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Como Fazer SEO para YouTube: Segredos de 8 Anos a Trabalhar na Google

Neste artigo vais aprender qual é que é o truque para começares a obter mais visualizações, apareceres mais vezes na primeira página de resultados de pesquisa, e fazer com que o YouTube comece também a sugerir os teus vídeos a mais pessoas.

Estes são os truques que aprendi enquanto trabalhei na sede europeia da Google em Dublin, Irlanda.

Falei com vários YouTube Partner Managers, aqueles especialistas que acompanham os maiores produtores de vídeo no Youtube para otimizá-los e para expô-los a cada vez mais pessoas.

E são exatamente estes truques e estas técnicas que eu estou a implementar agora no meu canal de YouTube para criar vários ativos que me vão trazer tráfego durante muito tempo e fazer com que o meu canal comece a crescer cada vez mais rapidamente.

O Monstro que é o YouTube

O YouTube é o segundo maior motor de busca do mundo.

Os vídeos que tu criares hoje vão ter o potencial de serem vistos daqui a um ano, daqui a seis meses, ou daqui a cinco anos.

Todos os ativos que tu fores criando, se fizeres uma pesquisa e uma análise e pesquisa de palavras-chave bem feita, vão trazer tráfego constante, ao contrário do trabalho que tu tens nas redes sociais, onde tens de repetir todos os dias, sem poder sair dessa “roda do rato”.

Existem mais de 2 biliões de utilizadores no YouTube, pelo que a oportunidade é imensa e quase infinita. Mesmo que vejas que já existe um canal na tua área, não faz mal, existe oportunidade para toda a gente: o YouTube é extremamente abundante.

Tudo o que tens de fazer é ser consistente a criar o teu conteúdo, responder às perguntas que as pessoas estão a fazer ativamente na internet (no Google e no Youtube), e seguir um processo que vai fazer com que o algoritmo do YouTube se apaixone por ti.

Comecemos então pelo ponto mais importante para quem está a dar os primeiros passos.

Pesquisa de Palavras-chave para YouTube

Quando tenho uma ideia de um vídeo que quero fazer, ponho-me sempre no lugar da minha audiência.

Por exemplo, no vídeo que criei sobre SEO para Youtube, fiz uma análise de palavras-chave e vi que as pessoas estão a pesquisar por “como fazer SEO para Youtube”: 

Como tal, incluí essa palavra-chave exata dentro do meu título e também na descrição do vídeo.

Tens de ter sempre em atenção onde é que o utilizador está mentalmente, em que ponto é que ele está na sua situação atual, e o que é que ele pesquisa online e como o pesquisa.

Se não refletires nos teus vídeos as palavras mais pesquisadas no YouTube, vai ser difícil elas encontrarem-te e, dessa forma, vais estar a criar conteúdo “para o boneco”.

O que tu queres é criar peças de conteúdo que sejam encontradas constantemente e consistentemente nos próximos meses para atrair tráfego, e para que o YouTube te exponha a mais pessoas.

Tens de ter sempre em mente o que é que a pessoa pesquisa e também o porquê de ela pesquisar por uma palavra específica. Tens de te colocar no mindset dessa pessoa, perceber o que é que ela alcançar com essa pesquisa, ou seja, tens de saber qual é a intenção da pesquisa.

Para confirmares se o conteúdo que tu vais criar vai responder à intenção que a pessoa tem, uma coisa que podes fazer é pesquisar no YouTube pela palavra-chave específica e ver os primeiros vídeos que aparecem.

Dá atenção ao conteúdo, quais é que são as miniaturas utilizadas, quais são os títulos usados para veres, no fundo, o que é que o YouTube quer que tu cries.

O teu objetivo será então responder a essa pesquisa com mais qualidade, de maneira mais completa e mostrando o teu ponto de vista único.

Como Encontrar as Palavras Mais Pesquisadas no YouTube

A ferramenta de pesquisa de palavras-chave que uso e recomendo é o KW Finder. Como alternativa, podes também usar o Ubersuggest (um pouco mais limitado e menos intuitivo).

Consegues ver quantas pesquisas mensais existem no Google que, no fundo, são semelhantes àquelas que são feitas no YouTube.

Não é preciso estares a comprar uma ferramenta específica para YouTube (como o TubeBuddy), basta usares uma ferramenta que mostre qual é que é o volume de pesquisa mensal que existe e qual é que é o volume de concorrência que existe para essa palavra-chave.

Isto dá-te uma ideia de onde é que te deves focar e criar conteúdo que responda às perguntas que as pessoas fazem mais vezes e, dessa maneira, apareceres com mais frequência no topo das pesquisas do YouTube.

Essa é a primeira coisa que tens de saber, a pesquisa de palavras-chave.

Fatores de Ranking SEO para YouTube

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Mas, agora, tens de perceber o que é que o YouTube quer que tu faças.

Tens que entender quais é que são os fatores de ranking que contribuem para que tu apareças mais acima nos resultados de pesquisa, mas também apareças mais vezes nos vídeos sugeridos, pois isso é o que vai fazer com que o teu canal cresça exponencialmente.

Ao início, deves focar-te puramente em responder às perguntas das pessoas, ou seja, na pesquisa de palavras-chave e focar-te em aparecer nos resultados de pesquisa do YouTube.

Depois, quando começas a ter mais tração e a perceber o que é que as pessoas gostam, o que é que o YouTube quer que tu mostres e cries mais, aí começas a preocupar-te com “como é que eu posso fazer com que o YouTube sugira mais os meus vídeos?”

Isto será mais à frente. Agora, no início, o que interessa é seres um parceiro de pesquisa, e apareceres em todas as pesquisas que as pessoas fazem no YouTube relacionadas com o teu nicho de mercado.

Quais são então os fatores de ranking mais importantes para o YouTube?

Existem 4, e são muito simples de lembrar:

1) Taxa de Clique

O primeiro é a taxa de clique, o CTR - ("Click Through Rate").

Imagina que o teu resultado aparece na quarta posição. As pessoas olham para o título do vídeo, olham para os primeiros 120 caracteres da descrição do teu vídeo e, depois, vão olhar também para a miniatura (a imagem de capa do teu vídeo). 

O que tens de fazer é otimizar cada um desses elementos para garantir que atrais a atenção das pessoas e que elas vão clicar no teu vídeo e não nos outros.

Tens de criar um título persuasivo, que seja emocional, que faça com que as pessoas se movam, que tomem a decisão de clicar no teu e não nos outros vídeos que aparecem nos resultados.

Tens de combinar um benefício forte – o que é que a pessoa vai ganhar ao clicar no teu vídeo - com um toque de curiosidade, para fazer com que ela tenha que saber mais.

Depois, nos primeiros 120 caracteres que aparecem da descrição do teu vídeo nos resultados de pesquisa, tens de reforçar mais porque é que as pessoas devem clicar no teu link.

Nessa primeira frase deves ser também persuasivo, deves fazer com que as pessoas se sintam mais emocionalmente envolvidas com o que tu tens para dizer – isto, no fundo, são técnicas de copywriting que se aprendem a treinar muito, a fazer muito, a experimentar muito.

A miniatura tem de ser atrativa, tem de ter um contraste diferente dos outros resultados que aparecem e tem de gerar também um pouco de curiosidade.

Como podes ver pela miniatura do vídeo acima, eu faço os possíveis para mostrar um grande benefício, um toque de curiosidade e fazer um contraste de cores para me destacar nos resultados de pesquisa.

2) Engajamento

O segundo fator de ranking é o engajamento, ou seja, a interação que as pessoas têm com os teus vídeos.

O YouTube olha para os “gostos” que os teus vídeos têm, as partilhas, olha para os comentários, e para quantas subscrições tens em cada um desses vídeos. 

Isso são tudo sinais positivos de interação que mostram que o teu conteúdo está a ser valioso. Essa é uma das maneiras para o YouTube avaliar a qualidade do teu vídeo.

Por outro lado, os “não gostos” dão o sinal oposto. Neste momento já me começam a aparecer um bocadinho mais, o que é bom sinal: é sinal de que já estou a mover uma massa crítica e a colocar as minhas posições extremadas que as pessoas ou gostam ou não gostam, o que é ótimo.

Clicar no botão de “não gosto”, no botão de retroceder ou noutros vídeos que não o do teu canal porque o teu vídeo não interessou são sinais negativos para os quais o YouTube está constantemente a monitorizar.

Uma dica para garantires que as pessoas interagem e veem o teu vídeo até ao final é fazer uma pergunta no início do teu vídeo e pedir interação. Dizer, por exemplo, "se quiseres saber mais sobre este tópico, por favor, diz “sim” nos comentários abaixo".

3) Tempo de Visualização

O terceiro fator de ranking importante no YouTube é o tempo de visualização.

O YouTube vai monitorizar isto muito de perto para evitar conteúdo spam, ou seja, o YouTube quer confirmar que as pessoas ficam muito tempo a ver o teu vídeo e não desistem logo nos primeiros 30 segundos.

É importante manteres as pessoas atentas ao teu vídeo até ao final e dando aqueles teasers do que vem a seguir, para garantir que as pessoas ficam o mais tempo possível no teu vídeo.

O YouTube olha para a duração média de visualização do teu vídeo e também vai ver qual é a percentagem de pessoas que terminaram o teu vídeo, assim como a percentagem de pessoas que ficaram até que ponto do teu vídeo.

Já sabes, deves fazer um teaser do que vais falar no final, e evitar aquelas introduções muito longas com coisas inúteis que não acrescentam qualquer valor.

Deves ir logo straight to the point, dizer o que é que a pessoa vai ganhar com o vídeo, fazer uns teasers, pedir interação, entregar muito valor e, depois, entregares no final o tal teaser que prometeste partilhar.

4) Duração da Sessão

O quarto fator de ranking do YouTube é a duração da sessão, ou seja, se as pessoas abandonam o YouTube depois de verem um vídeo teu.

Tiveres um link que faz com que as pessoas saiam do YouTube, isso pode prejudicar o teu alcance.

No início do teu canal não deves focar-te em tentar trazer logo as pessoas para o teu site ou para o teu lead magnet ou para os teus produtos: deves fazer o máximo possível para que as pessoas se mantenham no ambiente do YouTube porque é isso que o YouTube quer.

Quer que as pessoas vejam cada vez mais vídeos porque isso aumenta o potencial de elas verem mais anúncios (que é como o Youtube fazer dinheiro).

Podes criar, por exemplo, as listas de reprodução. Estas são muito importantes pois fazem com que, quando o teu vídeo terminar, comece logo outro e as pessoas mantêm-se no teu canal, o que é ótimo para ti e para o YouTube.

Podes fazer ecrãs finais em que aparecem cartões com o próximo vídeo e a pessoa pode clicar para ver mais.

Podes também incluir muitos links na descrição para outros vídeos teus ou de outras pessoas para garantir que as pessoas se mantêm no YouTube, e continuam a interagir com os teus vídeos.

Estes são os quatro fatores mais importantes para teres em conta no YouTube.

Como Optimizar os Teus Vídeos no YouTube

Como optimizar videos do YouTube

Agora que já sabes quais são os fatores críticos, vais focar-te no que tens de fazer para otimizares o teu vídeo para garantir que o algoritmo do YouTube se apaixona por ti e pelos teus vídeos.

São cinco pontos fulcrais em que te deves focar:

1) O Título do Teu Vídeo

O primeiro é o título: tens de incluir a palavra-chave principal, aquela em que vais focar a tua atenção total, o mais perto possível do início do teu título. 

Deves ser persuasivo, a tua comunicação deve ser emocional, deve tocar num problema, num desejo específico das pessoas.

Deves focar-te também no FOMO ("Fear of Missing Out"), ou seja, o que é que a pessoa pode estar a perder se não vir o teu vídeo, pode estar a cometer algum erro, pode não saber um segredo - isso é muito potente e deves usar e experimentar em diversos vídeos e vais ver que vais obter resultados com isso.

Dar um toque de curiosidade também funciona muito bom. Tudo isto é copywriting, uma competência crucial para quem quer ter sucesso no seu negócio ou projeto online.

Tens de comprar livros de copywriting, ler muito e praticar muito, fazer muitos textos à mão, fazer muitos textos de vendas, criar muitos artigos de blog que façam com que as pessoas queiram ler o artigo todo.

É uma arte que se treina, não é nada muito por aí além, é só leres duas ou três técnicas e depois praticar muito.

2) A Descrição do Teu Vídeo

O segundo ponto para otimizares é a descrição do teu vídeo.

Tens um grande espaço, 5 mil caracteres disponíveis, quase um artigo de blog.

Aconselho-te a que tu escrevas o máximo possível, principalmente quando crias vídeos para aquelas palavras-chave com mais concorrência.

Deves criar um texto único que mostre o que é que a pessoa pode ganhar, e que contenha a palavra-chave principal nos primeiros 120 caracteres, que são aqueles que aparecem nos resultados de pesquisa do YouTube.

Também tens de incluir as palavras-chave alternativas, ou seja, aquelas que complementam a tua palavra-chave principal, que estão à volta do mesmo tópico, porque existem diferentes maneiras de as pessoas pesquisarem por um mesmo tópico.

Para as descobrires podes pesquisar no Google pela tua palavra-chave principal e ver quais são as sugestões de pesquisa que aparecem e quais é que são as palavras sugeridas

Adiciona todas porque, no fundo, vai dar uma ideia muito específica ao YouTube do que é que se trata o teu vídeo, e de que o teu vídeo é o mais completo de todos.

Não vale a pena incluíres todas as variações da mesma palavra, inclui apenas aquelas que são relevantes.

Adiciona também todos os links aos teus vídeos, escrevendo por exemplo: “para saberes mais sobre este tópico, clica aqui para veres mais um vídeo sobre isso”. Isto vai mantendo as pessoas interessadas em mais vídeos teus e dentro do ambiente do YouTube (que já sabes, é o mais importante).

3) Usa as Melhores Etiquetas para YouTube

O ponto número três para otimizares são as etiquetas (ou "tags" em Inglês). No fundo, as etiquetas são frases e palavras-chave que mostram qual é que é o tópico do teu vídeo.

Deves pôr todas as palavras-chave e temas e frases que sejam relevantes. Não vale a pena encheres de palavras-chave que não tenham muito que ver com o que tu estás a falar.

Deves também incluir essas etiquetas na descrição do teu vídeo. Obviamente que tem de ter lógica, tens de ter em atenção o humano que vai estar a ler, não deves incluir todas as variações com acentos e sem acentos. Apenas as que fizerem mais sentido porque isso tudo dá sinais de relevância ao YouTube.

Deves encontrar mais sugestões no Google, as sugestões de palavras-chave relacionadas, e incluí-las todas como etiquetas. Não vale a pena estares a fazer análise dos concorrentes, foca-te mais na relevância e no que é que o Google e o YouTube querem.

Aqui tens um limite de 500 caracteres, portanto, tens que ser o mais relevante possível. Não incluas etiquetas irrelevantes apenas porque têm muito volume de pesquisas.

4) Nomes dos Ficheiros do Vídeo e da Miniatura

O quarto ponto que tens de otimizar para o algoritmo do YouTube são os nomes dos ficheiros que tu vais fazer carregar no YouTube. 

Vais carregar o ficheiro do vídeo em si, assim como o ficheiro da miniatura. E aqui é importante incluir sempre a palavra-chave no nome de cada um desses ficheiros e não deixar aquelas numerações genéricas que aparecem sempre que gravas um vídeo.

Deves usar um nome como, por exemplo, “como-fazer-SEO-para-Yutube.png”, no caso do ficheiro da miniatura.

Deves garantir que a palavra-chave está incluída em todo o lado. Trata-se de um jogo de relevância, sendo que vais dando sinais ao algoritmo do YouTube que o teu vídeo é o mais relevante e completo, o que te vai ajudar a destacares-te nos resultados de pesquisa.

5) Miniaturas

O quinto ponto para otimizares são as miniaturas (ou os thumbnails, em inglês), que é o elemento mais importante para captares a atenção das pessoas. É aquele que aparece destacadamente por ser visual.

O que tu podes fazer é pesquisar a palavra-chave do teu tópico no YouTube e veres quais são os primeiros resultados que aparecem.

Repara no que é que os concorrentes estão a fazer naquelas miniaturas, que vídeos é que estão a aparecer nos primeiros resultados, o que é que está a atrair mais cliques, se estão a aparecer pessoas, se estão a aparecer pessoas a olhar para a câmara ou a apontar para o título, se aparecem imagens por trás, ou se aparece apenas texto.

Portanto, vê qual é que é o padrão e replica isso, tornando a tua miniatura mais única, refletindo a tua personalidade, e tentando criar um texto mais emocional, um texto que desperte mais curiosidade.

Tens de moldar o que está já a resultar e tornar o teu vídeo ainda melhor, mais criativo.

Tudo demora o seu tempo, pelo que precisas de criar dezenas, ou mesmo centenas de vídeos para ires descobrindo o que realmente funciona com a tua audiência.

Como Ser Recomendado pelo YouTube

É importante não te esqueceres que a tua audiência é o algoritmo do YouTube, mas também são as pessoas que vão ver os teus vídeos.São estas duas audiências que tu tens de tomar sempre em conta.


Não deves apenas olhar para o algoritmo do YouTube porque se as pessoas entrarem no teu vídeo e não virem qualidade, não encontrarem as respostas às suas perguntas, ou se a descrição estiver só carregada de palavras-chave muito aleatórias, não vai funcionar.


Tens de ter em consideração o lado humano porque as pessoas vão olhar para tudo isso e vão querer saber mais informação, vão querer clicar em outros vídeos. 


Tem sempre em atenção que deves criar vídeos com muita qualidade, que respondam às perguntas das pessoas, que mostrem o teu ponto de vista único. Não cries coisas muito aleatórias ou vídeos de spam ou com demasiados pitches de vendas.

Foca-te em criar conteúdo de qualidade, que é isso vai garantir que, independentemente das alterações de algoritmo do YouTube, tu vais ganhar pois estás sempre a focar-te no teu utilizador

E, como já leste neste artigo, o Youtube quer saber sempre muito do seu utilizador e da experiência que tem.

Também já sabes, o copywriting é a competência que te vai ajudar a crescer mais rápido porque as pessoas vão olhar para os teus títulos, para as tuas miniaturas, para as tuas descrições e vão-se sentir persuadidas a clicar no teu link e não nos outros.

Diria até que o copywriting é a competência crucial que vai fazer a diferença e fazer com que o teu canal cresça mais rapidamente.

Vamos lá criar?

Se tiveres alguma pergunta extra, diz-me nos comentários abaixo.

Um abraço,

Tiago "YouTuber" Faria

Como ganhar dinheiro na internet

Mapa para Ganhar Dinheiro na Internet: O Caminho que Ninguém te Conta

Neste artigo vou mostrar-te qual é o caminho para conseguires, finalmente, ganhar dinheiro na internet em Portugal.

O caminho é bastante simples, mas o que é facto é que a maior parte das pessoas se perde e se desvia, e começa a olhar para outros "objetos brilhantes" de ofertas de dinheiro rápido.

Coisas fantasiosas que, no fundo, atraem várias pessoas, mas não as deixam alcançar o seu potencial porque não seguem uma estratégia única durante longos períodos de tempo.

Como resultado, não dão a possibilidade a si próprios de fazerem dinheiro na internet.

Na verdade, as pessoas que têm muito sucesso na internet seguem esta estratégia que te vou revelar hoje: criar audiência, criar relação e, só depois, monetizar.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, clica no link abaixo:

A Importância de Escolher um Nicho Específico

Imagina um conjunto de pessoas que representam o teu público-alvo geral.

Por exemplo, se estiveres na área de dietas e perder peso, esse é o conjunto de pessoas que querem perder peso, tendo como grande objetivo estarem mais saudáveis, ou gostarem de se olhar para si próprias no espelho.

Mas tu, na verdade, não queres entrar num mercado assim tão genérico porque existe imensa concorrência, não vais conseguir criar rapport com essas pessoas e vai ser difícil distinguires-te no mercado.

O que tu tens de fazer é encontrar o teu nicho específico de mercado e dedicares-te a fundo a esse nicho.

É muito importante definires um nicho de mercado de pessoas com as quais te identificas, que consigas realmente ajudá-las, e que tenhas uma história em comum para que essas pessoas se identifiquem contigo.

Por outro lado, esse nicho tem de ser um conjunto de pessoas que estejam habituadas a comprar muito.

Conhece a Tua Audiência Melhor do que Ninguém

Tens, então, de encontrar um conjunto de pessoas que consegues ajudar e, depois de as encontrares, tens de as conhecer a fundo.

Cria o teu avatar, descreve a pessoa que representa o teu nicho de mercado, percebe o que é que ela faz na internet, o que é que ela pensa e quais são os seus grandes problemas e objetivos.

Este passo é mesmo crucial: conhecer a tua audiência melhor do que ninguém!

Como Ganhar Dinheiro na Internet de Verdade

O mapa para fazer dinheiro online

Identificado o grupo de pessoas que queres ajudar e o seu grande objetivo, o teu propósito como alguém que vende na internet (serviços, cursos ou produtos) é levar essas pessoas até ao seu grande objetivo.

Não é nada mais do que isso, o caminho é bastante simples.

Mas, até lá, tens de passar por vários processos porque as pessoas não te conhecem de lado algum ainda, não confiam em ti, não gostam ainda de ti, não percebem qual é a grande diferença que tu tens em relação a todas as outras soluções no mercado.

A vasta maioria das pessoas não vai comprar produtos ou serviços teus na primeira interação que têm contigo. 

Por isso, se tu seguires esse caminho de tentar vender a toda a hora, a vasta maioria não vai comprar na primeira interação que tem contigo.

Na verdade, mais de 95% não o vai fazer, e a maior parte dos empreendedores que começam estes projetos online estão focados nessa pequena percentagem de pessoas que iria comprar na primeira interação...

Descurando as 95% de pessoas que potencialmente vão comprar, mas que precisam primeiro de conhecer-te melhor, de interagir contigo, e perceber o teu ponto de vista único.

1. Criar uma Audiência

A primeira coisa que tens de fazer é ver onde é que essas pessoas estão na internet. Já sabes que é um conjunto de pessoas que têm um problema comum.

Elas estão em cinco ou seis apps no seu telemóvel e tu tens de ir ao seu encontro e ajudá-las, no fundo, a estarem um pouco mais perto do seu grande objetivo.

O teu primeiro passo será, então, criar uma audiência, fazer com que as pessoas te conheçam primeiro.

As pessoas estão em apps como o Facebook, o Instagram e outras redes sociais, que também são as ferramentas que a maior parte das pessoas usa. Mas estas redes sociais têm um pouco menos de valor associado.

As pessoas não dão tanto valor à informação que vem nas redes sociais porque estão lá passivamente a ver fotos de amigos e familiares, e a discutir problemas com desconhecidos.

Portanto, elas não estão nas redes à procura de algo específico e, como tal, vão associar menos valor àquilo que virem lá presente.

Foca-te nos Motores de Busca!

O teu grande foco deve estar em criar ativos em motores de busca, porque esses são os ativos aos quais as pessoas associam mais valor: procuram uma solução específica ou que estão a sentir algum problema e querem ver o que é que se está a passar, ou que estão à procura de um produto específico.

Portanto, quero que a tua estratégia principal esteja no teu blog, no teu canal de YouTube, e/ou Podcast, que também é um meio de consumo de conteúdo ao qual as pessoas associam muito valor.

Nestes três ativos as pessoas estão a procurar soluções para os seus problemas, associam muito mais valor àquilo que tu partilhas e será muito mais fácil levá-las ao seu grande objetivo.

Obviamente, precisas de usar também as redes sociais porque as pessoas estão nessas aplicações, mas apenas para amplificares o sinal do teu conteúdo-base que está presente nos motores de busca

Sempre que criares novos ativos no teu blog, no Youtube ou no podcast, deves sempre partilhar nas redes sociais porque as pessoas estão lá e é bom ires amplificando o teu sinal, captando a atenção de mais pessoas.

No entanto, é importante que te foques apenas numa ferramenta de cada vez, especialmente no blog, que é aquela que te trará maior retorno.

Se Ajudares as Pessoas a Chegarem aos Seus Objetivos, Estas Ajudar-te-ão a Chegares aos Teus

O Google tem 3.5 biliões de pesquisas por dia.

As pessoas estão à procura de soluções para os seus problemas e se tu não apareceres lá, não vais ser encontrado por essas pessoas e elas vão escolher outras alternativas.

O grande potencial não está nas redes sociais: o grande potencial está onde as pessoas estão proativamente à procura de soluções para os seus problemas. 

Ao resolveres parte dos problemas das pessoas, ao ajudá-las a sair do ponto onde elas estão para o seu grande objetivo, estás a criar uma audiência de pessoas que já te conhecem. Esse é o grande ponto: quanto mais pessoas te conhecerem, mais pessoas consegues movimentar.

O teu esforço deve estar na criação de conteúdo de valor que responde às perguntas que as pessoas fazem todos os dias na internet (principalmente no Google e YouTube).

Tens de fazer pesquisa e análise de palavras-chave, perceber quais são os verdadeiros problemas desse grupo de pessoas, e qual é a intenção de pesquisa.

Será que estão à procura de uma solução para o seu problema? Estão conscientes do seu problema, mas não sabem o que fazer? Estão conscientes de um produto?

Portanto, tens de estar presente em todas essas pesquisas, ajudar as pessoas a estarem um bocadinho mais perto do seu grande objetivo.

No entanto, não basta apenas criares uma audiência...

2. Criar uma Relação com Essa Audiência

As pessoas vão conhecer-te, subscrever o teu canal, ler o teu blog, mas não é tão fácil estares a trazer constantemente as pessoas para a tua esfera de influência.

O teu objetivo deve ser criar uma relação com elas porque sabes que a maior parte das vezes as pessoas só vão comprar após 90 dias de interação contigo. Elas precisam de te conhecer bem e tu precisas de criar uma relação com elas para elas começarem cada vez mais a confiar em ti.

Portanto, o que tu tens de fazer neste ponto intermédio é criar uma relação com as pessoas que já te começaram a conhecer.

Tirá-las de onde elas "gravitam" na internet e trazê-las para o teu ativo próprio, que é a tua lista de e-mails.

Vais criar um formulário para as pessoas colocarem o seu nome e o seu e-mail e depois submeterem para receberem um lead magnet, que é uma oferta gratuita tua que vai ajudá-las ainda mais a estarem mais próximas do seu objetivo.

Pode ser um vídeo, um PDF, um e-book, checklist, são muitas as coisas que podes oferecer em troca do e-mail das pessoas.

A tua lista vai permitir-te continuar a relação enviando e-mails regularmente.

Email Marketing Feito da Maneira Correta (E Rentável)

Neste momento, estou a enviar dois emails por semana, é o mínimo, na minha opinião. Mas, numa fase em que eu criei um desafio de 90 dias, eu enviava e-mails diários e as pessoas não cancelaram a subscrição porque eu estava sempre a acrescentar valor.

Estava a movê-las para mais próximo do seu grande objetivo, estava a desconstruir mitos, ideias pré-concebidas, a apontar mentiras que existem no mercado, a defender a minha audiência, a contar histórias para criar uma relação mais forte.

Estava no fundo a desconstruir todas aquelas potenciais objeções que as pessoas têm em relação ao seu objetivo, objeções internas (ex: competências, capacidade, etc), objeções em relação ao produto, ou objeções externas (ex: tempo, dinheiro, etc).

O teu grande objetivo é criar relação com as pessoas, tocar mais a fundo no problema para as pessoas perceberem de um outro prisma que elas têm de tomar uma ação para chegarem ao seu grande objetivo.

Tens de desconstruir todas essas ideias, criar uma relação forte para que as pessoas comecem a gostar de ti, comecem a olhar para ti como um guia, como um verdadeiro conselheiro de confiança que apenas quer o bem delas.

Como as pessoas já estão na tua esfera de influência, elas vão apenas olhar para ti, não vão olhar para mais ninguém, e ficas posicionado como a única solução viável para os seus problemas.

Este é o teu grande plano: tirá-las da internet e trazê-las o mais rapidamente possível para a tua esfera de influência, onde vais criar esta relação forte e vais acrescentar muito valor.

Neste vídeo mostro-te como fazer email marketing da maneira correta:

3. Rentabilizar a Audiência

Depois de teres uma relação criada, vais continuar a enviar e-mails e a acrescentar valor, e vais fazendo ofertas que ajudam as pessoas alcançarem o seu grande objetivo.

A única maneira de o alcançarem é através da compra dos teus produtos ou serviços.

É desta maneira que vais rentabilizar a tua lista porque, nesta altura, as pessoas já gostam de ti, já têm uma relação contigo e, como tal, já confiam em tudo aquilo que tu vais recomendar.

Se começares o teu negócio a tentar logo rentabilizar sem teres uma audiência, onde as pessoas ainda não confiam em ti, vai ser difícil venderes o que quer que seja.

Adicionalmente, ainda não as conheces tão bem, nunca criaste uma relação, nunca interagiste com a tua audiência e não vais saber que produto é que vai funcionar nem se as pessoas vão querer esse produto. 

Estás, no fundo, a tentar adivinhar e esse não é um caminho viável. É crucial primeiro conhecer as pessoas a fundo, criar uma relação, interagir muito com elas.

Depois, criar um produto é só perguntar “o que é que vocês querem? O que é que vos falta para alcançarem o vosso objetivo?” 

E, então, crias esse produto que será mais fácil de vender porque as pessoas já confiam em ti e tu criaste um produto que responde exatamente àquilo que elas precisam, àquilo que lhes falta ainda para chegarem ao seu grande objetivo.

Quanto Dinheiro Queres Fazer? Quantas Pessoas Queres Ajudar?

A quantidade de dinheiro que tu fizeres online é diretamente proporcional à quantidade de pessoas que tu moves para atingirem o seu objetivo. É simples. O teu mapa de fazer dinheiro online está dependente dessa variável.

O Zig Ziglar diz: “tu consegues ter tudo o que quiseres na tua vida se apenas ajudares um número suficiente de pessoas a atingirem aquilo que querem na sua vida”.

Portanto, quanto mais pessoas ajudares a atingirem os seus objetivos, mais tu vais rentabilizar o teu negócio.

Da mesma forma, o tamanho do problema que resolves também está ligado à quantidade de dinheiro que tu fazes online.

Se o teu produto for apenas um e-book de 10€ que resolva um pequeno problema, vais precisar de trazer muitas pessoas até ao seu grande objetivo para rentabilizares o teu negócio.

Se resolveres um problema maior, por exemplo, como poupar 5 mil euros no crédito habitação, esta resolução de problema vai ser mais valiosa para as pessoas e, como tal, podes vender um produto mais caro e vais precisar de menos pessoas.

Recapitulando o Mapa

Este é o grande segredo: a melhor maneira de fazer dinheiro é através da criação de conteúdo em escala, e fazer com que as pessoas te conheçam, gostem e confiem em ti até comprarem os teus produtos.

Obviamente que isto demora tempo. Demora tempo criar estes ativos que te vão criar uma audiência, criar um sistema de captura de leads, ser proficiente na arte de enviar e-mails e utilizar linguagem persuasiva para fazer ofertas.

É possível acelerar este processo através dos anúncios online - Facebook ads, Google ads etc. - só que é mais difícil porque:

  • precisas de ter conhecimentos muito fortes de copywriting;
  • é mais difícil fazer com que as pessoas confiem em ti para comprarem logo um produto;
  • é muito difícil fazer com que as pessoas "saquem" do seu cartão de crédito e comprem um produto com o dinheiro que tanto lhes custou a ganhar durante o mês, quando ainda não te conhecem


Se tiveres mais dinheiro que tempo disponível, podes ir pelo caminho dos anúncios online.

Vai demorar menos tempo, mas também vai custar-te mais: vais ter de ter bastante dinheiro para investir, para testar muito, para errar muito até conseguires descobrir qual é que é o anúncio e a oferta que combina com a tua audiência... mas é possível chegar a esse nível! (Vê este artigo sobre a estratégia dos €5 de Facebook ads).

Espero que este artigo tenha sido claro, que te tenha ajudado de alguma maneira a perceber qual é que é, verdadeiramente, o segredo para fazer dinheiro online.

Não é complicado, é muito simples, na verdade. É criar um sistema que faça com que as pessoas te conheçam, gostem e confiem em ti para depois, então, criares produtos que as vão ajudar a resolver o seu grande problema.

Não vás atrás daqueles esquemas de dinheiro rápido. Cria uma audiência de pessoas que tu vais ajudar, conhece muito bem o teu nicho de mercado e depois cria este sistema que as vai ajudar a chegar ao seu grande objetivo.

Se demorar um ano, tudo bem. Se demorar três anos, qual é o problema?

Quando chegares lá, daqui a três anos, não vais pensar no quão difícil foi lá chegares...

Vais estar onde tu queres, vais estar feliz e vais só olhar para a frente!

Um abraço,

Tiago "olha sempre em frente" Faria

Como Escolher um Nicho de Mercado Lucrativo

5 Passos para Escolher um Nicho De Mercado Lucrativo e Recheado de Compradores Compulsivos

Neste artigo vou partilhar contigo 5 passos para escolheres um nicho de mercado em Portugal que está recheado de compradores, e que está 100% alinhado contigo.

Tenho interagido com várias pessoas no meu grupo de Facebook que estão bloqueadas nesta fase de análise de “o que é que eu hei de escolher?”, “por onde é que devo começar?”

Ou, então, já começaram o seu próprio projeto ou  negócio online, mas ainda não definiram claramente o seu nicho de mercado e, como tal, estão com dificuldades em:

  1. 1
    Criar ofertas específicas;
  2. 2
    Criar conteúdo específico;
  3. 3
    Criar uma ligação forte e um rapport forte com o grupo de pessoas que querem ajudar.

Eu próprio também passei por isto.

É super comum quando começamos nestas andanças do online. As alternativas são milhares e é muito fácil ficares perdido nesta fase de análise.

Muitas vezes, até tens medo de escolher um mercado porque pensas que é uma solução permanente e vais ter de ficar sempre agarrado a isto.

Por exemplo, quando eu comecei, queria agradar a toda a gente e o meu objetivo era ajudar pequenas e médias empresas. 

Depois, passei para negócios locais, mas sem estar claramente definido. Agora, finalmente, estou a encontrar o meu nicho de mercado e estou a ter uma ligação mais forte com a minha audiência, estou a encontrar as melhores soluções para te ajudar a estares mais perto dos teus objetivos.

No fundo, estou a ajudar empreendedores e pessoas que têm o seu próprio negócio online ou que criaram o seu próprio projeto, ou que estão em fase de tentar criar o seu projeto enquanto têm um trabalho full-time. É neste tipo de pessoas que me estou a focar e a ajudar mais neste momento.

Antes de avançarmos, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo:

Os Mitos Relacionados com Nichos de Mercado

A primeira coisa que eu quero que percebas é que não é preciso teres medo algum, isto não é uma decisão permanente. Podes sempre mudar de nicho, é uma coisa muito fácil de fazer se seguires os passos que eu vou partilhar.

É possível ir moldando e ajustando o teu nicho de mercado, mas o que interessa é encontrar uma audiência específica e começar (este é que é, na verdade, o grande segredo).

Outra coisa que eu te quero transmitir é que há uma mentira muito grande que se diz por aí que é: “segue a tua paixão que depois o dinheiro virá”.

Isto não é verdade, precisas de quatro coisas específicas para que isto funcione:

  • Tens de ter um gosto específico pela área, ou pelo menos uma grande curiosidade;
  • Tens de ter conhecimento dessa área e experiência;
  • Tem de haver um grupo de pessoas que esteja disposto a comprar para resolverem os seus problemas específicos sobre os quais tu vais criar conteúdo;
  • Tens de ter algo de valor para partilhar.

Se não houver uma conjugação destes fatores, vais ter dificuldade em encontrar um nicho rentável para ti e que te sustente durante muitos e longos anos.

Os 5 Passos Para Escolheres um Nicho de Mercado Rentável e Alinhado Contigo

Vamos, então, avançar para os 5 passos para decidires qual é que será o teu nicho de mercado – não é permanente, mas o nicho de mercado que tu vais tentar atacar - e decidires por onde começar.

Passo 1: Brainstorming

O primeiro passo é começares por criar uma lista e fazeres um brainstorming extensivo.

Sem te limitares, nem julgares qualquer que seja a tua resposta. O que interessa é pôr tudo cá para fora!

A primeira coisa que tens de refletir é sobre os desafios já ultrapassaste. Que problemas é que já resolveste na tua vida? Por exemplo, podes ter perdido 20 kg numa fase da tua vida. Algo que já tenhas ultrapassado e que saibas qual é a solução para resolver esse problema.

Depois, olha para a tua experiência de trabalho. Muita gente tem dez, quinze anos de experiência de trabalho e depois deita fora porque pensa que já não quer seguir aquilo e quer seguir um outro rumo qualquer na vida por conta própria. No entanto isso, na minha opinião, é um desperdício. 

Devemos aproveitar todos esses anos de experiência de trabalho para depois criar uma solução para quem está a trabalhar nessa área, ou criar uma solução que seja semelhante a essas competências que tu ganhaste, mas implementar noutra área.

Outra aspeto importante é pensar em todos os teus hobbies, no que gostas de fazer no teu tempo livre, nas tuas aptidões e gostos específicos que gostavas de ensinar a outras pessoas. Pensa nos tópicos que te fascinam, nos tópicos sobre os quais já leste 5 livros nos últimos meses ou nos últimos anos, naquilo que realmente tem despertado a tua atenção.

Pensa também nas competências que os teus amigos ou as pessoas que estão próximas de ti têm. Tu podes, por exemplo, não ter uma aptidão ou um gosto muito específico, mas imagina que tens um amigo que tem muito conhecimento de uma área, que já trabalhou muito nessa área e tem muito para partilhar. 

Essa pessoa pode ser, por exemplo, o produtor de conteúdo - marketing de conteúdo e conteúdo para o produto - se for um produto de informação digital, ou criar um produto físico. Podes fazer uma parceria com essa pessoa, 50/50, a pessoa recebe 50%, tu recebes outros 50%, e tu tratas de tudo relacionado com o marketing e a promoção.

Não tens de ser tu a fazer tudo, mas há sempre hipótese de começares a criar um negócio de diversas maneiras.

Este é o primeiro ponto, deitar tudo cá para fora, sem limites, sem julgar nada.

Passo 2: Especificidade

O passo número 2 é começar a ser mais específico, é a diferença entre um mercado grande e um nicho de mercado - e é aqui que tu queres começar a chegar.

Por exemplo, se no teu brainstorming incluíres “relações”, começa a pensar mais a fundo. Em vez de relações, pensa, por exemplo, em “casamentos”. Já é mais específico. 

Mas, se calhar, podes ir um passo mais além: escreve também algo como “evitar divórcios”, que já é uma área muito mais específica. Há muita gente que passa por este tipo de problema e que, muito provavelmente, estará disposta a pagar para obter uma solução.

Outro exemplo: ganhar dinheiro através do imobiliário. Talvez seja mais específico colocar um tópico como “investir em apartamentos”, se for uma coisa em que já tiveste experiência ou se tiveres gosto ou uma aptidão específica para isso.

Podes ainda pesquisar no Google pela palavra-chave geral do tópico em questão e ver as sugestões de pesquisa que aparecem. Se fores até ao fundo da página de resultados de pesquisa do Google, também vais encontrar pesquisas relacionadas. Copia e cola tudo o que te faça sentido e que seja relevante nas tuas notas.

Também podes pensar como é te podes especializar mais ainda. Pode ser através de um interesse teu, pode ser demografia (por exemplo: “eu ajudo mulheres com mais de 40 anos que querem perder peso”) ou pode ser uma indústria (ex: “faço Facebook Ads para dentistas”), ires-te especializando e, desta forma, arranjando um nicho de mercado mais específico.

Depois, não te preocupes com a concorrência. Ter concorrência até é uma coisa boa, significa que é um mercado onde há dinheiro e existem pessoas a comprar. Não olhes para a concorrência como “já existem muitos negócios neste nicho, se calhar, é melhor não ir por aí”.

Pelo contrário, é bom sinal haver concorrência e essa mesma concorrência até pode ser um potencial parceiro no futuro, por isso, não olhes com esse tipo de receios, não tens nada a perder.

Passo 3: Descoberta

O passo número 3 é partires à descoberta. Já tens uma lista muito grande do teu estudo, análise e brainstorming, agora está na altura de analisar o potencial de cada uma.

Uma excelente ideia é usar o Google Trends e começar a pôr em cada um dos tópicos que tu descobriste para ver qual é que tem sido o crescimento de interesse ao longo dos anos em termos de pesquisas no Google.

Também podes usar as Estatísticas do Público do Facebook para perceber que tipo de interesses existem já nesta rede social, e que tipo de interesse podes usar em anúncios. Podes pesquisar por blogs famosos, personalidades, ou marcas famosas.

Vais vendo o que é que no teu mercado faz sentido e que páginas têm um vasto número de pessoas a seguirem, e que poderás usar como no futuro como público-alvo dos teus anúncios.

Outra coisa que podes fazer e que é importante é ver dentro do Facebook que grupos é que existem sobre o teu nicho de mercado. O objetivo é ver se existem já grupos com milhares de pessoas, com muitas publicações diárias, ou se não existem de todo.

Podes ir vendo dessa maneira qual é o tipo de interesse que existe no tópico e descobrir se as pessoas estão muito engajadas e emocionalmente envolvidas com esse tópico ou não.

E, finalmente, podes também usar a Biblioteca de Anúncios do Facebook para veres se já existem anúncios dos teus concorrentes ou não. Se não existirem, quer dizer que ou é um mercado que não tem muitos compradores e, como tal, não te interessa.

Aqueles que tiverem anúncios, podes ver se eles já estão a correr há 2 meses ou mais. Se estiverem a correr anúncios há muito tempo, significa que esses anúncios estão a funcionar e que existem pessoas que estão nesse mercado a comprar: é exatamente esse o sinal que queres encontrar.

Passo 4: Pontuação

No passo número 4 vais dar uma pontuação específica a tudo o que analisaste nos passos anteriores.

 Vais dar 2 pontos se a resposta for “sim”, vais dar 1 ponto se a resposta for “talvez” e 0 pontos se a resposta for “não”. No final somas tudo e vês qual dos temas teve maior pontuação.

Eis as perguntas que deves responder:

  • Será que existe uma audiência para isto?
  • Será que existem grupos no Facebook com milhares de pessoas?
  • O Google Trends está a dizer-me que a audiência está a crescer ou não? Se as pessoas estão a pesquisar ativamente ou não?
  • Será que existem muitas páginas que eu posso fazer targeting no Facebook?
  • Será que os meus concorrentes estão a fazer anúncios ou não?
  • Será que eu tenho valor para partilhar?
  • Tenho experiência nesta área?
  • Tenho uma história de origem para partilhar que crie uma ligação emocional com as pessoas?
  • Será que sinto empatia com o meu público-alvo?
  • Será que me vejo a criar conteúdo durante 5 anos ou mais?

Portanto, é responder a todas a estas perguntas com base na análise que fizeste e, depois de somares a pontuação de cada ideia, vais chegar a uma conclusão.

Passo 5: Tomar Ação Imediata

Depois, o que tens de fazer é escolher, não vais mais ficar parado nesta paralisia da análise, vais começar a tomar a ação e testar o mercado. É muito importante começares a testar imediatamente e não ficares a pensar e a fazer perguntas em grupos de Facebook e a adiar constantemente a tua tomada de ação.

O que eu recomendo é, depois de teres escolhido o teu nicho de mercado, que cries uma peça de conteúdo. Pode ser um artigo de blog com 2500 palavras, podes criar um vídeo muito longo onde fales sobre o problema e sobre as soluções que tu criaste e sobre a tua história de origem. 

Ou, então, podes pedir a alguém para te entrevistar e fazer perguntas sobre a tua história de origem, como é que ultrapassaste os teus problemas, que erros é que cometeste para as pessoas não cometerem e, depois, como é que encontraste a solução. Desta maneira, crias uma entrevista que podes usar depois para o lead magnet.

Um lead magnet é um produto gratuito que vais oferecer em troca do contacto de e-mail da pessoa que está interessada no que tens para oferecer.

Desta forma, podes começar a aumentar a tua lista de e-mails rapidamente com o simples lead magnet que criaste, e veres se existe interesse ou não.

Se quiseres, podes mesmo investir 5 euros por dia ou menos em Facebook Ads. Pões esse lead magnet a correr e vês rapidamente se existe interesse. Vais aumentar a tua lista de e-mails e, ao mesmo tempo, vais começando a criar conteúdo específico sobre o tópico, quer seja de texto, vídeo ou áudio. 

Cria o teu canal de YouTube, cria o teu blog, cria um podcast específico, começa já a aumentar uma audiência e, ao mesmo tempo, vais começando já a pensar que infoproduto podes oferecer às pessoas que estão mais motivadas para resolverem o seu grande problema? 

Como tal, vais já começar a testar uma oferta, um produto específico para a tua audiência, e é desta maneira que vais provar rapidamente que escolheste um nicho de mercado que é rentável, que tu tens gosto, que te vês a criar muito conteúdo, e que tens experiência e competências nesta área.

E é assim que se escolhe um nicho de mercado recheado de pessoas que estão dispostas a comprar aquilo que tu vais oferecer.

Não te esqueças que não estás aqui para empurrar produtos para as pessoas. O grande foco do marketing digital tem de ser sempre “como é que eu posso servir este conjunto de pessoas da melhor maneira? Como é que eu posso ajudá-las a resolver os seus problemas?” e demonstrar que as consegues ajudar por antecipação, antes de pedires dinheiro em troca.

Só assim conseguirás crescer uma audiência de pessoas que gostam, confiam e já te conhecem bem e, como tal, depois vender vai ser muito supérfluo.

Um abraço,

Tiago "dispara, prepara, aponta" Faria

Melhores livros de desenvolvimento pessoal e negócio

Melhores Livros de Desenvolvimento Pessoal e Negócio: O Voto de 36 Experts Portugueses

Ler livros de desenvolvimento pessoal e negócio é uma maneira incrível de "entrarmos" na mente de algumas das pessoas mais incríveis do mundo.

No entanto, com 130 milhões de livros publicados durante a história moderna (segundo uma estimativa da Google), torna-se difícil saber por onde começar.

Foi exatamente por isso fiz a seguinte pergunta a 36 empreendedores e experts portugueses:

"Se tivesses que oferecer um livro sobre desenvolvimento pessoal ou negócio, qual oferecias e porquê?"

Melhores livros de desenvolvimento pessoal e negócio

Durante O Podcast do Tiago Faria fui descortinando os hábitos e melhores práticas que fazem a diferença na vida de empreendedores e especialistas em Portugal...

E os livros escolhidos são parte fulcral nessa criação de novos hábitos.

Descobre neste artigo quais são os temas que mais influenciaram estes 36 experts, e "enche" o teu cérebro de "bombas de conhecimento!

Os Livros que os Experts Escolheram

Abaixo podes ler exatamente o que cada expert disse quando lhe fiz a pergunta sobre o livro (geralmente no final da entrevista). A maior parte explicou a sua escolha, alguns com detalhes fascinantes, e partilhou também insights poderosíssimos sobre cada livro. 

As respostas foram organizadas por ordem alfabética do nome de cada expert, e deixei um link para o livro (Amazon ou Wook) para que possas saber mais sobre o livro e, quiçá comprá-lo (links de afiliado, ou seja, se comprares eu recebo uma comissão sem qualquer custo adicional para ti).

Spoiler alert: 3 livros foram escolhidos por 2 experts diferentes cada: 

Espero que gostes!

Alexandre Monteiro

O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry. O Principezinho foi, para mim, o melhor livro que eu já li e ensina, em formato história, como é que tu deves influenciar pessoas.

Por exemplo, “cuida da tua rosa” - cuida dos teus clientes. Eu até me admiro como é que ainda não há O Principezinho – não sei se há ou não – ligado aos empreendedores.


O “cuida da tua rosa”, “o essencial é invisível aos olhos”, a questão do cuidar do outro, até o tipo de perfis de comportamentos estão neste livro, desde o rei, desde a raposa... Se nós compreendermos a história de uma forma “à empreendedor”, vamos compreender que quem controla todo este comportamento é muito mais fácil para negociar.

Eu adoro O Principezinho porque é simples, e nós aprendemos com histórias simples.

Behaviour Profiler

Ana Martins

Há um livro que me marcou em termos de viragem. Se calhar, se eu o relesse agora não me faria tanto sentido, mas marcou-me nesta passagem para o digital, que é Os 8 Ps do Marketing Digital, de Conrado Adolpho.

Quando fiz a pós-graduação achei tudo muito técnico, e este foi o livro que eu encontrei que de repente fala em estratégia, ou seja, não está a falar do que é que tu precisas fazer para vencer o algoritmo do Instagram, o que é que tu precisas de saber para vencer o algoritmo do Facebook ou de como fazer anúncios para o Facebook. Nada disso. É um livro que nos vem dizer que, atualmente, com o digital há 8 Ps, e ele desdobra esses 8 Ps no desenvolvimento de uma estratégia, ou seja, temos de ter estes Ps em consideração para realmente ter sucesso no marketing digital.

Em termos de desenvolvimento estratégico, na altura em que o li, há uns seis anos, achei que era um livro formidável.

Branding Rockstar

Ana Milhazes

Eu tenho uma regra: só compro livros em papel que vou reler muitas vezes e um dos livros que me ajudou imenso foi o Às 9 no Meu Livro, da Sofia Castro Fernandes.


Na verdade, qualquer um dos livros dela é espetacular. Eu tenho os três e são livros que eu estou sempre a ler e a reler porque são livros que, dependendo da fase da tua vida em que tu os lês, trazem sempre imensa inspiração e quando uma pessoa está sempre em baixo, consegue encontrar algum conforto nos livros.


Nas fases em que eu estive pior, foi mesmo dos livros mais importantes para mim. Quando estou bem, também é ótimo ler porque fico muito feliz quando o leio, e cada vez que os leio vou buscar uma coisa nova.

Branding Rockstar

Tenho vários, mas já que estás a falar para empreendedores, de desenvolvimento pessoal e de estratégia de vida, e eu sou fascinada por esse tipo de temas: A Arte da Guerra, do Sun Tzu. 


É um livro que eu considero muito interessante porque é estratégia mental que tu deves também ter e colocar na tua vida, naquilo que tu fazes, nas opções que fazes, porque tudo na vida é uma escolha.

Apresentadora TV / Empresária / Digital Content Creator /Activist

Ana Santos

Eu vou falar de um de UX, apesar de haver vários que não são de UX e que eu recomendaria.


Vou falar de um de UX porque acho que é muito bom para qualquer pessoa que tenha um negócio e que não seja técnico, nem saiba nada de UX.


Foi um dos primeiros livros que li, mesmo antes de focar-me em UX. Na altura, demos a um dos nossos managers e ele também não percebia nada de UX.  É um livro que qualquer pessoa consegue ler. Chama-se Don’t Make Me Think, do Steve Krug. 


Aconselho porque é muito fácil de ler, é super divertido.

UX Educator & Learning Experience Designer

Anabela Chastre

Um livro que eu escrevi – Liderança, Para Onde Vamos a Partir Daqui? Não é por nada, mas eu considero um dos melhores livros de Liderança em Portugal.


Foi um livro que eu escrevi com o Pedro Ramos e foi uma viagem que eu e o Pedro fizemos no sentido de convocar vários CEOs, vários líderes de organizações em Portugal, e perguntarmos qual é o futuro da liderança. Simulámos uma viagem: onde é que nós estamos agora, em que aeroporto é que nós estamos, e que competências é que nós temos agora. Dentro da viagem, do que é que nós nos temos de libertar e
aquilo que depois temos de encontrar.

Nós entrevistámos o António Saraiva, presidente da CIP, Fernando Pinto que, na altura, era presidente da TAP, Nelson Pires, da Jaba Recordati, Rui Miguel Nabeiro, Rui Paiva, Sofia Tenreiro, tudo nomes de líderes que nós admiramos muito porque têm uma visão de liderança muito forte, mas um sentido de gestão de pessoas ainda mais forte, são grandes exemplos em Portugal disso.

Leadership Coach

André Novais de Paula

Whatever you think, think the Opposite. Este é o meu livro preferido, que eu ofereço com frequência, já devo ter oferecido uns 40, pelo menos.


É do Paul Arden, lê-se muito rápido, é ótimo. Fala das coisas óbvias em que nós não pensamos ou, então, pensamos, mas não pensamos exatamente por aquela perspetiva.

Digital Strategist | Speaker | Trainer

Ariana Nunes

Os Segredos da Mente Milionária, de T. Harv Eker. Eu tive a oportunidade de participar já duas vezes no seminário e a verdade é que é fantástico, aquilo é uma lavagem cerebral positiva tão boa que eu aconselharia a todos os portugueses se fosse possível, só que eles não fazem workshops em Portugal.

Os Segredos da Mente Milionária é um livro que nos dá exercícios para fazer, por exemplo, enviar um e-mail a uma das personalidades que nós admiramos a explicar e a demonstrar a nossa gratidão, e fazer este tipo de exercícios faz-nos desenvolver muito por dentro, no sentido de ficarmos muito bem estruturados para começar a pensar diferente.

Os Segredos da Mente Milionária é um livro ridículo porque basicamente ele vai mandar-me fazer coisas que eu nunca faria, no entanto, se eu encarar isto de forma relaxada, mas com o sentido de tirar alguma ideia, talvez valha bem a pena sugerir às pessoas.

Founder & Digital Entrepreneur

Diogo Vareta

Penso que ofereceria o Start With Why, de Simon Sinek, que é o único livro que eu ofereci várias vezes a várias pessoas. 


É um livro que mostra um bocadinho o rumo que uma pessoa pode ter a nível profissional ou a nível pessoal, que ensina uma forma de estar e de interpretar as coisas, de nos conhecermos também a nós.


É um livro inspirador, por isso, é um livro que eu ofereço a quem me inspira. Só ofereci este livro a três pessoas, mas comprei alguns exemplares e tenho-os guardados para novos inspiradores.

Criador de Estratégias de Negócio e Comunicação

Ella Nooren

The 4-Hour Workweek, do Tim Ferriss. Uma das mensagens mais importantes que eu tirei deste livro foi que tempo é um recurso muito mais importante que dinheiro, tempo e mobilidade, e que podemos ser muito mais eficientes no trabalho recorrendo ao outsourcing, por exemplo, para ter mais tempo livre e criar rendimento passivo e fazer com que o dinheiro trabalhe por nós.

Criador de Estratégias de Negócio e Comunicação

Fernando Ferreira

Gosto muito de um livro do Wayne Dyer, o Novos Pensamentos para Uma Nova Vida. Não é um livro aparentemente muito fácil porque é escrito com uma grande influência dele, mas eu gosto bastante.

Fundador na MountainLover

Filipa Maia

Já me fizeram essa pergunta, por isso, tenho a resposta na ponta da língua. O livro que eu ofereceria era o Building a StoryBrand, do Donald Miller. Podem ouvir o podcast dele que também entrevistas fenomenais. Atualmente, fala-se muito do storytelling, mas a maior parte das pessoas não sabe storytelling como deve ser. Se lerem este livro, vão aprender com certeza como fazer storytelling a sério.

Brand & Content Strategist

Filipe Carrera

Um que eu costumo recomendar aos meus alunos de Marketing e que parece sempre um bocado esquisito: O Erro de Descartes, de António Damásio. Culturalmente, e por causa do senhor Descartes também, somos levados a pensar que nós tomamos decisões com base na razão e que emoção é uma coisa ligada às mulheres, mas não, é a todos. Não há decisão sem emoção e essa é que é a grande conclusão do livro do António Damásio. Não é muito fácil de ler, mas eu aconselho.

Eu acho que é algo que é importante para nós percebermos até, por exemplo, as comissões de inquérito do BES no Parlamento, em que vemos gestores que teoricamente eram absolutamente fantásticos a dizerem “bom, era o Ricardo que
dizia, se ele dizia, era porque era certo”. Teoricamente, eram pessoas muito qualificadas, mas como acreditavam, tinham confiança, não questionavam nem a sua racionalidade.

International Speaker | Trainer | Consultant | Mentor

Gonçalo Hall

The 4-Hour Workweek, do Tim Ferriss, é a bíblia, não do trabalho remoto, mas do lifestyle design, e tem muito a ver com o trabalho remoto. Eu li este livro já há bastante tempo e continua sempre no top dos mais vendidos. Eu leio tudo do Tim Ferriss, oiço o podcast dele e acho que todos os livros dele são umas bíblias para diferentes coisas.

The 4-Hour Workweek é uma bíblia para o trabalho, como se deve começar negócios sobre aquilo que gostamos e como se consegue automatizar o máximo possível para ter a maior qualidade de vida que nós queremos ter. Eu sou muito dado a esse conceito de lifestyle design.

Para quem quer falar de corpo, tem o The 4-Hour Body, para quem quer aprender novas skills, tem o The 4-Hour Chef, é escolher o que queremos aprender que o Tim Ferriss criou alguma coisa para nós. O The 4-Hour Workweek é para quem quer trabalhar remotamente. Também recomendo ouvir o podcast do Tim Ferriss, aprendi muito com ele.

Remote Work Consultant

Joana Galvão

O que me ajudou mais – este é mais para service providers – é o Book Yourself Solid, do Michael Port. 

Co-Founder of Gif Design Studios

Joana Sá

Um livro que eu li recentemente que se chama Intentional Living, de John Maxwell. Este livro fala sobre levar uma vida com mais significado. 


Uma das partes que o autor menciona é o empreendedorismo, ou seja, deixar um legado, seja através de um negócio, de uma marca pessoal que tu crias e simplesmente partilhas o teu conhecimento com o mundo. É espetacular este livro.

Especialista em Estratégia de Marcas e Lançamentos no Digital

João Pico

Pergunta difícil... eu vou parar ao "Homo Deus" do Yuval Noah Harari. Desculpem-me os puristas do marketing. O Harari fala muito da parte humana, da parte social e da parte tecnológica e eu acho que são os 3 vértices que nós temos de ter para o futuro do digital, seja em marketing digital, seja em presença digital.

Isto já é uma fase muito mais holística e menos técnica do marketing digital, mas eu acho que o marketeer tem mais responsabilidades a nível de ética tecnológica, tem mais responsabilidades em estar presente nas redes de uma forma
humana. O Harari traz-nos isso, põe-nos a pensar realmente quem é que nós somos e para onde é que nós vamos neste pequenino planeta que já tantos problemas tem, já não tem tantas guerras, mas tem muitos atritos entre vários povos, algumas vezes religiosos, outras vezes, geopolíticos.

Nós somos um país que tem tido muita sorte em determinadas coisas, com ótimo tempo e o terceiro país mais seguro do mundo, mas temos que pensar que em Espanha houve uma guerra civil há 50 anos, o Médio Oriente é uma zona completamente desestabilizada e, realmente, só vamos lá com seres humanos e com pessoas com alguma ética, ética pessoal e ética tecnológica, e depois, muito à mistura, começa a pôr a inteligência artificial e o impacto da inteligência artificial que poderemos ter no futuro, no futuro dos trabalhos, por exemplo.

Quando nós regressamos à terra para fazer a nossa campanha de marketing, a nossa pequena campanha de marketing para uma pequena empresa, vamos fazê-la de outra maneira porque vamos ter mais consciência daquilo que vem aí e das coisas boas ou más que os humanos puseram nesta terra.

Owner Comprimido | Vídeo Marketing | Content Marketing

Jorge Azevedo

Provavelmente, para ajudar o meu sócio (Renato Póvoas), iria comprar o Relações Públicas sem Croquete e iria oferecer a alguns finalistas do curso de Relações Públicas para que eles ficassem com uma noção mais acelerada de como é efetivamente esta gestão diária das relações públicas e das empresas de comunicação.

Managing Partner - Guess What Public Relations

Krystel Leal

A nível de livros, o Deep Work, de Cal Newport. É um livro sobre produtividade máxima. Tem muita coisa que eu não concordo, mas eu acho que também é muito importante lermos livros que não representam a nossa opinião porque só lendo opiniões diferentes é que conseguimos formar uma opinião mais justa.

É um livro que me ensinou a olhar para a concentração de uma forma diferente. Nós temos a noção que estar concentrado é uma coisa, mas a concentração máxima é uma coisa que envolve muito mais coisas do que apenas o trabalho em si.

É um livro que eu recomendo não só para pessoas que acham que são muito distraídas, mas é também para pessoas que querem aproveitar mais o tempo. Li este livro recentemente e recomendo muito.

Freelancer e Trabalhadora Remota • Fundadora @ Nomadismo

Luciano Larrossa

Vou recomendar o livro Principles, do Ray Dalio. É um livro recente e fala de como uma pessoa criou princípios na empresa dele para ter uma empresa trilionária.

Especialista em anúncios no Facebook e Mídias Sociais

Marco Oliveira

Depende da pessoa, mas há um livro que eu pessoalmente sinto que todos nós, profissionais que têm de lidar com outras pessoas, deveríamos ler: Radical Candor - How to Get What you Want By Saying What You Mean de Kim Scott. Este livro é incrível.

Quando trabalhas em equipa, quando trabalhas com outras pessoas, é muito fácil dizeres a coisa certa da forma errada e seres mal entendido por causa disso. Uma coisa tão simples como dar um elogio é bastante mais complexo do que pareceria à partida. Definitivamente, dar uma crítica é uma questão complexa e, neste caso, a Kim Scott conseguiu consolidar neste livro o material suficiente para 4 ou 5 livros. É aquele livro que se tu leres todos os anos, todos os anos tu vais-te deparar com pequenas nuances de algo que se está a passar na tua vida que, se calhar, da última vez que leste, não vias da mesma maneira.

Para mim, por exemplo, foi transformador na forma como eu olho para as outras pessoas, como eu olho para o que as outras pessoas dizem, para a forma como eu digo o que digo às outras pessoas, é mesmo um livro muito interessante relativamente à parte emocional. Assenta em dois eixos: o caring personal e o challenging directly, que são dois dos fatores principais para teres uma relação e uma conversa saudável com uma pessoa. Por vezes, mais importante do que aquilo que é dito é quem o diz, ou seja, a mesma coisa dita exatamente da mesma maneira, com a mesma entoação, vindo de duas pessoas diferentes, é interpretada de maneira completamente distinta. Não é só a mensagem claramente, existe uma outra dimensão, que é o caring personally.

O livro cobre muito desse tipo de assuntos e de como é que se criam relações saudáveis. O objetivo deste livro não é levar-te a manipular as pessoas, muito pelo contrário: é precisamente ganhares um entendimento diferente do que realmente se passa com as pessoas e, por isso mesmo, é o livro que eu mais recomendaria a qualquer profissional que tenha de trabalhar com pessoas.

CEO at MOXY

Mário Nzualo

Ultimamente, tenho lido alguns livros interessantes. Uma coisa que acontece com os livros é que nós também temos de estar no nosso momento certo para aceitar as ideias que livros ou os cursos têm. O livro até pode ser ideal, mas se nós não estivermos no momento certo para consumi-lo, ele não tem tanto impacto.


Em termos de investimento, gostei muito de um livro do Morgan Housel chamado The Psychology of Money, que fala muito destes aspetos do investir como uma maratona e da nossa relação com o dinheiro, a forma como nós nos comportamos. Li-o na semana passada, achei-o extraordinário, até ando a escrever sobre esse assunto há algumas semanas e o livro veio completamente ao encontro do que eu estava a escrever.

Software Engineer at Stripe

Marta Araújo

A maior parte das pessoas quando está em gestão e não é da área tem um certo medo de tudo o que tem a ver com finanças e eu, pessoalmente, adorei ler um livro chamado How Finance Works, de Mihir A. Desai, porque é um livro que transpõe para a vida normal e com exemplos práticos aquilo que parece ser altamente complexo.

O autor foi meu professor de Finanças nos Estados Unidos e é espetacular, ele dá aulas simultaneamente numa Business School e numa Law School, é um financeiro filósofo e
outras imensas coisas. O livro é aplicável à vida real com conceitos que são relativamente complicados. Eu acho que é um bom livro para desmistificar um bocadinho o mundo das finanças que mete medo a tanta gente.

Board Member Castelbel

Martim Mariano

É uma pergunta complicada. Se calhar, acho que vou pelo Start With Why, de Simon Sinek, porque ajuda muito na descoberta da tua própria identidade e ajuda-te a refletir e a pensar, obriga-te a pensar, e eu acho que isso é cada vez mais
fundamental, nós ensinarmos – sobretudo as nossas crianças – a pensar, pensar no que é que vão fazer e porque é que vão fazer.

Nós éramos muito obrigados a pensar porque tínhamos uma coisa incrível que era o tédio, era o tu teres tempo para não fazer nada, tinhas três meses e meio de férias e não havia consolas de jogos. E é quando tu estás entediado que tens ideias incríveis, tanto para o bom como para o mau. O tédio é incrível para a criatividade e hoje em dia parece que as nossas crianças não podem ficar entediadas, têm que ter sempre os
telemóveis à frente, o que me deixa doido.

Copywriter & Storyteller

Miguel Cocco

Ler Robert Cialdini é essencial, então, ler o último livro dele Pre-Suasion: A Revolutionary Way to Influence and Persuade, é uma bíblia. O Robert Cialdini, para mim, é fabuloso porque há muito estudo por trás e eu sou muito prático e muito autodidata, mas tenho uma componente muito académica.

Quando fui tirar psicologia, houve um professor que me disse: “não há uma boa prática sem uma boa teoria”. Depois percebi: quanto mais tenho uma boa teoria, mais liberdade, espontaneidade e flexibilidade eu tenho na prática porque aquilo que eu faço está baseado em alguns modelos que já foram testados, eu não tenho que seguir exatamente aquela ciência, mas a ciência permite-me ter um pé no mundo, que, às vezes, é um mundo mais teórico, mas que me ajuda muitas vezes no meu pensamento, na estruturação das minhas ideias. Quantos mais modelos teóricos eu tenho, mais superficial eu consigo ser.

Psychology Influence and Persuasion Expert

Paulo de Vilhena

Eu não gosto de ser parcial, mas não consigo não ser parcial quando a pergunta é essa porque há um livro que sintetiza praticamente tudo o que eu aprendi sobre negócios, nomeadamente, do ponto de vista da gestão de um negócio até hoje e foi um livro que eu, obviamente, escrevi, se sintetiza o que eu aprendi, fui eu que o escrevi.
 

Para quem tem atividade por conta própria, eu acho que uma das melhores leituras que a pessoa pode fazer é Os 12 Desafios do Empreendedor, o meu último livro. Se a pessoa tem atividade por conta própria, não pode deixar de o ler.

Presidente e Fundador na Paulo de Vilhena Business Excelerators

Paulo Faustino

Um dos livros que mais me marcou até hoje foi um livro chamado Rework, do David Heinemeier Hansson e do Jason Fried, sócios fundadores do Basecamp. Já li esse livro há muitos anos, mas ele marcou-me bastante pela visão que os autores tinham do negócio deles, do trabalho remoto, das reuniões curtas, de tu conseguires otimizares o tempo de forma a não o desperdiçar em coisas que efetivamente não te geram resultado (nos grandes centros, as deslocações, o tempo perdido em trânsito e por aí fora). Eles otimizaram tudo, a equipa é remota, as reuniões são curtas, no máximo, 15 minutos, uma série de procedimentos de que eu gostei particularmente.

Empreendedor e Especialista em Marketing Digital

Paulo Moreira

Um dos primeiros livros que eu li e que gostei muito, tem mais a ver com finanças pessoais, foi o Rich Dad, Poor Dad, de Robert Kiyosaki. Fez-me todo o sentido, despertou-me um pouco as coisas, eu gostos desses.

Consultor, Orador, Formador em Inteligência Emocional

Paulo Pimenta

O último livro que eu li até foi mais sobre a gestão de equipas porque tentamos implementar essa cultura na empresa – tentamos porque é uma coisa que demora anos, uma cultura de uma empresa não é em 5 minutos – foi o The Ideal Team Player, de Patrick Lencioni, onde ele explica como detetar qual é o colega ideal para a tua empresa. Há três virtudes que ele diz que nós temos de tentar encontrar dentro de um colaborador: a humildade, procuramos pessoas com humildade, pessoas com fome, que têm fome de crescer, fome de aprender, de partilhar, e a tal smart comunication, que é saber comunicar e interagir no mundo empresarial com os colegas.

Com alguns colegas que estão há 12 anos comigo falo de uma maneira, com a pessoa que chegou na semana passada falo de outra maneira, a confiança é diferente, o conhecimento é diferente. Neste livro, o autor fala em dar importância à cultura da empresa e explica como é que nós ajudamos os nossos colaboradores a crescer e a chegar lá.

Owner & CEO na KuantoKusta

Paulo Silver

Ray Dalio, Principles. Enquanto não conseguirem comprar o livro, vão ao Instagram dele que tem quilos e quilos de conhecimento para consumir.

Founder | CEO | Speaker | Entrepreneur

Regina Santana

War in the Boardroom, de Al e Laura Ries. Este livro é maravilhoso, é um livro que já li várias e que já ofereci a várias pessoas. Fala da razão por que a gestão e o marketing têm perspetivas diferentes e quais as soluções – eu gosto desta guerra entre a gestão e o marketing. Tem muitos exemplos de muitas empresas nos Estados Unidos, mas é genial ver a diferença do sucesso ou insucesso das empresas por darem prioridade ao marketing ou por darem prioridade à gestão e por não conseguirem conciliar as duas coisas em conjunto.

Especialista em Marketing Digital, Neurovendas, Neuromarketing e Comportamento do consumidor

Rita Montezuma

Eu gostei bastante do livro Marketing Digital na Prática, do Paulo Faustino, está todo anotado, acho que é bastante completo. De todos os que eu já li, posso recomendar vivamente este.

Marketing | Social Media | Community Manager

Rui Bairrada

Vou brincar, oferecia O Doutor Finanças e a Bata Mágica, porque este é para crianças. Nós lançámos este livro em outubro e eu costumo dizer “desisti dos adultos e agora vou focar nas crianças porque com os adultos já não consigo fazer nada” porque isto é uma luta diária a tentar mudar-lhes os hábitos para eles terem os melhores hábitos financeiros.

Lançámos este livro para o 1.º ciclo, é um livro giro, feito cá dentro, que é uma coisa que nos orgulha, a nossa copywriter que escreve artigos de poupança escreveu a história, a nossa designer ilustrou o livro, o nosso diretor de marketing fez a coordenação, é de publicação própria, é um livro feito cá dentro e com história e que nós queremos mesmo deixar pegada nesta coisa da literacia financeira e achamos que é aqui que temos que começar, é dos 6 aos 10 que temos de começar.

CEO | Founder DOUTOR FINANÇAS

Rui Pedro Alves

Relacionado com desenvolvimento pessoal, recomendo o Awaken the Giant Within, do Anthony Robbins.

CEO and Founder of RUPEAL

Tarantini Vaz

The Monk Who Sold His Ferrari, de Robin Sharma. O livro aborda o desenvolvimento pessoal e, de facto, é bastante impactante.

Futebolista Profissional, Orador, Fundador & Autor

Tim Vieira

Eu li agora um livro que eu gostei muito que é do Anthony Bourdain, alguém que se suicidou. Depois de leres o livro vês o que é um humano, uma pessoa humana, uma pessoa que escreve sobre Portugal, Vietname, o mundo inteiro, é um human.

Nós temos dificuldades, passamos tempos difíceis e temos que ter pessoas à nossa volta que nos dão esperança. No dia em que não tivermos essas pessoas à nossa volta, chegamos mesmo ao fundo e fazemos, às vezes, o que ele fez. Se não somos as pessoas que temos o talento para mudar o mundo, temos que ser as pessoas que estão à volta dessas pessoas que têm esse talento a dar-lhes esperança. Quando estava a ler o livro do Anthony Bourdain, eu queria ser amigo dele e queria impedi-lo do que aconteceu no fim. Para mim, ele não foi um entrepreneur, ele foi um human, e nos dias de hoje ser human é quase ser fraco. Havia de ser um valor mais forte, temos que respeitar uns aos outros, desde a esquerda à direita, todos temos que poder falar. 


Não vale a pena ninguém se suicidar porque o mundo está melhor hoje do que alguma vez esteve, mas precisamos de pessoas à nossa volta que dão essa esperança que as coisas não estão tão más.

O nome do livro é A Cook’s Tour, mas eu acho que qualquer livro sobre Anthony Bourdain ou sobre qualquer pessoa que é um humano vai dar muito valor, I really believe it.

CEO da Special Edition & Bravegeneration

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Infoprodutos: A Melhor Maneira de Fazer Dinheiro Online em Portugal

Existem várias formas de fazeres dinheiro online, e é possível obter sucesso em todas elas.

Tudo o que é necessário é trabalho duro e inteligente, e disponibilidade para tentar, falhar, tentar de novo, falhar de novo (repetir várias vezes)...

Até que encontras algo que funciona para ti!

E assim que encontras algo que gera retorno, começa a fazer isso repetidamente, fazendo testes aqui e ali para aumentar a eficácia.

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Todas as pessoas são diferentes, e na verdade não existe um “comprimido mágico” para ter sucesso online...

Se pensares bem, fazer dinheiro online é bastante fácil.

Podes muito bem pegar em coisas de valor que tenhas na arrecadação da tua casa, ou comprar algo na feira da ladra por tuta e meia, e vender no Facebook Marketplace em menos de 24h (mais do que recomendado, já agora!)...

Mas por ser fácil, não significa que seja escalável ou um modelo de negócio sustentável no longo termo.

Qual é então a melhor maneira de fazer dinheiro online?

Já lá vamos. Mas antes, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, clica nos links abaixo:

Vender Infoprodutos Online em Portugal

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Com infoprodutos é possível gerar margens de lucro elevadas, muitas vezes superior a 90% no caso de produtos digitais.

O custo de completar a transação e entregar uns ficheiros .pdf ou .mp3 é ridiculamente baixo, quando comparado com qualquer outro tipo de produto.

É possível vender milhares de cópias sem qualquer esforço adicional após a sua criação.

No lado inverso, os produtos tradicionais requerem matéria prima, manufatura, logística, armazenamento, etc…

E tudo isto aumenta os custos e limita o número de produtos que pode vender.

No caso dos infoprodutos, tudo isto é irrelevante. Os únicos custos serão o alojamento do teu website e as ferramentas/software que precisas para criar, alojar, e distribuir os teus produtos digitais (custos esses diluídos ao longo do tempo).

Por outro lado, é possível abrires uma rede de afiliados para o teu produto e dividir o lucro 50-50…

O que significa que podes construir uma equipa de marketing gratuitamente, que irá promover os teus produtos, sendo que só lhes pagas quando estes conseguirem uma venda.

Isto é não só uma maneira incrivelmente poderosa de alavancar o esforço de outras pessoas, como também incrivelmente económica.

Outra das grandes vantagens dos infoprodutos é o seu valor percebido:

Muitos cursos online custam centenas, ou mesmo milhares de euros…

E tudo o que incluem são elementos como .pdfs, videos e áudio!

Agora acrescenta a isto as margens de lucro elevadas, e tens uma mistura explosiva.

Existe ainda um outro benefício incrível: os teus concorrentes podem tornar-se em parceiros extremamente valiosos!

Isto porque a maior parte das pessoas não compra apenas um infoproduto digital (ebook, curso, programa de membros, etc).

Quando têm uma paixão ou uma necessidade forte, as pessoas compram irracionalmente de vários autores/profissionais...

Pelo que as parcerias são uma maneira incrivelmente abundante de criar negócio adicional, em que toda a gente sai a ganhar.

Por fim, criar os seus próprios infoprodutos (vs apenas vender produtos afiliados de outras empresas) abre oportunidades de venda, tais como upsells, ofertas limitadas e outras para o teu funil de vendas.

É muito mais fácil vender produtos a clientes que já tenham tomado a decisão de comprar os teus produtos anteriormente…

E se criares uma relação próxima com a tua audiência (através do email e das tuas newsletters) e entregares “experiências” agradáveis, vais criar uma legião de fãs que comprarão repetidamente os teus produtos!

Mesmo que o teu modelo de negócio não se limite a vendas online, considera adicionar este tipo de produtos na tua escada de valor.

Lembra-te que os teus potenciais clientes estão em diferentes fases do teu funil de vendas

E que idealmente deves ter uma oferta para cada uma dessas fases.

O que achas? Vais criar hoje o teu primeiro infoproduto?

Um abraço,

-Tiago “margem de lucro” Faria

Será que ainda vale a pena criar um blog em 2021 em portugal

Será que Ainda Vale a Pena Criar um Blog em 2021 em Portugal?

Será que ainda vale a pena, ou não, criares um blog para o teu site ou criares um blog de raiz?

Será que é uma estratégia de marketing de conteúdo que ainda compensa?

Com tanto alarido e ruído atrás das redes sociais e dos stories e dos lives, será que ainda vale mesmo a pena?

Vou tentar responder a esta questão da melhor forma possível e vou partilhar contigo umas estatísticas que são, de facto, assustadoras.

De certeza que pelo menos vão dar que pensar a quem ainda está com esta dúvida em saber se vale a pena ou não criar um blog.

Será que ainda vale mesmo a pena criar um blog em 2021 em Portugal

Mas antes de avançarmos, se preferires ver este artigo em formato vídeo ou ouvir em formato podcast, escolhe uma das opções abaixo:

Criar um Blog Abre-te as Portas a 3.5 Biliões de Pesquisas Diárias no Google

Criar um blog abre-te as portas a 3.5 biliões de pesquisas diárias no Google

O primeiro número que eu gostava de partilhar contigo, foi retirado da Internet Live Stats: 3,5 biliões.

Este é o famoso número de pesquisas diárias feitas no Google em todo o mundo.

Tendo em conta que o nosso planeta tem uma população de 7.8 biliões, este é, de facto, um número assustador.

Vendo com mais detalhe, por cada segundo que passa, são feitas 40 mil pesquisas por cada segundo que passa sobre os mais variados tópicos

Mesmo que o teu nicho de mercado represente 0,0001% deste número, já é um número abismal para ti e com toda a certeza que vais querer estar presente nessas pesquisas.

A Importância de Aparecer na Primeira Página do Google

As pessoas estão proativamente à procura de soluções para os seus problemas, ou estão a procurar atingir objetivos específicos no Google.

Como tal, tens de ser visto como parceiro do Google e tens de oferecer as respostas a todas essas pesquisas que são feitas diariamente sobre o teu nicho de mercado.

Se tu não estiveres presente na primeira página do Google para estas pesquisas, a tua concorrência vai absorver todo este tráfego qualificado.

Mas então, como podes resolver esse problema?

Através da criação de conteúdo no teu blog.

Dentro do teu site WordPress, tens a possibilidade de criar artigos que respondem a todas estas pesquisas que as pessoas fazem no Google diariamente.

Sempre que alguém pesquisa no Google por “como fazer uma gravata”, por exemplo, vão aparecer 10 resultados no top na primeira página do Google. 

Cada vez que alguém pesquisa por uma palavra relacionada com o teu tópico, 90% das pessoas só vão olhar para a primeira página, não vão clicar sequer na página 2, 3, ou 4.

Se as pessoas não encontram os resultados que querem na primeira página, ou fazem uma pesquisa nova, ou saem, ou entram num resultado qualquer que talvez não seja a resposta indicada, mas talvez seja mais próximo daquilo que procuram.

Há uma piada engraçada no mundo do marketing digital, que ilustra a verdadeira importância de estar presente na primeira página:

“O melhor local para se esconder um cadáver é na página 2 do Google"

Se estiveres na página 2, 3 ou 4 do Google ninguém vai ver o teu site, vais estar escondido nas sombras da internet, e nunca vais ter pessoas a visitar o teu site.

Os Primeiros 3 Resultados de Pesquisa Recebem a Maioria dos Cliques

Outra estatística interessante é que 28,5% das pessoas vão apenas clicar no primeiro resultado de pesquisa.

Trata-se do resultado que  confiam mais, e já estão habituadas a clicar no primeiro resultado.

As pessoas confiam no Google como algo que fornece informação útil e que organiza a informação por elas.

Por seu lado, o Google como quer que as pessoas continuem a voltar todos os dias, vai pôr sempre no primeiro resultado aquele que supostamente é o resultado mais relevante, mais interessante, e com melhor qualidade.

O segundo resultado de pesquisa recebe 15,7% dos cliques e terceiro recebe 11%.

Só para teres uma ideia, o 10º e último resultado da página receber apenas 2,5% de taxa de clique. 

Ou seja, são 10 vezes mais as pessoas que clicam no primeiro resultado do que no último.

Comparando depois com as segundas páginas, os números são ainda mais díspares.

Daqui consegues ver a importância de estar presente na primeira página e de estares presente no topo dos resultados de pesquisa.

Passos Cruciais para Criar um Blog de Sucesso

Passos para criar um blog de sucesso

Como é que isto é feito? Como é que podes estar presente nas primeiras páginas e no topo dos resultados?

Em primeiro lugar, a competência base que deves incluir é a pesquisa de palavras-chave.

Ou seja, descobrir que frases e termos é que as pessoas pesquisam mais sobre o teu tópico, e quais desses têm mais volume de pesquisas mensais.

O teu objetivo é estar presente onde há mais volume, mas também onde há menos concorrência.

Se assim o fizeres, será mais fácil obteres lugares mais cimeiros nos resultados de pesquisa, mesmo que o teu blog seja recente e ainda não tenha uma autoridade de domínio forte.

Mas Não Basta Isso: Os Artigos do Teu Blog Têm que Ser Melhores do que Todos os Outros

Depois, tens de responder às perguntas que são feitas nessas pesquisas de forma concreta e com qualidade.

Deves ser visto como autoridade e como alguém que realmente percebe do nicho de mercado e que sabe ajudar o pesquisador.

Tens também de perceber exatamente qual é a intenção de pesquisa da pessoa que faz essa pesquisa.

Olhando para a pirâmide de consciência (criada por Eugene Schwartz), ajuda bastante a racionalizar qual é que é a intenção de pesquisa que uma pessoa está a fazer:

Pirâmide de Consciência

Por exemplo, quando uma pessoa pesquisa “como fazer uma gravata” quer dizer que ela tem uma intenção específica de resolver um problema e, como tal, tu vais criar um artigo com os passos necessários.

Vais tentar fazer com que esse artigo seja o mais partilhável possível para que muitas pessoas o vejam, muitas pessoas o partilhem e recebas muitos backlinks para o teu site (importante para a tua autoridade de domínio).

Se a intenção for a procura de uma solução, tens de pensar na intenção que a pessoa está a ter quando está a fazer essa pesquisa, e oferecer por exemplo os top 10 produtos que solucionam o problema específico.

E por fim, se a intenção for procurar um produto específico, deves criar um artigo que responda a essa questão de forma concreta, mostrando por exemplo as vantagens e desvantagens do produto em questão.

A intenção conta, de facto, bastante.

A Importância do Título e da Descrição dos Artigos do Teu Blog

A importância dos títulos e descrições dos artigos do teu blog

Imaginando que estás já presente na primeira página dos resultados de pesquisa do Google, mas o teu artigo aparece no sexto lugar.

Se todos os outros resultados tiverem títulos semelhantes e pouco apelativos, mas o teu tiver um título que tenha um benefício específico e que desperte alguma curiosidade para levar a pessoa a clicar...

As pessoas vão começar a notar e a clicar mais vezes no teu link.

Assim que o teu link começa a ter taxa de clique superior ao resultado que está acima, o Google vai começar a classificar o teu resultado como mais relevante para a pesquisa e, como tal, vai beneficiar-te e colocar o teu link num lugar acima nos resultados de pesquisa.

Os títulos são, de facto, bastante importantes - bem como a descrição que está abaixo, obviamente - para mostrar às pessoas aquilo que vão receber e mostrar que a resposta que desejam está nesse artigo.

Torna-te Num Verdadeiro Parceiro do Google

Para seres visto como um verdadeiro parceiro do Google, precisas de olhar para o famoso SEO (otimização para os motores de busca).

Tens de estar de acordo com aquilo que o Google espera ver em termos de otimização de todas as componentes que envolvem o SEO (vê tudo o que precisas de saber sobre SEO no link acima).

Isto inclui os tais links que tu queres que o teu artigo receba de sites externos e de social media que, no fundo, são validações que dão sinais ao Google de que o teu artigo é impactante e merece estar mais destacado nos resultados de pesquisa.

Concluíndo

Em conclusão, criar um blog, na minha opinião, é crucial e é o meio de criação de conteúdo que será mais impactante.

A origem do tráfego da maior parte dos sites que existem é sempre do Google (podes usar o Similarweb para comprovar isso mesmo).

As pessoas pesquisam no Google por tópicos específicos de um site ou pela marca em si.

Depois, dependendo da marca, se a marca for muito conhecida ou não, também existe uma grande fatia da origem do tráfego que é direta (quando as pessoas escrevem o site diretamente no browser).

No entanto, o volume de tráfego vindo do Google é incomparável com aquele que vem das redes sociais.

Será que vale mesmo a pena focares todos os teus esforços nas redes sociais?

Fica a pergunta para ti.

Diz-me o que pensas nos comentários abaixo!

Um abraço,

Tiago "motores de busca sempre" Faria

Como conseguir backlinks para o teu site em 2021

Como Conseguir Backlinks em 2021: 5 Passos para Criares Backlinks para o Teu Site Rápido

Neste artigo vou partilhar contigo a estratégia dos 5 simples passos para conseguires angariar e receber mais backlinks de qualidade para o teu site.

Seguindo estes passos consistentemente, vais conseguir aparecer na primeira página do Google, receber mais vistas orgânicas, receber mais cliques, receber mais subscrições da tua newsletter e, por consequência, aumentar as vendas do teu negócio online.

Esta é uma técnica completamente “white hat”, ou seja completamente legal e de acordo com os termos e condições do Google, pelo que não precisas de te preocupar com nada.

Como conseguir backlinks em 2021 - segue esta simples estratégia de 5 passos

É uma técnica que dá algum trabalho, demora algum tempo, é um jogo de números bastante complexo, mas que é possível fazer.

Se tiveres mais tempo do que dinheiro disponível, é algo que podes fazer sozinho, mas é preciso muito trabalho, muito contacto, e muito “outreach” de e-mails.

Se tiveres mais dinheiro que tempo disponível, esta é uma estratégia que é muito fácil fazer outsourcing para um assistente virtual, por exemplo, e pôr esta estratégia a funcionar a 100 %.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, clica na imagem abaixo:

Passo 1: Encontra um Artigo com Muitos Links

O primeiro passo é encontrares um conteúdo no teu nicho de mercado que já tenha muitos links a apontar para esse próprio artigo.

Isto dá-te um sinal que esse tópico funciona muito bem, atraiu muitos backlinks de outros sites e, por isso, vais querer focar-te nele.

E como encontras tais artigos?

Através de pesquisa de palavras-chave.

O teu objetivo é encontrar palavras-chave que tenham alto volume de pesquisa, mas também um alto grau de dificuldade e que sejam muito relevantes para o teu nicho de mercado.

Estes são os resultados que vão ter mais links, e tu queres focar-te exatamente nesses.

A Primeira Ferramenta que vais Precisar para Conseguir Backlinks de Qualidade

A primeira ferramenta que precisas é o maravilhoso KW Finder (link afiliado).

Se quiseres saber como utilizar esta ferramenta, consulta este artigo.

Como exemplo, fiz uma pesquisa por “perder barriga”, palavra-chave que será do interesse de alguém que tenha um blog ou um site sobre dietas, alimentação saudável, ou exercícios físicos.

backlinks - pesquisa de palavras-chave

Procurando por essa palavra-chave em Portugal, vejo que tem um volume de pesquisa de 3100 por mês, e que tem um grau de dificuldade de 31.

Não é impossível, mas é um pouco difícil para quem tem uma autoridade de domínio muito baixa.

Olhando para todos os outros resultados que aparecem na primeira página do Google, vês que quase todos têm um grau de dificuldade acima de 40.

O teu objetivo é ver nesta palavra-chave quais é que são os resultados que aparecem no canto inferior direito que têm o maior número de links.

Consegues ver essa informação na coluna que diz "Links", ou seja, o número de links externos a apontarem para um URL específico.

Isto dá-te um sinal que esse artigo teve bastante interesse, e que muitos outros sites inseriram um link a apontar para esse artigo.

O teu grande objetivo vai ser contactar todos esses sites que adicionaram um link para o artigo que vais analisar, e convencê-los a adicionarem link para o novo artigo que vais criar.

Olhando para os resultados acima, o artigo que irias escolher analisar era o primeiro "Minha Vida", uma vez que tem 86 backlinks no total.

Artigo para analisar backlinks

Reparas que é de facto um blog, que terá os seus produtos à venda.

É exatamente isto que queremos.

Se tivesses um site sobre alimentação saudável, dietas etc., e sentisses que sabias do assunto melhor do que ninguém, que o artigo está incompleto e que conseguias fazer algo ainda melhor... estava escolhido!

Usa o LinkMiner para Analisares os Backlinks do Artigo que Queres Ultrapassar

Copiavas o link da peça de conteúdo em questão e abrias uma outra ferramenta da mesma empresa do KW Finder (Mangools), mas desta vez selecionavas o LinkMiner para analisares os backlinks de cada um dos sites que tu queres superar.

Inserindo o URL do site, vais procurar os backlinks e vão aparecer todos os sites que estão a apontar para o artigo que vais analisar, que é o teu concorrente.

LinkMiner para encontrar os backlinks de um site

Ordenando os resultados por "Link Strength" (ou seja, o poder destes sites e a sua autoridade de domínio.

Se conseguisses que um desses links com autoridade de domínio de 30 apontasse para o teu site, já iria dar um grande boost na tua autoridade de domínio...

E, como tal, ajudar-te a subir nos resultados de pesquisa do Google.

O teu objetivo aqui seria então fazer uma lista de todos os backlinks que tenham uma autoridade de domínio interessante e que não sejam spam (tens de ter o cuidado de analisar e ver se são sites verídicos, e que estão de acordo com os termos e condições do Google).

Passo 2: Cria um Artigo Superior para Atraíres os Backlinks para Ti!

Cria um artigo superior para atraíres os backlinks para ti

Depois de analisares qual é o artigo que queres superar e de fazeres a lista de todos os sites que apontam para esse artigo concorrente...

O segundo passo é criares um artigo superior, com mais valor, com uma pesquisa e uma análise ainda mais completa, e com mais insights.

Mas não só: deves também bater o artigo concorrente em número de palavras totais, partilhar um maior número de técnicas, e mais multimédia (vídeos, imagens, áudios).

Basicamente, tornar o teu artigo 10 vezes melhor do que o teu concorrente.

Sim... acelerar o crescimento da tua autoridade de domínio vai dar trabalho!

Nada acontece por magia, nada acontece rapidamente, não há resultados mágicos...

O que há é o trabalho de analisar qual é o artigo que está bem posicionado no Google, criar um artigo ainda melhor...

E depois entrares em contacto com todos aqueles sites que têm um link a apontar para esse artigo.

Passo 3: Entra em Contacto com Cada um dos Sites que Desejas um Backlink

Entra em contacto com cada site que queres um backlink

O próximo passo é entrar em cada um dos sites e encontrar os e-mails de contacto.

Se não estiver no site, tenta encontrar a página de Facebook e procura na secção "Sobre".

Há uma maneira de automatizar este processo (não funciona para todos os sites), usando o site Hunter.io.

Ao colocares o site em questão, o Hunter.io varre a internet toda para ver toda a presença que esse site tem online e tenta encontrar um e-mail de contacto.

Toca a Enviar Emails como Se Não Houvesse Amanhã!

O outro passo será enviares um e-mail a cada um desses sites, dizendo que o seu artigo é excelente, e mostrando que tens um artigo superior ao que esse site está a apontar.

É importante mostrares em que medida é que o teu artigo vai beneficiar a audiência do site em questão.

Mostrares que, com base na tua análise, faltam algumas coisas no artigo que esse site criou um backlink...

E explicar que criaste um artigo muito mais completo, e que poderá ajudar a sua audiência a tomar uma decisão mais considerada e concreta.

Este vai ser o teu trabalho:

Entrar em contacto com todos estes sites, mostrar que criaste um artigo superior e que a audiência desse site irá beneficiar se alterar o link para o teu site e não para o site concorrente.

Sim, é um jogo de números.

Vais precisar de enviar muitos emails...

Mas principalmente tomares atenção ao passo seguinte:

Passo 4: O Poder Está no Seguimento do Contacto

Seguimento aos emails de contacto para obteres backlinks

O passo número 4 é o follow-up.

O grande poder de toda esta estratégia está no seguimento que dás aos contactos, uma vez que 99% dos sites que contactares vão ignorar o teu e-mail.

Se não obtiveres resposta depois do primeiro email, envia um novo email uns dias depois.

Muitas vezes, os sites não respondem à primeira, não respondem à segunda, mas depois, à terceira vez...

Pode muito bem acontecer por acaso verem o teu e-mail e resolverem dar atenção ao que tu tens para dizer.

Alguns sites vão responder “para isso, preciso que me pagues x”.

Não recomendo que aceites pagar para ter links, uma vez que isso vai contra os termos e condições do Google. Nunca faças isso.

O que realmente conta aqui é a escala do seguimento que fazes.

Enviar muitos e-mails e fazer muitos follow-ups.

Passo 5: Como Podes Escalar o Processo para Obteres Backlinks Mais Rápido

Como escalar o processo para obteres backlinks mais rápido

Isto leva-nos ao passo número 5.

Existe uma ferramenta que irá ajudar a escalar este processo quando tiveres já encontrado um assistente virtual que trate disto por ti.

Com a ferramenta MailShake consegues automatizar tudo.

Basta incluíres um ficheiro com todos os sites a contactar, e criar os templates de emails e follow-ups.

Depois, o MailShake envia todos os emails automaticamente e, quando alguém responde a algum desses e-mails, para essa automação.

Isto iria acelerar o processo e escalar de uma maneira incrivelmente poderosa.

Desta forma é possível aumentar a autoridade de domínio muito mais rapidamente do que o normal e, assim, subir no ranking do Google.

É uma ferramenta que não é muito barata, mas é algo que, na minha opinião, vale a pena quando se quiser investir em crescer a autoridade de domínio rapidamente e não esperar pelo crescimento seja orgânico.

No Entanto, Lembra-te:

Os artigos que criares têm de ser de facto MUITO superiores ao que já existe na internet porque, se o forem, terás toda a segurança que estas pessoas irão aceitar criar um link para o teu artigo...

Uma vez que o teu artigo tem muito mais qualidade e ajuda todos os sites que contactares a servirem as suas audiências de uma maneira mais concreta e eficaz.

Espero que tenhas gostado deste artigo.

Se tiveres alguma pergunta, deixa na caixa de comentários abaixo.

Um abraço,

Tiago "Ladrão dos Links" Faria

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Google Search Console: O que é e Como Garantir que o Teu Site Aparece nas Pesquisas

Neste artigo vou focar-me num passo importante para garantir que os seus esforços de criação de conteúdo são indexados nos resultados de pesquisa do Google.

No entanto, nota importante:

Este não é o passo mais importante da sua estratégia de marketing de conteúdo.

O seu foco principal deve estar sempre na criação do melhor conteúdo possível, focado nas necessidades e objetivos do seu público-alvo.

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Se tudo o que fizer for optimizações para motores de busca, os resultados serão frustrantes.

Lembre-se que a sua audiência é constituída por duas partes: as pessoas que lêem o seu conteúdo e os motores de busca que indexam os seus links.

Com isto, avancemos.

Vou assumir que o seu site é feito em WordPress.

Se o seu site não é feito em WordPress.org, recomendo vivamente que considere esta opção versus sites feitos de raiz ou em plataformas tudo-em-um (como Wix.com).

O WordPress é conhecido por ser amigo dos motores de busca, sendo uma vantagem para o seu site obter mais visibilidade nos mesmos.

Depois de publicar o seu primeiro artigo de blog (optimizado para uma palavra-chave específica), o próximo passo será sinalizar ao Google sobre o seu conteúdo, para que este analise o seu site e comece a indexá-lo nos resultados de pesquisa.

Este processo é feito no Google Search Console.

E não se preocupe: não terá que repetir o processo sempre que publicar um artigo novo...

Assim que inclui o seu site no Google Search Console, os “spiders” (rastreadores) vão começar a rastrear o seu site diariamente.

Sempre que publicar um artigo novo, o mesmo será indexado automaticamente.

Comecemos então por ver o que é o Google Search Console.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, podes fazê-lo abaixo:

O que é o Google Search Console (ex Webmaster Tools)

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Trata-se de uma ferramenta gratuita que ajuda a ter mais controlo sobre como o seu site é rastreado pelo Google.

No fundo é um meio de estabelecer uma relação de parceria com o motor de busca.

Permite-lhe verificar se o Google tem acesso ao seu conteúdo, entender melhor como o Google vê o seu website, perceber o seu desempenho nos resultados de pesquisa…

E melhor ainda: detetar erros de indexação a tempo e horas, para que possa corrigir rapidamente e não perder “impressões” de visualização e cliques.

Para além do mais, dá-lhe a hipótese de remover conteúdo que não quer que seja exibido nos resultados de pesquisa.

Com isto, avancemos para o próximo passo, que começa no painel WordPress do seu site.

Plugin WordPress para Comunicar com o Search Console: Yoast SEO

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Todos os sites devem tirar vantagem do tráfego orgânico de motores de busca como o Google.

Existem ferramentas que ajudam a optimizar as suas páginas para os motores de busca e muitas vezes fazem com que o seu site tenha um aumento significativo de visitas.

A melhor ferramenta é o plugin “Yoast SEO”.

Apesar de o WordPress ser geralmente bem optimizado para SEO, o plugin Yoast SEO fornece opções extra que de outra forma só teria acesso através de código.

É também, de longe, o plugin mais popular do WordPress.

Vejamos as suas vantagens:

# Oferece análise a artigos e páginas em tempo real

# Você terá pré-visualização dos seus títulos e descrições em tempo real, que também são completamente editáveis

# Gere por si todos os aspectos mais técnicos (robots.txt, sitemaps, etc)

# Orienta-o para não se esquecer de aspectos importantes como fazer permalinks legíveis para os utilizadores

# Verifica se o seu conteúdo é “legível” tanto para os utilizadores como para os motores de busca

Se estiver interessado em saber mais sobre o Yoast SEO, este vídeo explica-lhe todo o seu potencial:

Assim que tiver instalado o plugin, vejamos qual o primeiro passo:

Gerar um Sitemap XML

Um sitemap é gerado exclusivamente para os motores de busca e não para os utilizadores.

Basicamente trata-se de um “mapa” do seu site, que indica aos motores de busca qual a estrutura do seu website e facilita a indexação (principalmente de sites mais complexos).

Portanto, no seu painel de WordPress encontre o plugin Yoast SEO, clique na opção “Geral”.

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Depois, ative a opção de Sitemaps XML (clique em “Ligado”), e carregue no botão com ponto de interrogação.

Verá que aparecem mais opções, e de seguida clique em “Veja o sitemap XML”, que o levará para o seu sitemap:

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Deixe esta janela aberta, pois vai precisar do URL mais à frente.

Com isto, estamos prontos para submeter o nosso sitemap no Google Search Console.

E vai ver que é super fácil de fazer.

Como Submeter o Seu Site no Google Search Console

incluir site no google search console, submeter site google search console

Com o seu sitemap gerado, o próximo passo é então fornecer essa informação ao Google para que saiba exatamente onde o encontrar.

Comece por aceder ao Google Search Console.

google search console, submeter site no google search console

Aqui vamos fazer 3 coisas.

1) Aderir à ferramenta

2) Autorizar o seu website

3) Submeter o sitemap do seu site

Comece então por clicar em “Iniciar agora”.

Na página seguinte vai ser pedido que insira o URL do seu site.

Importante: inclua o endereço exato do seu site, incluíndo http:// ou https://, dependendo do tipo de propriedade que tem (se tem certificado SSL ou não).

google search console, indexar website no google, submeter site no google

De seguida, vai ter que fazer download de um código de verificação (verification code) gerado pelo Search Console.

google search console, google search console verification code

Clique em “Download the file” para obter o código de autorização.

Numa janela nova, aceda ao painel WordPress do seu site, selecione de novo no plugin Yoast SEO e escolha a opção “Search Console”.

Aqui aparecerá um campo onde pode inserir o código de autorização que obteve no passo anterior.

google search console, google verification site

Clique em “Autenticar”.

O seu trabalho no painel WordPress está feito.

Como alternativa, pode também clicar no botão que diz “Obter o código de autorização do Google”, onde fará login da sua conta Google e poderá obter o código de imediato.

De volta ao Google Search Console, clique na opção “Verify” para verificar que o código de autorização foi inserido.

google search console, google search console verify site, verificar site google

E pronto, o seu site está ligado ao Search Console!

Avancemos então para a submissão do seu sitemap:

No painel de controlo do Search Console, verá na barra lateral a opção de “Sitemaps”.

Clique aí e insira o URL do sitemap XML gerado no Yoast SEO.

Basta inserir a parte do URL que normalmente é a seguinte: “sitemap_index.xml”, e clicar em “Submit”:

google search console, sitemap xml, inserir sitemap

Esta ação vai fazer upload do seu sitemap no Google Search Console, indicando ao Google exatamente onde está o sitemap do seu site.

Os “spiders” vão então ler primeiro a sua página inicial, e a partir daí vai procurar por links adicionais para indexar nos resultados de pesquisa.

Nota: por esta razão é importante ter um “blog roll” (uma lista de artigos de blog) na sua página de início, para facilitar a leitura das suas páginas mais importantes - os seus artigos de blog.

Como Indexar uma Página Importante no Google Search Console

google search console, indexar página google search console

Imagine que não cria conteúdo muito regularmente, como por exemplo uma vez por mês...

Nota:

Publicar com pouca frequência não é tão eficaz. Recomendo que publique conteúdo pelo menos todas as semanas para dar um sinal aos motores de busca que você é um verdadeiro parceiro como criador de conteúdo regular e de qualidade

Nesse caso, sempre que publicar um artigo e quiser obter visibilidade imediata, a melhor estratégia é fazer um pedido de indexação no Search Console.

No menu principal, clique em “URL inspection” e insira o URL do seu novo artigo.

Verá que aparece uma mensagem a dizer que o URL não está de momento indexado no Google.

google search console, indexing google search console, indexar site no google

Para fazer o pedido, clique em “Request Indexing”.

O Search Console vai testar se o URL pode ser indexado (pode demorar alguns minutos).

Depois de completo o teste, vai receber a mensagem que a indexação foi pedida, e que a página está em lista de espera.

No entanto, que fique claro que não precisa de fazer este exercício sempre que publicar um artigo novo (aliás existe até um limite de pedidos de indexação manual).

Se publicar regularmente, o Search Console vai indexando as suas páginas automaticamente (normalmente no espaço de um dia).

Dedique-se mais à criação de conteúdo relevante para o seu público-alvo - o segredo está na consistência por longos períodos de tempo.

E pronto.

Parabéns, o seu site está agora indexado nos resultados de pesquisa do Google!

Identifique Problemas de Indexação no Google Search Console

Se o seu site estiver a correr na perfeição, o Google irá encontrar as suas páginas e rapidamente indexar nos resultados de pesquisa.

No entanto, por vezes alguma coisa pode correr mal.

Pode haver por exemplo algum conflito com “plugins” que tenha instalado no seu site WordPress que estejam a criar…

Ou por exemplo o seu servidor pode estar em baixo no momento em que os “spiders” tentam entrar no seu site para ler o conteúdo.

Nesse caso, o Search Console vai identificar automaticamente esses problemas para que você tome uma ação específica.

Esses problemas aparecem no relatório “Coverage".

google search console, google search console coverage

Este relatório mostra-lhe que páginas do seu site estão indexadas no Google.

Permite-lhe também saber se existem alguns erros técnicos que previnam certas páginas de ser indexadas.

Se clicar em “Error”, verá listado abaixo que erros foram identificados.

Para simplificar um pouco a sua vida (este relatório não é muito intuitivo), deixo abaixo definições de erros mais comuns:

Server errors (5xx)

Os “spiders” do Google não conseguiram aceder ao servidor do seu site. Isto pode acontecer por exemplo quando o seu site está em baixo no momento em que os “spiders” tentam entrar no seu site

Submitted URL not found (404)

A página não foi encontrada e o seu servidor enviou o código de estado HTTP (404) e a página está “partida”.

Redirect error

A página tem um “redirect” activado mas não está a funcionar.

Submitted URL seems to be a Soft 404

A página foi marcada como “não encontrada”, mas devolveu o código de estado errado no título da página

Submitted URL has crawl issue

Este erro não é muito específico, e exige que você visita a página para tentar descortinar o que está a bloquear.

Identificados os erros…

Pode também selecionar a página em questão e fazer diferentes testes que o podem ajudar a resolver o problema:

1) “Inspect URL” para verificar se os dados de indexação da página no Google (sitemap, datas, últimos “crawls”, etc)

2) “Fetch as Google” para verificar se o Google tem mesmo acesso à página

3) “Test Robots.txt Blocking” para ver se o URL está a ser bloqueado por “robots.txt”

4) “View as a Google Result” para ver como o Google está a indexar a sua página nos resultados de pesquisa

Google Search Console e a Sua Estratégia de Marketing de Conteúdo

marketing de conteúdo, google search console

Para concluir, se fizer apenas o trabalho inicial de adicionar o seu site ao Google Search Console e incluir o sitemap…

Você está basicamente pronto para seguir!

Continuar a investir na produção de conteúdo de qualidade deve ser o seu foco principal - aquele que mais retorno trará ao seu tempo e energia despendidos.

Utilizar o Google Search Console é basicamente uma tarefa de “ligar e esquecer”, garantindo o essencial da indexação.

A partir daí, encorajo-o a começar um desafio 90 dias de criação de conteúdo para se tornar num parceiro importante para o Google.

Assim que terminar a sua maratona de 90 dias, pode então dar uma olhada no Search Console para ver se existem erros de indexação e corrigir aquilo que for preciso.

Nada que possa fazer dentro da plataforma é tão importante como criar conteúdo de qualidade, optimizado para palavras-chave relevantes de forma consistente e persistente.

Pronto para começar um desafio 90 dias?

Diga-me o que pensa nos comentários abaixo!

Conta de anúncios facebook desativada - e agora

A Minha Conta de Anúncios de Facebook foi Desativada: O que Fazer?

Neste artigo vais aprender duas coisas:

Primeiro, como evitar que a tua conta de
anúncios seja desativada pelo Facebook, muitas vezes, sem razões óbvias.

A segunda coisa é o que fazer se, de facto, a tua conta for desativada para que o teu negócio não seja prejudicado durante muitas semanas ou, às vezes, meses.

Já me aconteceu ter a conta bloqueada e desativada duas vezes, e tenho ouvido imensas histórias de pessoas que veem as suas contas a serem desativadas por causa da reincidência de anúncios reprovados.

A minha conta de anúncios Facebook foi desativada - o que devo fazer

O grande problema é que as pessoas não sabem exatamente qual é que é a política, nem a razão pela qual um anúncio é desativado.

O Facebook nunca diz exatamente porque é que isso aconteceu, portanto, vamos explorar este tópico aqui hoje.

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, clica na imagem abaixo:

Como Evitar que o Facebook Desative a Tua Conta de Anúncios

Como evitar que o facebook desative a tua conta de anúncios

Ultimamente, o Facebook tem estado a rejeitar anúncios a torto e a direito, muitas vezes sem qualquer razão aparente.

Principalmente, devido às restrições de mensagens políticas, ou mensagens relacionadas com a questão da pandemia de 2020.

Mas não só: o Facebook tem estado a desativar bastantes anúncios sem qualquer razão aparente.

Muitas pessoas criam uma conta pela primeira vez e veem o seu anúncio ser reprovado imediatamente, facto que cria frustração...

E pior ainda: o processo de pedir para que os anúncios sejam revistos e para que a conta seja reativada novamente pode ser um pouco complexo.

Primeiro Percebe Qual é o Objetivo do Facebook

Então, como é que podemos evitar que isto aconteça?

O primeiro passo é evitarmos que isto acabe por acontecer porque, se fizermos o nosso trabalho de casa, a probabilidade de termos os nossos anúncios rejeitados é muito menor e, por consequência, também a conta não será desativada assim tão facilmente.

Primeiro, temos de perceber o que é que o Facebook realmente quer.

O que é que o Facebook exige de nós como anunciantes, e quem são os seus utilizadores.

O Facebook quer proteger a sua audiência a todo o custo, e exige ter uma experiência positiva para todos os seus utilizadores.

Quer que exista um ambiente saudável e seguro para os seus utilizadores, e estes não se podem sentir de maneira alguma lesados com os nossos anúncios.

Existe também uma lista enorme de nichos de mercado que são proibidos. 

O que é que o Facebook Analisa nos Teus Anúncios?

O Facebook olha para o texto dos teus anúncios, o texto das páginas de destino, qual é que é o feedback que os utilizadores estão a ter dos nossos anúncios.

Estão a pôr muito daquelas reações zangadas? Qual é que é o sentimento geral dos teus anúncios? Tens a política de privacidade ativa na tua página de aterro? Qual é que é o IP que estás a utilizar quando crias anúncios?

Portanto, o teu trabalho de casa é estudar a fundo a política de anúncios do Facebook.

Tens mesmo que o fazer, não há volta a dar.

Visita agora a página de políticas publicidade do Facebook.

Recomendo que leias o documento por completo. Não é assim tão longo, é possível ler em menos de uma hora, mas lê realmente com atenção porque vais ver que há três áreas comuns que são proibidas.

O Facebook deteta-as como sendo as áreas que mais comumente são desrespeitadas e, como tal, os anúncios são desativados automaticamente. 

Políticas de Publicidade do Facebook: O que Não Podes de Todo Fazer

Políticas de Publicidade do Facebook

Primeiramente, falar sobre características pessoais.

Fazer anúncios a dizer “você sente-se assim?”, “você sente-se inseguro?”, “você está a querer perder peso?”, “não está contente com o que quer que seja da sua vida pessoal?”, é uma razão super-rápida para o Facebook reprovar imediatamente o anúncio.

Basicamente, tudo o que faça com que as pessoas se sintam um pouco mal consigo mesmas, com a sua situação atual, é uma razão muito forte para o Facebook desativar os teus anúncios e, se o fizeres repetidamente, corres o risco de ver a tua conta banida.

A segunda área comum é o conteúdo sexualmente agressivo, que obviamente não é tolerável nos anúncios do Facebook.

Depois, o terceiro ponto é usar marcas do Facebook nos anúncios, como por exemplo logótipos, falar sobre o Facebook em si (por exemplo, agências a tentarem anunciar sobre gestão de anúncios de Facebook etc.).

Portanto, são três áreas que são proibidas e que saltam logo à vista e que nós não devemos, de todo, incluir nos nossos anúncios.

Mas o Conteúdo Proibido pelas Políticas de Publicidade do Facebook Não Fica por Aqui...

Se leres as políticas de publicidade do Facebook vais ver que no total existem 43 tipos de conteúdo que é proibido ou restrito.

Alguns são mais óbvios do que outros. Vais ver coisas como armas, conteúdo sexualmente agressivo ou de agressões, ou tabaco.

No entanto, existem conteúdos um pouco subjetivos, facto que dá azo a que a nossa interpretação possa não ser a mais correta e, como tal, devemos evitar de todo correr qualquer risco.

Se criarmos uma conta nova e começarmos a incluir anúncios com conteúdo que possa ser subjetivo ou que esteja nesta área cinzenta que o Facebook descreve na sua política de anúncios, nós vamos ser banidos.

Assim, antes de anunciarmos o que quer que seja, devemos ler completamente todas as políticas de anúncios do Facebook e evitar falar sobre aquilo que está ali descrito.

Portanto, o Facebook está a dizer o que é que não quer que se escreva, e qual é que é o conteúdo que é restrito (que precisa de ser pré-aprovado antes de se anunciar).

O meu conselho é evitar por completo tudo o que está descrito naquele documento porque, dessa maneira, corremos muito menos riscos e teremos uma conta de anúncios muito mais saudável.

O Facebook Não quer que Faças os Seus Utilizadores Sentirem-se Mal Consigo Mesmos

Outro ponto importante: tudo o que seja comunicar com o nosso público-alvo, usando formas de tratamento como “você”, “você sente-se assim”, “você tem estes problemas”, é uma razão muito forte para o Facebook olhar para o anúncio e reprová-lo.

Nós temos de tentar ser o menos diretos possível, falar mais sobre “eu”, sobre “nós” e menos sobre “você”. Isto é possível contando histórias pessoais ou contando casos de sucesso de outras pessoas.

Uma dica: estuda os anúncios da concorrência que já estão a correr há algum tempo (usa a Biblioteca de Anúncios do Facebook).

O facto desses anúncios ainda estarem a correr significa que o Facebook aprovou e que utilizam uma linguagem segura.

Portanto, devemos analisar qual é a linguagem que está a ser utilizada, os termos que estão a ser utilizados, e assim mantemo-nos mais seguros sobre aquilo que estamos a querer anunciar.

O que Fazer Então se a Minha Conta de Anúncios Facebook for Desativada?

O que fazer se a minha conta de anúncios Facebook for desativada

O que fazer, então, se, por acaso, a conta for desativada por causa de alguma infração que tenhas cometido?

Em primeiro lugar, temos de descobrir qual é que foi a regra que nós quebrámos. O Facebook não vai dizer diretamente “quebrou a alínea x”.

Nunca.

Temos de ir ler as políticas de publicidade, identificar qual é que é a frase que achamos que nós devemos estar a infringir e, quando estamos a comunicar com o Facebook, sermos claros:

"Assumo que cometi este erro, já fiz uma alteração no anúncio e creio que agora já está correto. Por favor, revejam o meu anúncio.”

Temos de explicar sempre que estamos conscientes das regras e que queremos cumpri-las, porque o Facebook nunca vai dizer qual é que é a regra que quebrámos.

Temos que ser nós a fazer este trabalho de casa.

E depois, então, pedir a revisão de porque é que a conta foi bloqueada ou porque é que o anúncio foi banido e explicar o nosso caso. 

A Melhor Maneira de Pedir Revisão dos Teus Anúncios Desaprovados ou Conta de Anúncios Facebook Bloqueada

A melhor maneira de o fazer é através do chat do suporte de anúncios Facebook.

O Facebook tem um canal chat para suporte que, no fundo, é o veículo mais rápido para nós entrarmos em contacto e tentar resolver os nossos problemas.

Acede ao a Centro de Ajuda para Negócios do Facebook, e sensivelmente no meio da página clica em "Começar" na secção "Encontra as respostas ou contacta a equipa de suporte":

Centro de Ajuda do Facebook Business - Chat

Preenche o formulário de conta desativada Facebook, e segue as instruções.

É importante ser persistente nesta comunicação.

Vai haver muita pergunta e resposta e pode levar mesmo alguns dias ou, às vezes, até semanas para termos a nossa conta de volta.

No entanto, devemos manter a persistência, sermos sempre amigáveis, e termos sempre com uma abordagem abundante e positiva.

Mostrar sempre que queremos resolver o problema, que estamos conscientes das regras e que queremos cumpri-las.

Ou seja, estamos a fazer os possíveis para estar dentro do jogo e daquilo que o Facebook tanto deseja. 

Se não obtivermos uma resposta ao nosso pedido de revisão numa semana, vamos pedir outro.

Há sempre essa opção de pedir mais uma revisão e continuando a comunicação através do chat.

Como Manter o Teu Gestor de Anúncios Facebook Sempre Saudável

Se mantivermos esta atitude positiva, simpática, amigável e de alguém que quer realmente cumprir as regras, temos tudo para garantir que o nosso anúncio vai ser aprovado ou que a nossa conta vai ser reativada.

Mas, antes de mais, temos de fazer o trabalho de casa: ler as políticas de publicidade de cima a baixo, e garantir que não estamos a quebrar nenhuma das regras que lá estão.

Quando há regras que são um pouco subjetivas e dúbias, o melhor é não fazer sequer o anúncio que aborda essa temática ou esse conteúdo e, dessa maneira, será muito mais fácil.

Espero que este artigo tenha sido útil, e que a partir de agora os Facebook Ads não sejam mais uma dor de cabeça para ti!

Um abraço,

Tiago "relação distante mas saudável com o Facebook" Faria

Como usar a garantia de satisfação e vender mais

Como Usar a Garantia de Satisfação Total para Vender Mais

Hoje vamos falar de um tópico que acho que é muito pouco utilizado pela vasta maioria dos negócios que operam no nosso país.

Quando feito da maneira correta e implementado da maneira correta, vai fazer com que seja mais difícil aos clientes teus clientes dizerem que não do que comprarem.

Vou partilhar aqui uma história contigo e falar um pouco sobre o que é que é isto da reversão de risco e porque é que é tão importante.

Como usar a garantia de satisfação para vender mais

Se preferires ver este artigo em formato vídeo, ou ouvir em formato áudio, escolhe uma das opções abaixo:

Esta história vai ajudar a ilustrar o ponto a que eu quero chegar: a história da menina e do pónei.

Ouvi esta história através do Jay Abraham, o criador da filosofia que sigo à risca "Estratégia de Preeminência":

O pai de uma menina queria oferecer um pónei à sua filha no seu aniversário e, na vila onde eles moravam, existiam dois póneis disponíveis.

Ambos tinham características semelhantes, e nada que os diferenciasse.

O primeiro senhor vendia um pónei por 500 euros, pegar ou largar: “está aqui, se quiser o pónei, leve, 500 euros. Se não quiser, pode seguir para outra.”

O outro senhor vendia um pónei por 750 euros, mas havia aqui uma diferença: este segundo homem dizia:

“Você pode levar o pónei para a sua filha experimentar durante 30 dias e eu, ainda por cima, vou transportar o pónei até à sua propriedade para não ter problemas. Levo ainda fardos de palha para alimentar o pónei durante esses 30 dias em que a sua filha vai experimentar o pónei e, mais ainda, uma vez por semana, o meu assistente vai ter à sua propriedade para ajudar a menina a cuidar do pónei, a montar o pónei e a divertir-se de maneira correta com o pónei.”

No final, este senhor ainda dizia: “No final dos 30 dias vou voltar à sua propriedade e das duas, uma: ou limpo tudo para deixar como estava e trago o pónei de volta, se vocês não o quiserem... ou se vocês adorarem o póneu cobro então os 750 euros.”

Qual é que achas que seria o pónei que o pai da menina iria escolher?

Obviamente que era a última opção.

Uma opção mais cara, 750 euros, mas como o senhor fez tudo para reduzir o risco ao máximo e aumentar a confiança que as pessoas tinham no seu serviço...

E, além do mais, ofereceu bónus, serviços adicionais, que mais ninguém o fazia na vila, tornou-se a única solução viável aos olhos dos potenciais clientes.

A Garantia de Satisfação Total é Uma Das Tuas Maiores Vantagens Competitivas

Isto é, de facto, uma das maiores vantagens competitivas que podem existir:

Pôr o risco todo do nosso lado, do lado dos vendedores, e retirar o risco todo a quem está a tentar tomar uma decisão de compra.

Normalmente, a maior parte dos negócios faz o oposto: põe o risco todo do lado do comprador porque ele vai comprar um produto que não sabe se funciona, não sabe se vai funcionar no seu caso ou não e, portanto, se correr mal, vai perder o dinheiro que tanto lhe custou a ganhar durante o mês.

É um risco que correu e, como tal, foi uma compra assim meio ansiosa e insegura. 

Portanto, isto é uma grande vantagem competitiva que, se for usada da maneira correta, vai fazer com que seja mais difícil à pessoa que está do outro lado dizer que não do que avançar e dizer “ok, vamos avançar, se eu não tenho risco algum do meu lado, se eu puder ver o meu dinheiro devolvido ou se eu puder nem sequer pagar, experimentar durante 30 dias e só depois é que posso pagar ou não, não tenho risco nenhum, portanto, não há problema nenhum em eu avançar.”

Como tal, vai depois experienciar o produto ou serviço, vai experienciar o contacto com esta empresa e, depois, vai ser muito mais fácil dizer que sim no final dos 30 dias (ou qualquer que seja o período).

Isto é muito importante porque, quando eliminamos este risco inicial, eliminamos o principal obstáculo à compra.

Lá está, é o risco que as pessoas sentem em tomar uma decisão de compra e que, normalmente, está sempre do seu lado.

Mas se nós formos a única negócio a assumir totalmente todo o risco e retirar todo o risco do outro lado, as pessoas vão começar a tomar muito mais decisões favoráveis para nós. 

Diferentes Tipos de Garantias de Satisfação

Podemos assumir o risco de diversas maneiras, e oferecer diferentes tipos de garantias.

Pode ser devolver o dinheiro, no caso da pessoa não tiver gostado do serviço...

Ou então, fazer como o senhor do pónei fez: dar o pónei durante 30 dias para a menina experimentar a qualidade do serviço, ensiná-la a utilizar o produto - o pónei, neste caso – e no final desses 30 dias, a pessoa terá, então, a opção de comprar ou não, sem problema algum.

Outro tipo de garantia que também se pode dar é refazer o trabalho. Se achares que é demasiado oferecer o dinheiro de volta, também se pode refazer o trabalho diversas vezes, até o cliente ficar satisfeito.

Será que Vou Perder Dinheiro Se Oferecer uma Garantia de Satisfação?

Será que vou perder dinheiro se usar uma garantia de satisfação

Existem então aqui diferentes alternativas e eu sei que uma questão que existe muito em mente é:

Será que vou perder muito dinheiro se começar a oferecer este tipo de garantias?

A melhor resposta para isso é: não há nada como experimentar.

Porque não experimentar com 10 clientes, oferecendo uma garantia extraordinária como estas de “tem 90 dias para usar, se não gostar, eu devolvo o dinheiro, sem problema algum, sem perguntas algumas” e experimentar com outros 10 clientes sem garantia e ver qual é que é a diferença?

Será que eu tive mais conversão deste lado do que deste?

Será que as devoluções deste lado não compensam estar a fazer esse esforço para angariar novos cientes?

Mas acredita que com este tipo de garantias a quantidade de pessoas que trará e atrairá, será muito superior àquela percentagem pequena de pessoas que irão pedir o dinheiro de volta ou pedir que refaças o trabalho.

Portanto, é uma questão mesmo de experimentar, não há nada como testar.

Ninguém nasce ensinado, ninguém sabe tudo, isto não é uma ciência exata, nós temos que, dependendo da nossa audiência, perceber “ok, esta audiência reage bem a isto ou reage mal a isto”. 

Temos de testar para perceber como é que funciona e ir ajustando, no fundo, a nossa oferta para sabermos o que é que nos dá o melhor retorno e fornece o melhor serviço a quem está do outro lado.

Como Criar uma Garantia de Satisfação que Aumenta as Vendas

Como criar uma garantia de satisfação que aumenta as vendas

Outra dica importante é tornar bastante claro e detalhado o total compromisso que nós temos com a satisfação do cliente. 

Existem algumas empresas que dizem “garantia total de 30 dias”, mas põem assim muito escondidinho em letras pequenas.

Não querem dar muita atenção a esse aspeto por causa de pensamentos limitantes como “ah, a ver se as pessoas não pedem o dinheiro de volta”

Mas o que eu te proponho a experimentar é pores essa garantia no topo da tua mensagem de marketing.

Ou seja, fazer da tua garantia o principal diferencial que tu tens versus toda a tua concorrência porque mais ninguém o vai fazer.

A maior parte das empresas tem até um pouco de receio até disso. Pensam que vai ser uma dor de cabeça, e não querem que as pessoas peçam o dinheiro de volta.

No entanto, se invertermos essa mentalidade de escassez para uma mentalidade de abundância (ou seja, reduzir o risco ao máximo da audiência que estamos a servir pois, no fundo, estamos neste mundo para servir este grupo de pessoas da melhor maneira possível)...

E formos os únicos que retiramos o risco todo da pessoa que está do outro lado, nós vamos quase automaticamente posicionar-nos como a única solução viável para essa pessoa.

E, como tal, estamos basicamente a tornar a concorrência irrelevante, porque mais ninguém toma este cuidado.

Espero que tenhas gostado e achado este artigo relevante e, experimenta incluir uma garantia de satisfação total no topo da tua mensagem de marketing.

Garanto que vais começar a ver resultados muito mais rapidamente porque, removendo este obstáculo principal que é o risco que as pessoas sentem a tomar uma decisão de compra, a compra acaba por se desbloquear muito mais facilmente.

Um abraço,

Tiago "reversão de risco" Faria

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