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Desafio 90 Dias de Marketing de Conteúdo: O Grande Final

E pronto!

Chegou ao fim o meu desafio 90 dias de marketing de conteúdo.

90 dias seguidos a escrever um artigo de blog por dia, sem parar e sem desculpas.

Olhando para trás, vejo 90 peças de conteúdo de valor, que nem acredito que fui capaz de escrever.

O meu cérebro foi “esmigalhado” durante 3 meses, produzindo mais do que alguma vez produzi.

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Tratou-se de um processo longo, difícil, e muitas vezes doloroso (quem quer escrever um artigo durante um feriado em família?).

Mas o resultado é realmente abismal, e em vários aspetos.

Vejamos então tudo aquilo que aprendi, ganhei, e ultrapassei com o meu desafio 90 dias de marketing de conteúdo.

O Antes

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Antes de começar não acreditava ser possível.

Não me via como alguém que conseguisse escrever sobre um tema aprofundadamente, quanto mais fazê-lo todos os dias.

Tinha medo de não ter as habilitações, a moral, ou mesmo o direito de escrever o que quer que fosse: “mas, quem sou eu?”.

Para além de ter medo de escrever algo que não fosse novo, ou criativo o suficiente.

O medo de começar algo criativo é intrínseco ao ser humano, pelo que ultrapassar essa barreira não é algo fácil.

O medo faz parte da nossa condição, e está sempre presente.

É o medo que nos mantém vivos desde os primórdios da civilização, e como tal é algo que respeito muito.

É o que nos faz tomar a decisão de sair do mar quando as ondas estão demasiado agressivas, ou não atravessar a estrada quando está vermelho.

No entanto, o nosso medo toma proporções exageradas em contextos desnecessários, tal como no contexto da criatividade.

A criatividade é um aspeto relativamente recente na humanidade (tendo em conta que os humanos habitam a terra há 200.000 anos), ao qual o medo ainda não se habituou…

...uma vez que apela ao desconhecido, à incerteza.

E, como tal, o medo fará todos os possíveis para boicotar toda e qualquer tentativa de começar algo criativo (em forma de desculpas como “não tenho tempo”, “não sou capaz”, “ninguém vai ler”... soa familiar?).

No entanto, nos últimos anos aprendi a ter uma relação melhor com o medo em vários aspetos da minha vida.

Não um “chega para lá”, mas uma aceitação da sua existência.

Sei que o medo está sempre lá, e respeito-o, mas não permito que tome decisões por mim.

Em vez disso, convido-o a participar nas minhas tarefas, como um sujeito passivo.

E foi com esta atitude que comecei o desafio 90 dias, sabendo que o mais difícil é de facto ultrapassar a barreira da incerteza e começar.

​A Transformação

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Assim que comecei a escrever os primeiros artigos, comecei a ganhar o ritmo.

Cada artigo que escrevia dava-me ideias para novos artigos, aumentando o entusiasmo e a motivação para escrever mais.

A falta de ideias nunca foi um problema para mim, uma vez que tinha muita coisa para falar, e sempre iam surgindo tópicos novos (problemas que resolvia no dia-a-dia, sugestões ou perguntas de outras pessoas, etc).

Aos poucos, fui encontrando o meu estilo de escrita, sempre ajustando on-the-go.

Como a minha preocupação principal durante os 90 dias era de facto criar conteúdo como nunca, os outros aspectos tornaram-se secundários (design, organização, etc), optimizando o meu tempo e não desviando o foco.

Na verdade, essa foi a grande transformação que o desafio causou em mim:

De Consumidor de Conteúdo a Produtor de Conteúdo

Depois de mais de 30 anos a consumir conteúdo, a passagem a produtor de conteúdo só poderia ser alcançada com um desafio como este.

Ter um objetivo específico de criar 90 artigos em 90 dias, mantendo-me responsabilizado, e a motivação de não me desapontar a mim mesmo, foi de facto um tratamento de choque.

(para além da motivação de não desapontar os outros, uma vez que tornei público que ia começar o desafio - dica!)

O medo de criar está agora totalmente ultrapassado, e estes 90 dias foram de facto uma experiência incrível.

O processo de sintetizar as minhas ideias, experiências e aprendizagens, e exprimi-las em formato de texto é realmente algo único, que mais nenhum outro método permite.

Esquematizar e Processar Melhor as Minhas Ideias

O facto de ter que organizar as minhas ideias de forma lógica, legível e (espero eu) interessante, ajudou-me a obter ainda mais claridade sobre todos os conceitos que defendo.

Na verdade, este processo permitiu-me aprender ainda mais sobre cada um dos tópicos, obrigando-me a pensar e repensar conceitos, a explorar melhor cada ideia, e a experimentar diferentes abordagens.

De novo, isto seria inalcançável se simplesmente tivesse a consumir conteúdo.

Pôr as nossas ideias em papel (neste caso em ecrã) realmente tem uma força inexplicável, materializando de certa forma aquilo que habita na nossa mente, e tornando tudo muito mais claro.

Posicionar-me como uma autoridade

Com 90 artigos escritos num curto espaço de tempo, saltei uns patamares e ultrapassei muitos blogs em termos de quantidade e qualidade.

Todos os artigos foram pensados ao pormenor, tentei acrescentar valor em cada um (mesmo nos artigos mais curtos), e a todos foi feita uma análise de palavras-chave profunda.

Neste momento, quem visitar o meu blog verá uma variedade de artigos relacionados com o marketing digital, e verá qual o tópico abrangente: dar antes de pedir através de conteúdo e relacionamento.

Apesar de não ser suficiente, este facto permite começar a criar autoridade no mercado, e posicionar-me como um “expert” em tudo relacionado com o tópico abrangente.

​Tráfego Orgânico

Por outro lado, com criação de conteúdo constante e de qualidade, estou a posicionar-me também como um parceiro dos motores de busca.

Ao responder às perguntas mais prementes dos utilizadores dos motores de busca, estou a contribuir para o seu sucesso, uma vez que as pessoas voltarão para fazer novas pesquisas.

Como tal, aos poucos começo a ser recompensado com rankings mais altos nos resultados de pesquisa.

No entanto, o jogo de SEO é um jogo de longo termo, e o trabalho não acaba por aqui.

Apesar de ter criado conteúdo de qualidade em massa, 3 meses não é suficiente para começar a ter tráfego orgânico considerável.

Nos próximos meses continuarei o trabalho (mais à frente falarei sobre os próximos passos).

Os Obstáculos

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Obviamente que nem tudo foram rosas durante estes 90 dias.

3 meses de criação de conteúdo diário é um grande compromisso, sendo que pode sempre aparecer qualquer coisa na vida pessoal ou profissional.

Como disse, encontrar ideias novas para criar conteúdo nunca foi um problema para mim…

Mas ao início demorava entre 4 ou 5 horas por dia para escrever um artigo (pesquisa de palavras-chave, criação do artigo, edição do artigo, partilha em redes sociais).

Até apanhar o ritmo, e encontrar um padrão de escrita, foi de facto complicado manter o calendário.

Entre vida familiar, amigos, ginásio, entretenimento e vida profissional…

Parece sempre uma tarefa hérculea.

No entanto, outro grande benefício do desafio é o facto de descobrirmos que é possível sempre encontrar tempo.

É tudo uma questão de prioridades, e quando nos comprometemos a fazer algo que nos irá beneficiar no longo termo, é sempre possível arranjar forma de conciliar tudo.

O período mais complicado de conciliar foi de facto o período de natal.

Como precaução, escrevi antecipadamente 3 artigos curtos antes das férias, sabendo que seria impossível arranjar tempo durante esses dias em família...

...mantendo dessa forma o calendário em dia (apesar de os ter publicado de uma só vez depois de voltar a casa).

Para além disso, depois do primeiro mês, em vez de precisar de 4 ou 5 horas, comecei a precisar de apenas 2 ou 3 horas por artigo…

Outro dos grandes benefícios do desafio 90 dias!

A repetição, persistência, e aprendizagem através dos erros torna-nos cada vez melhores e mais eficientes… num curto espaço de tempo!

Os ​Próximos Passos

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Como próximos passos, a prioridade agora é rever todos os artigos.

Ao serem escritos muito depressa e sob pressão de tempo, haverá sempre qualquer coisa a melhorar em termos de conteúdo, estrutura e design.

Para além disso, a rede de links internos não foi cuidada, pelo que será uma das grandes prioridades (dando “sumo de SEO” aos artigos mais importantes).

Por outro lado, irei dedicar algum tempo a fazer “outreach” na tentativa de obter mais links externos (backlinks), mas sem cometer loucuras…

Irei sempre abordar o link building como criação de valor primeiro, investigando blogs de marketing digital, e criando relações antes de pedir algo.

E, como não podia deixar de ser, irei começar a trabalhar na minha lista de emails.

Se leu outros artigos no meu blog, deverá ter percebido que sou um defensor acérrimo do email marketing, pelo que seria impensável não me dedicar a isso.

Só não o fiz durante os 90 dias, uma vez que me quis focar exclusivamente na criação de conteúdo para o blog. O tempo já era limitado, pelo que acrescentar mais uma tarefa faria tudo muito mais complicado.

E finalmente, não irei para por aqui.

O meu objetivo será manter o ritmo de 3 artigos por semana (obviamente que é difícil manter o ritmo diário). É essencial continuar a ser visto como um verdadeiro parceiro dos motores de busca, e como uma autoridade no nicho.

Portanto, como vê, estou apenas no início.

E você? Quando vai começar o seu desafio 90 dias de marketing de conteúdo?

Um grande abraço,

-Tiago “consegui!” Faria

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YouTube SEO: 7 Passos para Aumentar a Visibilidade dos Seus Vídeos

Você já está a produzir conteúdo e a publicar regularmente no YouTube…

O que é excelente!

No entanto, a visibilidade e o alcance dos seus vídeos não é exatamente o desejado…

Mas não se preocupe.

Neste artigo vou partilhar consigo 7 simples passos que ajudarão a aumentar as visualizações dos seus vídeos.

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Quando criamos conteúdo, é importante perceber a plataforma onde vamos publicar.

O YouTube é o segundo maior motor de busca do mundo, apenas atrás do Google…

...sendo que as duas empresas fazem parte do mesmo conglomerado: Alphabet.

E como tal, funcionam de maneira muito semelhante.

O grande objetivo das duas plataformas é fazer dinheiro com publicidade, sendo que no caso do YouTube, é do seu interesse manter as pessoas interessadas e envolvidas com o conteúdo gerado na plataforma (quanto mais tempo de visualização e quantos mais vídeos forem vistos, mais anúncios serão exibidos).

Por isso, as métricas que importam aqui perceber são: que vídeos geram mais cliques? Que percentagem de tempo de cada vídeo é visto? Quantos likes? Quantos Comentários?

No fundo, tudo se trata de relevância e interação com os seus vídeos.

Vejamos então que técnicas de optimização SEO pode usar para aumentar a visibilidade e rankings dos seus vídeos:

1) Escolha o Tópico do Seu Vídeo e Faça Pesquisa de Palavras-Chave

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Logo após decidir sobre o tema único do seu vídeo, a análise de palavras-chave é a primeira coisa que deve fazer.

Evite gravar o vídeo antes de fazer esta pesquisa (mais à frente verá porquê).

Pode usar o Kwfinder.com para perceber que palavras-chave do seu tópico têm mais volume de pesquisa, e dessas, quais têm menor dificuldade (grau de competitividade da palavra-chave.

É importante manter a relevância, pois se no vídeo você cobrir algo completamente diferente da palavra-chave que levou o utilizador a clicar no seu vídeo…

Irá imediatamente sair do seu vídeo. E, como sabe, o tempo de visualização é uma métrica importante no YouTube.

Anote 3-5 palavras-chave hiper relevantes, que irão ser usadas em diferentes secções do seu vídeo.

2) Grave e Edite o Vídeo

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Quando começa a gravar o vídeo, assegure-se que menciona a palavra-chave principal do seu vídeo (que pesquisou no passo anterior).

É importante mostrar ao utilizador que você vai responder à pergunta que tem em mente, e você só tem 8 segundos para captar o interesse antes que clique em outros vídeos.

Outro benefício de mencionar a palavra-chave é o facto de o YouTube transcrever os seus vídeos e automaticamente gerar legendas CC (closed caption).

Ao fazer isso, confirma ao YouTube que o seu conteúdo é relevante para a palavra-chave que define o seu tópico.

No entanto, faça-o de forma natural. Nada de encher o vídeo com palavras-chave deslocadas ou sem nexo.

Para ajudar na altura de filmar os seus vídeos, existe uma fórmula que fará com que não precise de guiões.

Quando tem uma ideia para um vídeo novo, pense sempre em 3 blocos:

1) Comece pela promessa (aquilo que a sua audiência vai obter com este vídeo, mantendo-a interessada até ao fim)

2) Explore o problema (fale sobre o grande problema e os obstáculos que não permitem que a sua audiência consiga atingir os seus objetivos)

3) Mostre a solução (entregue aquilo que prometeu no início do seu vídeo, que ajudará a resolver o grande problema da sua audiência)

Desta maneira será mais fácil orientar o seu discurso, tendo um guia mental que fará com que o seu raciocínio venha mais fluído e natural.

Por outro lado, manterá a audiência interessada até ao final, criando interesse (promessa), rapport (explorar o problema que a sua audiência está a passar), e entregando valor no final.

3) Inclua a Palavra-Chave no Nome do Ficheiro do Vídeo

Assim que acaba de gravar e editar, altere o nome do ficheiro original do seu vídeo para incluir a palavra-chave principal.

Lembre-se que o YouTube irá ler tudo, incluíndo o nome do ficheiro carregado.

Por isso, antes de adicionar o vídeo ao YouTube, assegure-se que altera o nome do ficheiro para algo relevante.

4) Crie uma Miniatura Personalizada

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O próximo passo é criar uma miniatura personalizada (imagem de pré-visualização) que inclua a sua palavra-chave principal.

Use uma imagem de uma parte do seu vídeo onde tem uma expressão/posição pouco comum, ou perca uns segundos extra no final do vídeo a posar diferentes expressões (relacionadas com o vídeo).

Evite usar uma imagem demasiado perfeita ou profissional. Aquilo que chama a atenção é o incomum, o fora do normal.

Use uma fonte de letra de tamanho grande e contrastante com o resto do vídeo, e escreva frases curtas (não encha o ecrã com palavras).

Se não tiver aptidão para design (ou ninguém na sua equipa), pode usar o Canva.com, que é um editor de imagem de qualidade, simples e grátis.

Lembre-se que a sua miniatura deve ter um tamanho específico: 1280 pixéis por 720 pixéis.

E não se esqueça de alterar o nome do ficheiro desta imagem também! Todos os detalhes contam.

5) Crie um Título para o Seu Vídeo

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O objetivo será ter a palavra-chave principal no início do título do seu vídeo.

Comece com a palavra-chave, e complete com uma frase que crie interesse e curiosidade para levar ao clique.

Faça uso de técnicas de copywriting para sobressair e levar à ação.

Lembre-se que o YouTube estará a medir se o seu vídeo é mais ou menos clicado do que o vídeo acima e abaixo do seu.

Se o seu vídeo tiver um título mais interessante e obtiver mais cliques, irá subir no ranking dos resultados de pesquisa.

6) A Descrição do Seu Vídeo

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Não se limite a escrever uma frase na sua descrição.

O ideal é escrever descrições longas, entre 500 e 1000 palavras de conteúdo único e original.

Mas mantenha o conteúdo relevante ao tópico, uma vez que tanto o YouTube como o Google irão indexar.

Garanta que a primeira frase inclui a sua palavra-chave principal, e que é cativante.

Use a palavra-chave também no resto da descrição, mas inclua também as variações de palavras-chave que anotou no passo 2 de forma natural.

Quanto mais relevância o seu vídeo tiver para diferentes palavras-chave do mesmo tópico, mais aparecerá em diferentes pesquisas.

Importante: limite o número de links externos (fora do YouTube).

A última coisa que o YouTube quer é que os seus utilizadores saiam da plataforma. O seu objetivo e mantê-los o máximo de tempo possível, e fazer com que vejam o máximo número de vídeos possível.

Portanto, garanta que tem mais links para outros vídeos seus no YouTube do que links externos.

Se fizer com que os utilizadores vejam mais vídeos, o seu vídeo será recompensado, uma vez que você estará a ser um verdadeiro parceiro da plataforma.

7) Insira os "Tags" 

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Insira as suas palavras-chave nos tags individualmente.

Para além disso, investigue os vídeos que irão concorrer com o seu, e veja que tags estão a usar.

Pode usar o plugin tubebuddy.com para descobrir que tags estão a usar, ou clicando em “View Page Source” no seu browser e pesquisar por “keywords”.

Escolha apenas os tags relevantes para o seu vídeo. Lembre-se que a relevância é chave!

E pronto, o seu vídeo estará optimizado para YouTube SEO.

Já deve ter percebido que o objetivo principal é obter relevância e interação por parte dos visualizadores.

Precisa de fazer análise a palavras-chave, para que o seu conteúdo responda a perguntas que os utilizadores já estão a fazer no YouTube.

Precisa de manter a atenção dos visualizadores, fazendo uma grande promessa ao início e oferecendo a solução no final.

Para completar estes 7 passos precisará de 20-30 minutos extra por cada vídeo, mas vale a pena.

Requer esforço, trabalho e energia da sua parte…

Mas aí é que está o segredo para o sucesso.

Fazer o essencial de SEO, e criar o melhor conteúdo possível de maneira consistente e por longos períodos de tempo.

Um abraço,

-Tiago “relevância reina” Faria

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A Estratégia de Conteúdo em Redes Sociais do Gary Vaynerchuk Revelada

O Gary Vaynerchuk é um dos (senão o maior) maiores especialistas em marketing nas redes sociais no mundo.

Muito mais do que um teórico, o Gary Vee (a sua marca pessoal) pratica aquilo que diz como ninguém.

Para ele, a produção de conteúdo de valor e distribuição em redes sociais não é um complemento para o negócio…

É o negócio.

Tornar-se numa empresa de meios de comunicação é hoje em dia algo essencial para se diferenciar e captar a atenção das pessoas.

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Lembre-se: a atenção é a nova moeda do negócio, pelo que para obter a atenção do seu público-alvo não basta usar o marketing como complemento à sua estratégia de comunicação…

A sua empresa é que se deve tornar num meio de comunicação por si mesma, onde pessoas interessadas pelo seu conteúdo congregarão…

Em vez de estar apenas a “alugar” espaço de atenção em plataformas com conteúdo produzido por outros.

Como tal, não basta ter apenas uma página no Facebook com algumas novidades ou links, ou mesmo anunciar no Facebook (que ainda compensa, mas em breve tornar-se-á insustentável para pequenas empresas).

Você precisa de produzir conteúdo original como ninguém, estar presente em todas as redes sociais onde o seu público-alvo congrega, e atrair-lo para as suas próprias plataformas controladas por si (mais à frente falaremos sobre isto).

Isto, caro leitor, é algo que a sua concorrência jamais conseguirá imitar. 

Funcionalidades, benefícios de produtos/serviços são fáceis de imitar…

Mas a sua marca e a sua autoridade no mercado não.

Dominar a criação e distribuição de conteúdo para a sua marca nas redes sociais é um processo difícil e longo…

Mas se olharmos para a estratégia do Gary Vee, é possível replicar o modelo e ajustar para as nossas características e recursos.

O Gary Vee tem atualmente uma equipa de “apenas” 20 pessoas, unicamente dedicada à produção e distribuição de conteúdo da sua marca.

E se o próprio Gary admite que não produz conteúdo suficiente para o potencial que existe no mercado… imagine o potencial para si!

Vejamos então a estratégia de conteúdo do Gary Vee, como adaptar para o seu negócio, e no final mostrarei aquilo que na minha opinião falta na sua estratégia.

A Estratégia de Conteúdo em Redes Sociais do Gary Vee

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O seu modelo é baseado em 3 passos:

1) Documentar Conteúdo Principal

2) Reaproveitar para Micro-Conteúdo

3) Distribuição em Redes Sociais

O Gary Vee começa por uma peça de conteúdo principal de formato longo. No seu caso, conteúdo em vídeo (do seu dia-a-dia “DailyVee”, de palestras ou conferências, ou de entrevistas “AskGaryVee”).

Depois, reaproveita partes desses vídeo para criar 30 peças de micro-conteúdo (imagens, citações, stories, gifs, etc), que são personalizadas para cada uma das plataformas usadas para distribuição.

Documentar o Conteúdo Principal

O conteúdo principal é um vídeo ou áudio em formato de longa duração, do qual todo o restante conteúdo deriva.

Este conteúdo inclui vídeos e áudios do seu vlog “DailyVee”, o seu programa de pergunta e resposta “AskGaryVee”, reuniões com influenciadores e empreendedores, colaborações, entrevistas, palestras, etc.

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Reaproveitar para Micro-Conteúdo

O micro-conteúdo são basicamente peças de conteúdo de curta duração em formato de memes, imagens, citações, stories, ou vídeos de poucos segundos.

Depois de criar o conteúdo principal, o Gary reaproveita os melhores momentos e cria dezenas de peças de micro-conteúdo para as redes sociais.

A sua equipa de conteúdo revê os vídeos de longa duração e procura por momentos que transmitam mensagens importantes para a sua audiência, transformando-os em vídeos de curta duração ou imagens.

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E ao mesmo tempo cria micro-artigos escritos para serem distribuídos em plataformas vocacionadas para texto.

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Veja no vídeo abaixo como o Gary produz estas peças de micro-conteúdo com a sua equipa. O processo é fascinante:

Distribuição do Conteúdo Principal e Micro-Conteúdo nas Redes Sociais

Assim que o conteúdo principal e micro-conteúdo estão criados e editados, são distribuídos em todas as plataformas de redes sociais.

O conteúdo principal de longa duração então é distribuído no Facebook, Podcast, YouTube e IGTV.

O micro-conteúdo em formato vídeo e imagem é distribuído no Facebook, Instagram, LinkedIn, Snapchat e Twitter…

Enquanto que o micro-conteúdo escrito é distribuído no Quora, Medium, Blog, e LinkedIn.

Todas estas peças de conteúdo são lançadas à mesma hora, todos os dias (ao meio-dia (zona de tempo oriental ET)...

Sendo que o conteúdo principal sai às 12:00h em ponto, e o micro-conteúdo às 12:01h (estranho, eu sei. Mas que funciona, funciona!).

O Ingrediente Secreto: Feedback da Comunidade

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Depois de distribuir o conteúdo principal e o micro-conteúdo, o Gary Vee faz aquilo que o diferencia de todos os outros:

Observa a sua audiência como ninguém.

(na verdade, ele próprio diz que de todas as suas aptidões, a capacidade de detectar padrões de comportamento e observar audiências é aquilo que o levou ao nível que atingiu)

Ao verdadeiramente auscultar a sua audiência e as reações ao seu conteúdo, permite-lhe perceber que peças de conteúdo ou que momentos a sua audiência se identifica mais.

A equipa do Gary Vee analisa todos os comentários possíveis à procura de reações a momentos específicos dos vídeos.

Na verdade, a equipa incentiva a audiência a comentar e a citar o momento exato do vídeo (ao minuto) que mais gostou…

Facilitando ainda mais a descoberta de insights sobre a sua audiência.

Com estes dados, o Gary Vee cria mais micro-conteúdo sobre as secções que a audiência mais gostou, e redistribui em todas as redes sociais.

A Máquina de Produção de Conteúdo em Escala

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Como vê, o Gary Vee começa sempre por apenas uma peça principal de conteúdo de longa duração:

Um vídeo.

Ou seja, dedica-se exclusivamente a transmitir os seus conhecimentos e a documentar o seu dia-a-dia de trabalho.

Tem sempre um assistente a gravar quase todos os passos do seu dia, criando constantemente material para conteúdo.

Tudo aquilo que faz durante o dia de trabalho é documentado, incluindo reuniões (que não contenham informação confidencial e sejam relevantes para a audiência), visitas de clientes, visitas de influenciadores, palestras, etc…

E ao mesmo tempo, dedica um tempo para a produção de conteúdo original, como o seu programa “AskGaryVee”, onde entrevista celebridades e responde a perguntas da sua audiência ao vivo.

Todo esse material captado é então aproveitado para criar peças de conteúdo principais (vídeo e áudio em formato longo)...

Reaproveitando depois para criar micro-conteúdo.

Com isto, o Gary Vee garante que está presente em todas as plataformas possíveis, em todos os formatos possíveis (vídeo, áudio, texto), todos os dias e várias vezes ao dia.

O resultado é uma exposição brutal, um crescimento exponencial da sua base de fãs…

E um domínio total sobre a concorrência.

Uma vez que o Gary Vee se tornou numa empresa de meios de comunicação, onde uma audiência gigantesca congrega…

Sempre que quer vender um produto, basta enviar um post para a sua audiência, dependendo muito menos de publicidade online (apesar de também usar a publicidade online, aproveitando as plataformas que ainda estão desvalorizadas como o Facebook e Instagram).

Como pode Adaptar a Estratégia de Conteúdo do Gary Vee para o Seu Negócio

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Obviamente que nem todas as empresas podem ter 20 pessoas exclusivamente dedicadas à produção de conteúdo (apesar de na minha opinião isto ser uma prioridade para qualquer empresa moderna).

Mas o princípio desta estratégia é na verdade bastante simples de seguir e escalar!

No artigo “a sua empresa ainda não é uma empresa de meios de comunicação?” abordo a estratégia de marketing de conteúdo de 3 pilares…

Onde você pode começar por uma peça de conteúdo principal em qualquer um dos 3 formatos (vídeo, áudio, ou texto).

E como arranjar conteúdo em escala, pergunta o leitor?

Simples.

Pense no seu dia-a-dia ou no dia-a-dia dos seus colegas.

Não precisa de estar constantemente a criar conteúdo original.

Pode simplesmente documentar partes do seu dia de trabalho que sejam relevantes para a sua audiência, como reuniões ou visitas a clientes, palestras, workshops, ou simplesmente o trabalho no seu escritório!

Por outro lado, pode facilmente criar conteúdo original através de entrevistas a clientes ou parceiros, recolha de testemunhos, ou simplesmente partilhando o seu conhecimento sobre o seu nicho de mercado.

Com esta abordagem, poderia criar com alguma facilidade 3 peças de conteúdo principais em 3 formatos diferentes, satisfazendo tanto as pessoas que preferem ler, ouvir, ou ver conteúdo online.

Com base neste conteúdo principal, poderia então criar peças de micro-conteúdo nas redes sociais que a sua audiência utiliza mais, partilhando momentos dos seus vídeos que sejam particularmente apelativos ou interessantes em vídeos curtos, imagens, ou citações.

E depois, já sabe. Auscultando a sua audiência, perceberá o que funciona melhor…

Podendo depois criar conteúdo cada vez mais relevante, aumentando todos os dados de interação/engagement, e tornando-se cada vez melhor na produção de conteúdo!

Win-win-win.

O que Eu Mudaria na Estratégia do
Gary Vee

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Quem sou eu para mudar o que quer que seja na estratégia de conteúdo de um mestre como o Gary Vee?

Bom, tendo em conta a dimensão e notoriedade que atingiu, provavelmente não mudaria nada.

No entanto, ao adaptar esta estratégia para pequenas e médias empresas, mudaria três coisas:

1) Tornar o Conteúdo em Texto Numa Peça de Conteúdo Principal

No seu conteúdo principal, o Gary Vee exclui por completo o formato texto, baseando-se exclusivamente no vídeo e áudio.

O texto aparece apenas como micro-conteúdo, reaproveitando apenas pequenas partes do seu conteúdo principal.

Na minha opinião, a criação de conteúdo para o seu blog é um dos ativos mais importantes que existem, pelo que deve ser um dos pilares principais.

Criar artigos optimizados para palavras-chave relevantes e com SEO irá garantir tráfego orgânico por muitos e longos anos…

Ao contrário do tempo de vida de posts nas redes sociais, que duram no máximo 2 dias…

...Em plataformas que de um dia para o outro alteram os seus algoritmos, ou que decidem banir a sua conta sem dar qualquer explicação.

No caso do Gary Vee, este fator pode ser menos importante, uma vez que está presente em todas as plataformas possíveis e imaginárias, e está sempre a encontrar novas redes sociais que começam a atrair a atenção da sua audiência (a tal aptidão para descobrir padrões de comportamento)...

Para além de ser um nome conhecido mundialmente, gerando tráfego orgânico para o seu site simplesmente por pesquisas pelo seu nome.

Mas no caso de pequenas e médias empresas, torna-se crucial focar na produção de conteúdo em blog, para garantir um negócio sustentável a longo termo, com menos dependência de redes sociais.

2) Focar na Criação de Uma Lista de Emails

Grande parte do conteúdo do Gary Vee distribuído nas redes sociais não tem um call-to-action específico.

O Gary foca-se quase em exclusivo no branding (o que faz sentido, visto que o seu negócio principal é a sua agência digital “VaynerMedia” e não a sua marca pessoal).

No entanto, esta estratégia não é a mais indicada para pequenas e médias empresas que não têm uma marca reconhecida…

E que como tal devem ter um foco maior no marketing direto, ou seja, fazer com que cada comunicação incentive a audiência a tomar uma ação ou decisão específica.

Nesse sentido, cada peça de conteúdo distribuída nas redes sociais deve sempre ter um call-to-action a convidar as pessoas a visitarem o seu website, para verem a versão texto do conteúdo no seu blog.

Isto dá-lhe a possibilidade de mostrar “lead magnets”, ou seja, ofertas gratuitas que acrescentem valor à sua audiência…

E que em troca peçam o contacto de email do visitante.

Mas porquê email?

Bom, a sua lista de emails é o seu ativo mais valioso, uma vez que é completamente seu (não está a “alugar” uma audiência numa rede social), permite dar continuidade à relação de maneira pessoal e íntima…

E uma vez que ainda é o canal de comunicação que gera mais conversões!

O Gary Vee limita-se a ter um ou outro call-to-action no seu website para subscrever a sua newsletter, e as suas newsletters são apenas resumos semanais…

O que é um desperdício, uma vez que o poder das relações criadas através de emails diários é incrível…

E muito poucas empresas enviam newsletters diárias da maneira correta (dica!).

​3) Usar o Pinterest para Distribuição de Conteúdo

Na estratégia do Gary Vee surpreendentemente não existe qualquer referência ao Pinterest.

O Pinterest é um misto de rede social/motor de busca visual com um crescimento considerável, sendo ao mesmo tempo uma fonte de tráfego orgânico considerável.

Apesar de ser maioritariamente constituído por mulheres, o facto de ser um motor de busca visual com componente de rede social faz do Pinterest o local ideal para distribuir micro-conteúdo em imagem (infografias, citações, etc.).

Cada imagem (chamados “pins”) terá um link direto para o seu website, sendo uma ajuda preciosa tanto para SEO como para geração de tráfego direta a partir do Pinterest.

Com isto, chegámos ao fim deste artigo.

Espero que tenha achado a estratégia de conteúdo do Gary Vee relevante, e que possa retirar algo valioso para o seu negócio.

Não perca mais tempo…

Torne-se hoje numa empresa de meios de comunicação, e esteja presente todos os dias onde a sua audiência congrega online…

E acrescente valor constantemente!

Verá que os resultados serão infinitamente superiores aos que tem hoje.

Um abraço,

-Tiago “hustle” Faria

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Pinterest Marketing: A Estratégia Secreta para Gerar Tráfego Orgânico

Neste artigo vou revelar-lhe uma estratégia de marketing de conteúdo que poucas pessoas conhecem, e que você poderá aproveitar para gerar mais tráfego orgânico.

Segundo o statista.com, o Pinterest tem à data deste artigo cerca de 250 milhões de utilizadores ativos em todo o mundo.

E em Portugal, segundo um estudo da ComScore, o Pinterest é surpreendentemente o 3º site de redes sociais com mais visitantes únicos, e com tendência para crescer.

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Para além de ser a 5ª app de redes sociais mais usada em Android.

Um mercado por explorar portanto, e que por enquanto está subvalorizado.

Como tal, prepare-se para começar a fazer a diferença e a ganhar uma vantagem competitiva em relação à sua concorrência.

O que é o Pinterest?

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Se você não é um utilizador do Pinterest, pode muito bem ter essa pergunta em mente.

E a resposta é:

O Pinterest é um motor de busca visual.

Em vez de procurar no Google para obter resultados de texto, no Pinterest os resultados de pesquisa serão imagens chamadas “pins”.

E esses “pins” são como portas para uma peça de conteúdo do seu site (a grande vantagem!).

Por outro lado, o Pinterest é também uma rede social.

Mas uma rede social diferente das outras...

No Facebook ou Instagram você só vê conteúdo de pessoas que você “segue” ou “gosta”.

Apesar de o Instagram ter uma funcionalidade para explorar imagens de desconhecidos, tem a grande limitação de não possibilitar a inclusão de um link direto para o seu website.

Com estas plataformas, você normalmente receberá menos tráfego do que o número de seguidores que tem...

Para além de o alcance dos seus posts ser limitado temporalmente, obtendo exposição no máximo por 2 dias.

No Pinterest, pelo facto de ser um misto de motor de busca e rede social, é possível gerar mais tráfego orgânico do que o número de seguidores que tem.

O que significa que existe menos fricção e o potencial de tráfego orgânico para o seu site é superior a qualquer outra rede social.

É possível seguir pessoas no Pinterest, mas a vasta maioria dos utilizadores usa a funcionalidade de pesquisa para encontrar imagens tanto de pessoas que seguem, como de pessoas (ou marcas) desconhecidas.

Assim que encontram uma imagem que gostam, os utilizadores podem pôr um “pin” nos seus “boards” (álbuns). Podem também seguir a pessoa que criou essa imagem, para receber novidades mais facilmente (recebendo notificações).

Em última análise, o Pinterest é uma máquina inexplorada para crescer a sua audiência.

É possível alcançar pessoas que ainda não têm uma ligação com a sua marca, em vez de apenas alcançar pessoas que seguem a sua página (como nas outras redes sociais).

Porquê o Pinterest para Marketing?

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No Pinterest você pode publicar imagens relevantes relacionadas com o seu marketing de conteúdo e artigos de blog.

Estas imagens servirão como “portas” para o seu conteúdo a partir do maior motor de busca visual do mundo, o que ajudará de duas formas:

Primeiro, pode encontrar uma nova audiência que potencialmente ainda não conhece o seu conteúdo.

E segundo, estará a criar uma rede de “backlinks” do Pinterest para o seu website, o que pode ajudar no seu SEO e obter melhores rankings no Google.

Cada “pin” que criar vai não só atrair novos visitantes para o seu site, mas também os motores de busca, aumentando por consequência o seu tráfego e autoridade.

Apesar de o perfil demográfico masculino estar a crescer, o Pinterest ainda é constituído maioritariamente por mulheres, com cerca de 80%.

Mas mais importante que isso, é constituído por pessoas de classes sociais média/alta, que gastam dinheiro online.

Isto significa que os utilizadores do Pinterest têm mais probabilidade de comprar os seus produtos do que em outras redes sociais.

Portanto, se o seu público-alvo for maioritariamente feminino, o Pinterest funcionará de maneira incrível. Mas não se limita a isso, o potencial é tremendo para todo o tipo de negócios.

Outro ponto importante é perceber a maneira como as pessoas usam a plataforma, para que possa estruturar o seu conteúdo de maneira a que se adapte ao Pinterest.

A maneira mais comum de as pessoas usarem é criando “boards” sobre tópicos específicos.

Um “board” (álbum) é simplesmente um conjunto de “pins” guardados, todos relacionados com o mesmo tópico.

Vejamos um exemplo concreto, para que perceba o grande potencial do Pinterest:

Imagine que você quer decorar a sua sala.

Primeiro, você cria um “board” (álbum) chamado “decoração da sala”, onde irá guardar tudo o que encontrar.

Ao pesquisar no Pinterest por “sofá em L”, encontra uma imagem que gosta, clica em “guardar” e coloca no seu álbum “decoração da sala”.

Repete este processo com candeeiros, mesas, papel de parede, etc, e guarda tudo no seu álbum.

Quando chega a altura de começar a decorar a sua sala, vai simplesmente ao seu álbum e clica em todos os seus “pins”, que levam ao website do vendedor…

Onde pode comprar os produtos em apenas alguns cliques!

Como vê, as pessoas não usam o Pinterest apenas para ver imagens “bonitas”...

Estão a categorizar coisas com o intuito de as comprar num futuro próximo!

Como Estruturar e Optimizar o Seu Conteúdo no Pinterest

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Existem 2 níveis no Pinterest que você precisa de optimizar:

“Boards” (Álbuns)

Os “Pins” da sua conta serão guardados e categorizados em álbuns. Estes álbuns não existem por defeito, pelo que deve criá-los à sua medida.

Recomendo que os seus álbuns reflitam as categorias do seu blog, ou as categorias do seu negócio.

Idealmente, deve começar com pelo menos 8 álbuns. E se tiver problemas em encontrar ideias, faça a seguinte pergunta:

“Que outro tipo de coisas é que o meu público-alvo está interessado?”

Ponha a sua criatividade a funcionar, e inspire-se no que os líderes do seu nicho de mercado estão a fazer. Não se foque apenas no seu negócio… lembre-se de outros tópicos relacionados que sejam do interesse da sua audiência.

​“Pins”

Assim que tem os seus álbuns criados, tem duas maneiras de os preencher: adicionando os seus próprios “pins”, ou adicionar “pins” de outros utilizadores.

A vantagem de adicionar os seus “pins” é o facto de criar links para o seu website e conteúdo.

E a vantagem de adicionar “pins” de outras pessoas é o facto de poder adicionar imagens de qualidade aos seus álbuns de maneira mais rápida, tornando-os ainda mais atraentes.

Mas foque-se em adicionar os seus próprios “pins”, pela razão óbvia (os links!). E estes devem ser publicados no seu artigo de blog ou página de produto.

Publique imagens no tamanho standard do Pinterest (700 pixéis por 1100 pixéis) no seu website, e ajuste o seu tamanho dentro do conteúdo da sua página.

Desta maneira permite que os visitantes do seu website vejam uma versão menor, mas quando essa imagem é “pinned”, aparecerá no tamanho original no Pinterest.

Se o seu website for criado em WordPress (como recomendo vivamente), existe um plugin chamado “Pinterest Pin It Button On Image Hover And Post” que faz com que seja muito fácil você (e qualquer pessoa) fazer “pin” das imagens a partir dos seus artigos.

Vai automaticamente adicionar um botão “Pin it” em cada imagem, que será visível sempre que alguém passar o rato por cima.

Ao clicar em “Pin it”, aparece uma janela pop-up que mostra a descrição e a imagem, e que permite guardar no Pinterest como "pin".

Assim que publicar o seu artigo, ganhe o hábito de imediatamente colocar um pin na sua própria imagem.

Isto irá dar um sinal aos motores de busca, irá criar um link para a sua página e ajudar o seu post a ser indexado mais rapidamente…

“Pins” Normais VS “Pins” Detalhados

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Como dito atrás, um “pin” é uma imagem que tem normalmente o formato de um rectângulo vertical. Este formato é especificamente vocacionado para os ecrãs dos smartphones, pelo que o tamanho ideal é 1100x700 pixéis.

As infografias são bastante populares no Pinterest, e são normalmente maiores que o tamanho standard, mas o ideal é manter sempre o mesmo tamanho nos seus pins, para que os seus álbuns sejam apresentados de forma linear e organizada.

Se fizer upload dos seus “pins” no Pinterest a partir de uma conta pessoal (e não conta de empresa), poderá escolher uma página do seu website como link…

No entanto, se tiver uma conta de empresa (que recomendo vivamente) e se adicionar a função de pins detalhados, o seu “pin” incluirá a metadada da página de origem do seu “pin”.

Esta “metadata” é basicamente o título da sua página e a descrição que aparece nos resultados de pesquisa do Google. Isto significa que o título e descrição do seu artigo de blog optimizado para SEO irão aparecer no Pinterest…

Aumentando o tamanho da descrição do seu “pin”, adicionando mais texto relevante para o algoritmo do motor de busca do Pinterest, e fazendo com que o seu texto seja ainda mais apelativo (o que levará a mais re-pins e cliques para o seu site!).

Portanto, criar uma conta de empresa Pinterest é essencial para a sua estratégia de marketing. Se ainda não o fez, clique neste link para começar: https://business.pinterest.com/pt-pt/creating-your-account.

Depois disso, vá às definições da sua conta, e reivindique o seu website, para poder receber análises detalhadas da performance dos seus pins: https://www.pinterest.pt/settings/#claimWebsite.

E finalmente, adicione a funcionalidade de pins detalhados, seguindo as instruções aqui: https://business.pinterest.com/pt-pt/rich-pins.

Assim que publicar o seu primeiro “pin” a partir do seu artigo de blog, tem também a opção de criar “pins” adicionais que pode direcionar para o mesmo artigo.

Com isto, abrirá ainda mais “portas” no Pinterest para o seu website. Cada “pin” torna-se num backlink, ajudando ainda mais no seu SEO.

Veja como criar a sua conta de empresa Pinterest e reivindicar o seu website no vídeo abaixo:

O Pinterest como Motor de Busca

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A vantagem competitiva do Pinterest é o facto de ser o maior motor de busca de imagens do mundo.

Isto significa que você tem que perceber como o seu algoritmo associa a relevância de palavras-chave pesquisadas no motor de busca aos resultados de pesquisa.

Como tal, é possível garantir que os seus “pins” são mostrados a pessoas que pesquisam por palavras-chave relacionadas com o seu conteúdo.

Grande parte da informação que o Pinterest retira do seu “pin” advém do texto que vem da “metadata” do seu website.

Por isso, desde que faça uma pesquisa de palavras-chave de maneira eficaz e inclua títulos e descrições optimizados nos seus artigos de blog, então os seus “pins” já estarão optimizados.

Para além da metadata, pode também usar hashtags relevantes. Apesar de não serem o “core” do Pinterest como é o caso do Instagram, adicionar 2 ou 3 hashtags pode aumentar a sua visibilidade.

No entanto, o Pinterest indexa os resultados de pesquisa com base na descrição do seu pin e na metadata do seu pin detalhado.

Garanta que as suas descrições são apelativas para que levem ao clique, mas também ricas em palavras-chave relevantes, para que os seus pins apareçam nos resultados de pesquisa.

​Adicionar “Pins” em “Boards” (Álbuns)

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Até aqui, você já criou a sua conta de empresa Pinterest e reivindicou o seu website, já adicionou a funcionalidade dos pins detalhados, e já adicionou o plugin “Pinterest Pin It Button” para que os visitantes possam fazer “pin” das imagens do seu website.

O próximo passo é adicionar “pins” relevantes a cada “board” (álbum). Vai querer que os seus álbuns estejam bem preenchidos, para que os utilizadores vejam que você é um verdadeiro utilizador do Pinterest (e não um spammer).

Pode usar os seus próprios “pins” (prioridade), mas pode também usar os pins de outras pessoas, desde que sejam relevantes para o seu álbum e tenham qualidade.

É recomendável que os seus “pins” tenham um design consistente, para reforçar a imagem da sua marca e criar reconhecimento.

Use as cores e o estilo de fonte do seu website, para que as pessoas se familiarizem com o seu conteúdo.

Se o design não for o seu forte, e se não tiver colaboradores na sua equipa, pode contratar assistentes virtuais em sites como o Fiverr.com ou UpWork.com.

Outra opção interessante para quem está a começar, é usar o Canva.com. Inclui dezenas de templates gratuitos que pode usar para criar “pins” apelativos de maneira rápida e simples.

E pronto.

Com isto, tem em mãos uma estratégia única para gerar tráfego orgânico adicional para o seu website…

Que poucos websites concorrentes seus conhecerão!

Comece hoje a ganhar uma vantagem competitiva e a aproveitar o crescimento desta rede social/motor de busca desvalorizado.

Um abraço,

-Tiago “Pin It” Faria

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Curso SEO: O Único Guia Grátis que Precisa Para Aprender SEO em 2019

O marketing digital está rapidamente a tornar-e no canal principal para as empresas promoverem os seus produtos ou serviços, e grande parte do seu investimento vai para a optimização para motores de busca (SEO).

O SEO é crucial para a sua presença online, uma vez que lhe trará tráfego orgânico gratuito vindo dos motores de busca como o Google, Bing ou Yahoo.

Neste artigo, você irá encontrar um guia simples de seguir, e não precisará de procurar mais nada na internet (ou comprar cursos caros).

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O meu objetivo é simplificar o SEO, para que o seu site possa começar a aparecer nos resultados de pesquisa sem se distrair com técnicas e truques complicados que, na verdade, não fazem grande diferença…

Basta pesquisar por “SEO” no Google e verá uma “pletora” de resultados de agências que querem fazer com que o tópico soe complicado (para depois venderem os seus serviços).

O SEO não tem que ser complicado.

E você não precisa de técnicas avançadas que no máximo melhorarão o seu ranking em 10%...

Não precisa de gastar rios de dinheiro, nem precisa de ganhar cabelos brancos a tentar perceber todas as técnicas e truques possíveis.

É possível aprender SEO num artigo apenas, e é aqui que o vai encontrar.

Este mini-curso irá dar-lhe as bases para que possa gerar visitas constantes para o seu website durante anos e anos.

Vai aprender o fundamental do SEO, ou seja, tudo aquilo que precisa para verdadeiramente começar a gerar tráfego.

Crie conteúdo consistentemente, use os passos descritos neste guia, e terá criado um ativo para a vida.

Como Usar Este Curso de SEO Online

Antes de começarmos, um aviso:

Este curso de nada servirá se não se tornar num criador de conteúdo.

O objetivo deste curso é optimizar a sua criação de conteúdo, e não encher a sua cabeça com conhecimentos que nunca irá pôr em ação.

Lembre-se que criar um negócio online é um processo que exige ação imperfeita, feita de maneira consistente, e por longos períodos de tempo.

Comece a escrever, e volte a este artigo para consultar quais os passos a seguir para garantir que o seu conteúdo é indexado nos motores de busca.

Faça-o repetidamente, e num ápice todo este processo começará a sair-lhe naturalmente.

"Aprender a fazer" é realmente a única maneira de adquirir uma nova competência…

Faça isto durante 6 meses, e verá que os resultados começam a aparecer.

Faça isto durante 1 ano inteiro, e veja os seus resultados a disparar.

Ah, e quando isso acontecer, deixe um comentário neste artigo para celebrarmos em conjunto!

Mas lembre-se: obter resultados em SEO exige muito trabalho, consistência e persistência

É uma maneira de gerar tráfego gratuito para o seu site, mas em vez de gastar dinheiro precisará de gastar muito tempo!

Para ser mais fácil de ler este artigo (e se quiser saltar para um tópico específico), veja abaixo os capítulos:

Capítulo 1: Saiba Quais São as Suas 2 Audiências

Capítulo 2: Ferramentas de SEO que Vai Precisar

Capítulo 3: Análise de Palavras-Chave

Capítulo 4: Crie Títulos e Descrições Optimizados e Apelativos

Capítulo 5: Optimize os Tags dos Títulos Internos

Capítulo 6: Crie um Artigo Multimédia

Capítulo 7: Crie Links Internos

Capítulo 8: Optimize a Estrutura dos Seus Artigos

Capítulo 9: Link Building: Toda a Verdade

1) Saiba Quais São as Suas 2 Audiências

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O SEO, ou optimização para motores de busca, é basicamente uma lista de coisas que precisa de fazer sempre que publica conteúdo no seu website.

Esta lista irá assegurar que o seu conteúdo estará optimizado para obter uma posição alta nos resultados de pesquisa dos motores de busca e, como consequência, mais tráfego para o seu site.

Se o seu objetivo é obter mais visitas para o seu site, vai querer que o seu conteúdo esteja presente sempre que alguém pesquise por uma palavra-chave relacionada com o seu nicho de mercado.

Mas atenção:

Você não estará apenas a escrever e a optimizar o seu conteúdo para os motores de busca.

Essa é apenas uma parte da equação.

A outra parte da equação são os leitores do seu conteúdo.

As pessoas que estão efetivamente à procura de resultados para as suas pesquisas.

Quando várias pessoas clicam no link para o seu site em detrimento de outro link, estão basicamente a “votar” no seu site.

Estão a dizer aos motores de busca que preferem o seu link em vez de todos os outros que aparecem nos resultados de pesquisa…

E isto é algo que dá um sinal aos motores de busca: os cliques nos seus links, o tempo que passam na sua página, e a interação que têm com o seu website (cliques internos).

Portanto, lembre-se das suas 2 audiências sempre que criar e optimizar conteúdo: os motores de busca e as pessoas que lêem o seu conteúdo.

A Prioridade Tem Sempre que Ser Ajudar o Seu Público-Alvo

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Esta é a parte que a maioria dos artigos e cursos sobre SEO que abundam na internet deixam de fora:

O seu foco tem que ser sempre ajudar pessoas!

De maneira genuína e verdadeira.

Ajude-as a resolver problemas, ultrapassar medos, e atingir objetivos.

Não faça como a vasta maioria dos blogs, que apenas se focam em optimizar para os motores de busca e fornecer conteúdo duvidoso.

As pessoas procuram por experiências autênticas, e quando você é quem realmente ajuda a sua audiência, você ganha.

Ganha porque se tornará no conselheiro de confiança para essas pessoas, e a única solução viável para os seus problemas.

O verdadeiro caminho para o sucesso a longo prazo é genuinamente ajudar pessoas.

Se o seu blog resolver os seus problemas, responder às suas perguntas, e oferecer soluções, será que as pessoas vão passar mais tempo no seu site e interagir mais com o seu conteúdo?

​Absolutamente!

Siga estes simples passos de SEO para que os motores de busca encontrem e indexem o seu conteúdo, mas foque-se em criar o melhor conteúdo possível para a sua audiência.

Assim que aparecer nos resultados de pesquisa, os utilizadores verão que fornece melhor conteúdo que a concorrência e irão clicar nos seus links.

Motores de Busca e os Rastreadores Web

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Os rastreadores dos motores de busca (web crawlers, spiders, ou bots) são a sua segunda audiência.

Estes são ferramentas que os motores de buscar usam para rastrear todos os websites na internet.

Colhem dados sobre o seu website e todas as suas páginas.

Sem esta informação, os rastreadores não saberão que páginas devem indexar e mostrar cada vez que um utilizador faz uma pesquisa.

Quando um rastreador rastreia o seu website, lê todo o texto, todos os meta tags, código, links internos e externos e muito mais.

Com essa informação, o rastreador cria um perfil específico para o seu website e armazena-o na base de dados do motor de busca.

Portanto, o seu papel como optimizador será o de facilitar esta leitura, para que os rastreadores colham os dados do seu website da maneira mais rápida e eficiente possível.

Os princípios deste curso irão dar tudo aquilo que os rastreadores precisam de saber sobre o seu website, para que estes possam indexar e mostrar os seus links nos resultados de pesquisa relevantes.

2) Ferramentas de SEO que Vai Precisar

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Não se preocupe, não precisa de nada de complicado.

Bastam 3 ferramentas para fazer SEO de forma eficaz.

E sabe que mais? Todas têm versões gratuitas!

Durante o curso, iremos falar mais sobre cada uma, mas por agora vejamos o essencial:

Sistema de Gestão de Conteúdos (CMS)

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Esta será a base de todo o conteúdo do seu website.

Existem várias opções no mercado, mas se escolher a errada por afetar negativamente o seu SEO.

Mesmo que já tenha o seu website criado, recomendo vivamente que considere sempre a única plataforma viável para o sucesso a longo termo:

WordPress.org.

Plataformas como o Wix, SquareSpace, ou Webnode são sistemas fechados (ou seja, controlados por estas empresas), e isto pode afetar tanto os seus rankings nos motores de busca, como o seu controlo sobre o seu próprio website.

O WordPress continua a crescer o número de websites que são criados na plataforma, que já é usada por cerca de 30% da internet.

Os motores de busca adoram o WordPress, e os webmasters são fãs da plataforma por ser open-source.

Milhares de programadores de todo o mundo mantêm e melhoram a plataforma voluntariamente, todos os dias.

Se precisar de ajuda, neste post explico-lhe como criar um blog em WordPress.org.

Ferramenta de Análise de Palavras-Chave SEO

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Existem ferramentas pagas e gratuitas para analisar palavras-chave.

A única que utilizo e recomendo é o KW Finder.

Registe-se agora na ferramenta gratuitamente para seguir os passos deste curso.

Pode fazer 5 pesquisas por dia gratuitamente, o que é mais do que suficiente para quem está a começar.

Com o KW Finder pode analisar o número de pesquisas mensais de cada palavra-chave e o grau de dificuldade de cada uma, para além de poder analisar a sua concorrência.

É tudo o que precisa!

O Único Plugin WordPress que Precisa para SEO

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Outra grande razão para criar o seu website em WordPress é o facto de existirem milhares de empresas a criar plugins.

Se estas empresas não satisfizerem os utilizadores, as pessoas irão simplesmente escolher outro plugin.

E é por isso que o único plugin de SEO que recomendo é o Yoast SEO, uma vez que é o mais completo e constantemente atualizado…

E que faz todo o trabalho por si: mantém-se atualizado a cada mudança nos motores de busca, para que não tenha que fazer esse trabalho.

Não precisa sequer de usar a versão paga do Yoast SEO. A versão gratuita é mesmo tudo o que precisa!

Este plugin permite-lhe estar em controlo de todos os meta dados, e optimizar o conteúdo das suas páginas num só lugar.

Pode modificar a maneira como os seus títulos, URL e descrições aparecem nos resultados de pesquisa, para além de controlar como os seus artigos aparecem nas redes sociais.

Não precisa de mais nada!

3) Análise de Palavras-Chave para SEO

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No mundo do SEO, as palavras-chave são a “chave” (passo a redundância).

Estas são as frases e palavras que as pessoas inserem nos motores de busca, para obterem resultados que as ajudem a resolver os seus problemas, desejos ou necessidades.

A análise de palavras-chave irá ajudar a identificar quais as maneiras mais comuns que as pessoas usam para procurar informação.

Com esta informação, o seu objetivo será usar essas palavras nos seus artigos, títulos, descrição e URLs para que combinem com o que as pesquisas que as pessoas digitam nos motores de busca.

Mas então, como encontrar essas palavras-chave?

Com uma ferramenta de análise de palavras-chave. Existem várias que pode usar, tanto gratuitas como pagas.

Recomendo vivamente o KW Finder, porque é extremamente simples de usar, rápido e eficaz.

Neste artigo explico em detalhe como fazer análise de palavras-chave usando o KW Finder, para que possa encontrar a combinação perfeita entre volume de pesquisas e dificuldade da palavra-chave.

O seu objetivo será usar essas palavras-chave no seu artigo da maneira mais natural possível, e usando todas as variações possíveis que as pessoas usam para procurar pelo tema específico…

Para que os motores de pesquisa percebam que o seu artigo é o mais compreensivo e completo sobre a temática.

Os Motores de Busca Vão Dizer-lhe Que Variações Deve Incluir

Quando estiver a escolher as palavras-chave para o seu artigo, vai querer que estas signifiquem o mesmo, mas que sejam ditas de maneiras diferentes.

Se tiver todas essas variações incluídas no seu artigo, os motores de busca vão perceber exatamente de que se trata.

Não se limite a uma ou duas. Use dezenas de palavras-chave adicionais que sejam semelhantes à principal.

E como as obter?

Vá ao Google e pesquise pela palavra-chave principal que quer usar…

No fundo dos resultados de pesquisa irá encontrar pesquisas relacionadas:

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Estes são termos frequentemente utilizados pelos utilizadores, quando estes pesquisam pelo seu tópico.

Use-os quando estiver a rever o seu artigo, para refletir todo o tipo de variações possíveis.

Mas lembre-se: vocês está a escrever para pessoas. Não encha o artigo de palavras-chave sem lógica, para não confundir as pessoas e manter o artigo com alta qualidade.

4) Crie Títulos e Descrições Optimizados e Apelativos

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O título e a descrição do seu artigo são as duas componentes do seu artigo que irão aparecer nos resultados de pesquisa.

Como tal, é crucial optimizá-los tanto para os motores de busca (para garantir que estes indexam o seu link para os termos corretos)...

Mas também para os utilizadores (para garantir que estes se interessam pelo seu link, e se sentem compelidos a clicar para saber mais).

Crie um Título Optimizado para SEO

O mais importante no seu título é garantir que inclui as suas palavras-chave principais e que é apelativo o suficiente para levar ao clique.

Idealmente, deve usar a sua palavra-chave logo no início do título (desde que soe natural para quem lê).

Se conseguir incluir palavras-chave secundárias, e ao mesmo tempo manter o título compreensível e natural, tanto melhor!

Mas se não for possível, foque-se em optimizar para pessoas (a sua prioridade número 1).

Por outro lado, deve também ter em conta que existe um limite de caracteres para o seu título.

E é aqui que entra o tal plugin Yoast SEO que falámos acima:

Quando escreve o seu título, o Yoast mostra-lhe quantos caracteres tem até que o título fique truncado nos resultados de pesquisas do Google.

E como o Yoast é constantemente atualizado, este limite estará sempre em conformidade com as exigências do Google.

E finalmente, lembre-se que o título é o elemento mais importante do seu link!

É o que levará as pessoas a clicar ou não.

Por isso, o seu título deve ser claro sobre o que o utilizador vai ler, e tem que ser apelativo!

Crie títulos que gerem interesse, curiosidade e que mostrem benefícios. Use técnicas de copywriting para levar o utilizador a decidir clicar para ler mais.

Por exemplo, vejamos o que fiz no título deste artigo:

“Curso SEO: O Único Guia Grátis que Precisa Para Aprender SEO em 2019”

“Curso SEO” é a palavra-chave principal, colocada estrategicamente no início e com lógica.

“Único” revela que é diferente de todos os outros, e que é completo, gerando curiosidade.

“Guia” sugere que se trata de um artigo que mostra passo a passo o que fazer, que é o que as pessoas procuram: soluções rápidas.

“Gratuito” mostra que o leitor terá valor sem precisar de pagar nada.

“Aprender SEO” é o benefício que o utilizador irá receber.

E “2019” mostra que o artigo é atual.

O facto de você estar a ler este artigo prova que este tipo de título é eficaz!

Escreva Meta Descrições Apelativas

Quando você está a comprar algo online, para onde olha depois de ver as fotos?

Para a descrição, correto?

Pois bem, o mesmo conceito se aplica aos resultados de pesquisa.

Depois de as pessoas lerem o título, vão olhar para a descrição para confirmar que o seu artigo irá responder de facto à sua pergunta.

A sua meta descrição aparecerá nos resultados do Google, por baixo do seu título:

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Quando os utilizadores pesquisam pela sua palavra-chave, vão ver dezenas de resultados na página.

Alguns destes resultados irão ser suficientemente apelativos para levar as pessoas a clicar no link, enquanto que outros serão ignorados por não “falarem a sua língua” ou não serem convincentes.

Lembra-se de termos falado sobre os cliques serem como “votos” que as pessoas dão aos motores de busca?

Pois bem, os motores de busca vão monitorizar a taxa de clique dos seus links.

Se os utilizadores pesquisam pela sua palavra-chave e o seu link aparece nos resultados, mas as pessoas não clicam…

Os links concorrentes irão começar a ultrapassar o seu no ranking, uma vez que estarão a obter mais “votos”.

Portanto, dê sempre uma razão forte para as pessoas clicarem no seu link!

Ponha-se no lugar dos seus leitores e faça a pergunta: “por que é que as pessoas escolheriam ler o meu conteúdo em vez da concorrência?”

De novo, use técnicas de copywriting para escrever descrições apelativas e que gerem interesse…

Mostrando o benefício que o leitor obterá, ao mesmo tempo que gera curiosidade.

Por outro lado, não se esqueça de incluir as suas palavras-chave principais na sua descrição.

Estas palavras aparecerão em negrito no seu resultado de pesquisa (veja no exemplo acima), o que irá também contribuir para que o seu artigo sobressaia.

Não escreva o que todos os outros escrevem…

Seja diferente, crie curiosidade, mostre o seu ponto de vista único, e obtenha mais cliques!

5) Optimize os Tags dos Títulos Internos

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Existem 10 capítulos neste artigo, cada um destacado com tamanhos de letra maiores que o texto normal.

Na linguagem de SEO, estes são conhecidos como tags de título HTML.

Estes tags de títulos ajudam a estruturar o seu conteúdo de maneira a mostrar aos motores de busca quais são as ideias mais importantes do seu conteúdo.

Estes tags de títulos não são nada de complicado, não se preocupe.

Imagine como se fossem o título, capítulos e sub-capítulos de um livro...

Existe o tag H1 (Título 1, que é normalmente o título do seu artigo), que deve refletir o tópico geral.

Depois existem os tags H2 (Título 2), que servem como capítulos do seu artigo.

E finalmente, os tags H3-H6, que são os sub-capítulos que ajudam a dividir o seu conteúdo de forma lógica e de fácil leitura.

Uma regra importante::

Cada página do seu website e cada artigo só deverá ter um tag H1 (faz sentido ter só um título principal).

Pode ter tantos títulos H2 quanto desejar, dependendo do tamanho do seu artigo.

Pode ter também os títulos H3, H4, H5, etc que quiser, para organizar o seu conteúdo melhor. Eu apenas uso títulos H1 até H3, mas a escolha é sua.

Use as palavras-chave que analisou no passo anterior nos seus títulos, mas lembre-se de o fazer de forma natural.

Se não fizer sentido, não force.

Os motores de busca hoje em dia analisam também a lógica da alocação das suas palavras-chave, por isso, nada de encher o seu artigo de palavras-chave repetidamente e aleatóriamente!

Tags de Títulos no WordPress

Quando está a criar um artigo no WordPress, existe um campo que diz “Parágrafo”, onde pode escolher se quer escrever texto, ou Título 1 a Título 6.

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A primeira coisa que precisa de confirmar é se o seu tema WordPress inclui o título do seu artigo no topo da página como tag H1.

Se sim, não precisará de incluir de novo um tag H1 no seu artigo. Mas se não, então você precisará de o fazer.

Isto é importante, pois não vai querer ter dois tags H1 na sua página…

Aos olhos do Google, existe uma hierarquia na estrutura do seu artigo.

Quando inclui um tag H1, esse será considerado o tópico mais importante do seu artigo, para além de mostrar ao leitor que essa é a grande ideia do artigo.

Capítulo 6: Crie um Artigo Multimédia

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O Google adora artigos multimédia.

Imagens, vídeos e áudios são tendências de ranking importantes para os motores de busca.

Portanto, é importante garantir que o seu artigo não é apenas texto.

Insira Imagens Optimizadas para SEO

Ninguém gosta de olhar para um bloco de texto enorme, sem mais nenhum elemento.

Incluir imagens irá melhorar o fluxo visual da sua página, partindo o texto em pequenos blocos, ajudando a perceber os sub-tópicos, e a adicionando cor ao seu artigo.

Pode usar imagens de banco de imagens gratuitos, que irão contar uma história visual e ilustrar os tópicos do seu artigo.

Por outro lado, não se esqueça de optimizar as suas imagens para SEO:

1) Nome do ficheiro

Os nomes dos ficheiros de imagens que incluir devem conter a(s) palavra-chave(s) do título a que correspondem.

Ou seja, se a sua imagem estiver debaixo do seu título H1, deve conter as palavras-chave desse título.

O nome do ficheiro é automaticamente incluído no WordPress, pelo que antes de fazer upload, altere o nome (nada de manter nomes como 20181208.jpg).

2) Alt-Text e Título

Exatamente o mesmo se aplica aqui, sendo que a diferença é que deve alterar manualmente no WordPress.

3) Comprima e ajuste as Imagens antes de incluir no artigo

A velocidade do seu website é um fator de ranking importante de SEO.

Por isso, antes de fazer upload das imagens no WordPress você deve ajustar o tamanho e peso destas.

Veja neste artigo como optimizar as suas páginas para velocidade.

​4) Bónus: Pinterest

Para além disso, incluir imagens oferece oportunidades de criar backlinks para o seu site, usando o Pinterest.

Muito poucos sites aproveitam o potencial do Pinterest, pelo que se trata de uma oportunidade para obter uma vantagem competitiva.

O Pinterest é um motor de busca visual, que irá gerar tráfego para o seu website com base na imagem.

Existe um plugin chamado “Pinterest “Pin It” Button” que faz com que seja muito fácil você (e qualquer pessoa) fazer “pin” das imagens a partir dos seus artigos.

Vai automaticamente adicionar um botão “Pin it” em cada imagem, sempre que alguém passar o rato por cima.

Ao clicar em “Pin it”, aparece uma janela pop-up que mostra a descrição e a imagem.

Assim que publicar o seu artigo, ganhe o hábito de imediatamente colocar um pin na sua imagem.

Isto irá dar um sinal aos motores de busca, irá criar um link para a sua página e ajudar o seu post a ser indexado mais rapidamente…

Para além de o Pinterest ser uma fonte de tráfego incrível que é atualmente desvalorizada!

Inclua Vídeos de Qualidade no Seu Artigo

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Os vídeos são absolutamente necessários para o seu artigo.

Existem coisas que são difíceis de explicar apenas com texto, pelo que um vídeo curto sobre o tópico pode ser aquilo que precisa para passar a sua mensagem.

Como deve saber, o Alphabet é a empresa mãe do Google e YouTube, pelo que os seus algoritmos funcionam de forma semelhante.

E o Google adora artigos multimédia!

Por isso, se tiver criado um vídeo sobre o tema, você pode e deve incluí-lo no seu artigo.

Se não tiver, pesquise por vídeos de outras pessoas que façam sentido.

Mas garanta que o vídeo é de qualidade e que é relevante para o seu conteúdo.

Dê preferência a vídeos de entidades competentes ou de empresas conhecidas, que tenham audiências consideráveis.

Lembre-se que vai querer dar à sua audiência diferentes maneiras de consumir e digerir o seu conteúdo, e fazendo isso, estará a criar um artigo multimédia cheio de “sumo” SEO.

Bónus: Se Tiver um Podcast, Inclua-o!

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Este passo não é crucial, mas pode ser um bónus importante para a sua variedade multimédia.

Se ainda não tiver um podcast, considere começar um usando a estratégia do marketing de conteúdo de 3 pilares.

Os ficheiros MP3 ajudarão a criar um artigo multimédia, super optimizado para motores de busca.

Não procure por podcasts de outras pessoas. Os podcasts não são tão importantes para SEO como os vídeos do YouTube.

Use apenas se tiver a produzir o seu próprio podcast.

Capítulo 7: Crie Links Internos

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Os links internos ajudam para o SEO de duas maneiras:

Quando os leitores do seu blog clicam para outras páginas do seu site, isso dá um sinal positivo aos motores de busca.

Os visitantes estão a interagir com o seu conteúdo, o que mostra que os seus artigos são relevantes, e ajuda os leitores a navegar no seu site.

Você pode confirmar estas métricas no Google Analytics, olhando para o tempo médio de visita e a taxa de rejeição.

Para além disso, os links são também “votos” para a página que direcionam.

Uma técnica fantástica para alavancar os links internos é alimentar os seus artigos mais completos e compreensivos com links vindos de vários outros artigos do seu blog…

Criando "silos" de conteúdo, e dando uma força extra aos seus artigos mais completos, que estarão em teoria a competir por palavras-chave mais competitivas.

Quando criar um link, evite escrever “saiba mais aqui”, e definitivamente não ponha o link na palavra “aqui”.

Em vez disso, “venda” o conteúdo que está a linkar numa frase que inclua a palavra-chave da página em questão.

Tudo isto são sinais que dará aos motores de busca sobre a relevância do seu conteúdo, e os tópicos-chave do seu blog.

Capítulo 8: Optimize a Estrutura dos Seus Artigos

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É importante estruturar o seu conteúdo de maneira a fazer com que seja fácil de ler, e que mantenha os leitores na página.

Se o seu artigo não tiver um bom fluxo visual, vai exigir esforço por parte do leitor, provocando na maioria das vezes desistências...

O seu objetivo será portanto criar conteúdo fácil de ler, fácil de digerir, coerente e organizado.

Vejamos um exemplo, que eu normalmente adapto nos meus artigos:

1) Inclua uma imagem que explique o tópico do artigo, e inclua o título do artigo nessa imagem

2) Inclua o seu título H1, que inclui a sua palavra-chave principal

3) Escreva uma introdução de cerca de 200 palavras, que crie curiosidade, mantenha o leitor interessado, e explique o que o leitor vai ganhar ao ler o artigo

4) Inclua um título H2, onde incluirá o seu sub-título

5) Inclua uma imagem abaixo do seu título H2, para visualizar o que vai ser discutido nessa parte

6) Se tiver algumas ideias para suportar o seu H2, inclua títulos H3 onde por acrescentar mais 150-200 palavras sobre cada sub-tópico

7) Siga a mesma estrutura no resto do seu artigo para dar um fluxo visual atraente e lógico, e manter o leitor interessado e entretido.

Ah, e não se esqueça de incluir pelo menos um vídeo que explique um ponto importante em detalhe!

Capítulo 9: Link Building: Toda a Verdade

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É verdade que os backlinks (links externos a direcionar para o seu website) são um fator importante de SEO.

No entanto, os motores de busca não gostam que as pessoas estejam a “construir” links, e muito menos a comprar links ou a pagar para fazerem guest posts.

Essas técnicas “black hat” são extremamente arriscadas, e cada vez mais castigadas pelos motores de busca.

Se o fizer, o seu site correrá o risco de ser banido para sempre dos motores de busca, deitando abaixo todo o seu esforço, tempo e energia investidos.

Mas qual então a maneira correta de ganhar links para o seu site?

Escrever conteúdo de qualidade.

Conteúdo que não existe em mais lado nenhum, e que difícil de bater...

E as pessoas não terão outra alternativa que não incluir um link para o seu conteúdo.

Obviamente que pode acelerar este processo, se fizer outreach de qualidade a páginas importantes do seu nicho de mercado.

Mas escolha apenas sites com autoridade de domínio alta, que não peçam dinheiro por links, e que tenham boa reputação.

Não basta ter links, precisa de ter links de qualidade a apontar para o seu site.

Se tiver um link de um website que mais tarde seja banido por spam, isso terá um impacto negativo para o seu SEO.

Apenas links de websites com boa reputação darão sinais positivos aos motores de busca, indicando que o seu blog tem de facto qualidade e acrescenta valor.

E quando fizer outreach, não comece logo por pedir algo.

Use a estratégia de preeminência, e acrescente valor primeiro.

Mostre que está genuinamente interessado em criar uma relação, em ajudar a criar uma comunidade, e que não quer apenas pedir algo…

E quando chegar o momento certo, e o seu artigo for relevante para a audiência da pessoa em questão, faça o seu pedido.

Veja o vídeo abaixo, onde o Brian Dean explica exatamente como fazer outreach, e o que dizer nos seus emails:

Apareça nos Resultados de Pesquisa dos Motores de Busca

resultados de pesquisa, curso seo

Depois de implementar os passos deste curso, terá um título e descrição optimizados para o clique, conteúdo bem escrito e focado em palavras-chave, títulos optimizados, e artigos multimédia.

Mas isso não significa que aparecerá no topo dos resultados de pesquisa de um dia para o outro.

Apenas um artigo num ano não irá criar grandes resultados…

Você irá precisar de criar conteúdo regularmente, durante longos períodos de tempo, para começar a ver resultados.

Talvez queira publicar 3 artigos por semana, o que já é bom…

Mas se começar um desafio 90 dias e criar um artigo todos os dias, será épico!

Lembre-se que a sua concorrência está a publicar conteúdo de qualidade frequentemente…

Para ter sucesso você terá que trabalhar mais, de maneira mais consistente, e mais regular!

Assim que as pessoas começam a perceber a sua mensagem, e o seu conteúdo começa a ajudá-las a resolver os seus problemas, irão querer manter o contacto e saber o que mais tem para oferecer.

É aqui que entra o poder de uma lista de emails e do email marketing:

Você irá querer continuar essa relação e fazer com que a sua audiência conheça, goste e confie em si.

Isso é tudo o que precisa para dominar o seu nicho de mercado, por mais competitivo que seja.

Mas lembre-se:

Trata-se de um processo lento.

O SEO não é uma maneira de “enganar” os algoritmos dos motores de busca, por isso não se foque demasiado nos detalhes.

Comece a criar conteúdo de qualidade em massa, seguindo os passos deste curso de maneira consistente durante longos períodos de tempo.

O resultado será um negócio de sucesso e sustentável por muitos e muitos anos.

Diga-me o que acha, e partilhe as suas experiências!

Um abraço,

-Tiago “people optimization” Faria

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Como Criar um Blog de Sucesso em Apenas 7 Simples Passos

Será que deve começar um blog?

Uma das melhores coisas da internet é a incrível quantidade e variedade de blogs que temos acesso.

É possível encontrar blogs em qualquer nicho imaginável…

E estes são uma plataforma incrível de educação, inspiração e criação de comunidades.

Criar blogs é benéfico tanto para empresários, empreendedores, escritores, ou mesmo para pessoas que queiram partilhar um hobby ou experiência de vida valiosa.

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No entanto, para se criar um blog de sucesso é necessária dedicação, consistência e tempo

Mas os benefícios desses esforços podem ser extremamente recompensadores.

Neste artigo vou revelar-lhe os 7 passos essenciais que você precisa de seguir para criar o seu próprio blog.

Se decidir seguir este guia, estes 7 passos irão ser úteis para lhe ajudar a evitar os erros mais comuns, e ultrapassar os obstáculos que advêm.

Mas antes de começarmos, considere estes dois pontos importantes:

Qual é a sua Motivação para Começar um Blog?

Criar conteúdo de qualidade consistentemente para um blog é uma responsabilidade tremenda.

Irá precisar de dedicação por longos períodos de tempo, persistência e consistência até começar a ver resultados.

E quando começar a ver resultados, não pode parar!

Lembre-se que você será um parceiro para os motores de busca.

E essa relação é mutuamente benéfica:

Você cria conteúdo de qualidade que responda às perguntas dos utilizadores dos motores de busca, fazendo com que voltem mais vezes, e que sejam expostos a mais anúncios...

E como consequência, os motores de busca irão compensar enviando tráfego para o seu website.

Portanto, se realmente quer começar um blog, lembre-se que será algo que terá que fazer consistentemente para manter essa relação viva e frutífera.

Antes de começar, pense na sua motivação para criar o blog.

É porque quer começar a fazer dinheiro?

É porque quer partilhar a sua opinião com o mundo?

É porque gosta de ajudar pessoas a ultrapassar os seus problemas?

É porque gosta de um tópico em específico e quer partilhar os seus conhecimentos?

Considere seriamente estas perguntas…

Uma vez que se a sua motivação for apenas a primeira (dinheiro), simplesmente não funcionará.

Monetizar um blog é um processo longo e trabalhoso…

Mas se genuinamente adorar o tópico do seu nicho de mercado, a sua audiência, e se estiver disposto a escrever conteúdo de qualidade consistentemente…

O potencial é tremendo!

​Você Não Precisa de Ser um Especialista para Começar

Muitos de nós sentimos paixão por um tópico específico…

Mas nunca começamos um blog... por termos medo.

Medo de não saber o suficiente sobre um tópico, ou medo de não ter as qualificações necessárias.

Mas, e depois?

Se você realmente gosta do tópico, sente que tem algo para dar ao mundo, e está disponível para trabalhar duro e de maneira inteligente

Terá sucesso.

Simplesmente comece a escrever.

Comece o seu desafio 90 dias de marketing de conteúdo, e verá que as ideias começam a aparecer e a confiança a subir.

Bom, se depois de pensar bem nestes dois pontos importantes sentir que é isto que realmente quer…

Comecemos então pelo primeiro passo:

1) Escolha o Domínio para o Seu Blog

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Escolher o domínio do seu blog é um dos passos mais importantes.

O nome deve ser fácil de lembrar, fácil de escrever, e deve “soar bem”.

Decida se quer usar o seu nome próprio (como o caso do meu blog) ou uma marca.

Se planeia ser visto como um especialista, criar infoprodutos, publicar livros, ser convidado para seminários e workshops, etc., usar o seu nome próprio é o ideal.

Por outro lado, usar o seu nome dar-lhe-á flexibilidade no futuro se quiser começar a cobrir mais tópicos/nichos.

O lado negativo é que se no futuro quiser vender o seu blog, será mais complicado uma vez que você é a marca (e não fará mais sentido sem você).

No caso de criar um blog com nome de marca, será o ideal se quiser focar-se num nicho bastante específico como “Bitcoin” ou “Dieta Cetogénica”...

Pelo que o nome do blog deverá então refletir esse tema.

2) Escolha a Plataforma do Seu Blog

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A escolha da plataforma na qual vai criar o seu blog é também crucial.

Deve ser uma plataforma de confiança e escolhida a dedo…

Uma vez que não existe nada pior do que criar um blog inteiro, e ver a plataforma fechar a sua conta sem qualquer razão…

E é por isso que na minha opinião a única solução viável é o WordPress.org.

O WordPress é incrivelmente fácil de usar e customizar de acordo com as suas preferências.

Para além disso, os motores de busca adoram a plataforma (experimente por si mesmo ver em que plataformas foram criados os websites que aparecem no topo das pesquisas, usando a opção “View Page Source”...).

Por outro lado, é continuamente mantido por um exército programadores voluntários em todo o mundo que atualizam, melhoram a segurança e constroem novas funcionalidades.

E o melhor de tudo?

É totalmente grátis!

Na verdade, o WordPress é um dos projetos open source mais bem sucedidos de sempre!

No entanto, criar um blog profissional nunca é verdadeiramente grátis.

Precisa de um domínio (como viu no passo anterior), precisa de um servidor para alojar o seu blog, e precisará mais cedo ou mais tarde de um tema pago e de plugins pagos (como por ex. carrinho de compras).

Mas mesmo assim, quando comparado com plataformas tudo-em-um como o Wix, Webnode ou Squarespace, o WordPress.org é mais economicamente viável e 10X mais poderoso!

Para além de o seu blog ser completamente seu, para sempre (ao contrário das plataformas tudo-em-um, onde o seu blog será sempre propriedade dessas plataformas).

3) Escolha o Alojamento Web para o Seu Blog 

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Pense no alojamento web do seu blog como se fosse um apartamento que aluga.

Você aluga espaço na empresa de alojamento web num dos seus servidores, que é mantido e gerido para que o seu blog esteja online 24h por dia.

Recomendo vivamente o A2Hosting.com, uma vez que o seu apoio ao cliente é de excelência (obtenho sempre respostas em 2 horas)...

Instalam o WordPress por si, é fácil de usar, e é bastante acessível (o plano básico começa nos €3.38/mês!).

Se quiser garantir que o seu blog carrega rapidamente, pode escolher a opção “Turbo”, mas para começar a versão básica é mais do que suficiente.

Quando compra o pacote WordPress, o A2Hosting instala o WordPress na sua conta por si gratuitamente.

5 estrelas!

4) Escolha o Tema do Seu Blog Personalizado

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O tema do seu blog irá ditar o estilo, design, cores e aspecto geral.

O WordPress inclui vários temas gratuitos, e existem também temas pagos que são desenvolvidos por developers externos.

Mas o que é de facto importante realçar, é que a qualquer momento pode editar e mudar o aspeto do seu tema…

Portanto não se preocupe muito com o aspecto ao início.

O que realmente importa é o conteúdo.

Assim que começar a ganhar ritmo a criar conteúdo de qualidade, pode então começar a melhorar o design e look to seu blog.

Escolha um tema básico que pareça profissional, e comece a escrever…

Mas assim que o seu blog está já ganhou impulso e está a ganhar tracção, chegará a altura de pensar em temas premium.

Há um tema específico que recomendo vivamente: Thrive Themes.

Este oferece uma variedade de temas, mas o aspecto mais importante do Thrive Themes é o facto dos temas serem extremamente rápidos e leves.

Por outro lado, oferecem ferramentas de marketing incríveis como email opt-ins (para criação de lista de emails), possibilidade de criar funis de vendas, fazer testes A/B, e muito mais.

Não é por acaso que a Thrive Themes denomina-se como “temas focados em conversões”.

No entanto, não se esqueça do mais importante:

Focar-se em criar conteúdo de qualidade, de maneira consistente e por longos períodos de tempo:

5) Criação de Conteúdo para o Seu Blog

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Este é de facto o passo crucial.

E porquê?

Porque nenhum blog pode obter sucesso se não criar conteúdo de qualidade consistentemente.

Uma coisa importante quando estiver a começar é produzir conteúdo extremamente focado num tópico específico do seu nicho de mercado.

Isto faz com que seja mais fácil para os motores de busca perceberem o tópico principal do seu blog e começarem a indexar as suas páginas nos resultados de pesquisa

Para além de ajudar a criar a sua base de leitores.

Outro objetivo será publicar artigos regularmente.

Pode escolher certos dias da semana para publicar, dependendo do tempo que tenha disponível…

Mas seja consistente!

E se estiver particularmente entusiasmado por começar, considere começar o tal desafio de 90 dias seguidos de criação de conteúdo (encontro-me no dia 66 na altura de escrita deste artigo!)

Uma boa ideia para quando estiver a dar os primeiros passos é fazer um brainstorm profundo e criar uma lista de potenciais tópicos para o seu conteúdo.

Isto irá ajudar a publicar conteúdo regularmente, perdendo menos tempo a procurar ideias no futuro.

2 coisas que irão ajudar a criar conteúdo de qualidade consistentemente:

Organização

Antes de começar a escrever um artigo, organize os seus pensamentos e escreva os pontos principais que quer desenvolver, seguindo uma ordem lógica.

Depois, comece por escrever a introdução, onde o seu foco deverá estar em descrever o que irá cobrir no artigo, e em criar curiosidade para o que aí vem.

De seguida, desenvolva os pontos principais que organizou ao início.

E por fim, escreva a conclusão que faz um resumo dos pontos que cobriu no artigo, e incentiva o leitor a deixar um comentário (ou a realizar uma ação específica que será benéfica para si).

Encontre a Sua Voz

Escolher um estilo de escrita e mantê-l0 consistentemente é crucial para criar uma audiência e obter reconhecimento imediato.

Decida qual vai ser a sua “grande ideia”, a sua mensagem principal que abrange todos os sub-tópicos, e relembre sempre os leitores do seu ponto de vista único.

Pode usar linguagem formal, ou informal.

Pode incluir humor, escrever na primeira pessoa ou terceira pessoa…

Escolha o tom mais adequado para o seu nicho e para a sua personalidade…

Mas mantenha sempre a consistência!

Edição do Seu Artigo

Não há nada pior do que ter um blog cheio de erros gramaticais ou lapsos.

Reveja sempre o seu artigo antes de publicar e, se possível, peça a uma terceira pessoa para o ler.

Ter mais olhos a olhar para o seu artigo é bastante útil, uma vez que poderão encontrar erros que lhe tenham escapado.

6) Plugins e Widgets

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Assim que tem todas as componentes do seu blog organizadas, pode então começar a incluir os extras: plugins e widgets.

Estes são ferramentas que pode instalar no seu painel de WordPress, que ajudarão a melhorar a performance e aparência do seu blog.

No caso dos plugins, tratam-se de ferramentas que os leitores não vêm, mas que ajudam o seu blog em termos de SEO, analytics, segurança, e optimizações variadas.

Em relação aos widgets, tratam-se de plugins que são integrados diretamente no seu blog e são visíveis aos leitores, tais como botões de redes sociais, calendários, galerias de fotos, etc.

Tanto os plugins como os widgets são ferramentas incríveis para melhorar a performance do seu blog, e para fazer com que pareça mais profissional, divertido, e fácil de interagir.

No entanto, tente controlar a quantidade de plugins que instala, uma vez que podem diminuir a velocidade do seu blog.

​7. Redes Sociais

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Para que possa crescer uma audiência, precisa de partilhar o seu conteúdo com regularidade.

Não há volta a dar. Precisa de aprender a utilizar as redes sociais onde os seus potenciais leitores congregam.

Retire aquilo que sinta que é a melhor citação do seu artigo, e inclua uma foto apelativa para partilhar no Instagram, Facebook, ou Pinterest.

Use essas citações e partilhe-as no Twitter, sempre incluindo um link para o seu blog.

As redes sociais são uma ferramenta poderosa que todos nós temos acesso gratuitamente.

Não perca a oportunidade de pôr o seu conteúdo em frente das pessoas que fazem parte do seu nicho de mercado…

Comece por uma rede social e domine-a. 

​Depois, passe para a seguinte... e assim sucessivamente.

Trabalhe mais do que a sua concorrência, publique com mais frequência e interaja mais com os utilizadores.

Só assim poderá criar uma audiência de fãs incondicionais.

​Concluíndo

Demasiadas pessoas criam blogs com o único intuito de fazer dinheiro…

O que é uma abordagem completamente errada.

A preguiça e impaciência aparecem quando apenas persegue o dinheiro...

Quando se apaixona pelo processo é quando as coisas começam a funcionar.

Como mencionei no início deste artigo, para verdadeiramente ter sucesso (em qualquer esfera de negócio, para ser honesto…) precisa de estar verdadeiramente comprometido em servir e ajudar uma audiência específica.

Se realmente estiver apaixonado pelo seu nicho de mercado, se criar conteúdo de qualidade consistentemente, e se criar uma ligação com os seus leitores…

Poderá com certeza fazer dinheiro com o seu blog!

Siga os passos descritos neste artigo, e dedique-se em exclusivo a criar conteúdo de qualidade, que resolva os problemas dos seus leitores e os ajude a alcançar os seus objetivos.

Se tem algum comentário ou sugestão que não tenha incluído aqui, por favor deixe um comentário!

Significaria o mundo para mim.

Um abraço,

-Tiago “o conteúdo é o caminho” Faria

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O que é o Inbound Marketing e Porque é Tão Importante Hoje em Dia

O que significa afinal o Inbound Marketing?

Trata-se basicamente de uma série de plataformas digitais onde você encontrará a sua audiência.

Exatamente nos locais onde congrega online: nas cerca de 9 apps que têm no seu smartphone.

E se o fizer da maneira correta, tornar-se-á na autoridade dominante do seu nicho de mercado por muitos e muitos anos.

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Neste artigo gostava de lhe mostrar como abordar o inbound marketing, e como o fazer de maneira a evitar erros comuns.

E que fará com que fique cada vez menos dependente d​a publicidade paga.

Criará ativos que irão gerar tráfego orgânico em auto-piloto, mesmo que tire uns meses de férias!

Tudo enquanto a sua máquina de marketing orgânica gratuita alcança novas audiências e as converte em clientes.

Eu próprio estou na fase inicial e ainda tenho muito para fazer, mas sei que estou no caminho certo…

Vejamos primeiro qual a grande diferença entre inbound e outbound:

Qual a Diferença Entre Inbound e Outbound Marketing?

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O inbound marketing é uma forma de marketing de atração.

Ou seja, estar presente nos locais onde a sua audiência está todos os dias, e criar conteúdo nativo nessas plataformas que atraia as pessoas para o seu "círculo de influência"…

Criando valor, resolvendo problemas e ajudando as pessoas a estarem mais perto de alcançar os seus objetivos

Para que as pessoas comecem a conhecer, gostar e confiar na sua marca.

No lado inverso, o outbound marketing é uma forma de marketing de interrupção.

Ou seja, criando anúncios que “interrompam” o que as pessoas estão a fazer online (como a ver novidades dos amigos nas redes sociais)...

E que persuadam os potenciais clientes a clicar no anúncio para tomar uma decisão rentável para a empresa.

Ambas as formas de marketing são úteis e necessárias para o sucesso de qualquer negócio.

No entanto, o inbound marketing tem a grande vantagem de ser gratuito (pago apenas com o seu tempo)...

Para além de criar ativos que lhe trarão resultados no futuro por longos períodos de tempo.

Inbound Marketing: Sequência de Interações com a Sua Audiência

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Todas as plataformas onde você cria conteúdo são micro interações que terá com a sua audiência.

São pontos no seu funil de vendas em que interage e comunica com potenciais clientes, clientes e fãs no seu nicho de mercado.

E estas interações são constantemente renovadas em cada plataforma, para manter a sua marca on top of mind.

Não basta criar alguns posts e deixar correr...

Para verdadeiramente suceder na era da atenção, você precisa de se tornar numa empresa de meios de comunicação

E publicar diariamente novo conteúdo para responder a mais perguntas da sua audiência, servir mais soluções, entreter mais, e encorajar mais e melhor do que toda a concorrência.

Sim, é um algo que dá trabalho.

Muito trabalho, para ser honesto…

Mas aí é que está o segredo:

Mais ninguém irá publicar tão frequentemente como você, ou a ajudar o seu nicho de mercado melhor do que você.

O Gary Vaynerchuk fala em “escalar o não escalável”...

Ou seja, focar-se mais do que os outros nas tarefas que dão mais trabalho e que não são possíveis de automatizar…

Tais como criar conteúdo fresco todos os dias, enviar mensagens privadas a influenciadores, ou responder a todos os comentários e emails.

Se há um ativo que todas as empresas e empreendedores têm em comum é o tempo.

Mas o que realmente faz a diferença é a maneira como o usamos para nos dedicarmos a quem realmente importa: a nossa audiência:

No entanto, se o inbound marketing for feito de maneira consistente e por longos períodos de tempo, você ganhará.

Estas interações diárias criarão uma legião de fãs, e a sua marca tornar-se-á incrivelmente impactante na vida da sua audiência.

Como Abordar o Inbound Marketing

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Antes de mais, é importante que perceba que não precisa (nem deve) começar a publicar em todas as plataformas logo de início.

Comece com uma plataforma, domine-a, e comece depois a expandir para outras plataformas de marketing.

O importante é começar, e ser consistente…

Sendo que o objetivo final será estar presente em todas as plataformas onde a sua audiência congrega e passa o seu tempo online…

Partilhando as suas filosofias, ideias, e pontos de vista para no fundo fazer a vida das pessoas que constituem a sua audiência um pouco melhor.

Mas isto não significa que deva publicar exatamente o mesmo conteúdo em todas as plataformas…

Cada plataforma é diferente e tem objetivos diferentes.

Antes de publicar em todo o lado, precisa de aprender e perceber cada plataforma.

Se fizer isto da forma errada, não estará a aproveitar todo o potencial do inbound marketing…

Não se trata de criar uma peça de conteúdo e espalhar por todas as redes sociais com o mesmo texto.

Isso é o que a vasta maioria das empresas fazem, pelo que lembre-se do mantra: “quando os outros fazem zig, você faz zag”!

Se interagir com as pessoas de forma nativa e customizada em cada uma das plataformas, irá colher os frutos do poder do inbound marketing.

Exemplos de Inbound Marketing Feito Corretamente

Para usarmos um exemplo simples, vejamos o caso de partilha de imagens.

Uma imagem no Instagram deve ser optimizada para o formato de um quadrado perfeito, para que se enquadre no design da plataforma.

No Pinterest, a imagem deve ser alta e fina para se ajustar ao formato da plataforma e às preferências dos utilizadores.

No Facebook a imagem é larga e menos alta, tal como se fosse um ecrã de televisão. Portanto, neste caso iríamos criar uma nova imagem exclusivamente para a plataforma.

A imagem pode ter exatamente as mesmas componentes… mas devemos criar versões diferentes e ajustá-las a cada uma das plataformas.

A ideia principal aqui é a necessidade de ajustar sempre o conteúdo que cria à plataforma em que vai publicar.

Imagine que publica um artigo no seu blog.

Todas as imagens criadas para esse artigo, serão recriadas para cada uma das plataformas…

E serão publicadas nativamente em cada plataforma, atraíndo (inbound) os utilizadores para o seu website.

Percebendo o Conceito de “Tempo de Vida Útil”

Se ler o conteúdo deste blog, irá perceber que falo bastante sobre marketing de conteúdo e optimização para motores de busca.

E há uma razão para isso:

O “tempo de vida útil” do conteúdo que publica.

Quando publica algo no Facebook ou Instagram, o tempo de vida útil desse post é bastante reduzido: na maior parte dos casos menos de 2 dias.

No entanto, se realmente se dedicar a criar um artigo de blog detalhado, de qualidade e que de facto acrescente valor à sua audiência…

(e fazendo uma pesquisa de palavras-chave detalhada)...

Esse artigo pode gerar tráfego vindo do Google durante anos e anos.

Por outro lado, se publicar um vídeo de igual qualidade e optimização, poderá receber milhares de views durante anos e anos…

E consequentemente tráfego vindo do YouTube por longos períodos de tempo.

Já deve ter reparado no padrão aqui…

O que tem o Google e YouTube em comum?

Pois bem, ambos são motores de busca (dica!).

​Percebendo o Timing de Cada Rede Social

As redes sociais vão e vêm.

Existe um padrão que acontece sempre, e que irá sempre acontecer:

Uma rede social aparece, começa a ter sucesso e a atrair utilizadores, e os marketers podem ter um alcance incrível apenas com posts orgânicos.

Nessa altura o mercado de atenção é extremamente atrativo, e o potencial é imenso devido ao facto de estar desvalorizado.

Não há melhor altura para investir em publicidade paga para captar toda a atenção possível enquanto ainda compensa.

No entanto, a partir do momento em que as empresas entram em massa na rede social e aumentam o “leilão” do preço por clique…

O alcance orgânico da rede social começa a ficar cada vez mais reduzido, e a publicidade começa a dominar…

E quando as multinacionais entram no “leilão”, o mercado fica sobrevalorizado e menos atrativo tanto para pequenas e médias empresas...

Como para muitos utilizadores que partem para outras redes sociais.

Portanto, qual é o segredo aqui?

Entender onde a atenção da sua audiência está a começar a convergir…

E aproveitar ao máximo enquanto essa atenção está desvalorizada!

Publicando conteúdo em massa, e duplicando o investimento publicitário enquanto o “leilão” é extremamente baixo.

Exemplo de Sequência de Interações de Inbound Marketing

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Peguemos de novo no exemplo de criação de artigo de blog.

Através da criação de um artigo você estará a alavancar o poder do tráfego orgânico nos motores de busca.

A maior parte das pessoas confiam no Google para lhes dar as respostas às suas perguntas mais prementes.

Pesquisam por problemas ou soluções…

E essas pessoas confiam nos resultados que aparecem no topo dos resultados de pesquisa.

Você tira o benefício dessa relação de confiança quando as pessoas clicam no seu link, e torna-se num parceiro do motor de busca.

Neste exemplo, essa será a primeira interação que a pessoa tem com a sua marca.

Mas apenas isso não chega...

Já ouviu falar da analogia de vendas em que é preciso 7 interações para se concretizar uma venda?

Precisa de manter o contato com as pessoas e dar sequência à relação…

Imagine então que essas pessoas começam no Google.

Pesquisam por uma frase, encontram o seu link, e vão ter a um dos seus artigos de blog.

Interação número 1: Lêem o seu artigo.

O seu artigo inclui um dos seus vídeos. Clicam no vídeo e abrem o YouTube.

Interação número 2: vêm o seu vídeo e pensam “wow, isto é realmente bom”.

Interação número 3: vêm outro vídeo seu no YouTube.

Interação número 4: no final do vídeo vêm que tipo de links de redes sociais tem na descrição, e clicam na sua página de Facebook.

Interação número 5: vêm a sua página de Facebook e pensam “wow, gosto mesmo disto”. Clicam em “Gosto” na sua página.

Interação número 6: vêm um link na sua página de Facebook sobre um novo artigo do seu blog, e clicam porque é relevante.

A este ponto estão de volta ao seu website.

Repare: num processo de 5 ou 1o minutos teve a oportunidade de ter 6 interações em diferentes plataformas.

Em plataformas que as pessoas confiam…

E agora confiam em si!

Algo mágico acontece nesta fase. As pessoas imergem com o seu conteúdo.

E quando entram na sua lista de emails, a relação evolui para um estado ainda mais profundo através de autoresponders e newsletters diárias…

Fazendo com que as pessoas se sintam identificadas com a sua marca, sintam rapport e proximidade.

​Esteja Presente Onde A Sua Audiência Congrega

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Estar presente onde a sua audiência está é essencial.

A sua audiência irá deparar-se com a sua marca porque você está presente onde ela está.

Esta irá interagir com o seu conteúdo, absorver as suas teorias e filosofias…

E irá começar a confiar em si.

Este caminho de múltiplas interações é feito para que quando avance para a venda, a sua audiência responda positivamente…

Uma vez que já acrescentou bastante valor, as pessoas estarão muito mais preparadas para tomar decisões rentáveis para a sua empresa.

Mas lembre-se:

Comece com uma plataforma, domine-a.

Depois, passe para a segunda plataforma, sem esquecer de continuar a criar conteúdo na primeira.

Domine ambas, e comece a aprender sobre a terceira plataforma.

E continue até escalar e estabelecer-se nas 5-6 plataformas onde a sua audiência passa mais tempo...

Mas não pare por aí!

Continue a aprender e a observar a sua audiência.

Onde irão congregar nos próximos 2-3 anos?

Quais as tendências mais promissoras?

E ataque-as logo de início, enquanto a atenção está desvalorizada.

Um abraço,

-Tiago “inbound é o caminho” Faria

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Como Criar Cursos Online de Forma Simples e Rápida

Criar cursos online a partir do nada pode parecer uma tarefa impossível à primeira vista.

Por onde começar? Como dividir e estruturar o curso? Em que ordem devo começar?

Estas perguntas e outras pairam pela sua cabeça e não permitem que comece a criar (o famoso cérebro-macaco em funcionamento).

Mas e se lhe dissesse que há uma maneira simples de criar um curso de maneira rápida e eficaz?

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Pois bem, neste artigo vou ajudar a resolver esse problema.

Com a fórmula que lhe vou mostrar poderá facilmente estruturar o seu curso, e organizar os seus pensamentos de maneira lógica…

Para que possa criar um curso online irresistível e começar a vender o mais rapidamente possível!

Outro grande benefício desta fórmula é que pode ser usada não só para cursos online, mas também para “lead magnets”, criação de apresentações, seminários, workshops…

Tudo aquilo que envolva educação!

Potencialmente também livros, mas para isso tenho outra fórmula que torna o conteúdo mais envolvente e cativante.

Antes de começarmos, veja o vídeo abaixo, onde o Ramit Sethi explica os benefícios de criar cursos online e o que realmente importa no momento de criação:

A Fórmula de Fuga e Chegada

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O Frank Kern (um dos meus “mentores” de estimação) desenvolveu a teoria de que todas as pessoas estão simultaneamente a fugir de algo (situação atual) e a chegar a algo (situação ideal).

Quando criamos produtos ou cursos estamos a ajudar as pessoas a saírem da sua situação atual (que normalmente é indesejada), e estamos a ajudá-las também a chegar onde querem chegar (atingir os seus objetivos).

Daí o nome: “Fuga e Chegada”.

Com esta fórmula é possível criar o esboço geral do seu curso de forma simples, e claramente expor o que é preciso para levar as pessoas do ponto de fuga até ao ponto de chegada.

Este esboço irá mostrar quais os passos necessários para se atingir o resultado final, de forma lógica e estruturada…

E de forma visual, o que torna as coisas ainda mais simples.

Pegue num bloco de notas e escreva a letra “F” no lado esquerdo (o que representa a situação que os seus potenciais clientes querem afastar-se)...

E do lado direito escreva a letra “C” (que representa a situação a que os seus potenciais clientes querem chegar).

Desenhe uma linha a ligar as duas letras, e comece a anotar os passos necessários para a obtenção do objetivo final, de forma lógica e/ou cronológica.

Aqui é onde deve usar os seus conhecimentos sobre o seu nicho de mercado e público-alvo.

Imagine que o seu nicho de mercado é a criação de websites em WordPress.

Usando esta fórmula, pode organizar os seus pensamentos e esboçar aquilo que a sua audiência precisa de saber e fazer para poder atingir o seu objetivo…

Ou seja, fazer com que passem da situação “sem website em WordPress” para “com website em WordPress” de forma rápida e eficaz.

Podia por exemplo esboçar da seguinte forma, usando uma linha de tempo:

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Criando o Conteúdo Base para o Seu Curso Online

Assim que tem a sua visão geral como na imagem acima, terá listado tudo aquilo que a sua audiência tem que fazer para passar da situação “sem website em WordPress” para “Com website em WordPress”.

Nesta fase não se preocupe se achar que alguns dos passos não são do seu interesse….

O que interessa aqui é pôr todos os passos que lhe vêm à cabeça, oferecendo uma visão geral.

Depois disso, pode então olhar para a linha de tempo que criou e decidir quais as áreas que realmente são importantes para a sua audiência, e quais as áreas em que pode realmente ajudar as pessoas…

E focar o seu curso apenas nessas áreas essenciais.

Por outro lado, pode também decidir o que é que vai ser o seu “lead magnet”...

Ou seja, o que é que vai oferecer à sua audiência como opt-in em troca do seu contacto de email.

Este lead magnet deverá resolver uma parte importante do “puzzle” e transmitir uma experiência positiva sobre a sua marca…

Com isto, o potencial cliente estará mais preparado para comprar o seu curso, uma vez que você terá provado que é capaz de ajudá-lo a resolver os seus problemas.

No exemplo acima, este lead magnet poderia ser o primeiro passo “Comprar domínio e servidor”, mostrando como o fazer e quais as melhores opções.

Esta oferta iria portanto ajudar a sua audiência a começar o seu caminho e a ter as bases para criar o seu site em WordPress rapidamente…

Fazendo com que as pessoas comecem a conhecer, gostar e confiar na sua marca, e queiram aprender mais!

Criando os Sub-Passos do Seu Curso Online

Assim que tiver decidido qual é a estrutura ideal para o seu curso, e quais os passos gerais necessários, precisará de se focar nos detalhes de cada passo…

E em como criar lições que ajudarão a sua audiência a atingir o seu objetivo final.

Nesta fase, deverá focar-se em cada passo da sua linha de tempo original, e criar uma nova linha de tempo por cada passo…

Delineando quais os sub-passos necessários.

Vejamos por exemplo o terceiro passo do nosso exemplo acima, “Instalar um Tema”:

Iríamos criar uma nova linha de tempo com cada sub-passo necessário para instalar um tema WordPress:

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Estes seriam então os sub-passos necessários para as pessoas atingirem o objetivo de terem um tema instalado no WordPress.

Assim que tiver criado uma linha de tempo para cada um dos passos, poderá então avançar então para a criação dos módulos e das lições.

Criando Módulos e Lições para o Seu Curso Online

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Nesta fase já terá o esboço do seu curso criado, assim como os passos que a sua audiência tem que completar para atingir o objetivo final.

Terá também criado os sub-passos necessários para cada um desses passos.

Com isto, terá tudo aquilo que precisa para criar os seus módulos e lições.

Cada passo da sua linha de tempo principal, será um módulo…

E cada sub-passo, será uma lição.

Foque-se em criar um módulo de cada vez, e uma lição de cada vez.

Use uma plataforma de sua preferência, como o PowerPoint ou o Google Slides.

Crie um slide por cada lição, sendo que cada sub-passo terá que ser completado para que o utilizador passe para o módulo seguinte.

Assim que tiver todas as lições e módulos completos, reveja tudo.

Se ler tudo em voz alta, poderá facilmente identificar se algo está fora do sítio ou se alguma coisa não faz sentido, para garantir que a sua mensagem é coerente.

Com isto, terá delineado cada passo de maneira eficaz e eficiente, e terá criado um curso online que realmente faça a diferença na vida do seu público-alvo.

​Crie o Seu Primeiro Curso Online Hoje

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Não espere mais tempo!

Comece já a delinear o esboço do seu curso, usando a fórmula acima descrita.

Faça uma análise profunda ao seu público-alvo para compreender os seus desejos e frustrações.

Decida qual o objetivo final que quer ajudar a sua audiência a atingir, faça o esboço dos passos e crie os sub-passos.

Faça isto, e em poucas horas terá a estrutura do seu curso criada…

Verá que será muito mais fácil começar a escrever o conteúdo!

E importante:

Não se esqueça de pensar no seu lead magnet.

Este irá atrair as pessoas para o conteúdo do seu curso, e convencê-las a investirem para poderem obter o objetivo desejado.

Mas garanta que o seu conteúdo gratuito resolve de facto parte do grande problema da sua audiência, e que seja suficientemente convincente para levar as pessoas à fase seguinte: o seu curso pago.

E pronto, esta é a maneira simples e rápida de criar cursos online.

Com esta fórmula conseguirá organizar os seus pensamentos, e apresentar uma mensagem coerente e lógica…

E o resultado será o sucesso tanto para si como para a sua audiência!

Um abraço,

-Tiago “professor” Faria

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A Única Ferramenta que Precisa para Aumentar a Velocidade do Seu Site

A velocidade do seu site tem um impacto direto na sua presença nos motores de busca, e é um dos elementos importantes de SEO.

Os motores de busca “olham” com atenção para a velocidade de carregamento do seu site…

E recompensam mais os sites que carregam rapidamente, mesmo que todas as outras componentes de SEO estejam iguais.

Ou seja, mesmo que o seu site tenha a mesma autoridade de domínio, autoridade de página, e todos os outros fatores de ranking sejam iguais a um site concorrente…

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Se o seu site carregar em 5 segundos, e o site concorrente carregar em 1 segundo, o concorrente provavelmente obterá um melhor ranking nos resultados de pesquisa.

Por outro lado, existe o lado humano da questão.

O tempo médio de atenção das pessoas é cada vez mais curto, pelo que se o seu site demorar 5 segundos a carregar, o resultado pode muito bem ser perder um potencial cliente.

Neste artigo vou partilhar consigo uma plataforma que pode usar gratuitamente para analisar a velocidade do seu site, e facilmente identificar as áreas que estarão a ter impacto negativo na velocidade de carregamento.

Existem pequenos ajustes que podem ser facilmente executados, para que o seu site possa carregar rapidamente no browser dos seus visitantes.

Comecemos pela ferramenta essencial para a sua análise:

Ferramenta de Análise de Velocidade de Sites: GTmetrix.com

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O GTmetrix é uma ferramenta gratuita (freemium) que lhe permite analisar a velocidade de qualquer página do seu site.

Mas mais importante do que apenas analisar, fornece-lhe também recomendações práticas sobre como optimizar cada detalhe.

Assim que insere o URL da página que deseja analisar, o GTmetrix vai correr a sua página por diferentes análises, sendo as mais importantes a “PageSpeed” e algo chamado “Waterfall”.

A primeira coisa que verá será uma “nota” geral da velocidade da sua página.

Vejamos um exemplo dos resultados de uma página que precisa de optimização:

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Neste caso a página teve uma nota de “F” em PageSpeed.

As notas variam entre “A” (a melhor) e a “F” (a pior).

O PageSpeed é uma análise feita à performance “front-end” do seu site (ou seja, aquilo que é carregado no browser dos visitantes)...

Elementos como o código HTML, CSS, JavaScript, e multimédia (imagens, videos, etc).

Muitos destes elementos são facilmente controláveis e ajustáveis, e têm um impacto relevante na velocidade do seu site.

No entanto, a performance “back-end” (servidor e base de dados) não é analisada no GTmetrix, uma vez que é difícil de analisar e estandardizar (existem demasiadas variáveis).

Na imagem acima, repare que a página analisada tem um tempo de carregamento (Fully Loaded Time) de 5.0 segundos, o que é considerável (o ideal será chegar a 1 segundo).

Para além disso, a página tem 14.0MB de tamanho (Total Page Size), o que é tremendamente pesado (o ideal será chegar a 1MB!).

E finalmente, reparamos que faz 78 requests (número de “pedidos” feitos ao servidor por cada elemento da página), sendo que o objetivo aqui é fazer com que haja o menor número de pedidos possível.

Ou seja, este site não foi optimizado para a velocidade e precisa de alguns ajustes.

A primeira coisa a fazer é anotar todas estas métricas, para estabelecer uma linha de análise para comparação futura.

Vejamos agora o que poderá estar a causar estes problemas, olhando para as recomendações mais comuns de PageSpeed:

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Serve Scaled Images (reduzir a dimensão das imagens)

A primeira recomendação que encontramos é “Serve scaled images” (com nota “F”), ou seja, reduzir a dimensão das imagens.

O que está a acontecer nesta página é que as imagens estão a ser inseridas na sua dimensão original, e muito provavelmente em dimensões demasiado grandes (como 4032x3024).

Apesar de a dimensão das imagens ser automaticamente ajustada em HTML ou CSS no site, a dimensão original da imagem é carregada sempre que a página abre num browser…

Consequentemente aumentando o tempo de carregamento da página.

Clicando na seta do lado esquerdo da recomendação, conseguirá ver exatamente quais as imagens que estão a afetar a velocidade, e qual a dimensão recomendada.

Enable gzip compression (activar compressão gzip)

A segunda recomendação também com nota “F” é “Enable gzip compression”.

Esta é bastante comum em todos os sites criados em WordPress e é também facilmente resolvida.

Activar a compressão gzip irá reduzir o tamanho dos ficheiros enviados pelo seu servidor, para que possam ser transferidos para o browser mais rapidamente.

E esta é uma alteração muito fácil de fazer no WordPress!

Alguns servidores já vêm com o gzip activado (ou incluem um plugin WordPress, como o A2 Optimized WP que o permite fazer), mas se não for o seu caso existem vários plugins que o permitirão activar facilmente, como o WP Rocket, ou o W3 Total Cache.

Defer parsing of JavaScript (adiar análise do JavaScript)

A terceira recomendação com nota “F” é “Defer parsing of JavaScript”.

Esta é também bastante comum e fácil de corrigir.

Para que uma página carregue, o browser tem que analisar os conteúdos incluídos nos tags de <script>, o que aumenta o tempo de carregamento da página.

Ao minimizar a quantidade de JavaScript necessária para renderizar a página, e ao adiar (“defer”) a análise ("parsing") do JavaScript até que seja necessário ser executado, é possível reduzir o tempo de carregamento inicial.

Para fazer esta alteração, pode usar os mesmos plugins de WordPress referidos acima, configurando a opção de “Minify JS Files”.

​Optimize images (optimizar imagens)

Outra recomendação importante e também bastante comum (mas que no exemplo desta página teve boa nota) é a de “Optimize images”.

Se carregar imagens no seu formato e resolução originais, cada imagem irá ter um tamanho considerável e diminuir a velocidade de carregamento do seu site.

Para diminuir o tempo de carregamento de cada imagem, precisa de optimizar para a web antes de adicionar no seu site.

O ideal será comprimir cada imagem para menos de 100KB de tamanho.

Pode fazer isto usando por exemplo o Photoshop (escolhendo a opção “Export” > “Save for Web”), ou os sites Optimizilla ou Tinypng (ideais para comprimir imagens sem perder qualidade visual).

Corrigindo apenas estas 4 recomendações já daria um salto na velocidade de carregamento do site e, como vê, são correções fáceis de efetuar.

Como Ver os Detalhes de Cada Elemento da Página: "Waterfall Chart" do GTmetrix

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A opção de “Waterfall” é onde poderá entrar nos detalhes específicos da página, e descobrir que elementos estão a desacelerar a velocidade de carregamento.

Pode parecer demasiado técnico, mas não se assuste!

É bastante simples e útil.

Tudo o que precisa de fazer é olhar para as barras mais longas.

Estas são basicamente uma representação visual do tempo que cada elemento/tarefa leva a carregar…

E cada linha na tabela representa um elemento/tarefa, estando ordenadas exatamente pela ordem de carregamento da página (a primeira linha é o primeiro elemento a ser carregado no browser).

Portanto, o objetivo aqui é encontrar as barras realmente longas e que superam 1 segundo, e investigar o que é esse elemento e como o corrigir (usando o nosso amigo Google!).

No caso acima podemos ver agora os resultados do meu site.

Vejo por exemplo que tenho um elemento chamado “wp-emoji-release.min.js”

Descubro que se trata de um ficheiro que o WordPress carrega automaticamente, para ajudar a carregar “emojis” (uma característica de blogging do WordPress)...

E que é um script que desacelera o carregamento da minha página.

Como sei que não preciso desse elemento, este é um ganho fácil!

Basta instalar um plugin que é bastante leve, chamado Disable Emojis (ou se preferir, alterar o código no ficheiro functions.PHP do seu tema).

Vejo também que um plugin que tenho instalado “Pinterest Pin-it Button” também demora mais do que 1 segundo a carregar…

Mas neste caso prefiro manter, uma vez que é um plugin importante para a minha estratégia.

Como vê, trata-se de um exercício que tem que fazer individualmente, e os resultados dependerão muito dos plugins que tenha instalado, da sua instalação WordPress, e também da sua estratégia.

Mas esta análise é extremamente útil para perceber exatamente que elemento impacta mais na velocidade da sua página…

E tomar ação!

Usando o seu melhor amigo Google para identificar o elemento, e descobrir a solução.

No entanto, uma recomendação:

Não perca demasiado tempo e energia a analisar a velocidade do seu site.

Mesmo quando corrige um elemento, aparecerá sempre outro que se torna no elemento que leva mais tempo a carregar.

Se entrar nesse caminho, perderá horas e horas desnecessárias, que poderia estar a dedicar ao que realmente interessa:

Criação de conteúdo relevante para a sua audiência!

Veja o vídeo abaixo do Matt Cutts, onde fala sobre a importância da relevância VS velocidade.

O vídeo já tem 8 anos, mas os princípios mantêm-se inalterados:

A velocidade do seu site é importante, mas tendo o essencial alinhado, pouco interessa aumentar 1 milésimo de segundo aqui e outro ali.

Dedique-se a criar valor para a sua audiência consistentemente, e com tempo corrija estes pormenores (eu diria que 3 ou 4 vezes por ano será o suficiente).

Um abraço,

-Tiago “velocidade furiosa” Faria

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Como Fazer Marketing nas Redes Sociais da Maneira Correta

Neste artigo gostava de explorar consigo o conceito de marketing nas redes sociais.

É um dado adquirido que hoje em dia, para verdadeiramente captar a atenção do seu público-alvo, você tem que estar presente onde este congrega:

Nas 9 apps que têm instaladas nos seus smartphones e que usam diariamente (que obviamente podem variar dependendo do seu nicho de mercado).

No entanto, a vasta maioria das empresas usa as redes sociais da maneira errada.

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O seu objetivo é normalmente vender diretamente produtos ou ganhar milhares de “followers”/”likes”.

Se o que está à procura neste artigo é um guia sobre como ganhar mais “followers” ou “likes” nas redes sociais, pode parar de ler agora.

Este artigo é sobre algo mais profundo e importante do que apenas ganhar “followers”.

Acredito piamente que o sucesso nas redes sociais advém de dois factores: dar e criar relações.

1) Dar

Usar uma rede social para pedir a centenas ou milhares de pessoas que não conhecem a sua empresa para comprar os seus produtos/serviços não é, nem nunca será eficaz.

Pode ter funcionado nos primórdios da internet, quando tudo era uma novidade, mas hoje em dia a atenção é escassa.

Em vez disso, o que deve fazer é fornecer conteúdo de qualidade.

Responder às perguntas mais prementes da sua audiência e aconselhar sobre aquilo que precisa de ouvir…

Se fizer isto alcançará um nível de proximidade com a sua audiência que a sua concorrência jamais alcançará.

Quando oferece algo que a sua audiência precisa, começa a ganhar a sua confiança e a desenvolver uma relação próxima.

A melhor estratégia de marketing nas redes sociais é aquela que - não aquela que pede.

2) Criar Relações

O propósito das redes sociais é ligar e conectar pessoas.

Se a sua presença no Instagram se resume a pedir que os seus followers cliquem no link da sua bio para comprarem os seus produtos, nunca terá a oportunidade de verdadeiramente conhecer a sua audiência.

Mas se olhar para o marketing nas redes sociais como um método de criar uma comunidade de pessoas com desejos e necessidades semelhantes…

Verá que as oportunidades começarão a aparecer.

Para além do mais, se usar as redes sociais para dar em vez de pedir, verá que criar relações interpessoais se torna incrivelmente fácil.

Aprender a criar conteúdo consistentemente e construir uma comunidade através das redes sociais demora meses…

No entanto, se você (e a sua equipa) tiver paixão pelo tópico do seu nicho, e se se comprometer a criar conteúdo valioso, terá sucesso garantidamente.

Vejamos então as 5 plataformas mais eficazes para a sua estratégia de marketing nas redes sociais, e como usá-las para criar uma comunidade de fãs incondicionais.

Ah, e tenho um bónus para si no final!

A melhor dica de todas, na verdade...

Facebook

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Hoje em dia já não é possível obter um alcance orgânico ilimitado no Facebook como há uns anos atrás.

No entanto, isto não significa que o Facebook já não é valioso e que já só compensa fazer Facebook Ads.

Significa simplesmente que temos que repensar na maneira como o utilizamos.

Portanto, como podemos criar uma comunidade e dar (valor) à nossa audiência?

Imagine o Facebook como se fosse um café da “A Padaria Portuguesa”:

Um local onde as pessoas se encontram, e se sentam em diferentes grupos a falar sobre tópicos mundanos.

Você não pode simplesmente entrar no café e começar a pedir às pessoas que comprem o seu produto…

E a mesma coisa se aplica às redes sociais: é importante perceber a razão pela qual as pessoas vão para as redes sociais, e construir relações e acrescentar valor antes de pedir que façam algo do seu interesse.

A melhor maneira de criar comunidades e aumentar o alcance orgânico no Facebook é neste momento usando o Facebook Live e os grupos do Facebook.

Com estas plataformas pode aumentar o seu alcance, e criar comunidades de pessoas que partilham as mesmas necessidades e desejos.

Pinterest

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O Pinterest é uma das redes sociais mais desvalorizadas.

Normalmente é associado a fotos de roupa, de comida, ou de animais domésticos.

Mas quando usado da forma correta, é uma fonte incrível de tráfego para o seu site.

O Pinterest é na verdade um motor de busca visual, onde o pesquisador encontra imagens chamadas “pins”.

Estes “pins” são como portas de entrada para o peças de conteúdo no seu site, usando um truque que revelarei num artigo futuro.

Mas lembre-se que a chave está em direcionar os utilizadores para conteúdo útil…

Onde poderá então introduzir o visitante na sua “esfera de influência”.

Não caia na tentação de vender produtos no Pinterest!

Instagram

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Atualmente esta é uma das redes sociais mais em voga.

Uma coisa que foi muito bem feita (veremos até quando…) é o facto de o Instagram dificultar ao máximo o spam (ao contrário do Facebook).

Por ter consideravelmente menos spam, não permitir incluir URLs nos posts, e por (ainda) não estar invadida por posts patrocinados...

Ainda é relativamente fácil diferenciar-se da concorrência e criar uma comunidade.

A chave no Instagram é criar relações pessoais.

Mas antes de mais evite cair na tentação de seguir demasiadas pessoas para tentar aumentar o seu alcance...

Em vez disso, foque-se em seguir influenciadores importantes do seu nicho de mercado.

Depois, comece a comentar e a “gostar” consistentemente dos posts desses influenciadores.

Uma vez que o Instagram ainda tem muito menos “ruído” do que o Facebook, é mais fácil de reconhecer as pessoas que comentam frequentemente os seus posts.

Quando está a tentar criar uma relação com um influenciador, não envie uma mensagem privada imediatamente.

Vá devagarinho, nutra a relação primeiro através de interações constantes com os seus posts…

Mas não se limite a comentários como “bom post!”.

Perca alguns segundos a tentar acrescentar algum valor e escrever algo relevante, para se diferenciar do resto.

Veja no vídeo abaixo o Gary Vaynerchuk a mostrar como pôr em prática esta estratégia, usando um caso real:

YouTube

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O YouTube é também uma plataforma bastante eficaz para a sua estratégia de marketing nas redes sociais.

O YouTube é um misto muito interessante:

Tal como o Pinterest, o YouTube é uma mistura entre rede social e motor de busca…

E é uma plataforma onde as pessoas pesquisam por respostas às suas dúvidas “como fazer X”.

Mas também tal como o Instagram, o YouTube é ótimo para criar relações com pessoais com influenciadores no seu nicho, através dos comentários.

Adicionando a isto o facto de ser um meio de comunicação audiovisual faz com que a plataforma seja um poderoso meio para propagar o seu conteúdo…

E obter tráfego para o seu site.

Mas não se esqueça: não use o YouTube para tentar vender diretamente produtos.

Em vez disso, forneça conteúdo de qualidade e ajude as pessoas a resolver os seus problemas.

Email

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O Email é na verdade a rede social original.

O potencial incrível de construir relações próximas é completamente inexplorado pelas empresas, e por isso sou um defensor acérrimo deste meio de comunicação.

Se olhar para a sua lista de emails como se fosse uma lista de amigos, o seu potencial triplica.

A vasta maioria das empresas olha para o email como um meio de enviar promoções, em newsletters mensais ou trimestrais.

No entanto essa estratégia é completamente inútil, e as pessoas hoje em dia estão completamente imunes a emails promocionais.

Em vez disso, envie emails à sua lista tal como enviaria aos seus amigos, partilhando ideias, novidades, dicas, e conteúdo útil.

Com esta relação criada, será infinitamente mais fácil fazer com que as pessoas comprem os produtos/serviços que sugira à sua lista, uma vez que já terá ganho a confiança das pessoas.

Se conseguir partilhar detalhes da sua vida (sim, da sua vida pessoal, e não em nome da empresa), e contar histórias de maneira significativa, ao mesmo tempo que envia esses emails para milhares de pessoas…

Verá que o email é um dos canais mais eficazes para gerar tráfego para o seu site.

Trate o email como se fosse uma rede social onde partilha regularmente conteúdo positivo e interessante, em vez de enviar as newsletters comuns…

Surpreender-se-á com as qualidade de relações que criará com a sua audiência.

​Dica Adicional: Pesquisa de Palavras-Chave e os Motores de Busca

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Se o seu objetivo é acrescentar valor com conteúdo que alcance o maior número possível de pessoas no seu nicho…

Não há volta a dar:

Você tem que dominar a pesquisa de palavras-chave e os motores de busca.

Descobrir quais são as palavras-chave que são mais pesquisadas no seu nicho de mercado é essencial.

E assim que as descobrir, escreva artigos de blog usando esses termos.

Muitas vezes a pesquisa de palavras-chave ajuda a decidir não só o que escrever, mas também ajuda a dominar a sua presença nos motores de busca.

E quanto mais cedo começar a integrar a pesquisa de palavras-chave no seu negócio, melhor!

Na minha opinião, não há nada mais eficaz para ajudar a crescer a sua audiência.

Se vê que existe uma pergunta relacionada com o seu negócio que é pesquisada por milhares de pessoas, e que não existe conteúdo de qualidade que responda a essa pergunta…

E se você criar esse conteúdo, o Google vai notar e mais cedo ou mais tarde o seu site começará a aparecer no topo dos resultados de pesquisa.

Sim, leva tempo até que comece a ver tráfego significativo.

O Google precisa de ver que você é um verdadeiro parceiro e que produz conteúdo de qualidade consistentemente

Mas assim que isso acontece, os seus posts irão gerar tráfego durante anos e anos…

De forma totalmente gratuita!

E pronto.

No fundo, como vê, a chave para o sucesso no marketing nas redes sociais resume-se a dar mais do que pede, e a criar relações significativas.

Se fizer estas duas coisas genuinamente, o resultado só pode ser um:

Sucesso.

Um abraço,

-Tiago “altruísta” Faria