gratuitamente para seguir os passos deste curso.

Pode fazer 5 pesquisas por dia gratuitamente, o que é mais do que suficiente para quem está a começar.

Com o KW Finder pode analisar o número de pesquisas mensais de cada palavra-chave e o grau de dificuldade de cada uma, para além de poder analisar a sua concorrência.

É tudo o que precisa!

O Único Plugin WordPress que Precisa para SEO

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Outra grande razão para criar o seu website em WordPress é o facto de existirem milhares de empresas a criar plugins.

Se estas empresas não satisfizerem os utilizadores, as pessoas irão simplesmente escolher outro plugin.

E é por isso que o único plugin de SEO que recomendo é o Yoast SEO, uma vez que é o mais completo e constantemente atualizado…

E que faz todo o trabalho por si: mantém-se atualizado a cada mudança nos motores de busca, para que não tenha que fazer esse trabalho.

Não precisa sequer de usar a versão paga do Yoast SEO. A versão gratuita é mesmo tudo o que precisa!

Este plugin permite-lhe estar em controlo de todos os meta dados, e optimizar o conteúdo das suas páginas num só lugar.

Pode modificar a maneira como os seus títulos, URL e descrições aparecem nos resultados de pesquisa, para além de controlar como os seus artigos aparecem nas redes sociais.

Não precisa de mais nada!

3) Análise de Palavras-Chave para SEO

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No mundo do SEO, as palavras-chave são a “chave” (passo a redundância).

Estas são as frases e palavras que as pessoas inserem nos motores de busca, para obterem resultados que as ajudem a resolver os seus problemas, desejos ou necessidades.

A análise de palavras-chave irá ajudar a identificar quais as maneiras mais comuns que as pessoas usam para procurar informação.

Com esta informação, o seu objetivo será usar essas palavras nos seus artigos, títulos, descrição e URLs para que combinem com o que as pesquisas que as pessoas digitam nos motores de busca.

Mas então, como encontrar essas palavras-chave?

Com uma ferramenta de análise de palavras-chave. Existem várias que pode usar, tanto gratuitas como pagas.

Recomendo vivamente o KW Finder, porque é extremamente simples de usar, rápido e eficaz.

Neste artigo explico em detalhe como fazer análise de palavras-chave usando o KW Finder, para que possa encontrar a combinação perfeita entre volume de pesquisas e dificuldade da palavra-chave.

O seu objetivo será usar essas palavras-chave no seu artigo da maneira mais natural possível, e usando todas as variações possíveis que as pessoas usam para procurar pelo tema específico…

Para que os motores de pesquisa percebam que o seu artigo é o mais compreensivo e completo sobre a temática.

Os Motores de Busca Vão Dizer-lhe Que Variações Deve Incluir

Quando estiver a escolher as palavras-chave para o seu artigo, vai querer que estas signifiquem o mesmo, mas que sejam ditas de maneiras diferentes.

Se tiver todas essas variações incluídas no seu artigo, os motores de busca vão perceber exatamente de que se trata.

Não se limite a uma ou duas. Use dezenas de palavras-chave adicionais que sejam semelhantes à principal.

E como as obter?

Vá ao Google e pesquise pela palavra-chave principal que quer usar…

No fundo dos resultados de pesquisa irá encontrar pesquisas relacionadas:

motores de busca, palavras-chave, curso seo

Estes são termos frequentemente utilizados pelos utilizadores, quando estes pesquisam pelo seu tópico.

Use-os quando estiver a rever o seu artigo, para refletir todo o tipo de variações possíveis.

Mas lembre-se: vocês está a escrever para pessoas. Não encha o artigo de palavras-chave sem lógica, para não confundir as pessoas e manter o artigo com alta qualidade.

4) Crie Títulos e Descrições Optimizados e Apelativos

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O título e a descrição do seu artigo são as duas componentes do seu artigo que irão aparecer nos resultados de pesquisa.

Como tal, é crucial optimizá-los tanto para os motores de busca (para garantir que estes indexam o seu link para os termos corretos)...

Mas também para os utilizadores (para garantir que estes se interessam pelo seu link, e se sentem compelidos a clicar para saber mais).

Crie um Título Optimizado para SEO

O mais importante no seu título é garantir que inclui as suas palavras-chave principais e que é apelativo o suficiente para levar ao clique.

Idealmente, deve usar a sua palavra-chave logo no início do título (desde que soe natural para quem lê).

Se conseguir incluir palavras-chave secundárias, e ao mesmo tempo manter o título compreensível e natural, tanto melhor!

Mas se não for possível, foque-se em optimizar para pessoas (a sua prioridade número 1).

Por outro lado, deve também ter em conta que existe um limite de caracteres para o seu título.

E é aqui que entra o tal plugin Yoast SEO que falámos acima:

Quando escreve o seu título, o Yoast mostra-lhe quantos caracteres tem até que o título fique truncado nos resultados de pesquisas do Google.

E como o Yoast é constantemente atualizado, este limite estará sempre em conformidade com as exigências do Google.

E finalmente, lembre-se que o título é o elemento mais importante do seu link!

É o que levará as pessoas a clicar ou não.

Por isso, o seu título deve ser claro sobre o que o utilizador vai ler, e tem que ser apelativo!

Crie títulos que gerem interesse, curiosidade e que mostrem benefícios. Use técnicas de copywriting para levar o utilizador a decidir clicar para ler mais.

Por exemplo, vejamos o que fiz no título deste artigo:

“Curso SEO: O Único Guia Grátis que Precisa Para Aprender SEO em 2020”

“Curso SEO” é a palavra-chave principal, colocada estrategicamente no início e com lógica.

“Único” revela que é diferente de todos os outros, e que é completo, gerando curiosidade.

“Guia” sugere que se trata de um artigo que mostra passo a passo o que fazer, que é o que as pessoas procuram: soluções rápidas.

“Gratuito” mostra que o leitor terá valor sem precisar de pagar nada.

“Aprender SEO” é o benefício que o utilizador irá receber.

E “2020” mostra que o artigo é atual.

O facto de você estar a ler este artigo prova que este tipo de título é eficaz!

Escreva Meta Descrições Apelativas

Quando você está a comprar algo online, para onde olha depois de ver as fotos?

Para a descrição, correto?

Pois bem, o mesmo conceito se aplica aos resultados de pesquisa.

Depois de as pessoas lerem o título, vão olhar para a descrição para confirmar que o seu artigo irá responder de facto à sua pergunta.

A sua meta descrição aparecerá nos resultados do Google, por baixo do seu título:

meta descrições, curso seo

Quando os utilizadores pesquisam pela sua palavra-chave, vão ver dezenas de resultados na página.

Alguns destes resultados irão ser suficientemente apelativos para levar as pessoas a clicar no link, enquanto que outros serão ignorados por não “falarem a sua língua” ou não serem convincentes.

Lembra-se de termos falado sobre os cliques serem como “votos” que as pessoas dão aos motores de busca?

Pois bem, os motores de busca vão monitorizar a taxa de clique dos seus links.

Se os utilizadores pesquisam pela sua palavra-chave e o seu link aparece nos resultados, mas as pessoas não clicam…

Os links concorrentes irão começar a ultrapassar o seu no ranking, uma vez que estarão a obter mais “votos”.

Portanto, dê sempre uma razão forte para as pessoas clicarem no seu link!

Ponha-se no lugar dos seus leitores e faça a pergunta: “por que é que as pessoas escolheriam ler o meu conteúdo em vez da concorrência?”

De novo, use técnicas de copywriting para escrever descrições apelativas e que gerem interesse…

Mostrando o benefício que o leitor obterá, ao mesmo tempo que gera curiosidade.

Por outro lado, não se esqueça de incluir as suas palavras-chave principais na sua descrição.

Estas palavras aparecerão em negrito no seu resultado de pesquisa (veja no exemplo acima), o que irá também contribuir para que o seu artigo sobressaia.

Não escreva o que todos os outros escrevem…

Seja diferente, crie curiosidade, mostre o seu ponto de vista único, e obtenha mais cliques!

5) Optimize os Tags dos Títulos Internos

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Existem 10 capítulos neste artigo, cada um destacado com tamanhos de letra maiores que o texto normal.

Na linguagem de SEO, estes são conhecidos como tags de título HTML.

Estes tags de títulos ajudam a estruturar o seu conteúdo de maneira a mostrar aos motores de busca quais são as ideias mais importantes do seu conteúdo.

Estes tags de títulos não são nada de complicado, não se preocupe.

Imagine como se fossem o título, capítulos e sub-capítulos de um livro...

Existe o tag H1 (Título 1, que é normalmente o título do seu artigo), que deve refletir o tópico geral.

Depois existem os tags H2 (Título 2), que servem como capítulos do seu artigo.

E finalmente, os tags H3-H6, que são os sub-capítulos que ajudam a dividir o seu conteúdo de forma lógica e de fácil leitura.

Uma regra importante::

Cada página do seu website e cada artigo só deverá ter um tag H1 (faz sentido ter só um título principal).

Pode ter tantos títulos H2 quanto desejar, dependendo do tamanho do seu artigo.

Pode ter também os títulos H3, H4, H5, etc que quiser, para organizar o seu conteúdo melhor. Eu apenas uso títulos H1 até H3, mas a escolha é sua.

Use as palavras-chave que analisou no passo anterior nos seus títulos, mas lembre-se de o fazer de forma natural.

Se não fizer sentido, não force.

Os motores de busca hoje em dia analisam também a lógica da alocação das suas palavras-chave, por isso, nada de encher o seu artigo de palavras-chave repetidamente e aleatóriamente!

Tags de Títulos no WordPress

Quando está a criar um artigo no WordPress, existe um campo que diz “Parágrafo”, onde pode escolher se quer escrever texto, ou Título 1 a Título 6.

meta tags, wordpress, curso seo

A primeira coisa que precisa de confirmar é se o seu tema WordPress inclui o título do seu artigo no topo da página como tag H1.

Se sim, não precisará de incluir de novo um tag H1 no seu artigo. Mas se não, então você precisará de o fazer.

Isto é importante, pois não vai querer ter dois tags H1 na sua página…

Aos olhos do Google, existe uma hierarquia na estrutura do seu artigo.

Quando inclui um tag H1, esse será considerado o tópico mais importante do seu artigo, para além de mostrar ao leitor que essa é a grande ideia do artigo.

Capítulo 6: Crie um Artigo Multimédia

artigo multimedia, curso seo

O Google adora artigos multimédia.

Imagens, vídeos e áudios são tendências de ranking importantes para os motores de busca.

Portanto, é importante garantir que o seu artigo não é apenas texto.

Insira Imagens Optimizadas para SEO

Ninguém gosta de olhar para um bloco de texto enorme, sem mais nenhum elemento.

Incluir imagens irá melhorar o fluxo visual da sua página, partindo o texto em pequenos blocos, ajudando a perceber os sub-tópicos, e adicionando cor ao seu artigo.

Pode usar imagens de banco de imagens gratuitos, que irão contar uma história visual e ilustrar os tópicos do seu artigo.

Por outro lado, não se esqueça de optimizar as suas imagens para SEO:

1) Nome do ficheiro

Os nomes dos ficheiros de imagens que incluir devem conter a(s) palavra-chave(s) do título a que correspondem.

Ou seja, se a sua imagem estiver debaixo do seu título H1, deve conter as palavras-chave desse título.

O nome do ficheiro é automaticamente incluído no WordPress, pelo que antes de fazer upload, altere o nome (nada de manter nomes como 20181208.jpg).

2) Alt-Text e Título

Exatamente o mesmo se aplica aqui, sendo que a diferença é que deve alterar manualmente no WordPress.

3) Comprima e ajuste as Imagens antes de incluir no artigo

A velocidade do seu website é um fator de ranking importante de SEO.

Por isso, antes de fazer upload das imagens no WordPress você deve ajustar o tamanho e peso destas.

Veja neste artigo como optimizar as suas páginas para velocidade.

​4) Bónus: Pinterest

Para além disso, incluir imagens oferece oportunidades de criar backlinks para o seu site, usando o Pinterest.

Muito poucos sites aproveitam o potencial do Pinterest, pelo que se trata de uma oportunidade para obter uma vantagem competitiva.

O Pinterest é um motor de busca visual, que irá gerar tráfego para o seu website com base na imagem.

Existe um plugin chamado “Pinterest “Pin It” Button” que faz com que seja muito fácil você (e qualquer pessoa) fazer “pin” das imagens a partir dos seus artigos.

Vai automaticamente adicionar um botão “Pin it” em cada imagem, sempre que alguém passar o rato por cima.

Ao clicar em “Pin it”, aparece uma janela pop-up que mostra a descrição e a imagem.

Assim que publicar o seu artigo, ganhe o hábito de imediatamente colocar um pin na sua imagem.

Isto irá dar um sinal aos motores de busca, irá criar um link para a sua página e ajudar o seu post a ser indexado mais rapidamente…

Para além de o Pinterest ser uma fonte de tráfego incrível que é atualmente desvalorizada!

Inclua Vídeos de Qualidade no Seu Artigo

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Os vídeos são absolutamente necessários para o seu artigo.

Existem coisas que são difíceis de explicar apenas com texto, pelo que um vídeo curto sobre o tópico pode ser aquilo que precisa para passar a sua mensagem.

Como deve saber, o Alphabet é a empresa mãe do Google e YouTube, pelo que os seus algoritmos funcionam de forma semelhante.

E o Google adora artigos multimédia!

Por isso, se tiver criado um vídeo sobre o tema, você pode e deve incluí-lo no seu artigo.

Se não tiver, pesquise por vídeos de outras pessoas que façam sentido.

Mas garanta que o vídeo é de qualidade e que é relevante para o seu conteúdo.

Dê preferência a vídeos de entidades competentes ou de empresas conhecidas, que tenham audiências consideráveis.

Lembre-se que vai querer dar à sua audiência diferentes maneiras de consumir e digerir o seu conteúdo, e fazendo isso, estará a criar um artigo multimédia cheio de “sumo” SEO.

Bónus: Se Tiver um Podcast, Inclua-o!

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Este passo não é crucial, mas pode ser um bónus importante para a sua variedade multimédia.

Se ainda não tiver um podcast, considere começar um usando a estratégia do marketing de conteúdo de 3 pilares.

Os ficheiros MP3 ajudarão a criar um artigo multimédia, super optimizado para motores de busca.

Não procure por podcasts de outras pessoas. Os podcasts não são tão importantes para SEO como os vídeos do YouTube.

Use apenas se tiver a produzir o seu próprio podcast.

Capítulo 7: Crie Links Internos

links internos, curso seo

Os links internos ajudam para o SEO de duas maneiras:

Quando os leitores do seu blog clicam para outras páginas do seu site, isso dá um sinal positivo aos motores de busca.

Os visitantes estão a interagir com o seu conteúdo, o que mostra que os seus artigos são relevantes, e ajuda os leitores a navegar no seu site.

Você pode confirmar estas métricas no Google Analytics, olhando para o tempo médio de visita e a taxa de rejeição.

Para além disso, os links são também “votos” para a página que direcionam.

Uma técnica fantástica para alavancar os links internos é alimentar os seus artigos mais completos e compreensivos com links vindos de vários outros artigos do seu blog…

Criando "silos" de conteúdo, e dando uma força extra aos seus artigos mais completos, que estarão em teoria a competir por palavras-chave mais competitivas.

Quando criar um link, evite escrever “saiba mais aqui”, e definitivamente não ponha o link na palavra “aqui”.

Em vez disso, “venda” o conteúdo que está a linkar numa frase que inclua a palavra-chave da página em questão.

Tudo isto são sinais que dará aos motores de busca sobre a relevância do seu conteúdo, e os tópicos-chave do seu blog.

Capítulo 8: Optimize a Estrutura dos Seus Artigos

estrutura artigo, curso seo

É importante estruturar o seu conteúdo de maneira a fazer com que seja fácil de ler, e que mantenha os leitores na página.

Se o seu artigo não tiver um bom fluxo visual, vai exigir esforço por parte do leitor, provocando na maioria das vezes desistências...

O seu objetivo será portanto criar conteúdo fácil de ler, fácil de digerir, coerente e organizado.

Vejamos um exemplo, que eu normalmente adapto nos meus artigos:

  1. 1
    Inclua uma imagem que explique o tópico do artigo, e inclua o título do artigo nessa imagem
  2. 2
    Inclua o seu título H1, que inclui a sua palavra-chave principal
  3. 3
    Escreva uma introdução de cerca de 200 palavras, que crie curiosidade, mantenha o leitor interessado, e explique o que o leitor vai ganhar ao ler o artigo
  4. 4
    Inclua um título H2, onde incluirá o seu sub-título
  5. 5
    Inclua uma imagem abaixo do seu título H2, para visualizar o que vai ser discutido nessa parte
  6. 6
    Se tiver algumas ideias para suportar o seu H2, inclua títulos H3 onde por acrescentar mais 150-200 palavras sobre cada sub-tópico
  7. 7
    Siga a mesma estrutura no resto do seu artigo para dar um fluxo visual atraente e lógico, e manter o leitor interessado e entretido

Ah, e não se esqueça de incluir pelo menos um vídeo que explique um ponto importante em detalhe!

Capítulo 9: Link Building: Toda a Verdade

link building, curso seo

É verdade que os backlinks (links externos a direcionar para o seu website) são um fator importante de SEO.

No entanto, os motores de busca não gostam que as pessoas estejam a “construir” links, e muito menos a comprar links ou a pagar para fazerem guest posts.

Essas técnicas “black hat” são extremamente arriscadas, e cada vez mais castigadas pelos motores de busca.

Se o fizer, o seu site correrá o risco de ser banido para sempre dos motores de busca, deitando abaixo todo o seu esforço, tempo e energia investidos.

Mas qual então a maneira correta de ganhar links para o seu site?

Escrever conteúdo de qualidade.

Conteúdo que não existe em mais lado nenhum, e que difícil de bater...

E as pessoas não terão outra alternativa que não incluir um link para o seu conteúdo.

Obviamente que pode acelerar este processo, se fizer outreach de qualidade a páginas importantes do seu nicho de mercado.

Mas escolha apenas sites com autoridade de domínio alta, que não peçam dinheiro por links, e que tenham boa reputação.

Não basta ter links, precisa de ter links de qualidade a apontar para o seu site.

Se tiver um link de um website que mais tarde seja banido por spam, isso terá um impacto negativo para o seu SEO.

Apenas links de websites com boa reputação darão sinais positivos aos motores de busca, indicando que o seu blog tem de facto qualidade e acrescenta valor.

E quando fizer outreach, não comece logo por pedir algo.

Use a estratégia de preeminência, e acrescente valor primeiro.

Mostre que está genuinamente interessado em criar uma relação, em ajudar a criar uma comunidade, e que não quer apenas pedir algo…

E quando chegar o momento certo, e o seu artigo for relevante para a audiência da pessoa em questão, faça o seu pedido.

Veja o vídeo abaixo, onde o Brian Dean explica exatamente como fazer outreach, e o que dizer nos seus emails:

Apareça nos Resultados de Pesquisa dos Motores de Busca

resultados de pesquisa, curso seo

Depois de implementar os passos deste curso, terá um título e descrição optimizados para o clique, conteúdo bem escrito e focado em palavras-chave, títulos optimizados, e artigos multimédia.

Mas isso não significa que aparecerá no topo dos resultados de pesquisa de um dia para o outro.

Apenas um artigo num ano não irá criar grandes resultados…

Você irá precisar de criar conteúdo regularmente, durante longos períodos de tempo, para começar a ver resultados.

Talvez queira publicar 3 artigos por semana, o que já é bom…

Mas se começar um desafio 90 dias e criar um artigo todos os dias, será épico!

Lembre-se que a sua concorrência está a publicar conteúdo de qualidade frequentemente…

Para ter sucesso você terá que trabalhar mais, de maneira mais consistente, e mais regular!

Assim que as pessoas começam a perceber a sua mensagem, e o seu conteúdo começa a ajudá-las a resolver os seus problemas, irão querer manter o contacto e saber o que mais tem para oferecer.

É aqui que entra o poder de uma lista de emails e do email marketing:

Você irá querer continuar essa relação e fazer com que a sua audiência conheça, goste e confie em si.

Isso é tudo o que precisa para dominar o seu nicho de mercado, por mais competitivo que seja.

Mas lembre-se:

Trata-se de um processo lento.

O SEO não é uma maneira de “enganar” os algoritmos dos motores de busca, por isso não se foque demasiado nos detalhes.

Comece a criar conteúdo de qualidade em massa, seguindo os passos deste curso de maneira consistente durante longos períodos de tempo.

O resultado será um negócio de sucesso e sustentável por muitos e muitos anos.

Diga-me o que acha, e partilhe as suas experiências!

Um abraço,

-Tiago “people optimization” Faria

4 competencias que aprendi a trabalhar na Google

4 Competências Cruciais que Aprendi a Trabalhar na Google

Estava eu na Índia a explorar a região de Rajasthan em Março de 2011…

Quando coloquei uma fitinha de desejo numa janela de pedra esculpida na cidade abandonada de Fatehpur Sikri.

Um desejo muito específico e, aparentemente, inalcançável.

Duas semanas antes dessa viagem, tinha voltado de Dublin, carregado de emoções depois de 4 longas e extenuantes entrevistas na sede europeia da Google.

Estava dividido.

4 competencias cruciais que aprendi a trabalhar durante 8 anos na Google

Sentia que tinham corrido super bem, mas na minha cabeça ainda pairavam muitos “ses”.

No entanto, a “vibração” dos templos Indianos, das florestas e das pessoas ativaram-me uma energia especial…

E depois dos primeiros dias de viagem, estava completamente em paz e seguro de que tudo ia correr bem.

Uma semana depois de voltar a Lisboa, recebo uma chamada da minha recrutadora…

“Bem-vindo à Google!” disse ela, com o entusiasmo típico Irlandês.

Depois de desligar o telefone… respirei fundo, e com um sorriso incrédulo disse para mim mesmo “Wow…”.

Não conseguia acreditar que tudo tinha acontecido tão rápido, e que dias antes estava a colocar aquele fiozinho de desejo na janela de pedra esculpida na Índia…

Materializando um sonho que já tinha há muitos anos (o tópico da minha dissertação de Mestrado foi exatamente sobre motores de busca!).

Um par de semanas depois, estava a começar as semanas de formação da Google em Dublin. Era oficialmente um “Noogler” (ou seja, um Novo-Googler).

O final da formação para começar a trabalhar na Google

Eu do lado direito, com uns quilinhos a mais em Abril de 2011

Parecia mesmo que estava a viver um sonho, e tinha o (crédulo) sentimento que ia ficar naquela empresa para sempre!

Toda a gente era tão inspiradora, e essa energia era realmente contagiante.

E a verdade é que foram 8 anos incríveis, onde aprendi 10X mais do que em 20 anos de educação.

Mais do que aprender sobre como a Google funciona, e como dominar o famoso Google AdWords (agora Google Ads), trouxe lições muito mais poderosas que me mudaram como pessoa e profissional para sempre.

Vejamos quais foram essas lições:

1. Copywriting

a arte do copywriting google

O meu primeiro cargo na Google foi de “Account Optimizer”, ou seja, criador e optimizador de campanhas de Google AdWords (hoje em dia Google Ads) para os maiores clientes europeus…

Aqueles que gastavam milhões de euros em “cliques”!

A minha função era basicamente assegurar que as campanhas de Google AdWords estavam optimizadas ao máximo para garantir que o cliente obtinha o melhor retorno do seu investimento… e que, por consequência, aumentava os seus orçamentos das campanhas.

Ora, para fazer com que isso acontecesse, o meu objetivo era fazer com que:

  1. 1
    A escolha e organização das palavras-chave refletissem exatamente aquilo que o seu público-alvo estava a pesquisar proativamente na Google, e que a “intenção de pesquisa” de cada uma dessas pesquisas era relevante para o produto/serviço do anunciante
  2. 2
    Os anúncios de texto fossem criados de forma a não só fazerem uma ligação com a palavra-chave pesquisada (coincidir de novo com a “intenção de pesquisa”), mas que também captassem a atenção, gerassem interesse, criassem desejo e persuadissem o utilizador a clicar no anúncio
  3. 3
    As landing pages (páginas de destino dos anúncios) criassem rapport com o utilizador, revelassem uma solução única para o seu problema, provassem a capacidade do anunciante resolver esse problema, e levassem o utilizador a tomar a decisão de comprar

Aquilo que descrevi acima resume-se a uma das competências mais importantes (se não a mais importante), mas também a mais ignorada pela vasta maioria dos empreendedores, proprietários, e empresários:

Copywriting.

A arte de influenciar e persuadir através da palavra escrita.

E não, esta arte não começa no momento em que começa a escrever o seu anúncio ou landing page…

Isso é o que a vasta maioria das pessoas faz (erradamente).

O Verdadeiro Segredo do Copywriting

Esta arte começa muito antes: na análise profunda do seu público-alvo (como vamos ver na competência número 2).

Os seus problemas, desejos, medos, frustrações, objetivos, e sonhos.

Se não conhecer a pessoa que está do outro lado melhor do que ninguém, é praticamente impossível escrever algo que crie uma ligação emocional, que crie rapport, que faça com que as pessoas se sintam identificadas com a mensagem, e que as incentive a tomar uma decisão específica.

Copywriting não é mais do que conhecer a sua audiência muitas vezes melhor do que ela se conhece a si própria…

E verbalizar os seus problemas e objetivos de uma maneira que provavelmente nunca antes o fizeram.

Fazendo isto, estará meio caminho andado para criar campanhas de sucesso.

No entanto, adicionando mais uns “pózinhos de perlim-pimpim” aumentará exponencialmente a probabilidade das pessoas tomarem uma decisão rentável para si.

Entre formações internas na Google, criação e optimização de centenas de campanhas de clientes de topo, e interação com dezenas de diretores de marketing dessas empresas, comecei a notar padrões nas suas estratégias de comunicação e marketing.

As campanhas que melhores resultados geravam eram aquelas que:

  • Focavam num problema muito específico
  • Mostravam como a solução era diferente de todas as outras
  • Provavam que essa solução era verídica e que a empresa era credível
  • Expunham uma oferta irresistível que fazia com que fosse mais difícil dizer não do que comprar
  • Mostravam uma razão muito específica para a pessoa comprar agora e não adiar a sua decisão

Neste post falo exatamente sobre estes padrões, e como pode aplicar em toda a sua comunicação de venda.

Mas não foi só a fina arte do copywriting que aprendi nos 8 anos que estive na Google…

A minha segunda competência foi:

2. Criar um "Avatar" de Cliente

criar um avatar de cliente na Google

Apesar de nos primeiros anos já ter começado a analisar o público-alvo através das tendências de pesquisa e da “intenção” de cada uma dessas pesquisas...

Foi no segundo cargo que desempenhei na Google como “Export Advisor” (conselheiro de exportação), que levei a análise ao perfil e comportamento do consumidor a um nível superior.

A minha função era a de identificar oportunidades internacionais para clientes que tivessem a intenção de expandir o seu negócio além fronteiras.

Ajudando os clientes a identificarem o melhor mercado, posicionávamo-nos como parceiros de negócio e, lá está, abríamos novas oportunidades para investimento em Google Ads.

Através da análise do comportamento e tendências de pesquisa relacionadas com o nicho de mercado de cada cliente, fazia uma pré-seleção dos mercados mais interessantes.

No entanto, apenas isso não era o suficiente.

Os anunciantes queriam ter a certeza absoluta que aquele novo mercado iria ser rentável, e que o risco seria reduzido ao máximo.

Por isso, precisava de trazer “provas” mais concretas para a análise, e responder às seguintes perguntas:

  • Qual é o perfil demográfico dos utilizadores de internet nesse país?
  • Quais são os seus hábitos de consumo de conteúdo?
  • Quais são as plataformas e os sites onde passam mais tempo?
  • Qual é o perfil demográfico dos compradores dentro do nicho de mercado específico?
  • Quais são os produtos/serviços mais comprados dentro desse nicho?
  • Quais são as tendências de mercado desse nicho?
  • Quem são os concorrentes locais e qual é a sua proposta de valor única?
  • Quais são as maiores necessidades dessa audiência, e qual é o “vazio” nesse mercado?
  • Quais são as especificidades culturais dessa audiência e preferências no relacionamento com marcas?

Com um misto de pesquisa em ferramentas internas, análise em websites e plataformas externas, e questionários feitos a cada uma dessas audiências…

Era capaz de criar um perfil muito específico de utilizador para o mercado recomendado.

E esse perfil era refletido numa pessoa imaginária, ou seja, um “avatar”.

O que é um "Avatar"?

Trata-se da representação de todo um nicho de mercado, refletida numa só persona.

Ao apresentar o mercado ao cliente como uma só pessoa (dando-lhe mesmo um nome próprio!), permitia-me contar uma história que ilustrava de forma clara o nosso público-alvo.

Sabíamos exatamente que esta era a pessoa ideal para o produto ou serviço, e sabíamos exatamente como comunicar para essa pessoa.

Este exercício de criar um “avatar” é, de facto, um dos mais poderosos do marketing, pois faz com que o nosso trabalho de comunicação seja tremendamente mais fácil.

Em vezes de estarmos a fazer suposições e a tentar adivinhar o que funciona ou não (desperdiçando tempo e dinheiro…), reduzimos o risco ao máximo e aumentamos exponencialmente a probabilidade de sucesso das nossas campanhas.

3. Vendas Consultivas

vendas consultivas na Google

No meu terceiro e último cargo na Google, trabalhei como “International Growth Consultant” (consultor de crescimento internacional), onde tive a oportunidade de lidar com estratégias de negócio e interagir com líderes das maiores empresas do mundo.

Estes foram os anos mais exigentes, que me trouxeram desafios tremendos…

Mas que também me trouxeram uma competência incrivelmente poderosa para o resto da minha vida:

Como vender, sem vender.

Ou seja, venda consultiva.

Costumo comparar este tipo de vendas a uma ida ao médico.

Quando vamos ao médico e dizemos que estamos com tosse…

O médico não nos receita logo antibiótico.

Antes disso, faz-nos perguntas. Faz perguntas sobre o que fizemos, o que sentimos antes, ausculta-nos…

Ou seja, faz um diagnóstico pormenorizado do nosso problema, e obriga-nos a dar-lhe mais detalhes sobre o problema.

Só depois disso é que prescreve uma solução, completamente ajustada ao problema específico do paciente.

Ora, é exatamente isto que devemos fazer SEMPRE em qualquer interação de vendas.

Diagnosticar, e só depois prescrever.

No entanto, por alguma razão todos temos tendência de prescrever logo o antibiótico quando ativamos o nosso modo “vendas”...

O que nos limita imensamente a nossa probabilidade de sucesso, uma vez que a pessoa do outro lado ativa automaticamente a sua barreira de defesa.

Mas então, como aplicar a venda consultiva?

1) Fazer mais perguntas e falar menos

É crucial passarmos o mais rapidamente possível a bola para o outro lado.

Queremos que o potencial cliente fale o mais possível, e que revele a verdadeira razão pela qual está a ter a interação connosco.

Fazer perguntas como:

“Porque decidiu agendar esta reunião comigo?”

“Porque razão resolver esse problema é importante para si?”

“Resolvendo esse problema, o que é que isso significaria para si?”


As respostas a estas perguntas irão dar-lhe pistas tremendas sobre a solução exata que o cliente precisa, para além de lhe fornecerem argumentos de vendas que já sabe que vão funcionar… porque foi o cliente a dizê-las ele próprio!

Ou seja, o cliente começa a vender-se a si próprio.

2) Ouvir atentamente e tomar notas

Fazendo isto, o cliente vai sentir-se ouvido, respeitado e compreendido.

Para além disso, as notas que escrever serão basicamente o seu guião de vendas.

Todos os argumentos que precisa para “vender” estarão no seu bloco de notas (as suas necessidades, objetivos, medos, e ambições).

Quando terminar de ouvir todas as respostas do seu cliente, repita-as resumidamente dizendo:

“Eis o que eu ouvi: você quer resolver o problema X, está com dificuldade em Y, e deseja alcançar Z. Estou certo?”

Esta simples pergunta fará com que o cliente imediatamente comece a gostar e a confiar em si, baixando a sua barreira de defesa.

3) Resolver todas as objeções antecipadamente

Não devemos esperar pelo final da apresentação para ouvir e resolver as objeções que o cliente terá.

Objeções não são mais do que dúvidas de quem na sua cabeça sente que ainda não confia na pessoa do outro lado.

Portanto, é importante ir fazendo perguntas que incentivem o cliente a deitar cá para fora todas as suas dúvidas internas, externas, e do nosso produto/serviço.

A pergunta “o que é que já tentou fazer antes para resolver o problema?” funciona na perfeição para descortinar todas as suas dúvidas e preocupações (é importante ter em conta que as pessoas são céticas por natureza, uma vez que na maior parte das vezes já experimentaram várias coisas que não funcionaram).

Como resposta a cada objeção é, no entanto, importante não tentar de imediato contradizer. Fazê-lo iria apenas afastar o cliente ainda mais.

Em vez disso, mostre que percebe o que o cliente está a sentir:

“Percebo o que está a sentir. Vários outros clientes sentiram o mesmo. No entanto, o que descobrimos foi que…”

Ao sentir-se ouvido, e que não é o único a sentir o mesmo, o cliente sente-se identificado e estará muito mais disposto a ouvir a sua solução.

4) A solução apresentada tem que resolver um problema específico

Se apresentarmos o nosso produto ou serviço sem qualquer contexto, estamos apenas a servir-nos a nós.

Para termos sucesso em vendas, temos que nos pôr ao serviço dos nossos potenciais clientes.

E isso significa apenas apresentar uma solução que se enquadre perfeitamente na necessidade do cliente, que resolva o seu problema específico, e que o ajuda a alcançar os seus objetivos de maneira que mais nenhuma solução no mercado fará.

É exatamente aqui que as notas que tirou no passo anterior serão úteis.

Poderá utilizar exatamente as palavras usadas pelo cliente, fazendo com que a sua solução seja a escolha óbvia para a resolução do seu problema.

E mesmo que a sua solução não seja a indicada para o problema específico, você tem o dever e a obrigação moral de o dizer, aconselhando o cliente a comprar uma solução diferente (de um parceiro ou mesmo concorrente).

Como seu conselheiro de confiança, é esse o seu dever sempre.

4. O Segredo das Maiores Empresas do Mundo

o segredo das maiores empresas do mundo que trabalham com a Google

Finalmente, a minha última lição crucial foi o foco absoluto no cliente que as maiores empresas do mundo têm.

Tudo o que fazem, dizem, criam, inventam é feito tendo em conta os maiores interesses dos seus clientes.

Os seus clientes é que ditam o rumo que as empresas devem tomar, e nunca o oposto.

Ou seja, em vez de se apaixonarem pelos seus produtos ou serviços, estas empresas escolheram apaixonar-se pelos seus clientes.

Na minha última função na Google tive também oportunidade de fazer consultoria de operações, ou seja, garantir que todas as áreas operacionais dos clientes estavam optimizados ao máximo, para garantir o melhor retorno possível do seu investimento em Google Ads.

Áreas como o vendas, apoio ao cliente, pagamentos, experiência do utilizador (UX), e experiência pós-compra.

Tive não só a oportunidade de partilhar com os clientes a vasta experiência da Google nestas áreas, mas também de aprender “por trás das cortinas” todas as melhores práticas de algumas das maiores empresas do mundo.

Vejamos então quais são os segredos mais bem guardados:

1) Ouvir constantemente a sua audiência

As maiores empresas do mundo auscultam constantemente não só os seus clientes, mas também a sua audiência (os potenciais clientes).

Todos os comentários recebidos nas suas redes sociais são cuidadosamente analisados, com o objetivo de detetar padrões de preferências, e assim extrair pistas para novos conteúdos.

Para além disso, regularmente são feitas entrevistas e enviados questionários aos clientes atuais, para se identificar quais são as suas maiores vantagens competitivas (porque razão esses clientes escolheram comprar o seu produto/serviço), e quais as áreas que podem ser melhoradas.

Desta forma, toda a sua comunicação vai "tocar" sempre no coração das pessoas, e estas vão-se sentir cada vez mais identificadas com a marca.

2) Criar uma proposta de valor única

“Como é que nos podemos diferenciar da concorrência de tal forma, que nos tornamos na única solução viável para os nossos clientes?”

“Porque razão os nossos clientes devem escolher a nossa marca e não a concorrência?”


As empresas que realmente se preocupam com os seus clientes, fazem estas perguntas constantemente.

E a sua resposta pode ser encontrada de três maneiras:

  • Analisando os comentários nas redes sociais, fóruns, sites de críticas, etc. para descortinar quais são as queixas mais frequentes em relação à oferta existente no mercado
  • Entrevistando clientes para avaliar que outras soluções já haviam tentado sem sucesso antes de comprarem o produto/serviço
  • Fazendo uma análise aprofundada à concorrência

Desta maneira, é possível encontrar “vazios” no mercado, ou seja, necessidades específicas que não estão a ser preenchidas pelas soluções existentes…

E usá-los em toda a sua comunicação de marketing e vendas.

A qualidade, a conveniência, rapidez de entrega, ou uma garantia superior, são exemplos de áreas de diferenciação que podem ser usados para preencher esses “vazios” no mercado.

3) Reversão de risco

Sempre que se negoceia uma transação entre duas partes, uma delas normalmente pede que a outra assuma todo o risco.

Eu dou-lhe este produto, e você dá-me o seu dinheiro.

Mas, e se o produto não fizer aquilo que lhe foi prometido? E se não resolver o seu problema?

Pois bem, as empresas que percebem este conceito, invertem os papéis.

Assumem o risco todo, e oferecem uma garantia de satisfação total.

Não apenas como um complemento para a sua oferta, mas como parte central da sua comunicação de marketing.

Esta garantia pode ser a devolução total do dinheiro, troca de produto, repetição do serviço, ou qualquer outro tipo de iniciativa que elimine o risco ao máximo para o comprador.

Eliminando este risco, elimina-se o maior obstáculo à compra…

E torna a oferta de tal forma irresistível, que faz com que seja mais difícil dizer que não do que comprar.

Poderosíssimo!

4) Comunicação regular e constante

Manter o contacto constante com clientes é uma estratégia inteligente por duas razões:

Primeiro, porque as empresas garantem que a relação com o cliente perdura no tempo, levando à compra recorrente.

As maiores empresas do mundo sabem que existem várias razões pelas quais se perdem clientes no tempo, pelo que apenas através do contacto constante se sabem quais…

E muitas das vezes essas razões são tão básicas como esquecimento, mudança de situação, ou por desconhecimento de diferentes soluções para os seus problemas. Mantendo o contacto constante eliminam-se muitas destas razões.

Depois, porque se abrem oportunidades de resolver novos problemas aos seus clientes e, desta maneira, aumentar a quantidade de produtos/serviços comprados por cliente.

Resolvendo mais problemas, aumenta-se o lucro.

Simples.

5) Referências

Estas grandes empresas sabem que a maneira mais fácil e rápida de angariar novos clientes é através das referências

Ou seja, pessoas que já obtiveram a validação de terceiros (dos clientes que recomendaram a empresa) em relação à empresa, e que por essa razão estarão muito mais propensos a tomar a iniciativa de comprar.

Mas não só: estes são o tipo de clientes mais apetecíveis, uma vez que negoceiam menos, oferecem menos resistência, compram mais vezes, em mais quantidades, e por sua vez referem mais vezes os produtos/serviços da empresa.

Mas então, como obter estas referências de forma constante?

Bom, a melhor altura para o pedir é quando um cliente está a tomar uma decisão de compra.

Por exemplo, como incentivo para a compra, várias empresas oferecem um desconto se o cliente referir um X número de pessoas adicionais.

Ou mesmo sem incentivo: valorizando o cliente como uma parte valiosa da empresa, e pedindo que refira pessoas com perfil semelhante ao seu, que precisem de resolver o mesmo tipo de problema.

A palavra-chave aqui é: pedir.

A maior parte das empresas não o faz, pelo que se perdem oportunidades atrás de oportunidades.

As oportunidades de negócio com as referências são infinitas, pelo que este será um tópico que abordarei mais a fundo no futuro.

6) Vendas adicionais e recorrentes

Outra estratégia que é pouco utilizado pela maioria, mas um foco constante das maiores empresas do mundo, é a venda adicional ou recorrente.

Ou seja, sempre que um novo cliente compra um produto ou serviço, existe no imediato a oportunidade de aumentar o lucro desse mesmo cliente.

E porquê?

Porque existem várias formas de resolver esse problema original de forma mais completa.

Como conselheiros de confiança dos nossos clientes, nunca devemos permitir que estes comprem em menos quantidades do que precisam, em menos qualidade do que precisam, em menos combinações do que precisam e por menos tempo do que precisam.

E como o fazer?

No momento em que o cliente está a comprar, podemos satisfazer o seu problema de forma mais completa através de:

  • Aumentando a quantidade de produtos/serviços comprados pelo cliente, muitas vezes em condições favoráveis
  • Sugerindo produtos/serviços complementares que resolvam o problema de maneira mais completa e eficaz
  • Incentivando o compromisso de compras recorrentes, para que o seu problema seja resolvido de forma mais conveniente e confortável durante longos períodos de tempo

Desta forma por cada cliente, em vez de faturar em média por exemplo 10€, poderá faturar em média 20€, 30€ ou mesmo 100€.

O que é que esse aumento faria pelo seu negócio?

​7) Testar, testar, testar

Por fim, a chave para fazer com que tudo o que foi falado neste artigo seja bem sucedido…

Testar tudo.

Nunca assumir nada, pois o mercado é que vai ditar as regras.

Testar um título VS outro… um texto de anúncio VS outro… um avatar VS outro... uma garantia VS outra… um sistema de referências VS outro…

De forma a obter o máximo de retorno possível de todas as atividades de negócio, em todas as áreas da empresa.

As empresas que de facto têm sucesso, fazem com que o testar seja parte da cultura da empresa, e fazem-no constantemente.

Não basta um teste para se definir um vencedor…

Há sempre abordagens diferentes que poderão aumentar o lucro em 2X, 10X, e até 100X…

Será que vale mesmo a pena deixar esses aumentos na mesa?

​Conclusão

Foram de facto 8 anos intensos e desgastantes onde tudo o que aprendi, experienciei, e implementei deram-me competências que me permitem agora olhar para qualquer negócio e identificar oportunidades que pouca gente vê.

Quer seja de angariação de novos clientes, de optimização de processos, ou implementação de sistemas, existem oportunidades escondidas em todos os negócios…

Fontes de lucro que estão presentes em qualquer negócio, simplesmente à espera de ser encontradas e implementadas.

Optimizando todas estas áreas de negócio, permitirá por consequência aumentar exponencialmente os budgets para investir em publicidade online…

E dessa forma escalar um negócio.

Desengane-se se pensar que as estratégias cobertas neste artigo estão apenas ao alcance das maiores empresas do mundo…

Tudo o que está aqui descrito pode ser implementado hoje no seu negócio, uma vez que foram estratégias utilizadas para preparar empresas para investirem mais em Google Ads.

O segredo não está nas táticas de criação de anúncios ou optimizações de campanhas…

Mas sim nas estratégias de negócio por trás dessas iniciativas.

Um abraço,

-Tiago “estratega” Faria

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Faça Isto e Encontre a Melhor Agência de Marketing Digital para Si

Existem várias agências de marketing digital espalhadas pelo país (e com a facilidade de comunicação, a sua escolha pode estar em qualquer parte do mundo).

Por outro lado, com a propagação do freelancing e assistência virtual, também já é possível contratar profissionais por projeto a um custo muito baixo.

No entanto, existe uma questão que acho essencial desmistificar na altura de escolher uma agência de marketing digital (ou qualquer tipo de agência para a sua empresa):

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A de que quanto mais barato, melhor.

Esta abordagem pode parecer benéfica para quem contrata, uma vez que cortará os custos…

Mas será que lhe trará o maior retorno possível?

Será que a solução apresentada é a melhor para os seus clientes?

Será que trará resultados de todo?

Por Que Razão As Empresas Escolhem as Agências de Marketing Digital Mais Baratas

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A grande razão pela qual as empresas têm a tendência para pedir vários orçamentos e escolher a mais barata resume-se a isto:

Redução do risco.

Têm medo de investir demasiado e depois não obter o retorno desejado.

Ou seja, não confiam nas aptidões e capacidades das agências para darem resultados, e como tal não querem investir demasiado.

O que acontece aqui são duas coisas:

1) Você estará a escolher apenas com base numa variável (o preço), não levando em conta a real capacidade da agência de fazer a diferença na sua empresa

2) Estará a criar uma “guerra de preços” entre as agências, que puxarão os seus preços o mais baixo possível e, consequentemente, os seus custos, dedicação e tempo. Com isto, o resultado final nunca poderá ser o ideal.

Por isso muitas vezes existe a ideia de que o “marketing digital não funciona”.

Sem ovos não se consegue fazer omeletes.

Mas atenção: com isto não estou a dizer que você deve escolher a agência mais cara.

Isso seria de novo depender apenas de uma variável.

O que estou a dizer é que deve ter em conta outras variáveis que não o preço.

Recomendações de outros clientes, portfólios, e testemunhos são todos elementos interessantes para consultar…

Mas existe uma outra variável que é infinitamente mais importante do que todas as outras:

Pensamento estratégico.

Contratar um Parceiro Estratégico VS Um Fazedor de Tarefas

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Imagine o seguinte:

Você tem uma clínica dentária e chega à conclusão de que precisa de um site, porque acha que dará mais visibilidade à sua empresa e porque toda a sua concorrência tem sites.

Faz uma pesquisa na Google para encontrar agências que façam websites.

Envia pedidos de proposta a 5 agências.

4 delas enviam imediatamente propostas muito parecidas para criação de um site simples (na maior parte das vezes com base em templates…), sem qualquer contexto adicional…

Mas uma delas pede para marcar uma reunião para perceber um pouco melhor a sua empresa.

Você inicialmente pensa para si mesmo “mas eu só quero um site”... mas como gostou da abordagem, aceita agendar reunião.

Nessa reunião, a consultora da agência mostra-se verdadeiramente curiosa, e faz imensas perguntas sobre a sua empresa, os seus objetivos, e os seus obstáculos.

Pergunta também o que tem feito até agora para atingir estes objetivos e ultrapassar estes obstáculos.

Anota todas as suas respostas, e repete de volta aquilo que está a ouvir para garantir que estão em sintonia.

Em nenhum momento menciona as características do novo site, ou das soluções fantásticas que a agência tem para oferecer.

Com base nas suas respostas, chegam ambos à conclusão que:

  • A sua clínica está totalmente dependente dos clientes que já estão consigo há muitos anos
  • Esses clientes habituais voltam em média 1x por ano, pois você tem que se lembrar sempre de lhes ligar
  • Tem dificuldade em angariar novos clientes por que é difícil encontrar a sua clínica online, perdendo clientes para a concorrência
  • Atualmente fatura 100.000€/ano, e o seu objetivo é atingir os 200.000€/ano (ou seja, duplicar a faturação no próximo ano)

Com base nestas conclusões, a consultora elabora um plano de ação, mostrando que a clínica precisa de:

  • Não apenas um site, mas um funil de vendas que torne visitantes em leads qualificadas, e que incentive as pessoas a visitarem a sua clínica
  • Geração de tráfego online para atrair potenciais clientes para o seu site (marketing de conteúdo e Facebook Ads)
  • Um sistema de CRM e Automação de Email para comunicar regularmente com os seus potenciais clientes, e relembrar clientes para visitas de rotina de 6 em 6 meses
  • Optimizar a sua presença no Google Maps, criando uma conta Google My Business, para captar pessoas que façam pesquisas locais
  • Uma sessão de estratégia de 3 horas com a sua equipa, para analisar a fundo o seu segmento de mercado e público-alvo (para que todo o material de marketing seja relevante para a sua audiência), a sua clínica e oferta (para criar uma escada de valor e aumentar a sua oferta), e a sua concorrência (para saber onde podemos obter vantagem competitiva)

No final, a consultora diz que normalmente para se resolver este tipo de problema, cobra-se 10% pelo primeiro ano de receitas geradas pelo site…

E pergunta se estaria confortável em investir cerca de 8.000€ e 12.000€ neste projecto.

Neste ponto, dois cenários poderiam acontecer:

1) Você diz que é demasiado caro do que aquilo que estava a pensar gastar, e diz que recebeu propostas por 1.000€

Neste caso, a consultora diz que adorava trabalhar consigo, mas que por esse valor é impossível criar um projeto desta dimensão e trazer estes resultados.

No entanto, diz que se tudo o que precisa é um site simples, tem um contato de um freelancer da sua confiança que pratica preços semelhantes, e que teria todo o gosto em dar a sua referência.

2) Você diz que pode ser possível, mas que precisa de ver uma proposta com tudo discriminado, para discutir e decidir com os seus sócios.

A consultora diz que ao final do dia irá enviar um email a resumir tudo o que foi discutido, e no dia seguinte uma proposta detalhada.

Factores a Considerar na Escolha de Uma Agência de Marketing Digital

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O que é que a consultora fez nesta primeira reunião?

Posicionou-se como uma expert na área.

Como alguém que quer ajudar a resolver os seus problemas, e não a vender soluções que não acrescentam qualquer valor para a sua empresa.

Posicionou-se como uma verdadeira parceira de negócio, VS uma mera “fazedora de tarefas” paga à hora.

Posicionou-se como alguém que realmente quer ajudar a alcançar os seus objetivos e que sabe o que é preciso para os alcançar.

E que não se limita a apenas uma solução para todos os problemas (como muitas agências de marketing digital)...

Como viu no caso acima, a ideia inicial era criar um website para aumentar a visibilidade…

No entanto, depois da exploração inicial, viu-se que um simples site não resolveria os verdadeiros problemas da clínica.

Portanto, quando escolher uma agência de marketing digital, considere sempre os seguintes pontos:

  • Mostra verdadeiro interesse em descobrir os meus problemas e objetivos?
  • Faz mais perguntas do que fala, e chega a conclusões em conjunto consigo? (não existem soluções genéricas, cada caso é diferente)
  • Demonstra curiosidade e é bom ouvinte? Mostra empatia e cria rapport consigo?
  • Pratica preços baseados em valor criado em vez de preços por hora?
  • Oferece soluções para problemas (mesmo que saiam do seu escopo de trabalho) em vez de impingir serviços pré-definidos?
  • Inclui uma sessão de estratégia completa (paga) para analisar a fundo o seu público-alvo, a sua empresa, e a sua concorrência?
  • Mostra profissionalismo em cada interação consigo e “faz aquilo que diz”? (em pormenores como por exemplo enviar um email logo após a primeira reunião)

Como conclusão final…

Evite agências que vêm com um pitch sobre o quão maravilhosas são.

Escolha agências que querem encontrar a solução ideal para si, mesmo que isso signifique trabalhar com outras agências.

Contrate pensamento estratégico, não contrate fazedores de tarefas.

Para crescer o seu negócio tem que se rodear de pessoas que realmente acrescentem valor em áreas que você não domina (ou não tem tempo para dominar).

Um abraço,

-Tiago “estratega” Faria

Como uma mensagem simples pode impactar milhões com Edson Athayde

Como Uma Mensagem Simples Pode Impactar Milhões com: Edson Athayde

Qual é a mensagem que você quer transmitir para o seu público-alvo?

O que é que você quer que a sua marca signifique para as pessoas?

Como vimos há uns episódios atrás, uma marca não é um logotipo.

Uma marca, é o que as pessoas pensam e sentem sobre a sua marca.

O que é que você quer que as pessoas sintam sobre a sua marca?

Como uma mensagem simples pode impactar milhões com Edson Athayde

Quer que seja vista como a opção mais barata por não transmitir nenhuma mensagem especial... apenas como a marca do "leve 2 pague 1"?

Ou quer que seja vista como a única opção viável para os seus clientes, pela ligação emocional que cria?

Pois bem, para o episódio 47 d'O Podcast do Tiago trago o criador do famoso anúncio da Telecel "Tou xim? É pra mim!"...

Alguém que é capaz de contar histórias simples, impactantes e relevantes em poucos segundos através do vídeo...

Ele chama-se Edson Athayde, CEO e diretor criativo da FCB Lisboa, e hoje vai mostrar-lhe como comunicar os valores de uma marca através de anúncios em vídeo.

Mais "bombas de conhecimento"!

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 09:30: a curiosa razão pela qual escolheu Portugal como destino aos 23 anos
  • 22:20: a origem da épica campanha publicitária da Telecel "Tou xim? É pra mim!"
  • 25:28: o segredo do sucesso nas suas campanhas publicitárias: a simplicidade
  • 28:30: a "cientificação" do storytelling
  • 34:27: a sua opinião sobre ganhar prémios ou fazer anúncios que realmente vendem
  • 41:48: o impacto que o digital teve no mundo da publicidade
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

Sem mais demoras, eis o vídeo:

Se preferir apenas ouvir este episódio, oiça a versão podcast:

Se gostou da entrevista, não se esqueça de dar um "gosto" e subscrever ao canal para ver futuros vídeos.

Ah e claro, "faça todos os sociais"

Se tiver alguma pergunta, dúvida, ou sugestão, por favor deixe um comentário abaixo.

Um abraço,

-Tiago "onde você estiver, está lá" Faria

Trabalhar por conta própria com Ludmila Rebola

O que Deve Saber para Trabalhar por Conta Própria com: Ludmila Rebola

Quando se quer pôr uma ideia de negócio em prática...

A tendência é pensar logo: "tenho que criar uma empresa".

No entanto, esse mindset nem sempre é o mais correto.

Aliás, na maior parte dos casos nem sequer faz sentido.

Para além de não compensar criar empresa nos primeiros tempos de atividade, trabalhar por conta própria tem muitas vantagens.

Trabalhar por conta própria com Ludmila Rebola

A convidada do episódio 46 d'O Podcast do Tiago Faria chama-se Ludmila Rebola...

E ela vai explicar-lhe tudo aquilo que tem que saber se quiser iniciar a sua atividade por conta própria, incluíndo os maiores erros a evitar.

Mas não só:

Vamos abordar o tópico de criar empresa na Estónia (o famoso "e-residency")...

E sobre um projeto extremamente interessante que a Ludmila está a desenvolver...

Tudo para que possa pagar menos impostos do que precisa!

Mais "bombas de conhecimento" a caminho...

Nesta entrevista vai descobrir:

  • 15:45: ponto de viragem na sua carreira: a Krystel Leal
  • 18:00: as dificuldades e obstáculos no início da sua carreira a solo (mesmo trabalhando de casa)
  • 19:04: o fator que a desapontou mais a trabalhar por conta de outrém
  • 21:39: o maior erro que os empreendedores cometem quando começam a trabalhar por conta própria
  • 28:45: as 3 coisas fundamentais que qualquer empreendedor deve saber antes de começar a trabalhar por conta própria
  • 32:45: abrir empresa em Portugal ou... na Estónia? Será que o e-Residency vale a pena?
  • ...e muito mais bombas de conhecimento!

Sem mais demoras, eis o vídeo:

Se preferir apenas ouvir este episódio, oiça a versão podcast:

Se gostou da entrevista, não se esqueça de dar um "gosto" e subscrever ao canal para ver futuros vídeos.

Ah e claro, "faça todos os sociais"

Se tiver alguma pergunta, dúvida, ou sugestão, por favor deixe um comentário abaixo.

Um abraço,

-Tiago "por conta própria" Faria

o detalhe que faz com que perca clientes todos os dias

O Detalhe que Faz com que Perca Potenciais Clientes Todos os Dias

Durante 8 anos morei em Dublin, República da Irlanda.

Metade deles com a minha mulher, a Natasha.

Uma das coisas que mais gostávamos de fazer, era almoçar e jantar fora em restaurantes coreanos.

(A oferta de restaurantes asiáticos em Dublin é incrível!)

Há qualquer coisa naquela comida que nos fascina... (será o picante?)

O detalhe que faz com que perca potenciais clientes todos os dias

Num desses dias, resolvemos experimentar um restaurante novo.

Nunca nos tinha sido recomendado por amigos, mas ao pesquisar no Google reparei que um deles tinha a classificação de estrelas mais alta de todos os restaurantes coreanos...

E imensos comentários, todos falando maravilhas da comida, dos preços acessíveis, e do serviço atencioso.

Tínhamos que experimentar!

Decidimos enfrentar o vento e a chuva típica Irlandesa, e lá fomos.

No entanto, quando chegámos ao local indicado no Google Maps, deparámo-nos com um supermercado asiático.

Será que a morada estava errada no mapa?

Enquanto eu olhava à volta para tentar encontrar o restaurante, a Natasha resolve entrar no supermercado.

Pergunta à senhora da caixa se sabia onde ficava o restaurante, ao que ela responde, rindo:

"É ali atrás daquelas prateleiras".

E não é que era mesmo?

restaurante coreano

O restaurante ficava lá ao fundo, literalmente por trás das prateleiras do supermercado.

O espaço era minúsculo...

Cheirava a gordura, os pratos eram de plástico colorido, e as mesas não pareciam bem limpas.

No entanto, olhámos um para o outro, e decidimos dar uma hipótese e experimentar.

E... não é que os comentários eram verdade?

Adorámos a comida, o serviço foi 5 estrelas, e cada um dos nossos pratos ficou abaixo dos 10€ (o que em Dublin é raríssimo).

Agora imagine comigo:

Se eu e a Natasha não tivessemos visto os comentários no Google, muito provavelmente nunca passaríamos por aquele local.

Ou mesmo se por acaso entrássemos no supermercado, e vissemos que havia um restaurante por trás de umas prateleiras, sujo e a cheirar a gordura...

A probabilidade de nos sentarmos a comer seria muito baixa (ou mesmo zero).

Ora, este exemplo mostra o poder dos comentários e recomendações online.

Hoje em dia, as pessoas confiam nos comentários online tanto quanto as recomendações de amigos ou familiares...

Quer seja no processo de decisão de qual restaurante frequentar, que clínica fazer marcação, ou que contabilista escolher.

Focando agora no seu caso:

Como está a classificação no Google do seu negócio? E em outros sites de classificações, como o Facebook ou Yelp?

Quantos comentários tem?

Se não souber, ou se por outro lado, tiver classificações baixas ou poucos comentários...

Pode estar a perder oportunidades todos os dias.

Se tiver interesse em saber como está a sua reputação online atual, terei todo o gosto em partilhar consigo gratuitamente um relatório detalhado, assim como estratégias para refletir a reputação que já tem na vida real para o mundo digital.

(E, quem sabe, descubra comentários sobre o seu negócio em sites que nem sabia que existiam!)

Peça agora gratuitamente o seu relatório de reputação online detalhado, preenchendo o formulário abaixo:

Este poderá muito bem ser o alavanque que o seu negócio precisa para arrancar 2020 em força.

Um abraço,

Tiago "adora kimchi e bibimbap" Faria

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