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A Única Ferramenta que Precisa para Aumentar a Velocidade do Seu Site

A velocidade do seu site tem um impacto direto na sua presença nos motores de busca, e é um dos elementos importantes de SEO.

Os motores de busca “olham” com atenção para a velocidade de carregamento do seu site…

E recompensam mais os sites que carregam rapidamente, mesmo que todas as outras componentes de SEO estejam iguais.

Ou seja, mesmo que o seu site tenha a mesma autoridade de domínio, autoridade de página, e todos os outros fatores de ranking sejam iguais a um site concorrente…

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Se o seu site carregar em 5 segundos, e o site concorrente carregar em 1 segundo, o concorrente provavelmente obterá um melhor ranking nos resultados de pesquisa.

Por outro lado, existe o lado humano da questão.

O tempo médio de atenção das pessoas é cada vez mais curto, pelo que se o seu site demorar 5 segundos a carregar, o resultado pode muito bem ser perder um potencial cliente.

Neste artigo vou partilhar consigo uma plataforma que pode usar gratuitamente para analisar a velocidade do seu site, e facilmente identificar as áreas que estarão a ter impacto negativo na velocidade de carregamento.

Existem pequenos ajustes que podem ser facilmente executados, para que o seu site possa carregar rapidamente no browser dos seus visitantes.

Comecemos pela ferramenta essencial para a sua análise:

Ferramenta de Análise de Velocidade de Sites: GTmetrix.com

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O GTmetrix é uma ferramenta gratuita (freemium) que lhe permite analisar a velocidade de qualquer página do seu site.

Mas mais importante do que apenas analisar, fornece-lhe também recomendações práticas sobre como optimizar cada detalhe.

Assim que insere o URL da página que deseja analisar, o GTmetrix vai correr a sua página por diferentes análises, sendo as mais importantes a “PageSpeed” e algo chamado “Waterfall”.

A primeira coisa que verá será uma “nota” geral da velocidade da sua página.

Vejamos um exemplo dos resultados de uma página que precisa de optimização:

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Neste caso a página teve uma nota de “F” em PageSpeed.

As notas variam entre “A” (a melhor) e a “F” (a pior).

O PageSpeed é uma análise feita à performance “front-end” do seu site (ou seja, aquilo que é carregado no browser dos visitantes)...

Elementos como o código HTML, CSS, JavaScript, e multimédia (imagens, videos, etc).

Muitos destes elementos são facilmente controláveis e ajustáveis, e têm um impacto relevante na velocidade do seu site.

No entanto, a performance “back-end” (servidor e base de dados) não é analisada no GTmetrix, uma vez que é difícil de analisar e estandardizar (existem demasiadas variáveis).

Na imagem acima, repare que a página analisada tem um tempo de carregamento (Fully Loaded Time) de 5.0 segundos, o que é considerável (o ideal será chegar a 1 segundo).

Para além disso, a página tem 14.0MB de tamanho (Total Page Size), o que é tremendamente pesado (o ideal será chegar a 1MB!).

E finalmente, reparamos que faz 78 requests (número de “pedidos” feitos ao servidor por cada elemento da página), sendo que o objetivo aqui é fazer com que haja o menor número de pedidos possível.

Ou seja, este site não foi optimizado para a velocidade e precisa de alguns ajustes.

A primeira coisa a fazer é anotar todas estas métricas, para estabelecer uma linha de análise para comparação futura.

Vejamos agora o que poderá estar a causar estes problemas, olhando para as recomendações mais comuns de PageSpeed:

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Serve Scaled Images (reduzir a dimensão das imagens)

A primeira recomendação que encontramos é “Serve scaled images” (com nota “F”), ou seja, reduzir a dimensão das imagens.

O que está a acontecer nesta página é que as imagens estão a ser inseridas na sua dimensão original, e muito provavelmente em dimensões demasiado grandes (como 4032x3024).

Apesar de a dimensão das imagens ser automaticamente ajustada em HTML ou CSS no site, a dimensão original da imagem é carregada sempre que a página abre num browser…

Consequentemente aumentando o tempo de carregamento da página.

Clicando na seta do lado esquerdo da recomendação, conseguirá ver exatamente quais as imagens que estão a afetar a velocidade, e qual a dimensão recomendada.

Enable gzip compression (activar compressão gzip)

A segunda recomendação também com nota “F” é “Enable gzip compression”.

Esta é bastante comum em todos os sites criados em WordPress e é também facilmente resolvida.

Activar a compressão gzip irá reduzir o tamanho dos ficheiros enviados pelo seu servidor, para que possam ser transferidos para o browser mais rapidamente.

E esta é uma alteração muito fácil de fazer no WordPress!

Alguns servidores já vêm com o gzip activado (ou incluem um plugin WordPress, como o A2 Optimized WP que o permite fazer), mas se não for o seu caso existem vários plugins que o permitirão activar facilmente, como o WP Rocket, ou o W3 Total Cache.

Defer parsing of JavaScript (adiar análise do JavaScript)

A terceira recomendação com nota “F” é “Defer parsing of JavaScript”.

Esta é também bastante comum e fácil de corrigir.

Para que uma página carregue, o browser tem que analisar os conteúdos incluídos nos tags de <script>, o que aumenta o tempo de carregamento da página.

Ao minimizar a quantidade de JavaScript necessária para renderizar a página, e ao adiar (“defer”) a análise ("parsing") do JavaScript até que seja necessário ser executado, é possível reduzir o tempo de carregamento inicial.

Para fazer esta alteração, pode usar os mesmos plugins de WordPress referidos acima, configurando a opção de “Minify JS Files”.

​Optimize images (optimizar imagens)

Outra recomendação importante e também bastante comum (mas que no exemplo desta página teve boa nota) é a de “Optimize images”.

Se carregar imagens no seu formato e resolução originais, cada imagem irá ter um tamanho considerável e diminuir a velocidade de carregamento do seu site.

Para diminuir o tempo de carregamento de cada imagem, precisa de optimizar para a web antes de adicionar no seu site.

O ideal será comprimir cada imagem para menos de 100KB de tamanho.

Pode fazer isto usando por exemplo o Photoshop (escolhendo a opção “Export” > “Save for Web”), ou os sites Optimizilla ou Tinypng (ideais para comprimir imagens sem perder qualidade visual).

Corrigindo apenas estas 4 recomendações já daria um salto na velocidade de carregamento do site e, como vê, são correções fáceis de efetuar.

Como Ver os Detalhes de Cada Elemento da Página: "Waterfall Chart" do GTmetrix

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A opção de “Waterfall” é onde poderá entrar nos detalhes específicos da página, e descobrir que elementos estão a desacelerar a velocidade de carregamento.

Pode parecer demasiado técnico, mas não se assuste!

É bastante simples e útil.

Tudo o que precisa de fazer é olhar para as barras mais longas.

Estas são basicamente uma representação visual do tempo que cada elemento/tarefa leva a carregar…

E cada linha na tabela representa um elemento/tarefa, estando ordenadas exatamente pela ordem de carregamento da página (a primeira linha é o primeiro elemento a ser carregado no browser).

Portanto, o objetivo aqui é encontrar as barras realmente longas e que superam 1 segundo, e investigar o que é esse elemento e como o corrigir (usando o nosso amigo Google!).

No caso acima podemos ver agora os resultados do meu site.

Vejo por exemplo que tenho um elemento chamado “wp-emoji-release.min.js”

Descubro que se trata de um ficheiro que o WordPress carrega automaticamente, para ajudar a carregar “emojis” (uma característica de blogging do WordPress)...

E que é um script que desacelera o carregamento da minha página.

Como sei que não preciso desse elemento, este é um ganho fácil!

Basta instalar um plugin que é bastante leve, chamado Disable Emojis (ou se preferir, alterar o código no ficheiro functions.PHP do seu tema).

Vejo também que um plugin que tenho instalado “Pinterest Pin-it Button” também demora mais do que 1 segundo a carregar…

Mas neste caso prefiro manter, uma vez que é um plugin importante para a minha estratégia.

Como vê, trata-se de um exercício que tem que fazer individualmente, e os resultados dependerão muito dos plugins que tenha instalado, da sua instalação WordPress, e também da sua estratégia.

Mas esta análise é extremamente útil para perceber exatamente que elemento impacta mais na velocidade da sua página…

E tomar ação!

Usando o seu melhor amigo Google para identificar o elemento, e descobrir a solução.

No entanto, uma recomendação:

Não perca demasiado tempo e energia a analisar a velocidade do seu site.

Mesmo quando corrige um elemento, aparecerá sempre outro que se torna no elemento que leva mais tempo a carregar.

Se entrar nesse caminho, perderá horas e horas desnecessárias, que poderia estar a dedicar ao que realmente interessa:

Criação de conteúdo relevante para a sua audiência!

Veja o vídeo abaixo do Matt Cutts, onde fala sobre a importância da relevância VS velocidade.

O vídeo já tem 8 anos, mas os princípios mantêm-se inalterados:

A velocidade do seu site é importante, mas tendo o essencial alinhado, pouco interessa aumentar 1 milésimo de segundo aqui e outro ali.

Dedique-se a criar valor para a sua audiência consistentemente, e com tempo corrija estes pormenores (eu diria que 3 ou 4 vezes por ano será o suficiente).

Um abraço,

-Tiago “velocidade furiosa” Faria

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Como Fazer Marketing nas Redes Sociais da Maneira Correta

Neste artigo gostava de explorar consigo o conceito de marketing nas redes sociais.

É um dado adquirido que hoje em dia, para verdadeiramente captar a atenção do seu público-alvo, você tem que estar presente onde este congrega:

Nas 9 apps que têm instaladas nos seus smartphones e que usam diariamente (que obviamente podem variar dependendo do seu nicho de mercado).

No entanto, a vasta maioria das empresas usa as redes sociais da maneira errada.

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O seu objetivo é normalmente vender diretamente produtos ou ganhar milhares de “followers”/”likes”.

Se o que está à procura neste artigo é um guia sobre como ganhar mais “followers” ou “likes” nas redes sociais, pode parar de ler agora.

Este artigo é sobre algo mais profundo e importante do que apenas ganhar “followers”.

Acredito piamente que o sucesso nas redes sociais advém de dois factores: dar e criar relações.

1) Dar

Usar uma rede social para pedir a centenas ou milhares de pessoas que não conhecem a sua empresa para comprar os seus produtos/serviços não é, nem nunca será eficaz.

Pode ter funcionado nos primórdios da internet, quando tudo era uma novidade, mas hoje em dia a atenção é escassa.

Em vez disso, o que deve fazer é fornecer conteúdo de qualidade.

Responder às perguntas mais prementes da sua audiência e aconselhar sobre aquilo que precisa de ouvir…

Se fizer isto alcançará um nível de proximidade com a sua audiência que a sua concorrência jamais alcançará.

Quando oferece algo que a sua audiência precisa, começa a ganhar a sua confiança e a desenvolver uma relação próxima.

A melhor estratégia de marketing nas redes sociais é aquela que - não aquela que pede.

2) Criar Relações

O propósito das redes sociais é ligar e conectar pessoas.

Se a sua presença no Instagram se resume a pedir que os seus followers cliquem no link da sua bio para comprarem os seus produtos, nunca terá a oportunidade de verdadeiramente conhecer a sua audiência.

Mas se olhar para o marketing nas redes sociais como um método de criar uma comunidade de pessoas com desejos e necessidades semelhantes…

Verá que as oportunidades começarão a aparecer.

Para além do mais, se usar as redes sociais para dar em vez de pedir, verá que criar relações interpessoais se torna incrivelmente fácil.

Aprender a criar conteúdo consistentemente e construir uma comunidade através das redes sociais demora meses…

No entanto, se você (e a sua equipa) tiver paixão pelo tópico do seu nicho, e se se comprometer a criar conteúdo valioso, terá sucesso garantidamente.

Vejamos então as 5 plataformas mais eficazes para a sua estratégia de marketing nas redes sociais, e como usá-las para criar uma comunidade de fãs incondicionais.

Ah, e tenho um bónus para si no final!

A melhor dica de todas, na verdade...

Facebook

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Hoje em dia já não é possível obter um alcance orgânico ilimitado no Facebook como há uns anos atrás.

No entanto, isto não significa que o Facebook já não é valioso e que já só compensa fazer Facebook Ads.

Significa simplesmente que temos que repensar na maneira como o utilizamos.

Portanto, como podemos criar uma comunidade e dar (valor) à nossa audiência?

Imagine o Facebook como se fosse um café da “A Padaria Portuguesa”:

Um local onde as pessoas se encontram, e se sentam em diferentes grupos a falar sobre tópicos mundanos.

Você não pode simplesmente entrar no café e começar a pedir às pessoas que comprem o seu produto…

E a mesma coisa se aplica às redes sociais: é importante perceber a razão pela qual as pessoas vão para as redes sociais, e construir relações e acrescentar valor antes de pedir que façam algo do seu interesse.

A melhor maneira de criar comunidades e aumentar o alcance orgânico no Facebook é neste momento usando o Facebook Live e os grupos do Facebook.

Com estas plataformas pode aumentar o seu alcance, e criar comunidades de pessoas que partilham as mesmas necessidades e desejos.

Pinterest

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O Pinterest é uma das redes sociais mais desvalorizadas.

Normalmente é associado a fotos de roupa, de comida, ou de animais domésticos.

Mas quando usado da forma correta, é uma fonte incrível de tráfego para o seu site.

O Pinterest é na verdade um motor de busca visual, onde o pesquisador encontra imagens chamadas “pins”.

Estes “pins” são como portas de entrada para o peças de conteúdo no seu site, usando um truque que revelarei num artigo futuro.

Mas lembre-se que a chave está em direcionar os utilizadores para conteúdo útil…

Onde poderá então introduzir o visitante na sua “esfera de influência”.

Não caia na tentação de vender produtos no Pinterest!

Instagram

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Atualmente esta é uma das redes sociais mais em voga.

Uma coisa que foi muito bem feita (veremos até quando…) é o facto de o Instagram dificultar ao máximo o spam (ao contrário do Facebook).

Por ter consideravelmente menos spam, não permitir incluir URLs nos posts, e por (ainda) não estar invadida por posts patrocinados...

Ainda é relativamente fácil diferenciar-se da concorrência e criar uma comunidade.

A chave no Instagram é criar relações pessoais.

Mas antes de mais evite cair na tentação de seguir demasiadas pessoas para tentar aumentar o seu alcance...

Em vez disso, foque-se em seguir influenciadores importantes do seu nicho de mercado.

Depois, comece a comentar e a “gostar” consistentemente dos posts desses influenciadores.

Uma vez que o Instagram ainda tem muito menos “ruído” do que o Facebook, é mais fácil de reconhecer as pessoas que comentam frequentemente os seus posts.

Quando está a tentar criar uma relação com um influenciador, não envie uma mensagem privada imediatamente.

Vá devagarinho, nutra a relação primeiro através de interações constantes com os seus posts…

Mas não se limite a comentários como “bom post!”.

Perca alguns segundos a tentar acrescentar algum valor e escrever algo relevante, para se diferenciar do resto.

Veja no vídeo abaixo o Gary Vaynerchuk a mostrar como pôr em prática esta estratégia, usando um caso real:

YouTube

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O YouTube é também uma plataforma bastante eficaz para a sua estratégia de marketing nas redes sociais.

O YouTube é um misto muito interessante:

Tal como o Pinterest, o YouTube é uma mistura entre rede social e motor de busca…

E é uma plataforma onde as pessoas pesquisam por respostas às suas dúvidas “como fazer X”.

Mas também tal como o Instagram, o YouTube é ótimo para criar relações com pessoais com influenciadores no seu nicho, através dos comentários.

Adicionando a isto o facto de ser um meio de comunicação audiovisual faz com que a plataforma seja um poderoso meio para propagar o seu conteúdo…

E obter tráfego para o seu site.

Mas não se esqueça: não use o YouTube para tentar vender diretamente produtos.

Em vez disso, forneça conteúdo de qualidade e ajude as pessoas a resolver os seus problemas.

Email

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O Email é na verdade a rede social original.

O potencial incrível de construir relações próximas é completamente inexplorado pelas empresas, e por isso sou um defensor acérrimo deste meio de comunicação.

Se olhar para a sua lista de emails como se fosse uma lista de amigos, o seu potencial triplica.

A vasta maioria das empresas olha para o email como um meio de enviar promoções, em newsletters mensais ou trimestrais.

No entanto essa estratégia é completamente inútil, e as pessoas hoje em dia estão completamente imunes a emails promocionais.

Em vez disso, envie emails à sua lista tal como enviaria aos seus amigos, partilhando ideias, novidades, dicas, e conteúdo útil.

Com esta relação criada, será infinitamente mais fácil fazer com que as pessoas comprem os produtos/serviços que sugira à sua lista, uma vez que já terá ganho a confiança das pessoas.

Se conseguir partilhar detalhes da sua vida (sim, da sua vida pessoal, e não em nome da empresa), e contar histórias de maneira significativa, ao mesmo tempo que envia esses emails para milhares de pessoas…

Verá que o email é um dos canais mais eficazes para gerar tráfego para o seu site.

Trate o email como se fosse uma rede social onde partilha regularmente conteúdo positivo e interessante, em vez de enviar as newsletters comuns…

Surpreender-se-á com as qualidade de relações que criará com a sua audiência.

​Dica Adicional: Pesquisa de Palavras-Chave e os Motores de Busca

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Se o seu objetivo é acrescentar valor com conteúdo que alcance o maior número possível de pessoas no seu nicho…

Não há volta a dar:

Você tem que dominar a pesquisa de palavras-chave e os motores de busca.

Descobrir quais são as palavras-chave que são mais pesquisadas no seu nicho de mercado é essencial.

E assim que as descobrir, escreva artigos de blog usando esses termos.

Muitas vezes a pesquisa de palavras-chave ajuda a decidir não só o que escrever, mas também ajuda a dominar a sua presença nos motores de busca.

E quanto mais cedo começar a integrar a pesquisa de palavras-chave no seu negócio, melhor!

Na minha opinião, não há nada mais eficaz para ajudar a crescer a sua audiência.

Se vê que existe uma pergunta relacionada com o seu negócio que é pesquisada por milhares de pessoas, e que não existe conteúdo de qualidade que responda a essa pergunta…

E se você criar esse conteúdo, o Google vai notar e mais cedo ou mais tarde o seu site começará a aparecer no topo dos resultados de pesquisa.

Sim, leva tempo até que comece a ver tráfego significativo.

O Google precisa de ver que você é um verdadeiro parceiro e que produz conteúdo de qualidade consistentemente

Mas assim que isso acontece, os seus posts irão gerar tráfego durante anos e anos…

De forma totalmente gratuita!

E pronto.

No fundo, como vê, a chave para o sucesso no marketing nas redes sociais resume-se a dar mais do que pede, e a criar relações significativas.

Se fizer estas duas coisas genuinamente, o resultado só pode ser um:

Sucesso.

Um abraço,

-Tiago “altruísta” Faria

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Como Escrever um Livro Prático Passo a Passo em Apenas 7 Dias

Neste artigo gostava de partilhar consigo uma fórmula que o ajudará a escrever um livro prático em 7 dias.

Vou mostrar-lhe a maneira mais rápida e eficaz, que fará com que o trabalho necessário seja menos assustador do que parece…

Sem que precise de ser um escritor profissional!

E em 7 dias terá criado um livro que estará pronto para vender (ou oferecer, como veremos mais à frente).

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E melhor: esta fórmula pode ser usada não só para livros…

Pode usá-la para criar qualquer tipo de infoproduto como cursos online, vídeos instrucionais, eBooks, guias PDF, ou mesmo para apresentações!

Os infoprodutos são especialmente importantes, uma vez que são a maneira mais fácil de aumentar a sua oferta…

A sua escada de valor, discutida neste artigo.

Ou seja, aumentar a sua variedade de produtos/serviços, para que possa ter algo para oferecer (tanto grátis como pago) a clientes e potenciais clientes nos diferentes estágios do funil de vendas

E não depender apenas de um produto/serviço (o seu core).

Muitos dos seus potenciais clientes não estarão preparados para comprar o seu produto mais caro, e quererão ver resultados antes de se comprometerem totalmente consigo.

E é aqui que os “lead magnets” e os produtos de baixo risco de entrada entram (passo a redundância)…

Não havendo formato melhor do que info-produtos!

Nas próximas linhas irei mostrar-lhe a fórmula que fará com que consiga criar um livro ou qualquer tipo de infoproduto em apenas 7 dias…

Esta fórmula evita que tenha o síndrome de “ecrã branco”, olhando para uma página vazia, sem qualquer ideia de por onde começar.

Antes de avançarmos, gostava que pensasse na seguinte “mantra”:

“A perfeição é a inimiga do progresso”

Como discutido neste artigo, a vasta maioria das pessoas não termina aquilo que começa…

Ou simplesmente evita sequer começar algo que quer fazer, exatamente devido à ideologia da “perfeição”.

Se quiser escrever um livro e tentar ser perfeito, simplesmente nunca o terminará.

E pior! Se tentar criar a frase perfeita, a estrutura perfeita, ou o conceito perfeito, a sua verdadeira mensagem não passará.

O segredo está em começar a escrever, usando a fórmula que descreverei de seguida, deixando que os dedos transmitam o que vai na sua alma.

Lembre-se: no final você pode sempre voltar atrás e rever o que for preciso.

Mas a prioridade número 1 será simplesmente acabar o livro o mais rapidamente possível!

Você não precisa de um livro perfeito. Você precisa simplesmente de um livro.

E neste caso vamos focar-nos em criar um livro prático, ou seja, um livro que distribui informação (ex: “Como fazer X”).

Mas antes disso, comecemos pelas bases essenciais:

Escreva um Livro que a Sua Audiência Quer Ler

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Se quiser escrever um livro de sucesso, é essencial conhecer o seu segmento de mercado a fundo.

Neste artigo falo da importância de saber quem é exatamente o seu público-alvo, e quais são os seus objetivos, medos, anseios, desejos e frustrações.

Perceber o que o move e quais os seus maiores obstáculos.

Se já tem uma audiência, obter esta informação será bastante fácil:

- Observe as perguntas que fazem quando respondem aos seus emails
- Leia e analise as conversas que têm no seu grupo de Facebook
- Observe o que comentam no seu blog e nas redes sociais
- Faça um questionário e envie para a sua lista de emails

A chave é a comunicação.

Através da comunicação, vai perceber quais os maiores problemas e obstáculos da sua audiência.

Se ainda não tem uma audiência, existem outras soluções escaláveis:

1) Fazer Pesquisa de Palavras-Chave

Use ferramentas como o Google Keyword Planner para descobrir quais as perguntas que as pessoas mais fazem no seu nicho de mercado.

O seu objetivo será ver quais as palavras-chave mais pesquisadas, o que é um sinal claro de uma “necessidade” ou “desejo” comum de um segmento de mercado…

Mas não só:

Será uma preciosa ajuda na altura de definir o título do seu livro.

Imagine que a sua ideia para o título do seu livro é “Como Queimar a Gordura da Barriga em 30 dias”, mas com base na análise de palavras-chave, você descobre que “queimar gordura” tem poucas pesquisas…

Mas que “livrar de gordura” tem bastantes mais.

As duas expressões querem dizer o mesmo, mas com a segunda você estaria a falar a “língua” da sua audiência.

2) Fazer questionários às massas

Crie questionários e partilhe em grupos de redes sociais que sejam relacionados com o seu nicho de mercado.

Faça exatamente a pergunta: “qual é o seu maior problema no que concerne a X” (o seu nicho de mercado).

Com os dados recolhidos, encontrará padrões de palavras que lhe indicarão exatamente quais os seus problemas, e quais as soluções que procuram.

O seu objetivo será conceptualizar um livro “vendável” que foque nas necessidades e desejos da sua audiência, e que ao mesmo tempo vá ao encontro da sua área de especialidade e/ou interesse.

Não Se Limite a Escrever Apenas um Livro

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Como descrito neste artigo, defendo que todos nós nos devemos tornar em empresas de meios de comunicação.

Ou seja, tornar-mo-nos máquinas de produção de conteúdo e estar presentes em todas as formas de comunicação: texto, vídeo e áudio.

Portanto, sugiro o seguinte:

Em vez de escrever o seu livro, grave a sua voz.

Mas porquê?

Bom, por várias razões.

A melhor maneira de criar conteúdo é gravar os seus pensamentos.

Simplesmente carregue no botão de gravar e comece a falar sobre o tema em questão.

Muitas pessoas pensam que não conseguem escrever por não serem escritores…

Mas se simplesmente gravarem os seus pensamentos, o seu raciocínio sairá com mais facilidade, e mais tarde poderá simplesmente transcrever aquilo que gravou (ou contratar um assistente virtual que o faça por si).

Por outro lado, ter o seu livro gravado em voz irá dar-lhe muito mais flexibilidade em relação àquilo que quer vender…

Uma vez que poderá usar vários meios de comunicação a partir de um só: voz para texto, voz para vídeo…

Por que não ter 3 produtos para vender, em vez de apenas um?

Aumentará a sua variedade de produtos, e dar-lhe-á a possibilidade de criar upsells ou bónus para os seus potenciais clientes.

A maioria das empresas não têm esta variedade, e você terá a possibilidade de se diferenciar ao criar os 3 produtos de uma só vez.

No entanto, se preferir escrever, escreva!

Haverá sempre a possibilidade de criar produtos adicionais a partir do seu livro, como por exemplo gravar-se a rever capítulos do seu livro, e a explicar a fundo alguns dos conceitos (dica!).

Bom, com isto, avancemos então para a fórmula mágica!

Dicas Para Escrever Um Livro Prático Passo a Passo

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Chegou o momento da verdade.

Está na altura de escrever o seu primeiro livro (ou qualquer outro tipo de info-produto)!

Não se preocupe. Não precisa de ser um livro de 200 páginas.

Pode perfeitamente ter 60, 100 ou mesmo 20 páginas!

Pouco interessa.

O que interessa é que o conteúdo do seu livro ajude de facto a resolver o maior problema da sua audiência.

Se para o fazer precisar de apenas 20 páginas, perfeito!

Se precisar de mais contextualização, escreva as páginas que forem precisas para passar a sua mensagem de forma eficaz.

O que interessa é de facto a resolução do problema, e não a quantidade de páginas.

E quanto maior for o problema que o seu livro ajude a resolver, mais caro poderá ser (mais valor = maior preço).

A fórmula que se segue irá fazer com que organize a sua informação rapidamente, ao mesmo tempo que ajudará a sua audiência a digerir essa mesma informação…

De forma divertida e interessante, sem precisar de ser um escritor profissional!

O segredo está de facto em criar conteúdo interessante e relevante.

E não se preocupe: tenho também uns truques para tornar o seu livro interessante, sem precisar de ser um José Saramago (benefícios do copywriting!).

Nos dias 1 e 2, escreva a introdução e a secção 1.

Depois, nos dias 3 e 4, desenvolva a secção 2 do seu livro (onde está o core da sua solução).

Nos dias 5 e 6, escreva a secção 3, onde se focará na conclusão.

E finalmente, no último dos 7 dias, reveja todo o seu material e faça os arranjos necessários.

Como dito atrás, não se preocupe demasiado em fazer o livro perfeito.

Simplesmente escreva!

Existe sempre a possibilidade de no final enviar para um assistente virtual que edite o conteúdo.

Mas nestes 7 dias, foque-se inteiramente em escrever!

Vejamos então a fórmula para o seu próximo livro de sonho:

Prefácio

Apesar de não precisar de um, ter um prefácio escrito por uma terceira pessoa traz grandes vantagens.

Não se preocupe, não precisa de ser de um grande nome ou personalidade.

Basta ser alguém que seja um “expert” no tópico.

Irá surpreender-se com a facilidade que as pessoas aceitarão escrever uma página para o seu livro!

E fará com que o seu livro pareça ainda mais profissional, validado por uma terceira pessoa.

Introdução

A maior parte das pessoas desvalorizam a introdução dos seus livros, mas nós vamos tirar o máximo benefício desta secção.

A sua introdução servirá 3 propósitos:

1) Reforçar e expôr o problema do leitor.

Muitas pessoas não têm ideia do quão grave ou importante é o seu problema.

O seu objetivo aqui será expandir o problema, expondo factos que criem a sensação de que o leitor tem que continuar a ler.

2) Mostrar a situação futura que o leitor alcançará quando resolver o seu problema

Aqui o objetivo é mostrar o quão melhor será a vida do leitor, depois de aplicar as soluções descritas no seu livro.

Tente fazer com que seja apenas uma grande ideia.

Será mais fácil fazer com que seja credível e possível na mente do leitor.

Fazendo isto fará com que no seu subconsciente o leitor queira continuar a ler para descobrir como poderá alcançar esse futuro.

3) Mostre ao leitor o que pode esperar do livro

Quando as pessoas estão preparadas para a informação que aí vem, estão mais propensas a continuar a ler.

O que as pessoas não gostam é do inesperado e desconhecido, pelo que é crucial fazer com que se sintam confortáveis.

Secção 1: Expandir o Problema e Mostrar o Futuro

A primeira secção do seu livro terá 4 mini capítulos, e trata-se de uma versão extensa da sua introdução.

Terá mais factos e irá expandir mais sobre o tópico.

Dica: Comece cada capítulo de cada secção com uma citação de uma personalidade.

O ideal é expandir essa citação como uma história curta (à lá Tim Ferris)...

O que fará com que convide o leitor a usar a sua imaginação antes de consumir os factos.

Nota: os títulos dos capítulos aqui expostos são apenas exemplos para lhe dar uma ideia.

Capítulo 1: “Você Consegue!”

Não se trata do título em si, mas do conceito.

Aqui o objetivo é enfatizar que qualquer pessoa que tenha um desejo forte, consegue alcançar os seus objetivos…

E que depois de o fazer, a sua vida será incrivelmente melhor.

Capítulo 2: “Aqui Está a Razão Pela Qual Tem que Fazer Isto”

Aqui vai reforçar a necessidade de agir.

Leve aquilo que escreveu na sua introdução um passo mais além, e inclua novos dados e factos que transmitam a real necessidade de agir.

No final, repita o quão melhor a sua vida será.

Capítulo 3: “Por Que X Tem Sido Tão Confuso Até Agora”

Este capítulo tocará numa das técnicas mais eficazes de copywriting: "atirar pedras" ao inimigo comum (comunicação social, medicina, política, etc).

Ao fazê-lo, irá desculpabilizar o leitor pela sua situação, e criar uma sensação de inclusão.

Esta técnica funcionará ainda melhor se usar a sua própria história, em como passou exatamente pelo mesmo…

Criando rapport e aumentando a confiança na sua solução.

Capítulo 4: “A Sua Vida Depois da Solução”

Aqui irá de novo criar uma imagem vívida sobre como a vida do leitor será depois de aplicar os métodos do seu livro.

Crie essa imagem através de 3 maneiras:

1) Mostre como a vida será melhor no futuro

2) Inclua histórias de sucesso de outras pessoas (incrivelmente poderoso!)

3) Inclua a sua história pessoal (cria rapport e confiança em si)

Neste artigo falo do poder das histórias no marketing.

Leia com atenção, e salpique o seu livro com esta técnica incrivelmente poderosa!

Secção 2: A Sua Solução

Nesta secção você vai partilhar a ideia geral sobre o que é a sua solução, e como usá-la.

Vai explicar a estrutura da sua solução e a ideia por trás do seu plano, mas informe sempre que os detalhes virão mais tarde na secção 3.

Fazer isto fará com que a sua solução pareça mais simples e fácil de seguir, do que se descrevesse imediatamente todos os detalhes e passos necessários.

Capítulo 5: “Sumário da Solução”

Aqui vai escrever um sumário da sua solução para o problema, dando ênfase à estrutura (dias, semanas, ou meses) e dicas de como aplicar.

Mais uma vez, isto prepara o leitor para o material que aí vem cria uma experiência de aprendizagem mais confortável, e abre a mente do leitor para absorver melhor a informação.

Este capítulo é o ideal para cobrir a grande ideia da solução, dizendo algo como “não se preocupe com os detalhes, cobriremos isso no capítulo X”.

Isto faz com que o leitor queira continuar a ler, puxando-o sempre para a próxima página e mantendo o interesse.

Capítulo 6: “Como Se Preparar Para a Solução”

Este capítulo é raramente incluído em livros práticos, mas funciona muito bem.

Aqui vai explicar o que o leitor precisará de fazer ou adquirir para obter sucesso com o plano.

Inclua qual a preparação mental necessária (motivação), a preparação física (se for o caso), ferramentas necessárias, ou qualquer outro tipo de preparação…

Mas também a preparação emocional (importante!), revelando quais os obstáculos que o leitor enfrentará, mas que é completamente natural e que outras pessoas passaram pelo mesmo.

Isto criará mais confiança em si, uma vez que o leitor perceberá que você está a ser honesto.

Capítulo 7: “A Solução”

Aqui é onde você irá descrever os detalhes do seu plano, dividindo por partes facilmente consumíveis pelo leitor.

Explique literalmente “aqui estão as 3 coisas que precisa de fazer”.

Faça com que o plano seja simples, e lembre o leitor que a simplicidade é o segredo.

Capítulo 8: “O que Pode Esperar da Solução”

Este capítulo é importante para mostrar ao leitor o que realmente pode esperar do plano de ação.

Prepará-lo para o que aí vem, tanto os benefícios como os obstáculos, irá inspirar o leitor a continuar a ler.

Ex: “Na primeira semana, irá sentir isto, na segunda sentirá isto”.

Lembre-se: a maior parte das pessoas não gosta de obstáculos e têm receio do desconhecido.

Mostrar antecipadamente os aspectos positivos como os obstáculos esperados (e como os ultrapassar) remove essa incerteza.

Este capítulo é o local ideal para incluir uma secção de perguntas e respostas, para poder contornar todas as possíveis objeções na mente do seu leitor.

Secção 3: Dicas e Conclusão

A secção 3 inclui as suas dicas, truques e táticas.

Deverá posicionar como “corta-matos” para iniciantes e dicas avançadas para as pessoas com mais experiência.

É aqui que deverá incluir as suas ideias e “lifehacks” mais avançados.

Capítulo 9: “Dicas Avançadas”

Entre em detalhes mais avançados, descrevendo os truques e táticas usadas por “algumas pessoas mais bem sucedidas em X”.

Mostre os casos de sucesso mais espetaculares, e quais os truques avançados usados por essas pessoas…

Mas tranquilize os leitores iniciantes, dizendo que no capítulo seguinte irá incluir exatamente as dicas que precisa.

Capítulo 10: “As Top 10 Dicas para o Sucesso em X”

Inclua uma lista das melhores dicas da sua solução, e inclua testemunhos depois de cada dica, ou exemplos de pessoas famosas que as usaram.

Quanto mais humano e pessoal for o seu livro, melhor!

Este pode muito facilmente ser um dos capítulos mais divertidos de escrever.

Capítulo 11: “Os Erros Mais Comuns Que As Pessoas Cometem com X”

Inclua uma lista de erros comuns que as pessoas fazem quando estão a seguir a sua solução, e explique como os evitar.

Se não tiver ainda casos reais, crie uma parábola e imagine como seria, usando uma personagem fictícia.

Com isto, dará uma ideia ao seu leitor de como evitar esses mesmos erros, e que se mesmo assim os cometer, ainda estará no caminho para o sucesso se aprender com os erros.

Capítulo 12: “Conclusão”

E pronto, chegámos à conclusão.

Neste capítulo irá concluir as suas ideias, e assegurar o leitor de que se seguir o seu plano, irá ter sucesso e resolver o seu problema.

Inclua 2 ou 3 testemunhos em formato de histórias se possível, e termine de forma extremamente positiva e motivadora.

​O Seu Novo Livro Está Pronto!

Tudo o que lhe resta agora é arrumar as suas ideias, arranjar os capítulos e pensar em títulos interessantes para os capítulos (veja neste artigo como criar headlines cativantes e que criem curiosidade).

Ajuste as datas específicas, as referências, etc.

Se tiver gravado o seu livro em voz, parabéns! Em breve terá 3 produtos em 1.

Basta agora transcrever para texto, e ajustar o conteúdo para o formato de leitura.

Se precisar, contrate um assistente virtual bom e barato para o fazer por si.

E pronto!

Preparado para escrever o seu primeiro livro?

Vamos a isto!

Se precisar de ajuda em qualquer coisa, escreva um comentário abaixo ou deixe uma mensagem por email.

Um abraço,

-Tiago “escritor” Faria

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A Sua Empresa Ainda Não é uma Empresa de Meios de Comunicação?

Não há volta a dar.

Para a sua empresa manter a relevância e autoridade no seu nicho de mercado…

Tem que se tornar numa empresa de meios de comunicação.

“O quê? Meios de comunicação? Mas a minha empresa vende X”

Dir-me-á o leitor.

Permita-me que explique o meu ponto de vista nas próximas linhas.

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Independentemente do seu nicho de mercado, a sua empresa tem que se focar na produção de conteúdo e no marketing de conteúdo.

Precisa de ter conteúdo em formato de texto, áudio e vídeo

E precisa de publicar em escala todos os dias.

Pense no seguinte:

Quando cria anúncios de publicidade, você não se pergunta “será que devo pôr anúncios todos os dias?”

Não! Simplesmente anuncia, e tenta captar o máximo de atenção possível, em escala.

Pois bem, é exatamente isso que deve fazer com o seu marketing de conteúdo.

Hoje em dia atenção é a moeda do negócio, é um recurso limitado.

E a atenção que existe hoje nas 9 aplicações que as pessoas usam nos seus smartphones…

Nunca será maior que é neste momento…

E já não é tão boa como era ontem.

Como tal, você tem que garantir que está presente em todos os formatos de consumo de conteúdo que a sua audiência usa.

Quer prefiram consumir conteúdo em texto (blogs, redes sociais), áudio (podcasts), ou vídeo (YouTube, Facebook).

Não há razão para não estar presente num destes formatos.

As pessoas têm preferências diferentes de consumo de conteúdo.

Imagine que a sua estratégia de marketing de conteúdo é baseada apenas na partilha texto/imagens nas redes sociais…

E que muitos dos seus potenciais clientes só têm tempo para consumir conteúdo em podcasts a caminho do trabalho...

Vai querer perder esses potenciais fãs da sua marca? Ou pior, perder esses potenciais clientes rentáveis?

Duvido que sim.

Pense comigo:

Hoje em dia o custo de entrada para se tornar numa empresa de meios de comunicação é extremamente baixo.

Já não precisa de comprar equipamentos caros, redes de comunicação, antenas, impressoras industriais, material de rádio, etc…

Tudo o que precisa é na maioria dos casos de produtos gratuitos como o WordPress, YouTube, ou o Facebook…

E agora por causa do passa-palavra (word-of-mouth) e a abertura que a internet trouxe, a distribuição de conteúdo tornou-se numa commodity.

Portanto, o que está a acontecer é o seguinte:

O custo de entrada para se tornar relevante neste mundo é…

Criar conteúdo!

Se não estiver a criar conteúdo relevante, prestável, e genuíno…

Basicamente não existe!

E quanto mais cedo as empresas se aperceberem disto, melhor…

E quanto mais cedo se aperceber que tem que apostar no marketing pessoal, melhor ainda!

As pessoas gostam de interagir com pessoas, não com empresas.

Se você comunicar genuinamente com a sua audiência, mostrar valor, mostrar que a compreende, a oferecer uma “experiência”, e a ajudar a resolver os seus problemas…

Não há investimento em anúncios Facebook que bata isso!

Imagine:

Você preferia comprar um produto que viu num anúncio a dizer “Compre Já”...

Ou preferia comprar o mesmo produto de alguém que já o tivesse ajudado anteriormente, e que você já conhecesse, gostasse e confiasse?

É óbvio que a única solução viável está na segunda hipótese!

Portanto…

Se ainda não tiver um plano estratégico de marketing de conteúdo para 2019…

De publicar conteúdo todos os dias que acrescente valor à sua audiência… que por seu turno irá reciprocar em termos de fazer negócio com a sua empresa…

Você simplesmente deixará de ser relevante.

E perderá a oportunidade de ​"controlar a corrida, em vez de correr a corrida dos outros…

(ou seja, alugar espaço de publicidade em plataformas que atualmente têm a atenção do seu público-alvo)

A questão que agora se põe é…

Como implementar a sua estratégia?

Bom, saiba de antemão que não será algo fácil ou que acontece de um dia para o outro.

Precisa de pensar nos seus recursos atuais, e consoante a ajuda que tem disponível... 

Trabalhar duro e trabalhar de forma inteligente.

No entanto, verá que os resultados deste esforço valerão mais que a pena, e continuarão a trazer dividendos por muitos e muitos anos.

Se estiver pronto para agir, esta estratégia irá trazer-lhe resultados.

Vejamos então qual a melhor estratégia para escalar o seu conteúdo e tornar-se numa verdadeira empresa de meios de comunicação.

A Estratégia de 3 Pilares de Marketing de Conteúdo

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Quando constrói uma casa, precisa de bases sólidas.

Terá uma base estável e pilares sólidos que farão com que a sua casa não caia com intempéries ou desastres naturais.

O mesmo se aplica no seu negócio.

Precisa de ter as fundações certas, e garantir que a estrutura é sólida para que resista a inflação, mudanças em algoritmos de redes sociais, ou outros obstáculos imprevisíveis (que sempre aparecerão).

A estratégia de 3 pilares de marketing de conteúdo é a chave para que a sua empresa se torne numa máquina de produção de conteúdo.

Esta estratégia cobre todas as diferentes abordagens que precisa ter para entregar conteúdo à sua audiência, onde quer que esteja e no formato que prefira.

Em que Consiste a Estratégia de 3 Pilares?

Para verdadeiramente obter sucesso no marketing de conteúdo, terá que cobrir mais terreno.

As pessoas estão a encontrar os seus artigos de blog nos resultados de pesquisa dos motores de busca?

Estão a encontrar os seus vídeos no YouTube?

Tem um ficheiro de áudio do seu conteúdo que as pessoas que gostam de podcasts possam encontrar?

Estar presente em todos os métodos que as pessoas usam para consumir conteúdo é crucial.

E é por isso que a estratégia de 3 pilares é simples e faz todo o sentido:

Cobre todos os estilos de aprendizagem da sua audiência e vai satisfazer as suas preferências.

Nem toda a gente gosta de ler conteúdo, algumas pessoas preferem ouvir.

E nem toda a gente gosta apenas de ouvir, algumas pessoas preferem ver.

Se limitar o seu conteúdo a apenas um método, não estará a obter todo o potencial alcance.

Pode parecer uma tarefa impossível, mas quando perceber no que consiste, verá que é bem possível se realmente levar o marketing de conteúdo como uma pedra basilar do seu negócio.

Por outro lado, assim que entra no hábito de criar conteúdo com um desafio 90 dias de marketing de conteúdo (altamente recomendado), tudo se tornará muito mais fácil.

E não se preocupe, dependendo da sua preferência, existe uma solução.

Se não gostar de aparecer em frente a uma câmara, ou não gostar de escrever, ou achar que a sua voz não é “de rádio”...

Não tem problema algum.

Com este sistema poderá começar com o método que prefere, e as ferramentas ou o outsourcing tratarão do resto.

Está na hora de começar a acrescentar mais valor do que toda a concorrência do seu nicho de mercado…

Porque essa é a única maneira de suceder no marketing online!

O Segredo: Comece por Um Formato de Conteúdo

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Uma vez decidido qual a sua preferência (voz, texto, vídeo), comece por aí.

Quando algo é divertido e lhe sai naturalmente, vai naturalmente querer continuar e vai melhorar com o tempo.

Talvez seja uma pessoa faladora e com à vontade para falar em público.

Talvez seja uma pessoa mais discreta que prefere escrever.

Ou talvez goste de expressar as suas ideias e sentimentos através da fala, mas sem ter uma câmara apontada para si.

Não se preocupe.

Decida qual o formato que prefere e dedique-se a 100% a criar conteúdo.

O objetivo final será fazer com que a sua peça de conteúdo seja altamente relevante (para as pessoas e para os motores de busca)...

E que seja reproduzida para os 3 formatos: YouTube, Artigo de Blog, e Podcast.

Mas como criar para os 3 formatos, quando apenas tem uma peça de conteúdo?

Bom, dependendo da sua preferência inicial existem 3 estratégias diferentes.

Vejamos cada uma em detalhe:

1. Artigo de Blog > Podcast > Vídeo

Prefere escrever do que falar em frente a uma câmara, ou expressar-se através de voz?

Excelente!

O blog do seu site será onde você terá a maior alavancagem para crescer o seu negócio.

É onde pode aumentar a sua lista de emails e iniciar o seu funil de vendas.

Portanto, escreva os seus artigos que respondam às perguntas mais frequentes da sua audiência (fazendo uma pesquisa de palavras chave exaustiva)...

E com o conteúdo que escreveu à sua frente, leia o texto em voz alta e grave a sua voz…

Acabou de criar o seu primeiro podcast!

Depois, insira esse ficheiro áudio num feed de podcast, e crie um vídeo no YouTube usando esse mesmo ficheiro áudio e juntando uma imagem estática ou apresentação.

Reparou? “Matou 3 pássaros com uma pedra”! (os 3 pilares)

2. Vídeo > Podcast > Artigo de Blog

Crie um vídeo que ensine e resolva problemas prementes da sua audiência, para fazer com que as pessoas sintam que “wow, esta pessoa está de facto a oferecer soluções para os meus problemas, e não apenas a vender-me coisas!”

É crítico perceber as necessidades e desejos da sua audiência primeiro (em qualquer um dos 3 pilares).

Escolha um tópico que ajude a sua audiência e encontra a palavra-chave que é mais pesquisada.

Grave o vídeo, edite, e faça upload no YouTube no mesmo dia.

Crie um thumbnail usando por exemplo o Canva, e guarde o template para reutilizar no futuro, apenas precisando de mudar o título.

Escreva uma descrição completa de pelo menos 300 palavras, e insira as palavras-chave que analisou no título, descrição e tags para aumentar as suas chances de aparecer no topo das pesquisas.

Depois, faça o download do ficheiro MP3 do seu vídeo usando por exemplo o VLC

Acrescente uma introdução ao seu podcast, e optimize o título, tags e imagem para que as pessoas encontrem na sua plataforma de podcast favorita.

Vídeo e podcast feitos.

Agora para o artigo de blog:

Existe uma plataforma chamada Trint.com, que é um software que transcreve ficheiros de vídeo ou áudio para si.

Depois de editar e limpar o ficheiro de texto, publique no seu blog!

Não se preocupe se deixar escapar um erro ou outro, o que interessa é tomar ação de forma imperfeita, em vez de perder tempo com perfeccionismo.

Utilize as mesmas técnicas de optimização descritas acima, e já está.

3 pilares de marketing de conteúdo completos!

​3. Podcast > Vídeo > Artigo de Blog

Comece por gravar o seu podcast.

Mantenha uma estrutura base focada em 2 ou 3 pontos importantes, para garantir que não foge demasiado ao tema em questão (é fácil começarmos a divagar ao microfone).

Depois de editado e optimizado, faça upload para o seu feed de podcast.

Se não gostar de falar em frente a uma câmara, crie um vídeo a partir desse ficheiro áudio com uma imagem estática que seja atrativa para a sua audiência.

Faça upload desse vídeo para o YouTube e não se esqueça de optimizar a descrição, título e tags.

E finalmente, insira o ficheiro áudio no Trint.com e siga os mesmos passos descritos acima para inserir o conteúdo no seu blog.

3 pilares completos!

​Comece Hoje a Sua Estratégia de Marketing de Conteúdo!

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A estratégia de marketing de conteúdo de 3 pilares é simples, mas não é fácil.

Exige tempo e energia da sua parte e da sua equipa.

Nada verdadeiramente impactante é criado sem trabalho, portanto arregace as mangas e torne a sua empresa numa empresa de meios de comunicação.

Assim que encontra o seu ritmo e as coisas começam a fluir, tornar-se-á numa máquina de produção de conteúdo!

E sentir-se-á incrivelmente bem, uma vez que estará a fazer a diferença na vida de milhares de pessoas que constituem a sua audiência...

E por consequência a criar clientes para a vida!

A consistência é realmente o elemento chave.

Inevitavelmente começará a ver resultados e levar a sua empresa para um patamar infinitamente superior.

Um abraço,

-Tiago “3 pilares” Faria

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5 Sites de Banco de Imagens Grátis para o Seu Marketing de Conteúdo

Neste artigo vou mostrar-lhe 5 fontes diferentes de banco de imagens gratuitos para o seu marketing de conteúdo ou social media marketing.

Estes 5 sites foram escolhidos por terem bons motores de busca e uma variedade interessante de imagens com qualidade.

Em todas as suas iniciativas de marketing de conteúdo, é inevitável precisar de imagens de qualidade que passem a mensagem certa…

Que façam com que o seu conteúdo sobressaia e ganhe vida...

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Mas também para fazer dos seus artigos peças multimédia, uma vez que trata-se de uma técnica fulcral de optimização para motores de busca.

No entanto, trata-se de uma matéria importante e deve tomar as devidas precauções, para evitar quaisquer problemas com direitos de autoria.

Existem algumas empresas gigantescas que dominam quase por completo o mundo dos bancos de imagens (como o Shutterstock ou Gettyimages)...

E se você por acaso usar alguma das suas imagens no seu conteúdo sem a devida permissão, poderá correr sérios riscos de ser processado…

Independentemente da sua localização.

Aviso: neste artigo não forneço qualquer tipo de aconselhamento jurídico. Trata-se puramente da minha opinião, mas se quiser absolutamente garantir que não está a quebrar nenhum direito, aconselhe-se com o seu advogado.

Bom, com isto fora do caminho, avancemos para o que interessa.

Creativecommons.org

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O creativecommons.org é um grupo que estabeleceu o standard da internet para licenciamento, partilha e atribuição de conteúdo online.

Este grupo criou uma licença chamada CC0 (no rights reserved), que inclui não só todas as imagens cujos direitos já expiraram…

Mas também imagens que são doadas para o domínio público.

O Creative Commons tem também disponível um motor de busca que rastreia vários bancos de imagens royalty free.

Duas coisas que vai querer confirmar em todas as imagens que usa:

1) Que não requerem atribuição, ou “no attribution required

2) Ter a possibilidade de usar e modificar as imagens

Com isto, poderá modificar, acrescentar os seus logotipos, e usar essas mesmas imagens para propósitos comerciais (Free for commercial use).

Pixabay.com

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O Pixabay é um dos bancos de imagens gratuitos que uso mais frequentemente.

Todas as imagens incluídas estão de acordo com o Creative Commons CC0, e portanto podem ser usadas para fins editoriais ou comerciais.

(atenção que existem algumas excepções quando usadas para fins comerciais, que pode ler aqui).

O seu modelo de negócio é baseado em marketing de afiliados e anúncios no seu website (trata-se de um afiliado da Shutterstock).

Vejamos um exemplo de pesquisa por “smile” (sorriso):

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Na barra do topo a cinzento, encontra as imagens patrocinadas (afiliado Shutterstock).

Abaixo vemos que existem 11,160 imagens contendo “smile”.

O Pixabay tem de facto um motor de busca bastante bom e um banco de imagens vasto que lhe dá uma grande variedade de escolha.

Freeimages.com

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A freeimages.com funciona de maneira muito parecida com o Pixabay.

O modelo de negócio é similar, sendo que a diferença é que se trata de um afiliado da iStock.com.

Fazendo a mesma pesquisa por “smile”, vemos os resultados de pesquisa:

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No topo verá as “Imagens relacionadas de iStock”, ou seja, os links patrocinados.

Abaixo, terá os resultados de pesquisa do motor de busca da freeimages.com.

Uma característica mais avançada é a possibilidade de fazer “Pesquisa avançada”, onde pode escolher a data de carregamento, resolução, e até marca da câmera.

Picjumbo.com

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O modelo de negócio do picjumbo.com é diferente dos anteriores, uma vez que aposta num modelo "freemium" (com possibilidade de subscrever ao modelo pago).

O picjumbo.com é conhecido por ser um banco de imagens gratuito que contém imagens de alta resolução.

No entanto, o ponto negativo é o facto de não ter grande variedade de imagens por cada tópico pesquisado (alguns nichos nem têm resultados).

Por exemplo, uma pesquisa por “smile” dá-nos apenas 9 resultados:

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Se o seu foco for realmente imagens de alta resolução, este pode bem ser o seu banco de imagens favorito (se tiver sorte de encontrar aquilo que pretende).

Google Imagens

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Finalmente, a fonte que quase todos usamos: Google Imagens.

No entanto, um aviso: para usar imagens tiradas desta fonte, você precisa de confirmar a triplicar tudo aquilo que discutimos neste artigo.

Se não tiver cuidado, pode muito bem estar a fazer download de uma imagem que não tem direito a usar para qualquer fim.

Vejamos então qual a forma de pesquisar no Google Imagens de forma segura:

Pesquisando por “smile”, obtemos os seguintes resultados:

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Na maior parte dos casos, não temos permissão para usar qualquer das imagens que nos aparecem nos resultados de pesquisa.

Como tal, precisamos de fazer uma pesquisa avançada.

Clicando em “Definições”, e depois em “Pesquisa Avançada”, vemos a seguinte página:

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No campo “direitos de utilização”, escolha a opção “livre de utilizar, partilhar ou modificar, mesmo comercialmente”.

Com isto, terá filtrado todos os resultados da Google e verá apenas aqueles que têm direito a usar.

No entanto, não se esqueça: ainda existem as tais excepções à regra.

Leia esta página de ajuda da Google para garantir que atua com a devida diligência…

E visite sempre o site de origem da imagem para verificar se de facto tem os direitos de utilização necessários.

O Google Imagens é de facto o maior banco de imagens do mundo (uma vez que agrega quase todos os websites do mundo)...

E é uma fonte super útil para quando procura uma imagem gratuita muito específica e difícil de encontrar.

​Concluindo: ​Bancos de Imagens Gratuitos e o Seu Marketing de Conteúdo

Com estas 5 fontes você irá com certeza encontrar aquilo que precisa para o seu projeto, sem precisar de gastar centenas ou milhares de euros.

Se perceber o contexto dos bancos de imagens, como funcionam os licenciamentos, e como as empresas de stock images operam…

Poderá com grande facilidade encontrar fantásticas imagens para os seus artigos de blog, thumbnails de vídeos, redes sociais e até conteúdo website.

Perca algum tempo a analisar as dinâmicas de licenciamento, especialmente se precisar de usar imagens para fins comerciais.

Com isto, evitará futuras dores de cabeça que podem ser facilmente evitadas.

Espero que tenha encontrado pelo menos uma fonte nova para a sua pesquisa de imagens e que possa acelerar a sua produção de conteúdo!

Um abraço,

-Tiago

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Como Encontrar Ideias Infinitas para o Seu Marketing de Conteúdo

Neste artigo vou mostrar-lhe como gerar um número ilimitado de tópicos para o seu marketing de conteúdo, mesmo que tenha um nicho de mercado muito específico.

Se decidir começar um desafio 90 dias (super recomendado!) ou se simplesmente estiver a criar um blog para ser indexado no Google…

Encontrar ideias de conteúdo novas é crítico para o sucesso.

Se ainda não tiver começado a criar conteúdo, poderá estar a pensar “Mas como é que eu vou encontrar 90 coisas diferentes para falar sobre o meu nicho?”

Bom, é essa voz interna que vamos atacar neste artigo.

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Na verdade, assim que começa a criar conteúdo, cada artigo ou post vai dar-lhe ideias novas…

E daqui a um ano terá criado uma audiência considerável, ter-se-á posicionado como a autoridade no seu mercado, e estará numa posição privilegiada para receber tráfego orgânico por largos anos… de graça!

É possível encontrar um número infinito de ideias para marketing de conteúdo…

Tópicos que são relevantes para a sua audiência e que respondem às sua perguntas mais prementes.

Neste artigo vamos ver 5 websites específicos que pode usar quando estiver à procura de ideias.

Verá que bastam alguns minutos para encontrar ideias!

Comecemos então:

Use o Google para Gerar Ideias de Marketing de Conteúdo

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Simples.

Insira o tópico relevante e veja as sugestões que o Google fornece.

Estas tratam-se de pesquisas comuns dos utilizadores, e refletem exatamente as dúvidas que a sua audiência tem.

Tome nota.

Pode também clicar no botão de espaço e começar a escrever a letra “A”, e verá que aparecerão sugestões de tudo o que começa pela letra “A”. Se escrever “B, a mesma coisa, e por aí em diante.

Se fizer scroll down para o fundo da página dos resultados de pesquisa, encontrará ainda mais sugestões de frases comuns.

Outra solução interessante é clicar em “Notícias”, e ver o que outros líderes de mercado estão a escrever sobre o seu nicho.

Isto dar-lhe-á uma ideia sobre os tópicos que têm mais volume e mais interação.

YouTube Como Fonte de Ideias para Criação de Conteúdo

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Pode aplicar a mesma estratégia no YouTube.

Simplesmente pesquise por tópicos tal como um utilizador pesquisaria, e tome nota dos top 10 vídeos que aparecem nos resultados de pesquisa.

Veja também alguns dos vídeos que lhe interessem.

Tudo isto vai “marinando” no seu subconsciente, e as ideias aparecerão quando menos espera.

Quora Como Fonte de Inspiração para o Seu Blog

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O Quora é um website de pergunta e resposta que é utilizado em todo o mundo.

Simplesmente escreva o tópico do seu nicho, como por exemplo “imobiliário”, e verá que aparecerão centenas de perguntas:

“Como encontrar investidores brasileiros para o mercado imobiliário em Portugal?”

“Como posso ser um agente imobiliário?”

“Como escolhemos um bom agente imobiliário?”


Algumas perguntas podem parecer semelhantes, mas quando está a escrever bastante conteúdo, cada uma destas perguntas pode muito tornar-se num artigo.

Existem centenas e centenas de perguntas, e cada uma representa uma potencial questão da sua audiência.

Apesar de ser dominado por utilizadores Brasileiros (obviamente um mercado muito maior que Portugal), não deixa de ser uma fonte valiosa de tópicos.

Explore Fóruns Para Obter Ideias para Marketing de Conteúdo

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Voltemos ao Google, onde vamos procurar fóruns especializados no seu nicho de mercado.

Os fóruns são excelentes locais para se encontrar ideias de marketing de conteúdo.

Simplesmente pesquise pelo seu tema, usando o prefixo “forum”, como por exemplo “forum, imóbiliário”.

Neste caso, vou abrir o primeiro resultado que aparece chamado “forumdacasa.com”, uma vez que é um site novo que ainda não tinha visto.

Consigo ver que o tópico em questão “Os 3 grandes do imobiliário - experiências” tem 48 páginas com respostas de utilizadores…

O que significa que é um tópico que está na “berra” ou que normalmente é o mais controverso.

Usando esta informação, poderia criar um artigo sobre as 3 maiores imobiliárias do país e quais as vantagens e desvantagens de escolher cada uma.

Os fóruns são de facto uma grande fonte de ideias para conteúdo…

Mas não só!

Inscreva-se nos fóruns que tiverem mais interação.

Entre nas discussões com os utilizadores, sem promover ou fazer “spam” do seu conteúdo (toda a gente odeia spam).

Simplesmente insira um link para o seu website na sua assinatura…

E contribua com valor.

Esta é uma das formas mais eficazes de fazer prospecção de mercado e ficar a conhecer cada vez melhor o seu segmento de mercado.

Amazon.com: O Segredo Para Ideias Infindáveis

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A Amazon é um dos melhores websites para pesquisa de mercado - não só para encontrar nichos de mercado interessantes…

Mas também para encontrar ideias para conteúdo.

Existe um truque extremamente útil e pouco conhecido:

A lista dos best-sellers.

Na secção de livros, encontre a opção de “Best sellers”.

Verá do lado esquerdo uma lista de tópicos, e cada tópico terá sub-tópicos muito específicos…

Por isso, garanto-lhe que se existe, encontrará o seu nicho de mercado numa dessas categorias.

Veja quais são os livros mais vendidos, e abra-os um por um.

Muitos deles têm a opção de “Look Inside”, que lhe permite ver as primeiras páginas do livro.

No índice do livro encontrará tópicos infindáveis que pode usar como ideias para conteúdo.

Esta opção de “Look Inside” é uma das maneiras mais eficazes de se inspirar, e de ajudar no seu processo de sintetizar ideias.

​Concluindo: 

Estas 5 maneiras de pesquisar por tópicos são extremamente eficazes e irão fornecer ideias infindáveis para o seu marketing de conteúdo.

Se ainda não começou a escrever, encontre dois ou três tópicos através das estratégias acima…

E simplesmente comece a escrever!

Crie um post por dia, de forma consistente por um longo período de tempo...

Optimize-o para os motores de busca...

E verá que fará a diferença no seu negócio a médio/longo prazo.

Estes métodos são também eficazes se já fizer marketing de conteúdo há algum tempo, mas tiver a ficar sem ideias.

Use estas 5 técnicas e terá ideias novas e frescas todos os dias!

Um abraço,

-Tiago

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O Caminho para o Sucesso: Torne-se num Criador de Conteúdo

Focar-se no marketing de conteúdo é uma das melhores decisões que pode tomar para a sua empresa.

E quanto mais cedo começar, melhor…

Enquanto tem os seus anúncios de publicidade online a correr (e a gerar leads e vendas no imediato), é extremamente importante ir dedicando tempo para a criação de conteúdo

Uma vez que é um caminho longo, e que não fornece resultados imediatos.

Mas se começar já, o seu futuro "eu" irá “agradecer-lhe” pelo esforço feito hoje.

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Como tenho dito neste blog, o marketing de conteúdo ​optimizado para motores de busca é um ativo para a vida.

Tudo o que fizer hoje, irá gerar tráfego orgânico daqui a 6 meses… 1 ano… 10 anos…

Será algo que ficará para sempre e num lugar que você controla.

O Gary Vaynerchuk fala várias vezes sobre um tópico interessante:

Todas as empresas devem tornar-se empresas de média e distribuir conteúdo.

Veja o vídeo abaixo. Já é de 2013, mas o conceito é hoje mais verdadeiro que nunca (o Gary tem o dom de adivinhar o futuro…):

A ideia é que o custo das plataformas para criação de conteúdo é tão baixo, que já não faz sentido estar a “alugar espaço” em outras empresas de média.

E que em vez de “alugar espaço” onde a atenção das pessoas se concentra (como o caso dos anúncios no Facebook, Instagram, Google, etc)…

Tornar-se no espaço onde a atenção do seu público-alvo específico se concentre.

Imagine, em vez de pagar para colocar um anúncio numa dessas plataformas…

Ter conteúdo que automaticamente atraia apenas quem mais lhe interessa (o seu cliente ideal).

E se esse conteúdo for de facto de valor e ajudar o seu público-alvo, a venda tornar-se-á muito mais fácil do que quando alguém clica num anúncio seu…

Como esse utilizador não conhece a sua marca nem ainda recebeu nada de valor, terá muitas objeções na sua cabeça que são muito mais difíceis de ultrapassar.

O mindset é completamente diferente.

Mas então como tornar-se num criador de conteúdo?

Começar um desafio 90 dias de marketing de conteúdo é uma excelente maneira…

Mas muitas vezes existe uma barreira mental que não nos permite começar.

O nosso “cérebro-macaco” é poderosíssimo e arranja sempre uma desculpa para não começar algo que dê trabalho e não mostre resultados imediatos…

O pior é que você não pode nem deve confiar no seu “cérebro-macaco”.

Vejamos porquê.

Como Passei de Consumidor de Conteúdo para Criador de Conteúdo

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O autor Steven Pressfield tem um livro chamado “The War of Art”.

Trata-se de um livro verdadeiramente fantástico e muito útil para qualquer tipo de arte (e aqui incluo criação de conteúdo... no fundo, tudo o que se “cria” é arte).

No seu livro seguinte, “Turning Pro”, o autor fala da diferença entre um amador e um profissional.

Um profissional é alguém que acorda todos os dias pronto para trabalhar, e cria.

Cria de forma consistente, por longos períodos de tempo, sem esperar resultados imediatos.

Mantém-se no seu ritmo, independentemente de tudo o que o rodeia.

Mesmo que não tenha sucesso durante semanas, ou meses, mantém-se firme na sua arte e aprende a gostar do processo em vez do resultado final.

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Um profissional “aparece” todos os dias, sem desculpas.

Essa é a grande diferença entre um produtor de conteúdo amador e um produtor de conteúdo profissional.

Um amador perde tempo a procurar por um “truque” ou um “corta-mato” para aumentar as vendas ou aumentar a lista de emails

Em vez de se preocupar em verdadeiramente fazer a diferença, e garantir que no futuro terá fãs incondicionais da sua marca com longo tempo de vida de cliente (customer lifetime value).

Um amador deixa-se dominar pelo “cérebro-macaco”, que no fundo não quer que você obtenha sucesso ou saia da sua zona de conforto…

Apenas quer que permaneça quietinho no seu lugar, sem correr riscos, ou qualquer tipo de perigo (algo que ficou dos nossos antepassados pré-históricos).

Assim que aprendi isto, fiz apenas uma coisa:

Comecei a escrever.

A escrever sem pensar nas mil e uma razões para não escrever que o meu “cérebro-macaco” me dá.

Decidi dedicar-me diariamente a um desafio 90 dias, sem parar.

Sem pensar no resultado final longínquo (uma vez que isso só trará frustração)...

Apenas a aproveitar o momento e a apreciar o processo.

A partir do momento em que você começa a gostar da caminhada em vez de se preocupar demasiado com o resultado final…

Você já ganhou.

Ganhou porque produzirá conteúdo extremamente valioso, arte pura…

Uma vez que sem a preocupação do resultado imediato, a sua mente liberta-se e expressa-se de forma natural.

Todo o seu conhecimento, experiências, educação, tudo aquilo que faz de você uma pessoa única (não há mais ninguém igual a si, garanto-lhe)...

Criam uma mistura especial que fará a diferença na vida das pessoas que constituem a sua audiência.

Como Se Tornar Numa Máquina de Produção de Conteúdo

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Não há outra solução:

Terá que começar a trabalhar dia sim, dia sim

Escrever a melhor peça de conteúdo possível todos os dias, fazer uma pesquisa de palavras-chave bem feita…

E carregar em “publicar”.

Com tempo, vai-se tornar mais eficiente e proficiente, “fletindo o músculo” de produção de conteúdo.

E quando começar a obter feedback, ver o que funciona e não funciona, e ajustar.

Na verdade, só passando pelo processo, falhando, e aprendendo com erros é que conseguirá tornar-se num produtor de conteúdo.

Se não o fizer, pode ter a certeza que o seu “cérebro-macaco” tomará conta de si (e no mau sentido da palavra…).

A melhor parte deste processo é que enquanto ensina a sua audiência sobre um tema específico do seu nicho de mercado, você começa na verdade a aprender a um nível superior que de outra forma seria impossível.

Partilhe a sua mensagem com o mundo. Ponha a sua voz cá fora.

Todos. Os. Dias.

Algumas peças de conteúdo que criar terão centenas e dezenas de visualizações.

Outras terão zero ou perto disso.

E isso não tem qualquer problema!

Continue no seu caminho e aprecie o processo.

Mesmo que tenha tido um dia mais ocupado e não tenha tido tempo, “expedite” uma peça de conteúdo (por mais curta que seja).

O importante é aparecer todos os dias e trabalhar.

Pode parecer que não está a fazer progresso…

Pode parecer que os artigos que cria são uma “porcaria”...

Mas não interessa… faz parte do processo.

Logo a seguir você volta ao trabalho, dia sim dia sim, semana sim semana sim…

E esse, caro leitor, é o verdadeiro segredo para o sucesso.

Tome a decisão hoje de começar.

Mais ninguém tomará por si…

O seu futuro “eu” agradecerá.

Termino com uma citação do Will Smith, que hoje concordo mais do que nunca:

"Criar é a maneira de entrar em sincronia com o universo"

Um abraço,

-Tiago "sincronia" Faria

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A Verdade Sobre os Backlinks para SEO

Existe um mito generalizado na internet de que precisamos de “criar backlinks” se quisermos que o nosso website suba nos resultados de pesquisa do Google

Neste artigo vai ser apresentado a uma proposta diferente.

Uma proposta à prova de atualizações do algoritmo como o Hummingbird, Panda, ou Penguin.

E esta proposta é bastante importante, porque se não fizer isto da maneira certa, corre o risco de destruir tudo o que fez até aqui para crescer o seu negócio através de SEO.

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Milhares de sites já foram banidos do motor de busca por terem sido considerados como spam ou por usarem estratégias obscuras para angariar backlinks…

Mas principalmente porque a vasta maioria prefere resultados a curto prazo (arriscando o seu negócio), do que resultados compostos, perenes e consistentes a longo prazo.

Antigamente, era possível publicar qualquer tipo de conteúdo (por pior que fosse) em diretórios de sites com um backlink para o seu site

E o resultado ser quase imediato: subida para a primeira página dos resultados de pesquisa.

Milhares de agências fizeram disso um negócio, vendendo serviços como “pacotes de backlinks” que garantiam resultados imediatos.

Até que um dia, tudo mudou.

Novos algoritmos foram lançados e sites que seguiam esta estratégia começaram a ser banidos um a um.

Empresas faliram e agências perderam clientes.

O Google é bastante claro: você não pode comprar backlinks.

Na verdade, não deve sequer “criar backlinks”.

Então o que fazer para subir nos resultados de pesquisa?

A Melhor Estratégia de Backlinks SEO para o Seu Site

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Não há segredos ou truques mágicos.

Não há uma “solução única” ou mágica.

Há sim uma solução que funcionará para sempre, e resitirá a todos e quaisquer updates de algoritmos do Google.

Uma solução que segue exatamente aquilo que é esperado de um site de marketing de conteúdo:

Ser um parceiro dos motores de busca.

Ser um produtor de conteúdo único e da melhor qualidade possível.

Sim, demora tempo.

É uma estratégia a longo prazo, mas é uma estratégia segura e infalível.

Com trabalho árduo, conteúdo de qualidade, e uma análise de palavras-chave bem feita

É inevitável que outras pessoas comecem a criar links para o seu site.

Receberão tanto valor do seu site, que não hesitarão em partilhar o seu conteúdo com mais pessoas…

Em sites próprios, redes sociais, fórums, videos, etc.

Se reparar, é assim que toda a internet funciona: as pessoas vêm conteúdo que gostam, e decidem partilhar com outros.

Portanto, o segredo é criar conteúdo de qualidade, que de facto acrescente valor à sua audiência, e que os incentive a partilhar.

Até porque aliás, sem conteúdo de qualidade no seu site, de que serviriam os backlinks “comprados” ou “criados”?

Mesmo que aumentasse o seu ranking (até ser apanhado e banido…), os visitantes ao seu site não iriam retirar nada de valor, e por consequência não iriam tomar decisões rentáveis para o seu negócio (como entrar na sua lista de emails ou no seu funil de vendas)...

Simplesmente iriam fechar a página para nunca mais voltar…

Dando sinais aos motores de busca que o seu conteúdo não é assim tão valioso...

Veja o vídeo abaixo, criado por dois YouTubers que acompanho, e que me fez focar cada vez mais neste tema...

​Não ​Crie Backlinks. Crie Conteúdo de Qualidade, Consistentemente

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Se está a pensar contratar uma agência de SEO para tomar conta do seu site e marketing de conteúdo

Verifique qual é exatamente a sua “estratégia de backlinks”.

Nunca é bom sinal...

Evite pôr o seu negócio em risco de atualiações de algoritmos cada vez mais apertadas.

Não olhe também para cursos que prometem a “solução secreta para obter backlinks”...

Não vale a pena o risco.

O combate ao spam é uma das maiores prioridades dos motores de busca, e quem tentar “jogar” com o sistema através de backlinks estará sempre em risco de ser banido.

Pense no longo prazo.

Os frutos do seu trabalho árduo durante os primeiros meses serão recompensados no futuro.

Ao final de um ou dois anos, você agradecerá pelo esforço que fez agora.

Terá um website com tráfego diário constante para muitos e muitos anos, tornando o seu negócio sustentável e assente em alicerces fortes.

Por outro lado, se pensar no curto prazo…

Pode obter resultados mais rápidos no imediato… mas mais cedo ou mais tarde terá que começar tudo de novo!

Portanto,

Foque-se em criar conteúdo de qualidade.

E lembre-se:

Se publicar consistentemente e diariamente, a sua escrita tornar-se-á melhor e o tempo despendido a escrever e a publicar reduzirá.

Sugiro que comece um desafio 90 dias de marketing de conteúdo.

Ao final dos 3 meses, terá 90 artigos de qualidade (muito mais do que a vasta maioria dos sites na internet) e terá “fletido o seu músculo” como criador de conteúdo (tornando-se melhor e mais rápido).

Se se focar apenas e só a produzir o melhor conteúdo possível…

Os backlinks virão naturalmente!

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Google Search Console: Como Garantir que Aparece nas Pesquisas

Neste artigo vou focar-me num passo importante para garantir que os seus esforços de criação de conteúdo são indexados nos resultados de pesquisa do Google.

No entanto, nota importante:

Este não é o passo mais importante da sua estratégia de marketing de conteúdo.

O seu foco principal deve estar sempre na criação do melhor conteúdo possível, focado nas necessidades e objetivos do seu público-alvo.

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Se tudo o que fizer for optimizações para motores de busca, os resultados serão frustrantes.

Lembre-se que a sua audiência é constituída por duas partes: as pessoas que lêem o seu conteúdo e os motores de busca que indexam os seus links.

Com isto, avancemos.

Vou assumir que o seu site é feito em WordPress.

Se o seu site não é feito em WordPress.org, recomendo vivamente que considere esta opção versus sites feitos de raiz ou em plataformas tudo-em-um (como Wix.com).

O WordPress é conhecido por ser amigo dos motores de busca, sendo uma vantagem para o seu site obter mais visibilidade nos mesmos.

Depois de publicar o seu primeiro artigo de blog (optimizado para uma palavra-chave específica), o próximo passo será sinalizar ao Google sobre o seu conteúdo, para que este analise o seu site e comece a indexá-lo nos resultados de pesquisa.

Este processo é feito no Google Search Console.

E não se preocupe: não terá que repetir o processo sempre que publicar um artigo novo...

Assim que inclui o seu site no Google Search Console, os “spiders” (rastreadores) vão começar a rastrear o seu site diariamente.

Sempre que publicar um artigo novo, o mesmo será indexado automaticamente.

Comecemos então por ver o que é o Google Search Console.

O que é o Google Search Console (ex Webmaster Tools)

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Trata-se de uma ferramenta gratuita que ajuda a ter mais controlo sobre como o seu site é rastreado pelo Google.

No fundo é um meio de estabelecer uma relação de parceria com o motor de busca.

Permite-lhe verificar se o Google tem acesso ao seu conteúdo, entender melhor como o Google vê o seu website, perceber o seu desempenho nos resultados de pesquisa…

E melhor ainda: detetar erros de indexação a tempo e horas, para que possa corrigir rapidamente e não perder “impressões” de visualização e cliques.

Para além do mais, dá-lhe a hipótese de remover conteúdo que não quer que seja exibido nos resultados de pesquisa.

Com isto, avancemos para o próximo passo, que começa no painel WordPress do seu site.

Plugin WordPress para Comunicar com o Search Console: Yoast SEO

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Todos os sites devem tirar vantagem do tráfego orgânico de motores de busca como o Google.

Existem ferramentas que ajudam a optimizar as suas páginas para os motores de busca e muitas vezes fazem com que o seu site tenha um aumento significativo de visitas.

A melhor ferramenta é o plugin “Yoast SEO”.

Apesar de o WordPress ser geralmente bem optimizado para SEO, o plugin Yoast SEO fornece opções extra que de outra forma só teria acesso através de código.

É também, de longe, o plugin mais popular do WordPress.

Vejamos as suas vantagens:

# Oferece análise a artigos e páginas em tempo real

# Você terá pré-visualização dos seus títulos e descrições em tempo real, que também são completamente editáveis

# Gere por si todos os aspectos mais técnicos (robots.txt, sitemaps, etc)

# Orienta-o para não se esquecer de aspectos importantes como fazer permalinks legíveis para os utilizadores

# Verifica se o seu conteúdo é “legível” tanto para os utilizadores como para os motores de busca

Se estiver interessado em saber mais sobre o Yoast SEO, este vídeo explica-lhe todo o seu potencial:

Assim que tiver instalado o plugin, vejamos qual o primeiro passo:

​Gerar um Sitemap XML

Um sitemap é gerado exclusivamente para os motores de busca e não para os utilizadores.

Basicamente trata-se de um “mapa” do seu site, que indica aos motores de busca qual a estrutura do seu website e facilita a indexação (principalmente de sites mais complexos).

Portanto, no seu painel de WordPress encontre o plugin Yoast SEO, clique na opção “Geral”.

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Depois, ative a opção de Sitemaps XML (clique em “Ligado”), e carregue no botão com ponto de interrogação.

Verá que aparecem mais opções, e de seguida clique em “Veja o sitemap XML”, que o levará para o seu sitemap:

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Deixe esta janela aberta, pois vai precisar do URL mais à frente.

Com isto, estamos prontos para submeter o nosso sitemap no Google Search Console.

E vai ver que é super fácil de fazer.

Como Submeter o Seu Site no Google Search Console

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Com o seu sitemap gerado, o próximo passo é então fornecer essa informação ao Google para que saiba exatamente onde o encontrar.

Comece por aceder ao Google Search Console.

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Aqui vamos fazer 3 coisas.

1) Aderir à ferramenta

2) Autorizar o seu website

3) Submeter o sitemap do seu site

Comece então por clicar em “Iniciar agora”.

Na página seguinte vai ser pedido que insira o URL do seu site.

Importante: inclua o endereço exato do seu site, incluíndo http:// ou https://, dependendo do tipo de propriedade que tem (se tem certificado SSL ou não).

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De seguida, vai ter que fazer download de um código de verificação (verification code) gerado pelo Search Console.

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Clique em “Download the file” para obter o código de autorização.

Numa janela nova, aceda ao painel WordPress do seu site, selecione de novo no plugin Yoast SEO e escolha a opção “Search Console”.

Aqui aparecerá um campo onde pode inserir o código de autorização que obteve no passo anterior.

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Clique em “Autenticar”.

O seu trabalho no painel WordPress está feito.

Como alternativa, pode também clicar no botão que diz “Obter o código de autorização do Google”, onde fará login da sua conta Google e poderá obter o código de imediato.

De volta ao Google Search Console, clique na opção “Verify” para verificar que o código de autorização foi inserido.

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E pronto, o seu site está ligado ao Search Console!

Avancemos então para a submissão do seu sitemap:

No painel de controlo do Search Console, verá na barra lateral a opção de “Sitemaps”.

Clique aí e insira o URL do sitemap XML gerado no Yoast SEO.

Basta inserir a parte do URL que normalmente é a seguinte: “sitemap_index.xml”, e clicar em “Submit”:

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Esta ação vai fazer upload do seu sitemap no Google Search Console, indicando ao Google exatamente onde está o sitemap do seu site.

Os “spiders” vão então ler primeiro a sua página inicial, e a partir daí vai procurar por links adicionais para indexar nos resultados de pesquisa.

Nota: por esta razão é importante ter um “blog roll” (uma lista de artigos de blog) na sua página de início, para facilitar a leitura das suas páginas mais importantes - os seus artigos de blog.

Como Indexar uma Página Importante no Google Search Console

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Imagine que não cria conteúdo muito regularmente, como por exemplo uma vez por mês...

Nota:

Publicar com pouca frequência não é tão eficaz. Recomendo que publique conteúdo pelo menos todas as semanas para dar um sinal aos motores de busca que você é um verdadeiro parceiro como criador de conteúdo regular e de qualidade

Nesse caso, sempre que publicar um artigo e quiser obter visibilidade imediata, a melhor estratégia é fazer um pedido de indexação no Search Console.

No menu principal, clique em “URL inspection” e insira o URL do seu novo artigo.

Verá que aparece uma mensagem a dizer que o URL não está de momento indexado no Google.

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Para fazer o pedido, clique em “Request Indexing”.

O Search Console vai testar se o URL pode ser indexado (pode demorar alguns minutos).

Depois de completo o teste, vai receber a mensagem que a indexação foi pedida, e que a página está em lista de espera.

No entanto, que fique claro que não precisa de fazer este exercício sempre que publicar um artigo novo (aliás existe até um limite de pedidos de indexação manual).

Se publicar regularmente, o Search Console vai indexando as suas páginas automaticamente (normalmente no espaço de um dia).

Dedique-se mais à criação de conteúdo relevante para o seu público-alvo - o segredo está na consistência por longos períodos de tempo.

E pronto.

Parabéns, o seu site está agora indexado nos resultados de pesquisa do Google!

Identifique Problemas de Indexação no Google Search Console

Se o seu site estiver a correr na perfeição, o Google irá encontrar as suas páginas e rapidamente indexar nos resultados de pesquisa.

No entanto, por vezes alguma coisa pode correr mal.

Pode haver por exemplo algum conflito com “plugins” que tenha instalado no seu site WordPress que estejam a criar…

Ou por exemplo o seu servidor pode estar em baixo no momento em que os “spiders” tentam entrar no seu site para ler o conteúdo.

Nesse caso, o Search Console vai identificar automaticamente esses problemas para que você tome uma ação específica.

Esses problemas aparecem no relatório “Coverage".

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Este relatório mostra-lhe que páginas do seu site estão indexadas no Google.

Permite-lhe também saber se existem alguns erros técnicos que previnam certas páginas de ser indexadas.

Se clicar em “Error”, verá listado abaixo que erros foram identificados.

Para simplificar um pouco a sua vida (este relatório não é muito intuitivo), deixo abaixo definições de erros mais comuns:

Server errors (5xx)

Os “spiders” do Google não conseguiram aceder ao servidor do seu site. Isto pode acontecer por exemplo quando o seu site está em baixo no momento em que os “spiders” tentam entrar no seu site

Submitted URL not found (404)

A página não foi encontrada e o seu servidor enviou o código de estado HTTP (404) e a página está “partida”.

Redirect error

A página tem um “redirect” activado mas não está a funcionar.

Submitted URL seems to be a Soft 404

A página foi marcada como “não encontrada”, mas devolveu o código de estado errado no título da página

Submitted URL has crawl issue

Este erro não é muito específico, e exige que você visita a página para tentar descortinar o que está a bloquear.

Identificados os erros…

Pode também selecionar a página em questão e fazer diferentes testes que o podem ajudar a resolver o problema:

1) “Inspect URL” para verificar se os dados de indexação da página no Google (sitemap, datas, últimos “crawls”, etc)

2) “Fetch as Google” para verificar se o Google tem mesmo acesso à página

3) “Test Robots.txt Blocking” para ver se o URL está a ser bloqueado por “robots.txt”

4) “View as a Google Result” para ver como o Google está a indexar a sua página nos resultados de pesquisa

​Google Search Console e a Sua Estratégia de Marketing de Conteúdo

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Para concluir, se fizer apenas o trabalho inicial de adicionar o seu site ao Google Search Console e incluir o sitemap…

Você está basicamente pronto para seguir!

Continuar a investir na produção de conteúdo de qualidade deve ser o seu foco principal - aquele que mais retorno trará ao seu tempo e energia despendidos.

Utilizar o Google Search Console é basicamente uma tarefa de “ligar e esquecer”, garantindo o essencial da indexação.

A partir daí, encorajo-o a começar um desafio 90 dias de criação de conteúdo para se tornar num parceiro importante para o Google.

Assim que terminar a sua maratona de 90 dias, pode então dar uma olhada no Search Console para ver se existem erros de indexação e corrigir aquilo que for preciso.

Nada que possa fazer dentro da plataforma é tão importante como criar conteúdo de qualidade, optimizado para palavras-chave relevantes de forma consistente e persistente.

Pronto para começar um desafio 90 dias?

Diga-me o que pensa nos comentários abaixo!

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Como Fazer Pesquisa de Palavras Chave em 3 Simples Passos

Como criador de conteúdo para os motores de busca, a pesquisa de palavras-chave é um dos factores mais importantes do seu trabalho.

A pesquisa de palavras-chave permite-lhe criar conteúdo que os motores de busca como o Google ou Bing podem encontrar e mostrar a quem pesquisa.

Permite-lhe também perceber exatamente o que as pessoas estão interessadas em aprender.

Se fizer uma boa pesquisa de palavras-chave, garantirá que não está a escrever conteúdo que nunca vai ser lido…

tornar-se-á num criador de conteúdo de qualidade que tem na sua mente o retorno do seu investimento de tempo e energia.

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​De Amador para Profissional



É a diferença entre um amador e um profissional.

Mas não basta ir atrás das palavras-chave com mais pesquisas nos motores de busca…

Tem também que garantir que bate a concorrência!

Em média, os primeiros 4 resultados de pesquisa orgânicos são os que recebem ⅔ do tráfego.

Isto significa que você deve escolher as palavras-chave que realisticamente tem hipótese de aparecer nos resultados de pesquisa dos motores de busca.

​Ou Melhor Ainda...

Aparecer no topo dos resultados de pesquisa.

E como obter essa informação?

Felizmente existem várias opções de ferramentas de pesquisa de palavras-chave no mercado que combinam a análise de tráfego com a análise de concorrência (neste artigo vamos focar-nos na mais simples e rápida: KWfinder).

Se quer tirar o melhor proveito dos seus esforços de criação de conteúdo em motores de busca…

Vamos a isto!

A Importância da Pesquisa de Palavras-Chave

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No mundo da optimização para motores de busca, as palavras-chave são a base de tudo.

As palavras-chave são as frases e palavras que as pessoas estão a inserir nos motores de busca para obterem respostas para os seus problemas, procurar soluções, ou apenas informação.

A pesquisa de palavras-chave vai permitir-lhe identificar a maneira como as pessoas pesquisam por informação relacionada com o seu nicho de mercado.

O seu objetivo será portanto incluir essas mesmas palavras-chave nos seus artigos de blog, nos títulos, no URL, meta-description, etc. (veja como no meu curso SEO gratuito).

No entanto, lembre-se do seguinte:

A sua Estratégia de Marketing de Conteúdo tem Duas Audiências...

Os motores de busca e o seu público-alvo (quem clica nos links e lê o conteúdo).

Se descurar da sua audiência principal - as pessoas - nada daquilo que vamos falar hoje funcionará.

O segredo está em criar conteúdo de qualidade, que capte a atenção do seu público-alvo, que de facto responda às perguntas das pessoas e que ajude a resolver um problema ou atingir um objetivo.

Se o seu foco principal for esse, as mudanças de algoritmos dos motores de busca não terão impacto no seu sucesso.

Pense no seguinte:

Você é um parceiro dos motores de busca.

Os motores de busca precisam de parceiros que criem conteúdo que responda às perguntas dos utilizadores e que faça com que os utilizadores voltem sempre que precisarem de informação.

Se o seu foco principal for esse e não encher o seu site de palavras-chave ou outras estratégias black-hat, o seu negócio irá ter sucesso.

Bom, com isto esclarecido, avancemos com a pesquisa de palavras-chave:

Ferramenta de pesquisa de palavras-chave: KWfinder

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​[Atualização 2019: o KWFinder está neste momento a limitar as pesquisas gratuitas. Como alternativa, utilize o Ubersuggest]

Existem ferramentas para pesquisa e análise de palavras-chave pagas, freemium e gratuitas.

A que utilizo todos os dias é o KWfinder.

O KWfinder é uma ferramenta freemium que permite fazer 5 pesquisas gratuitas por dia, fornece 50 sugestões de palavras-chave por cada pesquisa por dia, para além de lhe mostrar 100 backlinks por dia gratuitamente.

Isto é mais do que suficiente para começar uma estratégia potente para o seu marketing de conteúdo.

Por outro lado, o KWfinder dá-lhe toda a informação mais relevante sobre qualquer palavra-chave numa página apenas.

O interface é simples, claro e intuitivo, fazendo a pesquisa por palavras-chave algo até divertido.

Mas melhor ainda: o KWfinder é rápido!

Num instante, você tem acesso ao volume de pesquisas, ao grau de dificuldade das palavras-chave, sugestões de palavras-chave adicionais, assim como a lista de páginas concorrentes.

A versão paga (básica) é neste momento €25.90 por mês, permitindo-lhe fazer 100 pesquisas por mês, sendo mais barato que outras ferramentas populares como o Ahrefs, SEMrush ou MOZ.

Como Fazer Pesquisa de Palavras-Chave Utilizando o KWfinder

O primeiro passo é fazer um “brainstorming” sobre os temas que vai desenvolver no blog.

Escrever uma lista exaustiva por tópicos, pensando em todo o tipo de variações possíveis.

Ponha-se no lugar do seu “cliente ideal” e tente perceber qual em que fase da “pirâmide de consciência” está:

Inconsciente? Consciente do problema? Consciente da Solução? Consciente do Produto?

Isto dar-lhe-á uma indicação sobre que tipo de palavras-chave explorar:

“O que é X”, “como fazer X”, “qual o melhor X”, etc.

Inclua mais variações utilizando as “sugestões” da Google e analise o volume de pesquisas geral (usando o Keyword Planner), para chegar a uma lista de duas ou três palavras-chave sobre um tópico específico.

Neste artigo poderá ver como gerar ideias e tópicos para criação de conteúdo.

​O KWfinder é o Seu Melhor Amigo

Assim que tiver um tópico em mente, comece por inserir no KWfinder as duas ou três palavras-chave que melhor o definem (com base na sua pré-análise referida acima).

Permita-me que explique como o fazer, usando o exemplo simplificado deste artigo que estou a escrever.

Este artigo é sobre “palavras-chave” e o objetivo é ajudar o leitor a saber exatamente como pesquisar palavras-chave relevantes para o seu website.

Os utilizadores vão inserir diferentes tipos de palavras e frases nos motores de busca para obterem a informação que querem.

Neste caso vamos analisar simplesmente o termo “palavras chave” para ver exatamente como as pessoas procuram por informação sobre este tópico.

No KWfinder começo então por inserir “palavras chave” e o resultado é o seguinte.

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Neste caso a palavra genérica “palavras chave” tem um volume de pesquisas relativamente alto (cerca de 480 por mês).

No entanto, não se preocupe demasiado com este número. Trata-se apenas de uma estimativa do KWfinder e não é 100% certa (apenas os motores de busca têm acesso a esses dados).

Serve mais de indicativo, mas todas as palavras-chave que aparecem aqui são palavras que foram de facto usadas por pessoas.

Se ordenar por volume de pesquisas o resultado é o seguinte:

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Na lista acima vai ver palavras-chave como “adwords” ou “marketing digital” com volume de pesquisa muito alto, mas que são irrelevantes para o tópico que quero escrever.

Este artigo não vai responder a perguntas que os pesquisadores destas palavras-chave genéricas procuram, portanto não as vou incluir na minha análise,

Portanto, analisando a lista vou querer focar-me nas palavras-chave relevantes para o meu tópico:

“Palavras chave” - 480 pesquisas por mês

“Ferramenta de palavras chave” - 10 pesquisas por mês

“Pesquisa palavras chave” - 10 pesquisas por mês

“Palavras chave artigo” - 20 pesquisas por mês

Lembre-se, o número de pesquisas não é o mais importante. Trata-se apenas de estimativas.

​Analisando a Dificuldade da Palavra Chave

O passo mais importante, especialmente se o seu site ainda não tiver um domain authority suficientemente alto, ou se apenas agora estiver a começar…

É a análise da dificuldade da palavra-chave.

O KWfinder faz esta análise por si de maneira bastante simples e intuitiva:

Keyword SEO Difficulty” é uma funcionalidade que calcula o grau de dificuldade para que o seu link entre na primeira página dos resultados de pesquisa (com base no LPS “Link Profile Strength” dos links concorrentes).

O grau de dificuldade varia entre:

Easy (fácil): 0-14

Still Easy (ainda é fácil): 15-29

Possible (possível): 30-49

Hard (difícil): 50-69

Very Hard (muito difícil): 70-84

Don’t do it (não tente): 85-100

De preferência você deverá apontar para o máximo de 30 em termos de grau de dificuldade.

​O que Realmente Importa

Produzindo conteúdo de qualidade (melhor qualidade que a concorrência), com frequência (mais frequência que a concorrência), e optimizando o seu conteúdo para os motores de busca…

Será fácil de subir aos primeiros lugares, fazendo com que o seu site ganhe ímpeto e autoridade.

Assim que tiver uma vasta quantidade e qualidade de conteúdo no seu blog, poderá então “atacar” as palavras-chave com mais volume de tráfego e concorrência…

Fazendo uso dos seus artigos já publicados e criando links internos para os seus novos artigos.

Esta rede de links internos vai criar “silos” de conteúdo, que em conjunto com todos os seus esforços de SEO vão aumentar a autoridade do seu site e páginas (e por consequência, subir para o topo de resultados de pesquisa).

Mas, voltemos ao meu exemplo.

Analisando por exemplo a palavra-chave “palavra chave artigo” (passo a redundância), vejo o seguinte resultado:

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Como vê, o grau de dificuldade é de 18, o que significa que esta palavra chave tem um grau de dificuldade baixo para entrar na primeira página dos resultados de pesquisa.

Olhando para a lista de concorrência “Google SERP”, pode ver que tem bastantes links com “LPS” abaixo de 30.

Para além disso, muitos dos artigos têm poucas palavras ou conteúdo incompleto, o que me dá um indicativo forte que é possível subir o meu ranking se criar conteúdo relevante, de qualidade e exaustivo.

Utilize a Informação que a Google Fornece Sobre Palavras-Chave

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A relevância dos resultados de pesquisa dos motores de busca é uma das suas grandes prioridades.

Por isso, quando escolher as suas palavras-chave vai querer incluir variações que significam exatamente o mesmo, mas dito de maneiras diferentes.

Tendo essas variações incluídas no seu conteúdo dão um sinal aos motores de busca que o tema do seu artigo é mesmo o mais relevante para o utilizador.

Não se limite apenas a 2 ou 3 que escolheu no passo anterior.

Pode usar dezenas de palavras-chave adicionais relacionadas com o tema específico, que significam basicamente o mesmo.

Faça uma pesquisa na Google usando uma janela “incognito” (“incognito” porque não quer que o seu perfil de conta altere os resultados) e verá frases adicionais para incluir no seu artigo.

Nas sugestões de palavras-chave:

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Dica: usando a mesma pesquisa, adicione um espaço antes da sua palavra-chave para ver sugestões adicionais:

sugestoes palavras chave google

Pode também encontrar sugestões adicionais nos resultados de pesquisa (em negrito):

palavras chave google, palavras chave pesquisa

No fundo dos resultados de pesquisa (pesquisas relacionadas):

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Tudo isto são sinais que a Google considera estas palavras-chave como relevantes e são variações utilizadas frequentemente pelos utilizadores.

Utilize estas variações quando estiver a fazer um check final no seu artigo.

Veja o vídeo abaixo onde o Brian Dean fala sobre estas e mais técnicas para fazer análise de palavras-chave detalhada:

​Inclua Todas as Variações de Palavras-Chave no Seu Artigo

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Com toda esta informação inclua as palavras-chave principais (que identificou no KWfinder) no título, headings, meta descrições, meta tags, URL e imagens.

Dê prioridade à colocação das palavras-chave com mais volume de pesquisa.

Por exemplo, no meu caso não vou querer dar prioridade à palavra chave “ferramenta de palavras chave”, uma vez que estaria a perder algum do alcance do termo “palavras chave artigo”.

Quero que as palavras-chave com mais volume estejam no título e URL do artigo, mas sem esquecer de incluir as restantes no meu conteúdo e “headings”.

O objetivo é incluir a maior variação possível de palavras-chave relacionadas com o seu tema e que refletem a maneira como as pessoas pesquisam nos motores de busca.

Saiba os detalhes de como optimizar para os motores de busca neste mini curso SEO.

Mas de novo, toco nesta tecla importante:

O Foco Principal do Seu Marketing de Conteúdo Deve Estar nas Pessoas

São os utilizadores que vão ver o seu link e vão decidir se querem clicar ou não.

São os utilizadores que vão ler o seu conteúdo e decidir se querem continuar no seu site, ou se voltam imediatamente para os resultados de pesquisa para procurar links que de facto respondam à sua pergunta.

Estas ações dos utilizadores enviam sinais para os motores de busca.

Se o seu conteúdo não despertar interesse, não for relevante ou se não tiver qualidade…

O seu link sairá das primeiras página dos resultados de pesquisa e será substituído por outro que ajude mais os utilizadores.

Foque-se no utilizador, seja um parceiro para os motores de busca, e mais tarde ou mais cedo será recompensado!

Vamos rever: Pesquisa de Palavras Chave

  • A pesquisa de palavras-chave é extremamente importante para o sucesso do seu negócio
  • Utilize uma ferramenta de pesquisa de palavras chave simples e eficaz. O KWfinder junta estas duas componentes
  • Pesquise no KWfinder por palavras-chave relacionadas com o tópico que quer cobrir e veja quais têm mais tráfego e um grau de dificuldade menor
  • Utilize as sugestões da Google para incluir mais variações das palavras-chave e aumentar o seu alcance e relevância
  • Inclua todas as palavras-chave que identificou no título, URL, headings, meta tags e imagens do seu artigo
  • Foque-se no utilizador! Se o seu conteúdo não for útil e relevante para os utilizadores, nada disto conta para o seu sucesso

Agora Está do Seu Lado

O que acha deste método?

Se tiver alguma pergunta ou sugestão, por favor deixe um comentário abaixo.

Terei todo o gosto em responder!

Um abraço,

-Tiago "analisar é ganhar" Faria